Reavivados por Sua Palavra

Reavivados por Sua Palavra

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Reavivados por Sua Palavra episodes

  • Deus Conosco: Apenas um Toque (Mateus 9) #rpsp
    Enquanto temos força, por pouca que seja, precisamos reuni-las para voar. Foi o que pensou — pensou e fez aquela mulher. (Quantas vezes pensamos, mas não fazemos; desejamos, mas não decidimos; decidimos, mas não agimos!) Cansada da sua condição (no caso, com uma doença que lhe consumira os músculos, os recursos e as amizades), soube que Jesus estava no sua cidade. Foi atrás e logo descobriu as impossibilidades. Queria chegar perto dele, mas era impossível, tantas eram as pessoas que o cercavam. Se ele falava, ela só ouvia o vozerio indefinido da multidão, talvez pessoas como ela, querendo a mesma liberdade. O desejo era maior que a impossibilidade. Chegar até ele sem ajuda era uma dificuldade. Mas ela queria. Falar não conseguiria. Quem sabe, tocar nele. Então, foi se orientando pelo que ouvia, em busca do centro. Ele devia estar no centro daquela multidão. A necessidade de o encontrar era maior que a dificuldade. E foi abrindo caminho. Conseguiu perceber um homem a quem abraçavam, apertavam, empurravam. Devia ser ele. Deu a volta. Ficou de frente. Era ele mesmo. Tentou se aproximar mas, de repente, acabou afastada. Perdeu a chance. Mas não podia perdê-la. Não podia perdê-lo. Um fracasso não tem de ser uma derrota. E antes que desaparecesse, tocou no seu corpo, talvez apenas na sua túnica. No momento em que seus dedos, cheios de fé, tocaram a túnica de Jesus, o corpo da ousada mulher pareceu se incendiar. O corpo de Jesus também se agitou, como se alguém lhe tivesse roubado uma carteira (que não tinha). Ela perdeu o ritmo e se afastou um pouco, sem compreender. Estava feliz porque conseguira. O inesperado veio depois. “Jesus virou-se, viu a mulher e disse: ‘Coragem, minha filha! Você sarou poque teve fé’. E naquele momento a mulher ficou curada”. Ele partiu e ela ficou, seguindo-o agora no coração, livre e feliz. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    41 min
  • Deus Conosco: O Método de Jesus (Mateus 8) #rpsp
    Quando disse a Jesus que ele nem precisava ir à sua casa (versículos 8-9), o centurião deixou bem claro que confiava em Jesus. Como confiava, não precisava lhe dar ordens. Como confiava, não estava ansioso pelo que iria acontecer. Não foi por outra razão que Jesus disse que entre o seu povo não havia ninguém com tamanha fé. É assim que devemos esperar, quando oramos ao Senhor por cura. Não devemos impor nossos desejos, por mais legítimos que sejam, mas pedir. Quem espera em Deus não espera com ansiedade, apenas espera. Quem espera em Deus não faz orações protocolares. Ore com fé. O Deus do passado é o mesmo Deus de hoje. Reconheça que Deus é Senhor da vida e da morte, da saúde e da dor. Queira ter a fé que teve o centurião romano a quem Jesus ministrou. Quem espera em Deus não permite que manipulem a sua dor, por qualquer motivo que seja. Não é preciso buscar outra igreja nem outro pastor. Cada um pode levar seu problema a Deus. Cada um pode pedir à sua igreja para orar pelo seu problema. Sua igreja tem mais compromisso com você do que outra que não o conhece. O poder está em Deus, não em quem ora. A obra é dele, não dos obreiros. Quem espera em Deus não deixa de buscar os recursos médicos disponíveis. Seja exigente com os hospitais. Seja crítico das condutas adotadas. É a sua vida que está em jogo. Quem espera em Deus não aceita nenhum tipo de culpa pelo seu sofrimento físico, mesmo que ele tenha sido provocado diretamente pelos seus pecados. Lembre-se de que Deus já lhe perdoou por meio de Jesus Cristo se você já se confessou a ele. Quem espera em Deus não se deixa dominar pela ansiedade. Entregue a sua enfermidade a Deus. Entregue e