Reavivados por Sua Palavra

Reavivados por Sua Palavra

Download on the App Store

Reavivados por Sua Palavra episodes

  • Tirando Deus do Sério: Necessário, Somente o Necessário (Malaquias 3) #rpsp
    Roubamos a Deus quando dizemos que o dinheiro é mais importante do que Deus. Roubamos a Deus quando a nossa contribuição não é entregue com alegria. Roubamos a Deus quando dizemos que damos o dízimo e não damos. Roubamos a Deus quando “tentamos” (sim, tentamos, porque nunca conseguiremos) negociar com Deus, dando na expectativa de receber nove vezes mais. Roubamos a Deus, quando damos com uma mão (o dízimo) e esperamos (em forma de bênçãos materiais) com a outra. Roubamos a Deus quando não reconhecemos que o dinheiro que temos não foi ele quem nos deu, seja diretamente ou indiretamente (quando propicia as condições para que o ganhemos). Roubamos a Deus quando usamos os dons que nos deu apenas para ganhar dinheiro e não para ganhar dinheiro e abençoar outras pessoas. Roubamos a Deus quando, retendo o que podemos oferecer a ele por meio da igreja, impedimos que a igreja cumpra a missão que Deus lhe conferiu. Roubamos a Deus quando alardeamos o dízimo que damos. O texto áureo da Bíblia acerca do dízimo (Malaquias 3.10) provoca em nós certo mal-estar. Incomoda-nos ouvir que dar o dízimo é uma ordem de Deus. Preferimos a ideia de que deve ser algo voluntário. Incomoda-nos a ideia de pôr Deus à prova, já que conhecemos os frutos da sua soberania. Incomoda-nos a promessa de que Deus nos vai abençoar de uma maneira transbordante se obedecermos à sua ordem. Incomoda-nos ver essa passagem transformada num instrumento para os mercadores da prosperidade material como prova da fidelidade de Deus para com os que lhe são fiéis. Entendamos bem a passagem, para que nosso mal-estar se dissipe. Sim, o dízimo é uma ordem de Deus, como parte integrante da sua lei dada no deserto. A Nova Aliança, proposta e vivenciada por Jesus, não a anulou. A Lei continua, só que agora inscrita no nosso coração. Agora, obedecemos com o coração, não porque Deus mandou, mas porque gostamos de obedecer, gostamos de obedecer porque é o melhor para nós. No Novo Testamento, não há contradição entre compromisso e voluntariedade, entre obediência e prazer. Por isso, contribuímos com alegria, como nos ensina o apóstolo Paulo (2Coríntios 9.7). Não precisamos mais pôr Deus à prova, porque já sabemos quem ele é. Jesus já no-lo apresentou de modo completo. Nós já sabemos que ele nos dá muito mais do que merecemos. No entanto, se temos alguma dúvida, se nossa fé ainda é iniciante, podemos fazer o teste. Todo dizimista é abençoado com o dom maior de ver que a sua contribuição, somada a outras, faz milagres, levando pão onde não há, levando paz onde não há. Ser dizimista é ver todo mês o espetáculo da multiplicação, em casa e na casa de Deus. Não devemos fazer trocas com Deus. Se damos o dízimo sem esperar nada em troca, seremos abençoados de um modo que só ele sabe, porque ele conhece as nossas necessidades, sabe até quando não ter é melhor do que ter, e nos dá a bênção de não ter. Ele não olha a mão que desce ao recipiente da oferta, mas olha o coração que dirige aquela mão. Se o coração for puro, a bênção virá. Deus não vende sua graça. Ela é boa demais para ser comercializada. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    19 min
  • Tirando Deus do Sério: Liderança Maldita e Lares Destruídos (Malaquias 2) #rpsp
    “Eu odeio o divórcio”, Deus diz por meio de Malaquias. Sim, Deus sabe o quão avassaladora é a experiência do divórcio para cada parte, sejam os cônjuges, sejam os seus filhos (se os há). Por isso, Deus não quer o divórcio nas nossas famílias. Infelizmente, o divórcio acontece. Quando o divórcio acontece, houve uma falha dos cônjuges ou de um deles. Na maioria dos casos, os casamentos são desfeitos por infidelidade conjugal, quase sempre do marido. As aventuras extraconjugais são levianamente recebidas por parte da sociedade como experiências normais. Quando as pessoas se casam, elas prometem fidelidade mútua. A infidelidade é uma renúncia ao projeto votado diante de Deus, seja num culto público ou numa reunião menor. A infidelidade é a quebra de uma aliança, que foi firmada voluntariamente. A infidelidade é um gesto indigno. A infidelidade é tão decepcionante que, quase sempre, leva ao divórcio. Quem está casado e se mantém fiel deve pedir a Deus força para continuar fiel. Quem está casado e tem sido infiel deve se reconciliar com Deus e abandonar as suas práticas erradas e voltar para a pureza do leito conjugal. Não podemos considerar a infidelidade “normal” porque Deus não a considera assim. Pelo contrário, ele a odeia. Mesmo assim, ele está disposto para perdoar quem, arrependido, deseja viver de maneira pura. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    19 min
