Reavivados por Sua Palavra

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Reavivados por Sua Palavra episodes

  • O Evangelho dos Excluídos: Perdidos e Achados (Lucas 15) #rpsp
    Essa parábola nos mostra que perdemos na vida. Por mais que ganhemos, também perdemos. Perdemos parte da nossa saúde, o que nos traz preocupação e medo. Ficamos sem os recursos financeiros de que precisamos para arcar com nossas despesas, seja por causa da perda de um emprego ou do acúmulo de dívidas. Parentes ou amigos com quem dividimos nossas alegrias e tristezas partem, tragados pela morte ou por um conflito conosco. Somos reprovados em processos que nos permitiriam galgar novos degraus na vida profissional. A mulher da parábola também perdeu e reconheceu que perdeu. Ela não negou a realidade. Ela não se apegou a alguma passagem da Bíblia que interpretou equivocadamente para mostrar a si mesma que não perdera. Com maturidade, ela reconheceu que perdeu. Sua moeda não estava mais no cofre. Ela reconheceu a perda, mas não se deixou paralisar por isso. Ela não se fez de vítima. Em vez de se lamentar, ela decidiu reconquistar sua dracma; ela tomou a decisão de ir ao reencontro de sua alegria. Com essa disposição, ela usou todos os recursos possíveis na busca da sua moeda perdida. Encontrou-a. Encontrando-a, chamou as amigas para agradecer a Deus. Sua gratidão teve o mesmo empenho da procura. Ela procurou com intensidade. Ela agradeceu com a mesma intensidade. Talvez tenha reunido amigas para a busca. Agora reúne amigas para a gratidão. Sua alegria era tão intensa que transbordou. Jesus considerou o prazer daquela mulher semelhante à alegria de Deus quando um pecador se arrepende e se volta para ele. Quando a ovelha perdida é encontrada, ele se alegra. Quando o rapaz perdido volta, ele se alegra. Para ele, somos moedas de grande valor. Quando nos perdemos, ele nos procura com empenho, até nos encontrar, e se alegra. Talvez tenhamos perdido alguma moeda: talvez a saúde, talvez o emprego, talvez o amor de uma pessoa, talvez uma oportunidade (como um curso ou um concurso), talvez o prazer de viver. Como aquela mulher, busquemos insistentemente o que perdemos. Talvez sejamos as próprias moedas perdidas. Saibamos que Deus está à nossa procura. Desejemos que ele nos encontre. Somos especiais para Deus. Há muitas moedas no mundo, mas ele nos busca porque somos especiais para ele.
    Sabemos que Deus nos ama. Se reconhecemos seu amor, ele nos ama. Se não reconhecemos, ele nos ama. Se respondemos com amor ao seu amor, ele nos ama. Se não retribuímos, ele nos ama. Se nos aproximamos dele, ele nos ama. Se nos afastamos dele, ele nos ama. Na parábola do filho perdido, vemos o amor de Deus em ação. Por amar o filho, respeita a sua decisão, acompanha-o em sua partida e aguarda seu retorno. Nessa parábola, vemos também um filho perdido tomando a decisão certa. Ele resolveu voltar para casa, sem nada exigir do pai, que o recebeu com emoção e muita alegria. O retorno do rapaz nos ensina. Por mais que tenhamos nos afastado de Deus, podemos voltar. Se deixamos nossa família, podemos voltar. Se descemos ao vício, podemos voltar. Se a tristeza nos domina, podemos voltar à alegria na casa do Pai. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    47 min
  • O Evangelho dos Excluídos: O Banquete de Jesus (Lucas 14) #rpsp
    A lógica do Reino de Deus é totalmente diferente da nossa. Quando damos uma festa, selecionamos os nossos convidados. Convidamos nossos amigos. Convidamos aqueles que já nos convidaram. Convidamos aqueles aos quais nos sentimos obrigados. É assim que elaboramos nossas listas de convidados. No fundo, somos movidos por interesses. Quase sempre fazemos trocas. Convidamos nossos iguais, excluindo os outros. No Reino de Deus, é diferente. A lista de Jesus é um exercício de bondade, que não comporta nenhum tipo de troca. Deus não faz troca conosco. Somos, então, conclamados por Jesus a olhar para os que foram postos à margem da sociedade. Devemos amar aqueles de quem não esperamos retribuição pelas nossas ações. No mundo complexo em que vivemos, não é fácil encontrar formas de amar assim, mas, se a mensagem de Jesus nos toca mesmo, devemos pedir a ele um jeito de amar como ele amou.