descanse, mesmo que tenha de conviver com a dor. Entregar não é conformar-se. Descansar não é desistir. Entregar é o ponto mais elevado da oração. Descansar é o resultado da entrega. Quem espera em Deus não deixa de louvar o seu nome se ele o curar. Não deixa de louvar o seu nome se ele não o curar. Quem espera em Deus não deixa de interceder. Em outras palavras, não olhe apenas para o seu problema; olhe também para o problema dos outros. Ao orar pelos outros, você abençoará pessoas; ao abençoar, você será abençoado. Ao orar pelos outros, você vai entender melhor essas pessoas e vai entender melhor o seu próprio problema. Você não está sozinho no mundo, não só porque há pessoas com experiências dolorosas como você, mas porque, e principalmente, Deus está com você. Continue sendo um intercessor. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    53 min
  • Deus Conosco: Firmados Sobre a Rocha (Mateus 7) #rpsp
    A chuva é certa. Os ventos fortes são prováveis. As inundações são possíveis. Quando a chuva vem, ela vem para todos. Para os doentes e os sadios. Para os crentes e os incrédulos. Quem está na rua não se molhará se tiver proteção. Quem estiver em casa não se molhará se não houver vazamento no teto. Como sabemos pelas nossas experiências, junto com a chuva vêm os ventos, alguns suficientemente fortes para levar casas e prédios enxurradas e rios abaixo. Resistirão as casas firmadas sobre fundamentos fortes. Assim mesmo, nem todos estão preparados para quando a chuva cair. Nem todos têm casas capazes de resistir às pressões, sobretudo as mais fortes. De que estamos falando? De construções ou de vidas? Poderia ser de construções, mas estamos falando de vidas. Quando estamos em casa e chove lá fora, olhamos para a chuva. Quando a chuva chega dentro da casa, nós nos perguntamos “Por quê?”. Nas construções, as respostas são fáceis, sob a forma de uma telha quebrada ou uma janela mal fechada, por exemplo. Quando falamos de nossa vida, as respostas não são tão fáceis. É certo que temos os ensinos de Jesus para nos guiar, nas horas boas e nas horas ruins. Esses ensinos devem ser as bases sobre as quais construímos a nossa vida. Jesus nos ensina a não dependermos do dinheiro, da fama, do conhecimento ou dos amigos. Jesus nos diz que não devemos edificar nossa vida sobre areia, porque o vento pode levá-la. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    34 min
  • Deus Conosco: Colocando o Coração no Lugar Certo (Mateus 6) #rpsp
    A oração ensinada por Jesus como modelo para as nossas começa e termina com a mesma intenção: exaltar a Deus, pelo que ele é: santo, poderoso e glorioso. O mais valioso é como este Deus exaltado é chamado: “Pai”. O melhor é que ele é “nosso” Pai. Não é um pai genérico de todos; é nosso. Ele é poderoso e todo o universo lhe pertence, mas ele é “nosso”. Entre essas declarações, no começo e no final da oração, como a indicar todo o domínio de Deus sobre coisas e pessoas, estão os nossos pedidos. Pedimos porque confiamos. Pedimos quando confiamos. Portanto, a oração deve sempre respirar confiança em Deus, a nossa confiança em Deus. Confiamos tanto nele que desejamos que a sua vontade prevaleça, mesmo que nos desagrade, como desagradou a Jesus por um momento no jardim do Getsêmani. Confiamos tanto nele que lhe entregamos todas as dimensões da nossa vida, incluindo e sobretudo a nossa sobrevivência. Trabalhamos, mas não temos vergonha de dizer que dependemos dele. Confiamos tanto nele que lhe pedimos perdão quando pecamos porque sabemos que ele nos perdoa, embora nos dê uma tarefa: ter para com nossos irmãos, parentes, amigos e adversários a mesma atitude que ele para conosco ao nos perdoar. Confiamos que ele pode nos livrar do mal, venha de que fonte vier, e por isso lhe pedimos que impeça que o mal nos alcance, como Jabes (1Crônicas 9.9-20) pediu. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    35 min
