Reavivados por Sua Palavra

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Reavivados por Sua Palavra episodes

  • A Vida Autêntica: No Princípio… (João 1) #rpsp
    Às vezes tendemos a pensar em Deus como alguém justo, santo, estrito e vingador; e tendemos a pensar que algo que Jesus fez muda a ira de Deus em amor e alterou a atitude de Deus para os homens. O Novo Testamento desconhece completamente idéia. Todo o Novo Testamento nos diz, e esta passagem de João o faz de maneira especial, que Deus sempre foi como Jesus. O que fez Jesus foi abrir uma janela no tempo para que pudéssemos contemplar o amor eterno e imutável de Deus. Mas podemos nos perguntar: "Se dissermos isso, o que acontece a algumas das coisas que lemos no Antigo Testamento? O que dizer das passagens que falam das ordens de Deus para arrasar cidades inteiras, e destruir homens, mulheres e crianças? Que explicação nos dá da ira, do poder destruidor e do zelo de Deus que aparecem nas partes mais antigas das Escrituras?"
    A resposta a essas perguntas é a seguinte: não é Deus quem mudou; o que mudou é o conhecimento de Deus por parte do homem. Os homens escreveram essas coisas porque não conheciam mais que isso. Esse era o estágio ao que tinha chegado seu conhecimento de Deus. Quando um menino está aprendendo um tema, deve fazê-lo passo a passo. Não começa com um conhecimento completo; começa com o que pode compreender e segue avançando cada vez mais. Quando começa a estudar álgebra não começa com o binômio de Newton; parte de equações simples, e continua passo a passo à medida que aumenta seu conhecimento do tema. O mesmo aconteceu com os homens e Deus. Só podiam entender e compreender partes pequenas de Deus. Só quando veio Jesus, os homens viram em forma completa e total como Deus tinha sido sempre.
    Conta-se que em uma ocasião uma garotinha tomou contato com as partes mais sangrentas e selvagens do Antigo Testamento. Seu comentário foi: "Mas isso aconteceu antes que Deus se tornasse cristão!"
    Se podemos expressá-lo da mesma maneira, com toda reverência, quando João diz que o Verbo existiu sempre, antes do princípio das coisas, o que está dizendo é que Deus sempre foi cristão. Diz-nos que Deus foi, é e sempre será igual a Jesus; mas os homens não podiam saber e conhecer isto antes da vinda de Jesus.
    Assim, pois, no próprio começo de seu Evangelho João afirma que em Jesus, e só nele, revela-se de maneira perfeita aos homens tudo o que Deus sempre foi e sempre será, e tudo o que Deus sente com relação aos homens e deseja deles. BARCLAY, Comentário ao Evangelho de João
    1 hr 18 min
  • O Evangelho dos Excluídos: Caminhando com o Ressuscitado (Lucas 24) #rpsp
    A história do encontro de Jesus com os discípulos a caminho de Emaús é uma das mais lindas do Novo Testamento. Ela mostra o que acontece conosco em certos momentos da vida. No entanto, ela mostra também o que ele faz conosco quando nos dispomos a viver na sua presença. Muitas vezes estamos indo em direção a Emaús. Jesus tinha ressuscitado. Os apóstolos ficaram confusos. Os discípulos foram se dispersando. Nenhum líder o vira, senão algumas mulheres. Cansados de esperar, cada um ia voltando à sua vida normal. Em tempos da nossa vida, vivenciamos o poder vivo de Deus, na pessoa de Jesus Cristo. Mas depois os fatos da vida (um casamento ruim, o dinheiro escasso, uma oração sem resposta, ou, estranhamente, o sucesso familiar ou profissional) foram-nos afastando para a periferia de Jerusalém, e depois para bem longe. Nosso lugar é Jerusalém. Sem que isso seja o propósito de Deus para nós, podemos passar por Emaús, mas não podemos morar lá. A participação de Jesus na conversa dos discípulos também deixa evidente que ele está presente nas situações normais da vida. Ele não se apresentou num templo, nem numa sinagoga, mas na estrada poeirenta que levava de Jerusalém a Emaús. As pessoas não estavam no templo, nem nas sinagogas, as pessoas estavam nas ruas. Foi nas ruas que ele se apresentou. E ele se apresentou aos discípulos porque eles precisavam de Jesus, eles queriam Jesus de volta, eles só pensavam em Jesus mesmo na desolação. Jesus espera que nós queiramos sua companhia. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    27 min