    Como sempre, Jesus parte da condição humana. Todos sonhavam em ter uma propriedade em que houvesse vinhas e oliveiras, das quais poderiam extrair o sustento, e uma torre, a partir da qual a sentinela poderia avisar do perigo que se avizinhasse. Nesse dito de sabedoria de Jesus aprendemos como devemos proceder para construirmos nossa torre ou, em outras palavras, para concretizar os nossos sonhos.
    DESEJE UMA TORRE — A imagem de torre para os nossos sonhos é boa porque indica algo concreto (sem trocadilho) e robusto; portanto, visível e alcançável. Que torre você quer construir? Qual é o ideal da sua vida? Deseje construir uma torre, não uma torre de Babel, mas uma torre trançada com desejos legítimos, construída com valores legítimos.
    PROJETE SUA TORRE — Jesus nos ensina: para construir uma torre, precisamos projetá-la. Como a queremos? Com que altura? Que largura terá? De que material será feita? O que haverá no seu interior? Quanto custará? Planeje sua vida, incluindo trabalho, casamento, aposentadoria, férias e até mesmo a morte. Pode ser que o plano precise de revisões constantes. Só pode revisar um plano quem tem um plano, quem não vai deixando a vida levá-lo. Tem gente que dispõe de recursos financeiros, mas não tem um plano de saúde. Tem gente que não faz um plano funeral, que custa muito pouco, apenas porque acha que o assunto é desagradável.
    CONSTRUA SUA TORRE — Depois de desejar e planejar, construa sua torre. Depois do projeto, ponha os alicerces. Jesus fala como deve ser a nossa vida: com alicerces firmes. Quando cair a chuva, soprarem os ventos e transbordarem os rios, e derem contra aquela casa, nossa vida não vai ruir, porque seus alicerces foram estabelecidos na rocha (Mateus 7.27). Continue construindo, mesmo que tenha de adaptar o projeto à realidade, como aconteceu com o rei referido por Jesus na mesma parábola (versículos 31-32). Adapte seu projeto à realidade, mas não mude a decisão de ter um projeto. Cada estágio de vida em que nos encontremos ou cada condição em que nos achamos requer a sua torre. Quem deseja adquirir algo, projete bem. Corte hoje o que for necessário para ter amanhã a sua torre. Sacrifique-se hoje para sorrir amanhã. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    45 min
  • O Evangelho dos Excluídos: Entre a Raposa e a Galinha (Lucas 13) #rpsp
    Elaborado o nosso projeto para a vida em geral ou para um sonho em particular, devemos persistir no caminho escolhido. Mesmo que tenhamos de corrigir a rota, por causa de um conhecimento mais profundo do assunto ou mesmo de uma enfermidade ou de um desastre, devemos prosseguir, sempre. Ter um projeto não é uma garantia para o sucesso, mas é a metade do caminho. A segunda metade do caminho é a persistência. Cada um tem seu modelo de persistência. Um deles pode ser o do pastor Martin Luther King Jr. Ele tinha um projeto, revelado no grande sermão “Eu tenho um sonho”: que nenhuma pessoa nos Estados Unidos fosse avaliada pela cor de sua pele, e buscou realizá-lo com persistência, derrota após derrota, vitória após vitória. Ele viveu segundo uma de suas frases, que nos pode servir, sobretudo na hora da dificuldade: “Se você não pode voar, então corra; se não pode correr, então caminhe; se não pode caminhar, então rasteje, porque tudo o que você tem de fazer é continuar seguindo em frente”.