  • Deus Conosco: A Felicidade onde não se Espera (Mateus 5) #rpsp
    Jesus nos diz que nascemos para ter vida com sabor. Nascemos para ter vida com calor, prazer, tempero e alegria. Mesmo conscientes de nossas fraquezas, nascemos para ousar e realizar. No entanto, muitas vezes vivemos uma vida sem sal, uma vida insossa, dominada pelo medo, marcada pela tristeza, vinculada à desesperança, evidenciada por um rosto fechado, dentes trincados, sorriso escondido, retratos de memórias amargas. Se a nossa vida não tem sabor, ela pode ter. Precisamos agir em duas frentes, se, de fato, desejamos uma vida com sabor: NA FRENTE EMOCIONAL, para ter de volta o sabor da vida, há três ações que podem ser tomadas. Ponha em ordem as suas emoções. Busque uma vida equilibrada. Chore sua vida, mas não chore a vida toda. Cuide da sua saúde. Trate da sua mente. Trate do seu corpo. Se não conseguir sozinho, procure ajuda. Não permita que os vícios e as amarguras dominem você. Descanse. Muitas vezes, achamos que tudo está errado e vai continuar errado, mas estamos apenas cansados, seja pelo excesso de rotina, pelo excesso de trabalho, pelo excesso de preocupações ou pelo excesso de frustrações. Procure uma atividade fora do roteiro de todos os dias, como uma viagem, uma caminhada, uma conversa, um filme, uma diversão. Jesus pregava, ensinava, orava, mas tinha dias que deixava tudo e desaparecia no deserto ou na floresta ou na montanha ou na praia. Aprenda a viver. Quantos problemas criamos por falarmos quando devíamos nos calar, por corrermos quando devíamos apenas andar, por forçar uma porta em que precisávamos apenas bater! Precisamos aprender a viver. Os problemas têm o tamanho que nós lhe dermos. Somos limitados mas podemos ousar. Podemos ser ajudados e também ajudar. NA FRENTE ESPIRITUAL, há algumas coisas que você deve fazer: Olhe mais para o Deus da Bíblia, para ver o que ele fez. Precisamos olhar mais para Deus na nossa própria história, para ver o que ele já fez conosco. Nosso problema é que nós conhecemos pouco de Deus. Conhecemos um pouquinho e nos satisfazemos. Muitos perdem a fome por Deus, a sede por Deus. Muitos têm mais sede de dinheiro do que sede por Deus. Muitos têm mais fome de fama do que fome de Deus. Confie mais em Deus. Quando conhecemos Deus, confiamos em Deus, esperando sua ação, mesmo que esperando como Abraão, aquele que creu contra a esperança, isto é, mesmo não havendo nenhuma chance de ser pai de uma nação por ter a sua esposa já passado da idade de ter filhos (Romanos 4.18). Disponha-se a salgar o mundo. Salgamos o mundo quando vivemos em paz uns com os outros, como nos ensina o próprio Jesus (Marcos 9.50). Nossas confusões, mesmo aquelas por motivos que julgamos justos (e até o são), tornam insípido o nosso sal. É por isso que a nossa palavra deve ser sempre agradável, temperada com sal, para sabermos responder a todos que precisamos responder, como nos adverte o apóstolo Paulo (Colossenses 4.6). Salgamos o mundo quando nos tornamos proclamadores do evangelho. Para tanto, precisamos crer, como Paulo, que o evangelho anunciado por Jesus Cristo é o poder de Deus para a salvação do mundo (Romanos 1.16). AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    52 min
  • Deus Conosco: Vencendo as Tentações (Mateus 4) #rpsp