  • O Evangelho dos Excluídos: As Sete Palavras de Jesus na Cruz (Lucas 23) #rpsp
    Na cruz, Jesus disse afetuosamente ao seu colega de infortúnio: “Eu afirmo a você que isto é verdade: Hoje você estará comigo no paraíso” (Lucas 23.43). Na cruz, Jesus pôde ouvir um pedido, feito por um colega de sofrimento: “Jesus, lembre de mim quando o senhor vier como Rei!” Não conseguimos entender todo o significado desse pedido, mas quem precisava percebê-lo o captou. Podemos, contudo, alcançar todo o sentido da resposta: “Hoje você estará comigo no paraíso”. Diante do desejo manifesto, Jesus põe em ação toda a sua bondade, que é parte integrante do seu ser. Mesmo na dor, abençoa. Se pode levar mais um para morar com ele no céu, ele leva. Diante da promessa, precisamos nos perguntar se temos almejado o paraíso. A vida aqui anda tão boa… Ainda não realizamos alguns objetivos que temos… Ainda não compramos nosso mais recente brinquedo tecnológico… O céu pode nos esperar e nós aguardaremos a última caravana para subir… Tristes de nós, se pensamos assim. Os pregadores antigos perguntavam, com vigor, aos seus ouvintes: “Onde você vai passar a eternidade?” Este nosso mundo pode ser lindo, mas não é o nosso lugar definitivo. A promessa de Jesus continua diante de nós. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    31 min
  • O Evangelho dos Excluídos: Em Memória de Mim (Lucas 22) #rpsp
    Imagem é tudo. Pelo menos para alguns de nós, que gastamos muito tempo para nos defender. Quando julgado, Jesus sequer respondeu. Ele não respondeu porque sabia que o julgamento era uma farsa. Ele também não se defendeu por entender que não devia perder tempo com isso. Em se defendendo de uma acusação, fariam outra. Ao longo da vida, podemos também perder tempo defendendo a nossa reputação. Essa necessidade de autodefesa vem de um sentimento de insegurança. Quando estamos seguros da nossa identidade, postamo-nos com mais serenidade diante das críticas ou mesmo de ataques. Precisamos saber, na teoria e na prática, que Deus nos defende. E essa é a melhor defesa. Deus nos defende (Salmo 54.4; 94.22; 109.31 e 144.2). Temos essa certeza? Quando nos concentramos em nos defender, dispersamo-nos do nosso foco, deixando de lado a nossa missão. Não perder tempo em nos defender não quer dizer desprezar o que dizem a nosso respeito. Aquilo de válido que ouvimos a nosso respeito deve ser uma oportunidade para o nosso crescimento. Devemos ignorar o que não vai nos ajudar a fazer melhor ou a ser melhores. Por isso, corra da vaidade!
    1. A vaidade é tão insidiosa que assume a forma de timidez. (Nesse caso — e só nesse caso, repitamos —, o tímido não se expõe para não perder o prestígio que acha que conquistou.)
    2. A vaidade é tão frágil que precisa ser alimentada, razão por que aceita qualquer tipo de afago, até mesmo o falso.E há especialistas em afagar, sobretudo quando esperam auferir lucro com sua ação.
    3. A vaidade é tão presunçosa que se vê como invisível.
    4. A vaidade é tão carente que precisa de um espelho diante do qual se posta para ver o que quer ver.
    5. A vaidade é tão infeliz que mente para receber aplausos. A mentira é proferida para si mesma como uma espécie de ensaio para alcançar outros mercados.
    6. A vaidade é tão pretensiosa que ela é a pauta da sua própria reunião.
    7. A vaidade é tão virtuosa aos seus próprios olhos que se perde em suas qualidades.
    8. A vaidade é tão paradoxalmente insegura que escorraça os humildes.
    9. A vaidade é tão sedutora que derruba até os santos. Em si mesma, a santidade é um terrível trampolim para a vaidade.
    10. A vaidade é tão autossuficiente que ignora que seu próximo passo é para baixo, em queda livre, rumo ao nada. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    34 min
  • O Evangelho dos Excluídos: Esperando o Fim do Mundo (Lucas 21) #rpsp
    Peça para um cristão fazer uma lista “do que os crentes devem e o que não devem fazer para viver” e você provavelmente não obterá os Dez Mandamentos.