    Jesus era um homem com um projeto de vida. Logo no início Satanás tentou desviá-lo do seu projeto. Até o fim tentou. Ao vir à terra, portanto, Jesus tinha um projeto: colocar em prática o projeto de Deus: doar vida transbordante por meio da sua morte (oferecida em nosso lugar) e da sua vida (como um modelo possível para nós). Que vida é essa? Quem transborda? Transborda quem se parece com Jesus. Além de ser Senhor e Salvador, Jesus é o nosso modelo de vida. Nosso projeto de vida deve ser: parecermo-nos com Jesus, permitindo que ele viva em nós. Nisso consiste a felicidade. A conquista da felicidade é tarefa que requer desejo, decisão, diligência e disciplina. A conquista da felicidade exige também que coloquemos em ordem nosso mundo interior. Um triste exemplo a ser evitado é o de Saul. Quando foi feito rei, tinha três qualidades que acabaram se voltando contra ele: dinheiro, beleza e saúde. Essas vantagens competitivas (todas exteriores) se tornaram armadilhas, porque Saul não tinha colocado em ordem seu mundo interior. Um bom projeto é organizar nossas emoções, para que possam propor e realizar nosso projeto de vida. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    37 min
  • O Evangelho dos Excluídos: Quando Tudo não é o Bastante (Lucas 12) #rpsp
    Nosso projeto de vida está na nossa agenda. E nossa agenda não mente. Se queremos ser pessoas de oração, mas nossa agenda denuncia que passamos muito tempo diante da televisão, então nosso projeto de vida não é orar. Se dizemos que amamos o trabalho comunitário, mas se em nossa agenda não há espaço concreto para ações voluntárias, não apreciamos de fato servir ao próximo. Se garganteamos que a família é a nossa prioridade, mas ela não preenche muitas linhas da agenda do nosso dia, a família não está em primeiro lugar para nós. Nossa agenda embala o nosso tesouro, porque onde está o nosso tesouro está o nosso coração (Lucas 12.34). AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    Até o minuto 13, eu faço uma explicação geral do capítulo. Nos 28 minutos seguintes, faço uma análise detalhada da Parábola do Rico Insensato
    43 min
  • O Evangelho dos Excluídos Fé Autêntica (Lucas 11) #rpsp
    Recém-chegado à universidade, o jovem professor recebeu uma tarefa: a de revisar as teses de mestrado. Logo, o professor percebeu que os erros eram os mesmos e decidiu elaborar um manual para ajudar os pesquisadores nos seus trabalhos. Foi apoiado por outros colegas. Empolgado, concluído o texto do guia, foi procurar o coordenador do programa. O professor-chefe imediatamente rejeitou a sugestão: “Eu cheguei aonde cheguei sem um manual deste. Cada um tem de aprender sozinho a como fazer suas pesquisas”. Felizmente, o jovem professor não aceitou a derrota. Melhorou seu guia e o transformou num livro, que acabou adotado em várias universidades, menos naquele curso. A atitude do velho professor é típica de muitas pessoas, sobretudo no campo profissional. Há muitas pessoas que não pegam as outras pela mão para que subam e cresçam. Achando-se sábias, não querem ser ameaçadas em sua imaginada sabedoria e acabam presas nas teias dela. Tais pessoas se esquecem de que a generosidade é um dos princípios do sucesso. Sempre que pudermos, devemos dar oportunidade aos outros. Todos vamos crescer. Podemos vencer sem ter uma rotina, mas será mais difícil. Orar — visto como adorar no quadrado da intimidade — é abertura para o Senhor Deus e pode ser feito sem qualquer tipo de rotina, mas será uma teofania que transforma se voluntariamente se escolhe um lugar, um horário, um método, para que se possa subir os degraus da fé que nada espera em troca senão a própria consciência da presença de Deus, à medida em que se desce as escadas para o fundo da alma. Oração é coisa para as primeiras horas do dia, quando a pressão da pressa ainda não tem força. Orar é tanto falar quanto calar. Talvez mais calar do que falar. Oração é uma companhia que traz para o círculo de outras companhias, tanto daqueles que se ajoelham, tanto do Pai, do Espírito Santo e do Filho Jesus. Quando oramos, parece que vamos ao seu encontro, mas são eles que vêm ao nosso, como se o jardim do Éden ainda existisse. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    37 min
  • O Evangelho dos Excluídos: Vá e Faça o Mesmo (Lucas 10) #rpsp
    No podcast de hoje, a análise da Missão dos Setenta vai do minuto 1 até o 24. A análise da parábola do Bom Samaritano vai do minuto 25 ao 59. A análise da História de Marta e Maria vai do minuto 60 ao 64.