    Podemos imaginar que Jesus resistiu com facilidade às tentações de Satanás porque era Deus. Contudo, Jesus não lançou mão dos seus recursos divinos. Ao ser tentado, lançou mão da Bíblia, citando os versículos memorizados. Muitos passaram pela experiência de resistir ao diabo. Muitos caíram diante dele, por não ter conseguido resistir. Muitos caíram diante dele porque não oraram ao Senhor: “não deixes que sejamos tentados, mas livra-nos do mal” (Mateus 6.13). Muitos caíram diante dele porque não tinham, como Jesus, a Palavra de Deus gravada na memória para citar e repeli-lo. Para resistir à tentação, temos de fazer como Jesus. Mas não é só de tentação que nossa vida é feita. Nossa vida é cercada de convites. Os futuros discípulos de Jesus tinham seguido as oportunidades que lhes chegaram. Jesus chega com outro convite; e o que fazem? Eles largaram logo as suas redes e aceitaram o convite de Jesus. O que fazemos com os convites que recebemos? Aceitamos a todos, como se todos fossem para o bem? Não. Temos de avaliar cada um deles. Temos de superar nossos preconceitos. Temos de ir além dos nossos medos. Temos de ver se o convite é aprovado por Deus. Se estivermos certos, pela Palavra de Deus, que o convite veio dele, a hora de o aceitarmos é agora. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    24 min
  • Deus Conosco: Preparando o Caminho (Mateus 3) #rpsp
    João Batista era diferente. Não é que ele quisesse ser diferente. Não se vestia daquele modo para ser diferente. Não se alimentava com aquele cardápio para ser diferente. Não morava no deserto para ser diferente. Ele era diferente. Era diferente pelo que cria. Pelo que fazia. Pelo que era. Essa é a diferença que torna alguém realmente diferente. Essa diferença tem um preço. João Batista o pagou. O cristão que vive o que crê é diferente, não importa o preço que tenha de pagar. Temos a coragem de pagar o preço de ser vistos como diferentes e até ridicularizados pelo que cremos, pelo que fazemos ou porque o que somos está fora dos padrões daqueles que nos cercam? Tendo coragem, vamos poder assumir a identidade de Jesus. Jesus tinha uma identidade. Sua identidade verdadeira competia com outras. Sua família o amava do seu modo. Seus conhecidos tinham uma imagem a respeito dele. No entanto, a identidade de Jesus foi dada por Deus: ele era o filho querido amado do Pai, que se alegrava com ele. Guardadas as devidas proporções, esta é a nossa identidade: filhos queridos de Deus. Qualquer outra identidade que queiram para nós é falsa. A boa-nova é que somos amados por Deus, mesmo que rejeitados em casa e nos ambientes pelos quais circulamos. Mesmo que nos sintamos fracassados em alguma área da vida, Deus não nos vê como fracassados, mas como amados por ele. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    29 min
  • Deus Conosco: As Diferentes reações ao Rei (Mateus 2) #rpsp
    Os magos, depois de visitarem Jesus em Belém, não voltaram por Jerusalém, a rota natural, preferindo outro caminho. Eles evitaram Jerusalém porque tiveram medo de Herodes, medo por eles mesmos e medo por Jesus. O medo, às vezes, é bom. Como o perigo estava em Jerusalém, tomaram uma rota alternativa. Podemos também seguir na vida por rotas diferentes. Por que insistir em caminhos que podem produzir morte? Já a experiência de José, ao proteger Jesus, nos mostra como devemos tomar decisões. Devemos usar a razão e a oração. José queria voltar com sua família para Nazaré, de onde saíra para se alistar em Belém. O menino estava crescendo e precisava de um lar definitivo. Para onde ir: para Belém, na Judeia, ou para Nazaré, na Galileia? Ele precisava ser previdente, cuidadoso. José se informa e fica sabendo que o perigo continua no sul. Então, ora e Deus lhe fala (por meio de um sonho) para onde ir. Este deve ser o nosso caminho sempre: para decidir, temos de pensar e orar, orar e pensar. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    32 min
  • Deus Conosco: A Origem Humana e Divina de Jesus (Mateus 1) #rpsp
