Reavivados por Sua Palavra

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Reavivados por Sua Palavra episodes

  • Direto ao Ponto: Produtividade Espiritual (Marcos 11) #rpsp
    Para que serve a religião? Perguntemos melhor: por que buscamos nos relacionar com Deus? Infelizmente a busca pela resposta ao sofrimento está na origem de muitas experiências de fé. Não deveria ser assim. Deveríamos sempre vigiar para que nosso louvor, por exemplo, não seja transformado num (inútil) balcão de negócios. A religião deveria ser sobretudo o resultado de nossos desejos em manter com Deus uma amizade verdadeira, que é aquela motivada pelo prazer de estar juntos. A religião deveria ser majoritariamente sugerida por um sentimento de gratidão diante do que Deus faz por nós. A religião deveria ser desenvolvida na atmosfera da oração, praticada como espaço da presença de Deus. A religião deveria ser cultivada por meio da leitura da Bíblia, vista como a fonte autorizada da sabedoria divina de que precisamos para tocar nossa vida humana. Que tal, então, hoje nada pedirmos a Deus? AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    33 min
  • Direto ao Ponto: O que o Dinheiro não pode comprar (Marcos 10) #rpsp
    Os discípulos ficaram chocados, quando Jesus fa­lou da riqueza como um obstáculo para a entra­da ao seu Reino. No século I, o homem rico era considerado abençoado. Somente os ricos tinham tempo para estudar a Torá, a Palavra escrita e oral de Deus. Somente os ricos tinham os recursos necessários para fazer as boas obras que caracteriza­vam os justos.
    Isto, em parte, explica o choque do jovem que se recusou a abandonar a sua riqueza, para seguir a Jesus. Ele confiava no seu dinheiro para ajudá-lo a encontrar o caminho para a vida eterna. Ele não ti­nha nenhuma vontade de abandonar a sua riqueza, e passar a confiar somente em Cristo. Suponho que náo exista nada realmente errado com a riqueza. Tenho um ou dois amigos cristãos que são milionários e também são cristãos comprometidos. Mas muitos de nós não estamos preparados para lidar com grandes somas de dinheiro e conservar a nossa perspectiva. Muitos de nós, como o jovem rico que veio a Jesus, descobriremos que o nosso dinheiro im­pede a completa dependência em Deus, em lugar de encorajá-la. E que a liberdade de fazer qualquer coisa, e ir a qualquer lugar, que o dinheiro traz, impede uma busca disciplinada da vontade de Deus todos os dias. As vezes penso que gostaria de tentar ser fiel a Deus, apesar de ter uma grande riqueza. Até suspeito que se­ria capaz de usar a riqueza com sabedoria. Mas quan­do confiro o meu saldo bancário, deparo-me com o fato de que Deus não me concede nenhum extra! Então, quando me lembro destas palavras, penso no jovem rico, e agradeço a Deus pela expressão es­pecial da sua graça. Ele me livrou de uma tentação que causou a queda de muitos. Agradeça a Deus pelo que Ele decidiu não dar a você, assim como pelo que Ele lhe dá. “Todas as vezes que Jesus apresenta uma opinião so­bre a riqueza, é negativa. Todas as vezes que Ele ensina sobre o uso da riqueza, Ele aconselha os discípulos a se desfazerem dela. Como pessoas que levam a Bíblia a sério, e que levam Jesus mais sério do que tudo, quão seriamente devemos reagir a estes ensinamentos sobre a riqueza? Pode ser o momento, para a maioria dos crentes, de considerar a opção mais óbvia e menos confortável: obedecer a estes ensinamentos — ade­quar nossas vidas aos mandamentos do nosso Senhor, em vez de tentar o contrário.” — Thomas Schmidt. RICHARDS, Comentário Devocional da Bíblia
    35 min
  • Direto ao Ponto: O Caminho do Discipulado de Jesus - Serviço, e não egoísmo (Marcos 9) #rpsp
