Reavivados por Sua Palavra

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Reavivados por Sua Palavra episodes

  • Deus Conosco: Valores Eternos (Mateus 19) #rpsp
    Certamente todos concordamos que o dinheiro é apenas um meio, um meio de pagamento. No entanto, há um momento na nossa vida em que ele deixa de ser um meio para se tornar um fim. Quando isso acontece? Quando, na família, o meio de subsistência vira ponto de discórdia, inimizade, briga e morte, esquecido o amor que na infância a todos embalava. Quando, na religião, o meio para a realização das atividades vira o próprio objetivo do culto, ignorado o Deus a quem se adora. Quando, no emprego, a remuneração pela força de trabalho se converte na razão de ser das vidas envolvidas, nada importando o que se faz. Quando, na vida de uma pessoa séria, poupar para o futuro se torna uma obsessão capaz de inviabilizar o seu presente. O dinheiro nos faz quebrar cada um dos Dez Mandamentos, mas, de novo, o dinheiro só pode ser o que ele é: apenas um meio de pagamento. Nascemos para saber que o melhor que temos (o seio e a casa da mamãe; depois, a amizade dos irmãos e amigos) nada nos custa. Depois vamos vendo que a casa custa algo aos nossos pais e que os passeios em família também têm um preço. Somos apresentados ao mundo do dinheiro. Dele não mais nos livramos. Em seguida, aprendemos que só podemos ter o que ele paga. Para piorar, dizem-nos que o que o dinheiro paga é melhor do que o que nada custa. Ter dinheiro para ter o que passamos a desejar se torna o objetivo da nossa vida. Então, nós nos tornamos voluntariamente escravos, embora achemos que estamos comprando a liberdade, a liberdade com a qual nascemos. O mundo não será diferente disso. Nós é que podemos colocar o dinheiro no seu lugar: um meio de pagamento, nunca um Deus. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia (Se você quiser aprofundar seu conhecimento sobre o contexto do casamento e do divórcio judaico no tempo de Cristo, avance até o minuto 22. Se você quer aprender mais lições sobre o Jovem Rico e o Perigo das Riquezas, o bloco começa no minuto 58)
    1 hr 17 min
  • Deus Conosco: 70x7 - O Cristão e seus relacionamentos (Mateus 18) #rpsp
    Nas nossas conversas, ouvimos muitas coisas acerca de outras pessoas. Umas são coisas boas. Outras são coisas ruins. Quando as coisas são boas, nosso coração vibra. Quando as coisas são ruins, nosso peito aperta. Nesses casos, além de ficarmos preocupados, há algo que devemos fazer: conferir as informações. Jesus deixou uma instrução que nos orienta nesta direção: “Se o seu irmão pecar contra você, vá e mostre-lhe o seu erro. Mas faça isso em particular, só entre vocês dois. Se essa pessoa ouvir o seu conselho, então você ganhou de volta o seu irmão. Mas, se não ouvir, leve com você uma ou duas pessoas (…) Mas, se a pessoa que pecou não ouvir essas pessoas, então conte tudo à igreja. E, se ela não ouvir a igreja, trate-a como um pagão ou como um cobrador de impostos” (Mateus 18.15-17). A primeira pessoa a saber que temos algo contra ela é ela mesma. Antes de passar para a frente o que ouvimos, devemos ir a ela e perguntar se o que ouvimos a respeito dela é verdadeiro. Vamos supor que esse cuidado não seja tomado. O que vai acontecer? Quando nós formos conferir e ficarmos sabendo que as informações não têm fundamento, nada mais poderemos fazer para reparar o mal que fizemos. Já levamos nosso saco de penas para o monte e as lançamos lá de cima. Por mais que tentemos, não conseguiremos mais pegá-las todas. Tenhamos com o nosso próximo o cuidado que gostaríamos que tivessem conosco. Antes de espalharmos algo acerca do próximo, façamos todo o empenho para procurá-lo. Se o que sabemos é falso, ficaremos com o nosso coração aliviado. Se é verdadeiro, devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para ajudar em sua resolução. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    52 min