    Jesus teve um passado, como nós também temos o nosso. No passado de Jesus, houve pessoas que se comportaram muito mal, como, talvez, alguns dos nossos antepassados também. Entre os seus antepassados estão, por exemplo, Tamar e Manassés. Tamar, para ter descendentes, seduziu seu sogro, que estava em busca de uma prostituta. Manassés foi um dos piores reis de Israel, tendo até mesmo sacrificado seu próprio filho num culto idólatra. O autor bíblico não esconde os fatos. O passado não pode ser escondido. Alguns de nós também temos antepassados capazes de nos envergonhar, mas não podemos nos condenar por eles. Nenhum de nós deve se apegar às marcas ruins do passado como se fosse uma capa inevitável sobre o nosso corpo. Não devemos ser escravos do passado, tanto aquele que nós mesmos vivenciamos quanto vivido pelos nossos pais e avós. Nosso passado não nos condena. Uma linda lista de pessoas dignas na história de nossa família não nos torna melhores hoje. Nosso passado não nos aprova hoje. Cabe-nos escrever nossa história. Se no passado da nossa família houve pessoas indignas, o importante é que escolhamos ser dignos. Se na nossa história familiar houve pessoas de grande valor, seus exemplos nos ajudam, não mais que isso. Devemos ser donos da nossa própria história. Cada um de nós é responsável pela sua própria história. A profecia dizia que Jesus seria chamado de Emanuel (Isaías 7.14). No entanto, lemos os Evangelhos e Jesus não é chamado de Emanuel em nenhum lugar. Essa é uma ausência que devemos considerar como sendo de grande valor. Jesus é Emanuel (“Deus conosco”), mas o nome não é usado. Jesus é Emanuel (“Deus conosco”) e nem sempre o percebemos. No entanto, que nome expressa melhor o ministério de Jesus ainda hoje na nossa vida, senão este: Emanuel? Jesus é a personificação da presença de Deus conosco. A boa-nova é precisamente esta: Deus veio fazer definitiva morada conosco. Isso aconteceu sem que merecêssemos. É graça. É dom. É presente. Deus sempre esteve conosco. Jesus nos mostra que é da natureza de Deus (Pai, Filho e Espírito Santo) ser Emanuel. Ele nunca está ausente, mas sempre presente. Nunca está distante, mas sempre próximo. Jesus veio para isto: para radicalizar a presença de Deus. Jesus tornou visível a presença de Deus. Jesus viveu promovendo encontros. Os Evangelhos relatam esses encontros com pobres e ricos, com amigos e com rivais. Enquanto aqui esteve, esteve com todos com quem pôde estar. Deus está conosco; o que nos pode faltar é a consciência da presença de Deus. Precisamos tornar real essa presença. Tornamos real a presença de Deus na nossa vida quando exercemos nossa fé, crendo que Deus é poderoso e presente. Precisamos afirmar, para nós mesmos, que Deus está presente. Tornamos real a presença de Deus na nossa vida quando nos lembramos do que ele já fez por nós. Trata-se de uma questão de memória, uma área na qual muitos temos dificuldades. Precisamos recordar as promessas feitas conferindo-as com as bênçãos recebidas. Se temos uma experiência real com Deus, temos o nosso mar Vermelho atravessado, vimos o rio Jordão represado, derrotamos inimigos mais fortes do que nós. Tornamos real a presença de Deus na nossa vida quando olhamos para Jesus. Precisamos ler os Evangelhos. Precisamos conhecer Jesus cada vez mais. Precisamos sorver suas palavras, tanto aquelas ditas para nos ajudar na caminhada da santidade quanto aquelas que nos nos ajudam a saber como viver com sabedoria. Precisamos olhar mais para Jesus. Quando olhamos para Jesus, nossas dúvidas são eliminadas. Quando olhamos para Jesus, nossas inseguranças são desfeitas. Quando olhamos para Jesus, nossos medos se vão. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    23 min
  • Tirando Deus do Sério: #JeSuisElie (Malaquias 4) #rpsp