  • Tirando Deus do Sério: Insensibilidade e Indiferença (Malaquias 1)
    O assunto de Malaquias é o amor de Deus. O assunto da nossa vida deve ser o amor de Deus. O amor de Deus é poderoso, incondicional, relacional. Poderoso, o amor de Deus vem do que ele é: criador, soberano, Senhor, poderoso, bom, misericordioso. Por ser divino, jamais falha e não se submete a obstáculos. Embora comparado ao amor conjugal, o amor de Deus é incomparável. Ninguém ama como ele ama. O amor de Deus não tem limites. Quando ele perdoa, por exemplo, ele perdoa 70 vezes sete, isto é, ele nunca deixa de perdoar. Incondicional, o amor de Deus é completamente diferente do amor comum entre os seres humanos, que sempre agem com base no que podem receber. Deus ama e deseja ser amado, mas não espera ser amado para amar. O amor de Deus não está restrito aos que merecem ser amados. O amor de Deus é sacrificial, como Jesus Cristo mostrou ao morrer na cruz. Ao nos amar até o fim, Jesus Cristo nos mostra como devemos amar. Relacional, o amor de Deus toma a iniciativa e espera correspondência. Portanto, é relacional, como todo amor deve ser. Não podemos amar como Deus nos ama, mas sabemos que temos nesse amor o modelo para o nosso. O amor de Deus se oferece como modelo, como um amor a ser imitado em nossas imperfeições. Jesus amou até o fim. Apesar de nós. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    19 min
  • Sonhos: Somos Jerusalém (Zacarias 14) #rpsp
    Estamos a caminho do tempo em que Deus será reconhecido como Senhor. Uns o reconhecerão com alegria. Outros o reconhecerão com tristeza. Deus já é o Senhor da História. Felizes os que já reconhecem essa verdade. Não sabemos quando esse tempo virá. E muitas pessoas perdem tempo especulando sobre a data desse dia, que só Deus sabe. Em lugar de especular, todos devemos saber que esse dia chegará. Todos o veremos. Se estivermos vivos, veremos. Se estivermos mortos, seremos ressuscitados e também veremos. Todos os que creem nessa verdade podem viver cheios de esperança agora. Agora, pode parecer que Deus não é o Senhor porque as guerras matam, as doenças matam, a fome mata, a corrupção mata, mas Deus está vivo. Quando ele for reconhecido como Senhor, não haverá mais guerra, nem doença, nem fome. Estamos sendo conduzidos para o topo da montanha da glória de Deus, embora ainda estejamos em vales profundos e até mesmo tristes. O vale não é o nosso lugar. O alto do monte é o nosso lugar. Quando lemos Atos 2, que fala de pessoas de diferentes nacionalidades reunidas em Jerusalém para a Páscoa, vemos que a profecia de Zacarias se cumpriu. Podemos, lendo o o profeta e acompanhando os apóstolos, concentrar nossa visão em Jerusalém, com ênfase no seu lugar no plano de Deus. Se fizermos isso, não estaremos errados, mas teremos perdido a essência da mensagem de Zacarias: Deus é o Senhor de todas as coisas. Jerusalém era ainda apenas um monturo em reconstrução. Ninguém dava nada pela cidade, com seus muros ainda chamuscados. O profeta grita: “Vejam com os olhos da fé o que Deus pode fazer”. O Deus, que é Senhor de todas as coisas, é o Senhor da nossa vida. Se a promessa dele é que nossa vida será reconstruída, ela será reconstruída. Se a promessa dele é que, alquebrados pelo peso das desavenças e dos desânimos, nossa vida começará de novo, nossa vida começará de novo. A promessa é para Jerusalém. Deus nos vê como vê Jerusalém. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    13 min
  • Sonhos: Purificados (Zacarias 13) #rpsp