  • Deus Conosco: Nada Além de Cristo (Mateus 17) #rpsp
    A primeira tendência dos discípulos diante daquela visão magnífica no alto foi ficarem ali, esquecidos da vida lá embaixo. A proposta foi fazerem um cabana, com acesso restrito, para ali se deliciarem com as maravilhas da adoração. Jesus mandou que descessem. Podemos ser felizes sem ser alienados. Os problemas dos outros importam a Deus; portanto, devem importar para nós também. Podemos adorar a Deus e, ao mesmo tempo, nos lembrar das pessoas. As canções que exaltam a Deus também pode nos fazer refletir sobre as condições de vida da nossa gente. Enquanto eles se alegravam no monte, a dor na planície continuava. A religião aprovada por Deus nos faz descer. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    48 min
  • Deus Conosco: Sobre essa Pedra (Mateus 16) #rpsp
    Vencer é perder. “Acumular” é o que queremos em todas as áreas da vida. “Perder” é algo que nos deprime. Por isso, todos os conceitos, até os mais sublimes e mais sagrados, se tornam reféns da ideia de vitória como acréscimo. Até mesmo o conceito de graça, central na fé cristã, pode sofrer desse vício. Receber a graça se tornou receber “graças”, ou seja, coisas e mais coisas, numa espiral sucessiva. Não admitimos que a graça possa implicar perda. Quando Jesus disse que, para segui-lo, precisamos tomar a nossa cruz, estava nos mostrando a necessidade da renúncia. Renunciar é perder. Renunciar é abrir mão do poder que temos. Porque podemos nos ter tornado autoritários. Renunciar é abrir mão das coisas que possuímos. Porque podemos nos sentir seguros com elas. Renunciar é abrir mão das ideias que adotamos. Porque podemos estar errados. A cruz de Jesus não tem poder, a não ser o poder da fraqueza. A cruz de Jesus é um convite à liberdade que vem pela renúncia. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    1 hr 16 min
  • Deus Conosco: Puros e Impuros (Mateus 15) #rpsp
    A comida tem um papel importante nos dois inci­dentes relatados aqui. Uma cananeia implorou por migalhas da mesa do povo do concerto de Deus, e a sua forte fé foi recompensada. A sua filha foi curada “desde aquela hora”.
    De volta à Galileia, Jesus encontrou grandes multi­dões, que ficaram maravilhadas quando Ele curou, voluntariamente, seus coxos, cegos, paralíticos e mudos. Quando já tinham estado com Ele por três dias, sem nada para comer, Jesus realizou outro milagre. Ele multiplicou sete pães e uns poucos pei­xinhos, e alimentou quatro mil homens, “além de mulheres e crianças”.
    E o texto diz: “todos comeram e se saciaram”. E a multidão se dispersou.
    Que contraste. A filha da mulher, curada “desde aquela hora”, teve a sua vida modificada para sem­pre. A multidão da Galileia, saciada com a refei­ção, partiu — todos eles — e depois de algumas horas, teriam fome outra vez. É maravilhoso que Cristo, com graça, satisfizesse a necessidade física momentânea da multidão. É magnífico que Ele saciasse a sua fome. Mas é trágico que eles, então, “se saciassem”.
    Sim. Eu sei. Tudo o que o texto quer dizer é que comeram tudo quanto queriam; que se saciaram. Ainda assim, isso me recorda que muitas pessoas ficam saciadas se suas necessidades materiais são satisfeitas. Se tiverem um lugar onde morar. Co­mida para comer. Um carro bonito. Dinheiro no
    banco. Como é trágico que tantos jamais possam sentir a necessidade que dominou a cananeia e a levou a Jesus. Porque em Jesus, e por meio da fé nEle, sentimos uma transformação espiritual que tornará a vida completamente diferente, “desde aquela hora”.