    A mensagem que o profeta Malaquias anunciou deve nos levar as seguintes reflexões: 1. Precisamos de salvação porque não somos bons. Algumas religiões dizem que precisamos que o contato com Deus ative a bondade que está escondida em nós. O Salvador nos diz que não somos bons. Não somos bons, mas podemos ser redimidos da nossa maldade e postos no caminho da bondade. É o Salvador quem faz isso em nós e conosco. Ele faz isso pela vida que nos deu, da sua manjedoura ao seu túmulo que ficou vazio, passando pela cruz, de onde o seu sangue nos purificou de nossa maldade. 2. Precisamos de salvação porque não podemos salvar a nós mesmos. Pecado é precisamente uma disposição de coração, que pode ser resumida numa frase: “Eu sou capaz de viver a minha vida do meu jeito”. Ao fazer isso, a pessoa se aliena de Deus. Não conta com ele como a força da sua vida. Esse é o pecado essencial do ser humano. Foi isso o que Adão e Eva fizeram ao expulsarem Deus da vida deles por uma escolha errada, ao seguirem o conselho de Satanás. Devemos ter em mente que quando a Bíblia fala de pecado, não está se referindo apenas a coisas más que fazemos. Pecado não é só mentir, cobiçar ou qualquer outra coisa do gênero — é ignorar Deus no mundo que ele criou; é rebelar-se contra ele ao viver sem fazer referência a ele. Precisamos saber que não somos capazes de viver uma vida boa (correta, feliz) por nós mesmos. Sem o Salvador, continuamos a ser o que somos: incapazes de dar um sentido à nossa vida. O maior problema do ser humano é achar que pode viver sem Deus. Como uma pessoa perdida numa floresta encontra o caminho de volta? Umas jamais o encontram. Outras o encontram por acaso. A maioria, no entanto, é encontrada. Ser salvo é ser encontrado pelo Salvador. Podemos encontrar dinheiro, fama, poder, realização profissional e sexo que continuaremos infelizes, procurando mais, até sermos encontrados pelo Salvador. 3. Precisamos de Salvação porque precisamos de descanso. Pensa-se que todas as religiões seguem a mesma lógica: se eu fizer tudo o que é exigido, se eu obedecer a tudo, serei aceito por Deus. Ao contrário, o Salvador nos diz que somos plenamente aceitos por Deus (João 6.38b,40). O Salvador é a fonte do nosso descanso (Mateus 11.28-29). Para sermos aceitos, precisamos admitir que estamos cansados, seja de fugir de Deus, seja dos problemas da vida, seja da busca por ele, seja de tentar nos justificar. Para sermos aceitos, não precisamos cumprir certas regras, entrar para certos clubes, transformar nossa moral, ser bonzinhos para, no final, sermos premiados com a salvação. O prêmio vem no começo da jornada. Na jornada teremos lutas, mas sabemos como será o final. Na jornada seremos fustigados, mas sabemos que venceremos. Na jornada seremos testados, mas sabemos que que já fomos aprovados quando começamos a correr. Na jornada poderemos vivenciar coisas ruins, mas isso não quer dizer que o Salvador nos esqueceu; ele está conosco também (ou quem sabe: até mais) nessas horas. “Todos” implica que Deus está conosco nos dias bons e também nos dias ruins. 4. Precisamos de salvação porque precisamos de ajuda para crer. As religiões nos dizem como devemos viver. Os quatro Evangelhos nos contam como nosso Salvador viveu. O evangelho não é uma teoria; antes, é a boa-nova da vinda do Salvador. Então, podemos ir ao Salvador e pedir: “Senhor, ajuda-me a crer. Tenho tentado crer, mas não tenho conseguido. Tenho me esforçado para crer, mas continuo sem fé. Então, ajuda-me a crer”. Quem ora assim desiste de esperar ser perfeito para crer. Crê primeiro e deixa o Salvador fazer a obra do aperfeiçoamento do seu coração, da sua mente, do seu corpo, do seu caráter, do seu desejo. Quem ora assim abre mão da autossuficiência, trocando-o pela suficiência do Salvador. Não conseguimos crer sozinhos. Temos o Salvador para nos ajudar. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    14 min

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Um Podcast que busca trazer aplicações diárias sobre o capítulo da Bíblia lido no #rpsp. Sabe o que é o #rpsp? O Reavivados por Sua Palavra é o Ano Bíblico do Ministério Jovem Adventista. Leu e não…