    Na pequena igreja da qual me tornei membro depois de me converter, a nossa lista tinha coisas como “não fumar”, “não beber”, “não ir ao cine­ma”, “ir à igreja à noite como também de manhã”, e algumas outras coisas semelhantes. A nossa lista do que se deve e do que não se deve fazer não nos impediu de amar ao Senhor e a outras pessoas. E não nos afastou da oração e da adoração mais sig­nificativas que já experimentei. Na verdade, relem­brando, tenho dúvidas quanto a se a lista causou qualquer grande impacto na minha vida — exceto me deixar um pouco incomodado quando algum amigo marinheiro acendia um cigarro no meu car­ro “cristão”.
    Uma lista do que se deve e não se deve fazer, que re­almente pode fazer diferença, é encontrada no rela­to que Lucas faz do ensino de Jesus sobre o futuro. Entre os ensinamentos que se aplicam diretamente a nós estão:
    * Não siga líderes falsos (v. 8).
    * Não fique assustado quando desastres naturais e de outros tipos ocorrerem (w. 9-11).
    * Não fique ansioso se for perseguido por causa do
    seu testemunho cristão (w. 12-16).
    E no lado positivo:
    * Preserve e mantenha uma posição firme quando
    outros se virarem contra você (w. 17-19).
    * Tenha coragem; a redenção completa será sua quando Jesus voltar (w. 25-28).
    * Vigie e ore, para que você possa viver uma vida que o Filho do Homem aprove (w. 34-36).
    Que teste simples isto sugere que apliquemos à nossa própria vida. Se tivermos medo ou vergonha de fazer algo abertamente — não o façamos de modo algum!
    Se liga!!! As instruções de Deus sobre o que podemos fazer, e o que não podemos fazer, devem estar no topo de nossa lista.
    “Tenha as tuas ferramentas preparadas; Deus acha­rá trabalho para ti.” — Charles Kingsley. RICHARDS, Comentário Devocional da Bíblia
    43 min
  • O Evangelho dos Excluídos: Com qual Autoridade você faz essas coisas? (Lucas 20) #rpsp
    Há pessoas duras. São corretas, mas são duras. São honestas, mas são duras. São sinceras, mas são duras. Sempre acham que devem ensinar as outras com seu estilo de vida. Há pessoas realistas. São claras, mas são realistas. São firmes, mas são realistas. São transparentes, mas são realistas. Para elas, fora do realismo, mesmo o mais acerbo, só há ilusão. Há pessoas críticas. Estão certas, mas são críticas. Estão dispostas a ouvir, mas são críticas. Têm interesse pelas outras, mas são críticas. Na visão delas, na folha branca há sempre um ponto preto a ser destacado. Há pessoas implacáveis. São claras, mas são implacáveis. São firmes, mas são implacáveis. São transparentes, mas são implacáveis. As pessoas precisam, pensam elas, ser sempre corrigidas. Elas aprenderam a ser duras, realistas, críticas e implacáveis e agora acham que não podem mais aprender a ser suaves, ponderadas, acolhedoras e tolerantes. As pessoas duras, realistas, críticas e implacáveis podem aprender a ser felizes. Nunca é tarde demais. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    57 min
  • O Evangelho dos Excluídos: O Opressor Perdoado e o Sevo Infiel (Lucas 19) #rpsp
    Uma pessoa que leva Deus a sério não pode ganhar dinheiro? As organizações sem fins lucrativos não podem levantar dinheiro vendendo produtos ou serviços? Se é verdade que o dinheiro não deve ser divinizado, como acontece em todos os tempos, também é verdade que não temos como viver sem ele. Com ele comemos, bebemos, moramos, nos vestimos e nos divertimos. Com ele, educamos nossos filhos, vamos ao médico, ajudamos outras pessoas. Portanto, precisamos ganhar dinheiro. O mesmo é verdade para organizações não lucrativas, como as igrejas. No entanto, o objetivo das igrejas não é ganhar dinheiro. Sua missão não se mede por quanto dinheiro arrecada. Seu resultado deve ser espiritual. Nos termos de Jesus Cristo, sua