    Jesus tinha muitas coisas para fazer, mas determinou suas prioridades. Uma delas era ensinar. Jesus sabia que a qualidade da vida e da ação dos seus seguidores dependeria do que aprendessem com ele. Por isso, não permitia que o seu trabalho pedagógico fosse interrompido. Não permitia que seu projeto se perdesse. Jesus sabia onde queria chegar. Sem objetivos claros, corremos para todas as direções, incluindo para a direção errada. Sem estratégia, os obstáculos são maiores que as nossas forças. Sem disciplina, não conseguimos demonstrar que o que estamos fazendo é importante para nós… Se você tem andado triste, faça uma autoanálise para descobrir quando o sua alegria se foi. Você se tornou triste desde quando perdeu uma pessoa muito amada? Sua tristeza tem toda a razão para existir, mas nenhuma razão para continuar indefinidamente. Quando perdeu seu amigo Lázaro, Jesus chorou; depois agiu e parou de chorar. Você é triste porque os seus planos não têm dado certo? Você tem razão, mas persista ou mude de planos. Alguns são irrealizáveis por natureza. Seja qual for o problema que lhe trouxe tristeza, pense naquele momento em que as coisas mudaram; veja o que você ainda pode mudar e toque a sua vida. Se você errou, está diante da boa tristeza, aquela que produz arrependimento e não remorso, pois é a “tristeza segundo Deus”, aquela que “leva à salvação”, diferentemente da “tristeza segundo o mundo” que “produz morte” (2Coríntios 7.10). É por isso que outro poeta, o sábio de Eclesiastes, afirmar que “a tristeza é melhor do que o riso; pois a tristeza faz o rosto ficar abatido, mas torna o coração compreensivo” (Eclesiastes 7.3). A tristeza melhora o coração quando nos leva a refletir sobre nossos atos e mudar para melhor. Em todas as situações, não lance mão de recursos ilegítimos para pôr fim à tristeza. Tome-a como um convite à reflexão, sozinho ou com a ajuda de um profissional, para encontrar as suas causas e, a seguir, os caminhos a serem seguidos. Não lance mão do álcool e ou de qualquer outra droga proibida. Não basta dizer: “Tristeza, por favor, vá embora”, segundo a letra de uma canção popular. Não basta pedir para que tristeza se vá. Ela não irá, até porque não tem asas próprias. Não use medicamentos sem a orientação segura para enviar para longe sua tristeza; ela voltará. A cura para a tristeza não está em contemplar a própria tristeza, mas em contemplar Deus. Persista na esperança. A esperança, então, produz o louvor, que é o contrário de tristeza. Como a corça, saiba que alegria verdadeira só vem de Deus. Prossiga participando dos cultos da sua igreja, onde Deus é festejado. Festeje também, porque Deus é bom, o tempo todo. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    38 min
  • Direto ao Ponto: Toma Tua Cruz (Marcos 8) #rpsp
    Ir para Dalmanuta é fazer algo novo, ouvindo o que o Senhor tem a nos dizer. Se fizemos alguma coisa, podemos fazer outra. Muitas vezes, aquilo que fazemos, que até nos parece grandioso, é só o começo; é apenas um gesto de Deus para nos mostrar do que somos capazes. Há alguém em Dalmanuta nos esperando. A graça precisa chegar a Dalmanuta, e chegará, se formos. Dalmanuta pode ser uma família enlutada, que consolamos com um abraço. Dalmanuta pode ser uma família em dificuldades, que apoiamos com um gesto. Dalmanuta pode ser uma pessoa triste na fila de um banco. Dalmanuta pode ser muita coisa, mas só descobriremos quando formos até lá. Na segunda alimentação da multidão, a glória de Deus se manifestou por meio de dois agentes: Jesus, que multiplicou os poucos pães e peixes, e dos homens que fizeram a distribuição. Jesus, às vezes, faz toda a obra para a glória de Deus. No entanto, muitas vezes faz a metade e deixa a outra metade para nós fazermos. Os nossos recursos (dinheiro, conhecimento, tempo, talento) são a nossa metade, que ficará inteira se for entregue, por compaixão, para o