    Espere mais do seu relacionamento com Jesus do que a satisfação de suas necessidades materiais. RICHARDS, Comentário Devocional da Bíblia
    1 hr 2 min
  • Deus Conosco: Venha andar sobre as águas (Mateus 14) #rpsp
    Para ressuscitar Jesus, o Pai não precisou de ninguém. Para fazer Lázaro voltar à vida, Jesus precisou apenas de alguns homens que tirassem a pedra do túmulo para o amigo sair. Para alimentar os cinco mil, Jesus precisou precisou de cinco pães e dois peixes. Precisou também que os discípulos distribuíssem o alimento entre a multidão. Foi uma tarefa cansativa; não é fácil distribuir comida para quatro mil adultos. Para alimentar os cinco mil, Jesus precisou que a multidão se assentasse. A multidão precisou se assentar no chão. Antes de ser saciada, a fome aumentou. A multidão teve de se assentar; teve de ouvir uma oração; cada um teve de esperar o cesto chegar até o seu lugar. Para alimentar os necessitados hoje, Jesus precisa do que temos nas mãos. E o que temos? Pode ser dinheiro, que Deus nos tem emprestado para usar. Pode ser conhecimento, que Deus nos tem dado para transformar. Pode ser talento, com que Deus nos tem abençoado para viver. Se você não tiver nada, você terá no mínimo uma coisa: um sorriso. Tudo o que devolvemos a Deus por meio do serviço, ele multiplica. Faça a prova. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    50 min
  • Deus Conosco: Abaixo da Superfície (Mateus 13) #rpsp
    Em todas as áreas da vida, precisamos descer abaixo da superfície. A superficialidade nos serve quando o vento está a favor. O vento contra uma árvore sem raiz leva-a pelos ares. As dificuldades numa vida sem raiz se tornam maiores do que são. No plano empresarial, por exemplo, a falta de conhecimento do negócio e de recursos financeiros para investir produzem o fracasso. Na vida familiar, se o amor entre seus integrantes não é profundo, as brigas virão por motivos fúteis. Há muitas pessoas que ouvem o evangelho, mas não deixam que ele entre na sua vida. Quando vem um problema ou um convite, a fé superficial não resiste e cede. Precisamos de uma vida enraizada na Palavra de Deus. Quanto mais profundas são nossas raízes no evangelho, mais firmes são as árvores da nossa vida. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    1 hr 24 min
  • Deus Conosco: Estenda a Mão (Mateus 12) #rpsp
    Depois de permitir que seus discípulos debulhassem espigas e comessem os grãos de trigo na fazenda, o que irritou os fariseus, Jesus chegou ao centro da cidade e entrou na sinagoga, uma espécie de filial do templo de Jerusalém, a cidade-capital. Queria apenas cultuar. Estava já ali, com o mesmo propósito, um homem que tinha uma de suas mãos atrofiada. Queria cultuar. Talvez o homem tenha percebido que chegara a sua oportunidade de ter a sua mão boa de volta. Talvez tenha ficado na dúvida se devia pedir algo a Jesus, porque era sábado e a lei proibia qualquer tipo de trabalho nesse dia. Talvez algum fariseu o tenha empurrado até Jesus, como uma cilada. Os olhos se voltaram para os dois, que estavam frente a frente. O culto foi interrompido. O homem precisava de Jesus, que tinha poder para curá-lo, mas era sábado. “Estenda a mão!” O homem teve pouco tempo para decidir. (Talvez tenha pensado: Devo estender a minha mão? Se ele não me curar, vou ser motivo de piada pelo resto da minha vida. Se ele me curar, vão ficar furiosos comigo, porque hoje não é dia de cura.) O homem estendeu a mão em direção a Jesus, que a restaurou. O homem ficou então com as duas mãos perfeitas. O homem fez a escolha certa, perfeita. Ainda hoje o convite continua aberto para aquele que tem uma parte de sua vida ressequida, porque está difícil viver depois da morte de uma pessoa querida, porque está difícil esquecer uma violenta ofensa recebida, porque está difícil prosseguir depois de uma derrota