    Consideremos o ensino desta parábola. O escriba que fez a pergunta estava muito atento. Jesus lhe perguntou o que era que estava escrito na lei, e depois lhe disse: "Como lês?" Os judeus ortodoxos estritos levavam ao redor dos pulsos uma pequena caixa de couro chamada filactério, que continha certas passagens das Escrituras: Êxodo 13:1-10; 11-16; Deuteronômio 6:4-9; 11:13-20: "Amarás o Senhor teu Deus..." é de Deuteronômio 6:3 e 11:13. De modo que Jesus disse ao escriba: "Olhe o filactério de seu pulso e encontrará a resposta." A isso os escribas acrescentavam Levítico 18:19, que ordena o homem amar o seu próximo como a si mesmo; mas com sua paixão pelas definições os rabinos queriam estipular quem era o próximo; e com o pior e mais fechado de todos seus conceitos consideravam próximo a seus concidadãos judeus. Por exemplo, alguns diziam que era ilegal ajudar a uma mulher gentia no parto, porque isso só significava trazer outro gentio ao mundo. Portanto a pergunta do escriba "E quem é meu próximo?" era genuína.
    A resposta de Jesus envolve três coisas:
    (1) Devemos ajudar a outros embora eles tenham a culpa do que lhes aconteceu, como aconteceu ao viajante imprudente.
    (2) Qualquer pessoa de qualquer nação que está em necessidade é nosso próximo. Nossa ajuda deve ser tão ampla como o amor de Deus.
    (3) A ajuda deve ser prática, e não deve consistir simplesmente em sentir pena da pessoa. Sem dúvida o sacerdote e o levita sentiram pena pelo ferido, mas não fizeram nada. A compaixão, para ser verdadeira, deve gerar atos.
    O que Jesus disse ao escriba diz isso também a nós: “Vai e procede tu de igual modo”. BARCLAY, The Gospel of Luke
    “Pelo fato de não podermos ver a Cristo, não podemos expressar o nosso amor a Ele; mas sempre podemos ver o nosso próximo, e assim podemos fazer pelas pessoas aquilo que, se víssemos a Cristo, gostaríamos de fazer por Ele.”— Madre Teresa
    1 hr 6 min
  • O Evangelho dos Excluídos: Quem é Jesus? Um Messias Fracassado ou um Chefe Militar? (Lucas 9) #rpsp
    Jesus instruiu seus discípulos a só levarem em suas viagens missionárias o que lhes fosse absolutamente indispensável. Podemos aplicar o mesmo princípio a todas as áreas da nossa vida, mesmo porque estamos sempre em missão. Para uma vida boa, bem vivida, precisamos carregar apenas o que precisamos, sem excesso de bagagem. Cabe a cada um examinar sua própria mochila. O que há nela? Pode ser que carreguemos rancores contra os que não nos ajudaram, embora pudessem. Pode ser que guardemos mágoas dos que nos feriram, embora lhes tenhamos estendido a mão. Pode ser que conservemos invejas dos que foram mais além, e nós achamos injustos o sucesso deles. Pode ser que cultivemos hábitos que nos destroem. Pode ser que estejamos sempre olhando para trás, quando, na verdade, a nossa vida se desenrola agora e para o futuro. Pode ser que mantenhamos culpas por pecados que não confessamos ou culpas que Deus já nos perdoou. Se estamos levando o que não devíamos, temos caminhado devagar demais. Devemos, então, ouvir o conselho de Jesus, que o autor da Epístola aos Hebreus aplica, de uma outra maneira: “Deixemos de lado tudo o que nos atrapalha e o pecado que se agarra firmemente em nós e continuemos a correr, sem desanimar, a corrida marcada para nós. Conservemos os nossos olhos fixos em Jesus, pois é por meio dele que a nossa fé começa, e é ele quem a aperfeiçoa” (Hebreus 12.1-2). O que temos levado na bagagem, mas que não deveria estar ali? AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    1 hr 9 min
  • O Evangelho dos Excluídos: Acalmando as Turbulências (Lucas 8) #rpsp