serviço de Deus…. Uma das marcas mais desconcertantes no ministério de Jesus é esta: quando fazia um milagre, ele por vezes pedia que sua ação não fosse divulgada. Estamos diante de um desses casos. Jesus tinha um propósito: não queria chamar a atenção sobre si mesmo. Que bom seria se, toda vez que fizéssemos o bem, também nos comportássemos como o nosso Senhor! Aquele que tinha glória não queria glória para si, entre outras razões porque ele sabia quão perigosa pode ser a glória dada pelos homens. Como Jesus, continuemos pegando nas mãos das pessoas para ajudá-las, mas não esperemos glória, nem mesmo um “Muito obrigado!”. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    34 min
  • Direto ao Ponto: Mudança de Hábito (Marcos 7) #rpsp
    Todos sabemos que precisamos, por questões de higiene, lavar as mãos. Os fariseus “exageravam” na prática. E são condenados. Por quê? Os fariseus não foram condenados por lavar as mãos ou exigir isso dos outros. Eles foram condenados por fazerem comparações. Toda comparação é perigosa, porque nega o valor das pessoas. Eles foram condenados por perderem de vista o que é essencial. Ao se tornarem fiscais da higiene cerimonial, impondo sacrifícios aos outros, “esqueceram-se” de que a natureza da religião é um relacionamento com Deus; cerimônias são apenas parte da religião e são válidas se não “apagam” o principal. Eles foram condenados porque colocaram a tradição como valor maior, quando o valor maior é a motivação. Não é o que fazermos, mas por que fazemos. Podemos incorrer no mesmo erro dos fariseus e incorrer na mesma condenação…. É bom saber que somos parte de uma grande multidão de testemunhas (Hebreus 12.1), que começou a cobrir a terra antes mesmo de Jesus Cristo ser revelado como Salvador e Senhor. Graças à tradição, não precisamos reinventar a fé a cada geração. No entanto, nossa participação na tradição pode gerar um fechamento a ideias e práticas novas, capazes de refrigerar nossa compreensão da fé e iluminar nosso modo de transmiti-la aos sem fé. Além disso, o apego às boas coisas do passado pode se transformar num tradicionalismo, que se alimenta de uma miragem do passado, um passado inventado. Devemos respeitar o passado e quem o faz valoriza as pessoas que o fizeram, já que o fizeram porque o seu tempo o exigiu. Se queremos ser respeitosos para com os do passado, devemos fazer o que o tempo chamado hoje nos pede para fazer. Devemos, antes, nos perguntar: por que fazemos o que fazemos? Faz sentido fazer o que fazemos? Imaginemos um belo templo religioso localizado num bairro acessível e populoso. Com o passar do tempo, esse bairro ficou deserto e perigoso. Que sentido faz manter o templo ali? Não seria melhor mudar a igreja para outro local? O fato de sempre termos feito de um certo modo não é motivo para continuarmos a fazê-lo. Devemos tomar cuidado para não transformar a tradição em Palavra de Deus, porque não passa de palavra de homem, que negligencia o mandamento de Deus (Marcos 7.8). Nossas práticas devem ter uma razão e a tradição não deve ser uma delas. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    29 min
  • Direto ao Ponto: Rejeição e Missão (Marcos 6) #rpsp
    Se Jesus não recebeu honra na sua família e na sua terra, por que seria diferente conosco? Não há dúvida de que saber da experiência de Jesus nos consola. Se anunciamos o evangelho em casa e só ouvimos a oposição ou encontramos indiferença, anima-nos saber que com Jesus aconteceu a mesma coisa. Se, por vezes, isso nos entristece, cabe-nos também perguntar se temos dado honra aos que nos são próximos. Talvez nos justifiquemos diante do fato de que eles não são perfeitos. Acontece que nós também não somos. Por isso, todo bem que nos é feito, seja por quem for, deve ser respondido com gratidão. Os