alegria é ver um pecador arrependido se voltando para Deus (Lucas 15.7). Quando chega ao templo, Jesus não se horroriza com a venda de animais para os sacrifícios. Essa era a prática aceita, antes do sacrifício perfeito que ele mesmo fez, ao ser morto na cruz naquela mesma cidade. O que o deixa indignado é o objetivo do lucro desenfreado nesses vendedores. Eles não apenas providenciavam os animais necessários vendidos a preços justos; antes, multiplicavam seus lucros e exploravam os pobres que iam prestar culto. Jesus condena os ladrões. A indignação de Jesus vale para os nossos negócios. Devemos ganhar dinheiro (quanto mais melhor), mas nunca ao preço da injustiça. Na igreja, podemos vender, por exemplo, livros ou outros produtos, com o objetivo de sustentar o seu ministério. Os preços devem ser justos. Para vender esses produtos, não podemos prometer o que Deus não promete. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    1 hr 10 min
  • O Evangelho dos Excluídos: Heroínas indefesas e Justos pecadores (Lucas 18) #rpsp
    Como crer, tendo uma filha que escolheu a prostituição e se recusa a mudar de vida, por mais que a aconselhemos? Como ter esperança, tendo um corpo doente, regado a remédios caros e incompetentes ou a cirurgias e hospitalizações recorrentes? Como exercer a confiança, tendo um pai que alterna embriaguez, autoritarismo e truculência, que sentimos na pele e na alma? Como amar o próximo, tendo em nossa casa um parente moralmente enfermo, provocando amarguras, divisões e contendas como uma forma de prazer? O que fazemos nessas situações? Como vivemos nessas circunstâncias fora de nosso controle? Depende de como cremos. Se cremos que Deus pode mudar o imutável, continuamos crendo, como Jó, sem desistir de orar pela nossa filha. A persistência na oração não depende de sinais de mudança. Se cremos que Deus nos é suficiente, seguimos com o nosso corpo: ele nos limita, mas não nos impede de viver. A vida é mais que o corpo. A graça é mais que a vida. Se cremos que Deus cuida de nós, honramos nosso pai como um mandamento, mesmo que nos soe irracional, certos de que seremos honrados por Deus na nossa obediência, mesmo que não a vejamos. Se cremos que Deus está certo em nos instruir a amar, pomos nossa força no amor ao outro, porque se não amamos o outro não somos capazes de amar a Deus e a nós mesmos. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    58 min
  • O Evangelho dos Excluídos: Quando a Fé não importa (Lucas 17) #rpsp
    Você recebeu um convite. Se a ideia é moralmente aprovada, você precisa fazer três perguntas, antes de decidir se vai aceitar ou recusar o convite:
    1. Você quer? Pode ser apresentar um estudo num congresso, escrever um livro, colaborar regularmente para um veículo de comunicação. Pode ser liderar uma equipe, mudar de emprego, trocar de cidade. Pode ser fazer uma viagem internacional. Pode ser prestar um concurso. Você quer?
    2. Você é capaz? Você é capaz, se se dedicar. Você é capaz, se estudar e pesquisar. Você é capaz, se buscar ajuda. Você é capaz, se está disposto a aprender. Você é capaz?
    3. Você está disposto a pagar o preço? Nesse processo, você não pode se esquecer de que o novo desafio tem um preço. Você vai ter de reorganizar a sua vida. Vai ter de encontrar mais tempo, o que implica deixar de fazer algumas coisas. Vai ter de aprender a fazer coisas que nunca executou. Você quer? Você é capaz? Você está disposto a pagar o preço? Siga em frente. Não olhe para trás. Não siga o exemplo da mulher de Ló.
    Queremos tanto a felicidade que a perdemos. Por querê-la tanto, só pensamos nela. Só pensamos em nós mesmos. Jesus não condena a busca da felicidade. Ele nos adverte contra o egoísmo: o só buscar nossos próprios interesses a ponto de nos esquecermos dos outros.