    A promessa de Deus, feita por intermédio de Zacarias, se cumpriu na cruz levantada no monte do Calvário onde Jesus foi sacrificado. A cruz de Jesus é uma “fonte jorrando água”. Nessa cruz, podemos lavar os nossos pecados. Ela nos purifica. A cruz de Jesus é o maior presente dado por Deus aos homens porque, quando nos aproximamos dela, somos perdoados. A cruz de Jesus foi o modo escolhido por Deus para nos levar a ele porque permite que a reconciliação não dependa de nós. Se a reconcliação dependesse das nossas boas ações, isso quer dizer que dependeria da nossa bondade e, nesse caso, fracassaríamos. Como a cruz é uma iniciativa de Deus, nada pode fazer com que fracasse. A cruz de Jesus continua jorrando e cada um de nós pode ir à Fonte para beber a água cristalina que purifica. Deus nos prova. Ainda hoje Deus nos prova. A provação é um método de Deus. Ele não nos prova para mostrar seu poder, mas para que vejamos nossa fraqueza. Ele não nos prova para sentir prazer, mas para que aprendamos que a vida não é a ilusão de que nos alimentamos. Ele nos prova de diferentes modos, sobretudo por meio daqueles que revelam a nossa incapacidade. Ele nos prova pela dor (como um pai que ama o seu filho) para que sintamos uma alegria que vai além de uma sucessão de momentos alegres. Ele nos prova torcendo por nós, para que desejemos viver de maneira pura. Quando isso acontece, ele nos capacita para uma vida que valha a pena. Enquanto dura, a provação divina é uma fornalha que parece que nos vai consumir. Depois que passa e nos aprova, a provação divina é uma teofania (isto é, um aparecimento de Deus a nós), que nos alimenta pelo resto dos nossos dias. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    10 min
  • Sonhos: Regenerados (Zacarias 12) #rpsp
    A força que temos pode se enfraquecer com as lutas da vida, como a água no copo que vai sendo bebida. Quando nos sentimos fracos, e ainda lutamos, nossa força tende a acabar mais cedo. A fraqueza não é capaz de produzir força. O que a fraqueza pode fazer é, reconhecendo a sua limitação, pedir força a Deus. Nesse sentido, a fraqueza pode ser um momento de mudança, Quem sempre foi forte tende a pensar que será sempre forte. Quando sente a fraqueza, ele pode se ver como é. Quem se sente fraco pode achar que basta deixar o tempo passar para que a força volte. O melhor que um fraco pode fazer, depois de reconhecer a sua fraqueza, é pedir a Deus que lhe dê força. Quem está com a fé fraca deve pedir a Deus que lhe fortaleça a fé. Quem está com o ânimo fraco deve pedir a Deus que lhe aumente o vigor. Quem está cansado deve pedir a Deus que lhe faça descansar. Quem está fraco não precisa viver o resto da sua vida na fraqueza. Quem está fraco pode desejar e esperar a força de Deus. É por ele que vencemos. Quantos somos? Quantos somos os que amam a Deus? Quantos somos os que se importam com o que Deus se importa? Que diferença podemos fazer, se somos tão poucos? Somos poucos, mas Deus é grande. Fazemos menos porque imaginamos que Deus seja do nosso tamanho, mas ele não é. Fazemos pouco quando nos importamos mais com nós mesmos do que com aqueles a quem Deus quer transformar. Quantos somos no nosso prédio? Talvez poucos. Quantos somos no nosso bairro? Talvez pouquíssimos. Mas fazemos por nós mesmos? Precisamos crer que Deus pode nos fazer poderosos, não para que as pessoas vejam nosso (inexistente) poder, mas para que as pessoas vejam o amor de Deus. Precisamos pedir a Deus que nos use como seus pastores, para que pastoreemos nossa família, nosso condomínio, nosso lugar de trabalho ou de estudo. O mundo precisa de pastores segundo o coração de Deus. O mundo precisa de nós. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    11 min
  • Sonhos: O Bom Pastor e os Maus Pastores (Zacarias 11) #rpsp
    Deus nos pastoreia. Deus deseja nos pastorear. Ele nos diz que somos ovelhas do seu pasto (Salmo 79.13). Todos os pastores humanos, quando chamados por Deus para serem seus cooperadores no pastoreio, devem tê-lo como seu modelo. Deus é um pastor que é fiel à sua própria Palavra, que não falha, não mente, não é torcida por qualquer tipo de interesse. Deus é um pastor que desenvolve todas as suas ações para inspirar e abençoar. Deus não amaldiçoa. Deus nos desafia. Deus é um pastor fiel, mesmo quando não somos fiéis. Deus é um pastor que nos dá uma segunda oportunidade. Deus é um pastor que nos leva para pastos verdes e para águas tranquilas. Deus é um pastor que vem em nosso socorro quando estamos em perigo, mesmo que o perigo tenha sido causado pela nossa desobediência. Independentemente das funções que desempenhamos, podemos ser pastores, pastores da nossa família, pastores dos nossos vizinhos, pastores dos nossos amigos, pastores dos nossos colegas de trabalho ou estudo. Deus espera que, pastoreados por ele, pastoreemos outros. Pastoreia quem se importa. Pastoreia os outros quem se importa com os outros. Podemos passar a vida toda importando-nos apenas