atos dignos de elogio devem ser elogiados. O que queremos para nós devemos desejar para os outros. Talvez nos amarguremos diante do fato de que não somos reconhecidos. Então, não reconhecemos o trabalho dos outros. Que tal virarmos o jogo e começarmos a dar honra a quem merece honra, mesmo que não sejamos honrados? Deus faz tantas coisas diante de nós e não vemos. Nossa fé se fortalece quando vemos o que Deus faz. Para ver o que Deus faz, precisamos estar com os olhos abertos. Com os olhos fechados, seremos como os discípulos que andaram com Jesus e não o viram (Lucas 24.13-35) ou como aqueles que pedem para que ele nos mostre as mesmas coisas, como fez Tomé mais de uma vez (João 11.16; 14.5; 20.25). Precisamos amaciar o nosso coração, que pode estar duro por causa das decepções, fechados por causa das frustrações, insensíveis por causa dos sofrimentos. Com olhos fechados, não podemos ver o que Deus faz conosco e por nosso intermédio. Com o coração duro, não podemos ter esperança. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    31 min
  • Direto ao Ponto: Quem é esse que opera e milagres acontecem? (Marcos 5) #rpsp
    Você se pergunta por que tanto sofrimento. Se fosse com você, até suportaria. Porém, com seu filho, por quê? É muito duro. Certamente você já teve muitas explicações. Deus sabe de todas as coisas. Deus tem o melhor. Não pergunte por quê, mas para quê. Embora isso tudo seja verdade, siga por outro caminho. Sabe para que servem as explicações? Para nos deixar mais aflitos. Vejamos: você orou e nada aconteceu. Por que nada aconteceu? Então, a explicação explica que você não mereceu ter seu pedido atendido. Por quê? E lá vêm outras perguntas. A explicação para o sofrimento só tem valor intelectual. Não ajuda em nada a quem sofre. Traz culpa. A culpa de não ter merecido a atenção de Deus. Num dos seus livros, o teólogo católico Peter Kreeft diz que a Bíblia não explica o sofrimento, mas mostra um Deus que sofre com os que sofrem. Em outras palavras: quando sofremos, não estamos sozinhos. Nosso companheiro é Deus. Então, em vez de buscar explicações, peça a Deus para lhe dar forças para enfrentar a dificuldade, sobretudo com as incertezas sobre o futuro. Ao mesmo tempo, em vez de achar que não tem mais jeito, continue a pedir a Deus que intervenha. Ele pode fazer isso. E talvez faça. Se fizer, cante. Se não fizer, agradeça. Agradeça mesmo que não compreenda. Agradeça-lhe por estar ao seu lado quando o vale se enche de sombras. Acima delas, o sol brilha. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    28 min
  • Direto ao Ponto: Os Códigos do Reino (Marcos 4) #rpsp
    Algumas das sementes do semeador caíram na beira do caminho. O solo 1 aceita a mensagem de Jesus, mas não a vê como a única palavra. O solo 1 aceita que Jesus seja o caminho, a verdade e a vida, mas não o único caminho, a única verdade, a verdadeira vida. Há outras possibilidades paralelas. O solo 1 ouve todas as mensagens, incluindo a de Jesus, mas não se concentra na de Jesus, por achá-la mais uma entre outras mensagens. Esse solo não aceita a exclusividade de Jesus. O solo 1 é formado pelos corações que resistem a firmar um compromisso com Jesus. Estão convencidos de que Jesus é o caminho, mas querem seguir vários caminhos ao mesmo tempo, como se todos os caminhos levassem ao céu. O solo 1 é o coração duro. Que tipo de solo é o seu coração? O semeador lançou sua semente sobre esse solo que tinha muitas pedras e pouca terra. O solo 2 a recebe. Ela chega a germinar O solo 2 recebe a mensagem de Jesus, mas de modo superficial, sem a disposição de pagar o preço de seguir a Jesus. Superficial é quem não conhece a Bíblia. O solo 2, na sua superficialidade, aceita emocionadamente a mensagem. Uns até choram diante da Palavra de