    Um lago separava as duas cidades e era preciso atravessá-lo. Ou, então, para chegar do outro lado, uma pessoa poderia contornar o lago a pé. Dois milênios mais tarde, isso poderia ser feito em minutos, de carro, como já feito. Naquele tempo, o meio mais comum de transporte era o barco. Jesus, então, fez o convite: “Vamos para o outro lado do lago”. De barco. Os discípulos estavam satisfeitos, mas era preciso atravessar o lago. Era preciso forçar os músculos nos remos, porque os ventos eram fracos. Era melhor ficar. Deixar para depois. “Vamos para o outro lado do lago.” Como os discípulos, estamos bem onde estamos. Tudo estava (pelo menos, aparentemente) sob controle. Pode ser que não estejamos bem, mas — quem sabe — pode piorar. Então, é melhor deixar como está. Muitas vezes, precisamos ir para o outro lado, atravessando o lago de barco. Não sabemos o que nos espera e nem estamos dispostos a fazer a travessia, mas precisamos atravessar. É um pedido de Jesus. Jesus nos pede coisas assim por muitos meios: pela palavra de alguém, por uma surpresa desagradável (como o desemprego, a violência, a injustiça, a doença, o luto, a solidão) ou por um desconforto interior. Podemos estar acomodados. As coisas boas nos deixam acomodados, mas também nos acomodamos até com as coisas ruins. Quem sabe Jesus esteja convidando você para sair de onde está e ir para outro lado. No outro lado, você poderá melhorar de vida. No outro lado, você poderá melhorar a vida de alguém. Vamos atravessar? AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    37 min
  • O Evangelho dos Excluídos: Gente de Jesus - Um Pagão, Uma Viúva, Um Preso e Uma Prostituta (Lucas 7)
    Seu nome não ficou na história. A tradição a chama de Maria Madalena. Pode ter sido uma prostituta. Pode ter sido a irmã de Marta. Mas que importa o seu nome? Que importa o nosso nome? Seu ação ficou, cumprindo-se a promessa. Jesus estava numa casa. Era a hora da refeição. A mulher se aproxima. Tem um fraco de perfume caro nas mãos. Abre o frasco. Antes que a fragrância encha a sala, ela o derrama sobre a cabeça de Jesus. O desperdício provoca admiração e revolta. Só Jesus entende o gesto da mulher. Ele vê pureza no coração dela. Ele vê presunção na alma dos que reprovam o gesto da moça. “Ela fez para mim uma coisa muito boa. […] em qualquer lugar do mundo onde o evangelho for anuncido, será contado o que ela fez, e ela será lembrada” (ver Mateus 26.6-13). Eles conheciam o que as Escrituras diziam do Messias, mas não o reconheceram quando estiveram com ele. Foram esquecidos. Ela nada sabia sobre o Messias, mas, quando o viu, coroou-o como rei. Ela é lembrada. Eles tinham propostas sobre a redução da miséria, sobre as quais ela nunca lera nada. Quem se lembra deles? Ela amava os que sofriam. Sendo Jesus um deles, ela o amou. Ela foi amada por Jesus. Eles queriam uma religião que lhes trouxesse vantagem. Até ofereceram um jantar a Jesus, à espera do retorno. Eles se contorceram de remorso. Ela queria uma religião capaz de quebrar seus próprios frascos, para que o perfume encantasse o ambiente. Diante de Jesus, ela viu seu próprio pecado e recebeu pleno perdão. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    40 min
  • O Evangelho dos Excluídos: O Sermão da Planície (Lucas 6) #rpsp
    O evangelho é feito de palavras. O evangelho é feito de boas palavras. Esse evangelho nos conclama a dizer boas palavras. Nós nos alegramos em receber e em oferecer essas palavras. No entanto, quando Jesus nos apresenta o evangelho, diz que devemos dizer boas palavras aos que não querem o nosso bem. Na verdade, Jesus exige que, a partir de nós, o evangelho vá além das palavras. No programa de Jesus, devemos amar aqueles que não nos amam. A maioria das pessoas retribui o amor que recebem. Os seguidores do evangelho, diferentemente, devem tomar a iniciativa de amar os que os perseguem, perdoar os que os ofendem, caminhar com os que os maltratam. O nosso padrão não deve ser o do mundo em que vivemos. O nosso padrão é elevado. Vem de Deus. Jesus espera que desejemos esse padrão para nós. Se não buscarmos viver nesse padrão, o evangelho não passará de palavras bonitas, mas sem efeito prático. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    33 min

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Um Podcast que busca trazer aplicações diárias sobre o capítulo da Bíblia lido no #rpsp. Sabe o que é o #rpsp? O Reavivados por Sua Palavra é o Ano Bíblico do Ministério Jovem Adventista. Leu e não…