    A felicidade vem quando amamos a Deus em primeiro lugar. Esse amor a Deus nos enche de amor pela nossa família, pelas outras pessoas e por nós mesmos. Um mundo em que cada um só busca os seus próprios interesses é o palco para as guerras e para as desigualdades. Quem busca apenas seu próprio interesse esbarra no muro do tédio. Faz tantas coisas, ganha tanto dinheiro e consegue tanta fama que nada mais resta senão a infelicidade. A realidade confirma as palavras de Jesus. Nosso caminho pode ser outro. Em vez da mente que o nosso desejo constrói, devemos desejar ter a mente de Jesus. Ele não buscava a glória, mas a encontrou quando abriu mão de sua própria vida (Filipenses 2.5-12). Ele se esqueceu de si, não se colocando como o centro. Seu centro era o Pai. Se queremos a vida verdadeira, Jesus nos ensinou e fez o caminho.
    30 min
  • O Evangelho dos Excluídos: Money, Money, Money! O Administrador Infiel e O Rico e Lázaro (Lucas 16)
    Na arte de ganhar dinheiro, precisamos ouvir as pessoas. Não confiemos no que dizem sobre elas sem antes conferir. O que dizem pode estar errado e podemos errar também. Ao ganhar dinheiro, precisamos saber que teremos de prestar contas. Se somos subordinados, teremos de prestar contas do que fazemos. Se somos chefes, teremos de prestar contas. Mesmo que estejamos numa posição muito elevada, precisamos prestar conta à nossa consciência e ao nosso Deus. Para ganhar dinheiro, precisamos saber que podemos enfrentar situações que implicarão mudanças na vida. Podem surgir tarefas para as quais não estamos preparados. Elas exigirão mudanças; portanto, exigirão criatividade. Na vida, temos de tomar decisões difíceis. Um bom exemplo é o do médico que quer salvar os dois doentes da enfermaria, mas só pode curar um deles e terá que escolher qual deles salvará. No caso da parábola, os devedores do seu patrão precisavam pagar. Por sua própria conta, ele lhes deu um desconto. Com isso, todos pagaram. O patrão gostou e o elogiou pela competência profissional. Afinal, ele recebeu um dinheiro que talvez considerasse perdido. O gestor ficou bem com o patrão e ficou bem com os devedores, que recebeu seu gesto como um gesto de misericórdia. Com isso, caso precisasse no futuro, poderia procurar por eles e ser acolhido em seus pleitos ou necessidades. Na nossa vida, não importa a área, precisamos ter em mente que não importa o tamanho da responsabilidade que recebemos. Temos de dar conta dela, e muito bem. Não podemos subestimar nossa tarefa, achando-a pequena. É nas pequenas que vamos sendo preparados para desempenhar grandes tarefas. Não podemos perder de vista o que é essencial; caso contrário nos perderemos. O dinheiro não é essencial; é apenas um meio de vida, não é a própria vida. O dinheiro deve ser posto no seu devido lugar, que não é no lugar de Deus. Infelizmente, as pessoas são respeitadas não pelo amor que demonstram mas pelo dinheiro que ostentam. No entanto, esse não pode ser o padrão de um verdadeiro vencedor. A vitória na vida requer sabedoria. Todos os que querem vencer precisam ser sábios. Precisamos buscar oportunidades, gerar oportunidades, transformar adversidades em oportunidades. Ganhar dinheiro tem regras próprias, e nem todas são justas. Precisamos fazer nossas escolhas. Que sejam escolhas justas. A vitória na vida acontece para os que têm objetivos claros. Quem não tem objetivos claros serve a mais de um senhor; e quem tem mais de um senhor não tem senhor nenhum. Uma pessoa assim não chega ao fim, porque não sabe qual é o fim da sua jornada. A vitória é consequência do trabalho. Os verdadeiramente vitoriosos encaram o trabalham que fazem, não importa onde, como um trabalho para Deus. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    1 hr 39 min

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Um Podcast que busca trazer aplicações diárias sobre o capítulo da Bíblia lido no #rpsp. Sabe o que é o #rpsp? O Reavivados por Sua Palavra é o Ano Bíblico do Ministério Jovem Adventista. Leu e não…