Deus. Têm até experiências, mas não têm raízes espirituais. Vivem de experiências emocionais, mas não firmam compromissos. Não querem pagar o preço de seguir a Jesus. Por que não pegam o preço? Porque talvez não achem que vale esse preço. E qual é o preço? É o preço de caminhar com Jesus, sendo conduzido por ele. Se ele prega, pregamos. Se ele ensina, ensinamos. Se ele entra no barco, entramos. Se ele vai para o deserto orar, vamos junto. Se ele pega a sua cruz, pegamos a nossa. Não pensamos no que vamos ganhar: seguimos com ele, que é a coisa mais importante. Uma vida superficial fica no ritual, nos cultos de sábado, no cântico de hinos até animadamente, nas orações. Uma vida de profundidade vai além do ritual, do ritual da ida protocolar a uma igreja, do ritual da participação nos louvores, do ritual das orações. Uma vida de profundidade espiritual é marcada por uma fé que cresce no conhecimento de quem Deus é e de quem nós somos, de quem Deus pode ser para nós e de quem nós podemos ser para Deus, para os outros e para nós mesmos. Solo cheio de espinho é solo dominado pelas amarguras da vida. Há pessoas que receberam Jesus como Senhor, mas as amarguram dominam o coração delas. Receberam Jesus, mas não o receberam como a alegria dos homens. Solo cheio de espinho é solo tomado pelo legalismo. São pessoas exigentes consigo mesmas ou com os outros. Não aprenderam que o jugo de Jesus é suave, porque gostam de carregar pedras, quem sabe achando que, assim, vão receber mais de Deus. Solo cheio de espinho é solo que não tomou uma decisão definitiva por Jesus e ainda acha que pode seguir o caminho estreito da santidade e o caminho largo do pecado ao mesmo tempo (Mateus 7.13-14). Solo cheio de espinhos é solo que não sabe resolver de modo inteligente os seus problemas. Tem um conflito, uma dor, um vazio e apelam para o álcool ou qualquer outro tipo de droga química ou psicológica. Poderiam dormir em paz com Jesus, mas preferem a paz das drogas. Solo cheio de espinho é solo que não pôs sua vida na academia de Jesus. Solo cheio de espinhos é solo que não depende de Deus, mas de si mesmo. Que tipo de solo é o seu coração? Jesus olha de novo para a multidão. Vê crianças, adolescentes, jovens, adultos, velhos. Vê homens e mulheres, os rostos tisnados pelo sol e pelo vento. Ele enxerga além e vê pessoas nas quais a semente germinará e produzirá muitos frutos. São pessoas que prestam atenção. São pessoas que querem mudar de vida. São pessoas que querem levar a mensagem adiante. São pessoas que querem se parecer com Jesus. São pessoas que querem dar o fruto do Espírito Santo. São pessoas que querem fazer parte do Reino Deus. São pessoas que cantam que Jesus é o único, o único caminho, a única verdade, a única vida. A ninguém mais querem seguir senão a Jesus. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    21 min
  • Direto ao Ponto: A Nova Família de Jesus (Marcos 3) #rpsp
    Parece tão implacável. Tão final.
    O pecado “imperdoável”.
    Aquilo que uma pessoa faz e que a coloca além de qualquer esperança de salvação.
    Suponho que não seja de admirar que algumas pessoas se atormentem, imaginando se cometeram este pecado. Mas o único fato absolutamente cer­to é, ninguém que esteja se preocupando poderia possivelmente ter cometido o pecado de que Jesus estava falando, nesta passagem.
    Pense nisso.
    Uma delegação de líderes religiosos tinha descido de Jerusalém para ver este jovem recém chegado, Jesus, que pegava e curava sem a sua permissão. Eles ficaram na Galileia durante algumas semanas, questionando-o e assistindo suas curas. Ficou cada vez mais claro que Jesus não era alguém que eles pudessem controlar. E também que o que Ele es­tava ensinando contrariava a sua abordagem à reli­gião. Na verdade, Ele era uma ameaça!