completa e injusta, porque o transtorno da ansiedade passou a dominar as portas da alma, porque está difícil recuperar a alegria de viver depois que um acidente incapacitou parte do corpo para a plenitude dos movimentos, porque o ódio injustamente nutrido tem tirado a doçura do sono noturno. Se a sua vida está ressequida, aceite o convite de Jesus, mesmo que os obstáculos sejam muitos, mesmo que as dificuldades sejam fortes, mesmo que lhe digam que não pode nem deve estender sua mão a Jesus. Quando Jesus ainda estava no campo de trigo, ele disse que era maior que o templo de Jerusalém. Ao se dizer maior que o templo, o edifício mais majestoso da região naquela época, Jesus estava dizendo que era maior que os problemas que atrofiam a nossa vida. Estenda a sua mão. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    1 hr 26 min
  • Deus Conosco: Vinde a mim (Mateus 11) #rpsp
    Venha o cansado... De entregar o seu caminho ao Senhor e nada acontecer. De fazer projetos que não saem da mente ou do papel. De ver um sonho após o outro ser inteiramente despedaçado. De portar sofrimentos reais ou imaginários, igualmente pesados. De ouvir promessas divinas que Deus jamais proferiu. De pedir por um milagre a um Deus que parece que está dormindo. De orar por uma conversão que mude a vida um ente querido. De oferecer a Deus o que ele jamais pediu. De promover a paz em casa com persistência. De desejar que o cônjuge fique livre de uma doença. De gostar e amar sem a mínima recompensa. De receber na pele as marcas da violência. De ver desinteresse pelos seus esforços. De buscar saúde para seu corpo ou sua alma. De observar o solene triunfo dos malfeitores. De confiar que ainda possa sobrevir a calma. De esperar a chegada de quem parece que não virá. De esperar que as coisas melhorem. De esperar que no mês que vem o dinheiro vai dar. De esperar aprovação depois de tanto estudar. De fazer o bem sem receber o afago da gratidão. De ouvir a zombaria por ter encontrado a salvação. De querer mudar o mundo e não ver transformação. De carregar sozinho nos ombros a cruz da missão. Venha também O derrotado pelo vício ou pelo caráter ou pelo desejo ou pelo instinto ou pela História. Venha a Jesus. Porque nele há descanso. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    1 hr 1 min
  • Deus Conosco: Os Desafios do Discipulado (Mateus 10) #rpsp
    Bom seria que os nossos colegas de trabalho fossem bons e que todos buscassem desempenhar suas tarefas da melhor maneira que pudessem. Que ninguém fingisse que trabalha. Que todos levassem a sério a missão da empresa. Que ninguém desejasse fazer o outro de escada para subir e ganhar mais. Que todos os colegas fossem amigos uns dos outros. Que ninguém pensasse e falasse mal dos companheiros. Que todos fossem dignos de confiança. Que ninguém defraudasse a organização. Que todos se esforçassem. Sabemos que infelizmente nem sempre é assim. Muitas vezes, quase nunca é assim. Buscamos, nessas horas de percepção aguda sobre o ambiente em que passamos a maior parte da nossa vida, uma orientação e a encontramos na palavra de Jesus que devemos ser “espertos como as cobras e sem maldade como as pombas” (Mateus 10.16). Se não mantivermos essa tensão, desanimaremos de ser ovelhas entre os lobos. Com o tempo, a amargura poderá nos tornar lobos. Se mantivermos essa tensão, cresceremos entre os lobos, mas continuaremos o que somos: ovelhas. Ovelhas ouvem, mas os lobos só sabem uivar. Ovelhas se calam quando falar seria jogar pérolas aos porcos. Ovelhas oram pedindo sabedoria sobre como agir, sem ingenuidade mas sempre com esperança, sem se deixar usar mas nunca abusar. Ovelhas agem segundo um programa que vem de cima, nunca da baixaria ao redor. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    1 hr 25 min

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