    Mas também ficou claro que Ele estava realizando milagres verdadeiros. As curas estavam acontecen­do. E os espíritos malignos estavam sendo expul­sos, clamando que Jesus é o Filho de Deus (v. 11). E o que os escribas de Jerusalém iriam fazer? Teriam que abandonar as suas crenças mais profundamen­ te enraizadas (e suas posições) ou que encontrar al­guma base para acusar Cristo e rejeitar suas reivin­ dicações. E foi isso o que eles fizeram. Chegaram à sua conclusão, e a anunciaram: Jesus estava aliado com Satanás! Estava expulsando demônios porque o príncipe dos demônios assim permitia. Essa é a chave para compreender o “pecado imper­doável”. E examinar todas as evidências fornecidas pelo Espírito Santo, por meio dos atos de Jesus, considerar cuidadosamente as opções, e decidir ver o que Cristo fazia como uma obra de Satanás, e não de Deus. Por que, então, eu digo que alguém que se preocu­pa com a possibilidade de ter cometido o pecado imperdoável hoje em dia pode ter a certeza de que não o cometeu? Simplesmente porque, se alguém está ansioso com a possibilidade de que Jesus não o salvará, obviamente acredita que Ele pode fazê-lo. Você pode estar preocupado com a qualidade da sua fé. Mas a sua opinião é que Jesus é o Salvador. Você não rejeitou o testemunho do Espírito a res­peito de Jesus: você concorda com ele! Então, o que você deve fazer? Tenha esperança. Jesus veio, como nos lembra Marcos 2.17, para chamar os pecadores. Ele está disposto, desejoso e que você acredita que Ele pode salvá-lo, tudo o que precisa fazer é aceitar o presente da vida que Ele traz. Diga a Ele, “Eu aceito”, e, feita a transação, a salvação eterna será sua.
    Você e eu satisfazemos a única qualificação que as Escrituras exigem dos candidatos à salvação: nós pecamos. E Cristo morreu para perdoar os peca­dores. RICHARDS; Comentário Devocional da Bíblia
    27 min
  • Direto ao Ponto: Perder para Ganhar (Marcos 2) #rpsp
    Por que não buscamos ajuda? Relutamos em buscar ajuda porque temos medo, principalmente das mudanças que poderão acontecer na nossa vida. Assim, como está, está ruim, mas é mais seguro. Recusamo-nos a pedir apoio, porque temos vergonha de que outras pessoas, além de nós mesmos, saibam das nossas fragilidades. É melhor preservar a nossa imagem, mesmo que esse retrato não seja verdadeiro. Demoramos a pedir socorro porque nos achamos suficientes. Cremos que vamos dar um jeito na situação, mesmo que estejamos há meses e anos perambulando por um interminável labirinto, sem fazer qualquer avanço, a não ser perder fôlego no rodamoinho em que nos encontramos. Adiamos indefinidamente aceitar uma mão amiga porque, no fundo, desistimos, achando que não há mais solução para os nossos problemas, sejam eles poesia escrita por nós ou telenovela produzida por outros. Há outras razões; no entanto, não há nenhuma razão para não pedirmos ajuda. Se estamos frágeis, só seremos fortes admitindo nossa fraqueza e tomando a decisão de buscar os recursos que nos permitam romper o círculo em que nos aprisionamos. Quem não pede ajuda acha que está se protegendo, quando, na verdade, está se destruindo. Até quem se protege e se esconde precisa saber que nunca é tarde para tomar a decisão que pode mudar para melhor a sua vida: a decisão de procurar ajuda. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    20 min

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Um Podcast que busca trazer aplicações diárias sobre o capítulo da Bíblia lido no #rpsp. Sabe o que é o #rpsp? O Reavivados por Sua Palavra é o Ano Bíblico do Ministério Jovem Adventista. Leu e não…