por nós mesmos. Podemos nos importar com os outros sem descuidar de nós mesmos. Para pastorear, precisamos estar fortes, deixando que o Bom Pastor nos guie. Para pastorear, precisamos olhar para os outros como Deus olha para nós. Para compartilhar nossa comida com um faminto, não precisamos ter dinheiro ou comida sobrando. Para receber alguém na nossa casa, não precisamos morar numa mansão. Para compartilhar a Palavra de Deus com uma pessoa, não precisamos conhecer toda a Bíblia. Para ser um exemplo para o outro, não precisamos ser perfeitos. Não amamos com o que nos sobra. Não dividimos cedendo o que iria para o lixo. Ama quem divide, tendo muito ou tendo pouco. Ama quem olha para o outro e vê um irmão. Para pastorear, precisamos nos importar. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    11 min
  • Sonhos: De Força em Força (Zacarias 10) #rpsp
    O que faz de uma pessoa uma grande pessoa? É o que ela crê. E crer inclui o conjunto de convicções (tanto na área religiosa quanto em todas as outras da vida) de uma pessoa. Uma pessoa crê que torcer pelo seu time é a razão de ser da sua vida. Ela atravessa o mundo para acompanhar a equipe, nem que tenha de vender seu carro ou mesmo sua casa. Se o time vence, canta como uma criança ou como um cientista que descobriu uma fórmula. Se o time perde, chora como se tivesse perdido um ente querido. Outra pessoa crê que já conseguiu tudo o que queria na vida e, então, se contenta com os sonhos realizados e para de imaginar outras possibilidades para a sua vida e seu mundo. Talvez seja até feliz. É o que cremos que nos leva a fazer muito ou a não fazer nada. É o que cremos que nos dá a razão pela qual fazemos o que fazemos. E a razão pela qual fazemos é a nossa real remuneração, não o dinheiro a ser ganho. Nesse sentido, o compositor Johan Sebastian Bach deixou um legado duplo: sua própria obra e a motivação que o levava a compor. Essa motivação está manuscrita nas suas partituras, nas quais podem ser lidas algumas iniciais latinas: I.N.J. ou J.J., escritas no alto das folhas, ou SDG, escritas no final da composição: I.N.J. é In Nomine Jesu (“Em nome de Jesus”). J.J. é Jesu Juva (“Ajuda-me, Jesus”). SDG é Soli Deo Gloria (“Glória somente a Deus”). Talvez pensemos: uma pessoa bem-sucedida pode fazer esses registros. No entanto, Bach ficou órfão aos 10 anos de idade; mais tarde, viúvo, teve de cuidar de quatro filhos; tendo se casado de novo, dez dos seus filhos morreram na infância. Seus superiores na igreja e na cidade tinham sérias objeções ao seu trabalho. Mesmo assim, o gênio da música dedicava suas obras a Deus, por cuja graça se sentia amado e sustentado. Por isso, continuou com seus I.N.J., J.J. e SDG. Para que(m) você vive? AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    11 min
  • Sonhos: O Príncipe da Guerra e o Príncipe da Paz (Zacarias 9) #rpsp
    Segundo as regras humanas, um rei (ou presidente) entra numa cidade antecedido por outros carros. Ao longo das ruas, se a segurança permite, pessoas se amontoam para saudá-lo. No passado, era assim. No presente, é assim. Só mudam os recursos tecnológicos empregados no espetáculo. No passado, os grandes entraram montando cavalos de raça bem preparados. À sua frente e atrás, vinham os pelotões militares, tocando seus instrumentos de saudação. O Messias Jesus deveria entrar montado num cavalo vistoso, mas ele entrou em Jerusalém montado num jumento. Deus põe a História de cabeça para baixo. Seus padrões são diferentes. Um Messias montado num cavalo militar não sabe nada do ser humano e não pode abençoar o ser humano. Um Messias montado num jumento, animal que até os pobres podiam ter, podia abençoar, porque conhece a realidade humana. O Messias nos motiva a viver de maneira simples, sem ostentação... Se Deus quer, por que, às vezes, as coisas não acontecem? Deus quer que as coisas aconteçam por nosso intermédio. Podemos desejar que Deus atue sem a nossa participação e ele, por vezes, o faz. Ele poderia enviar Jesus sem precisar de um ventre, mas buscou Maria para a abençoar e nos abençoar. O método de Deus nos inclui. Se tomarmos a promessa de um “bom e belo país” como se aplicando ao nosso, como a promessa se realizará se não nos envolvermos no projeto de Deus? Como haverá fartura de alimentos se não produzimos nem compartilhamos? O Deus único revelado na Bíblia procura homens e mulheres que se disponham a cooperar com ele. Como Deus visitará um enfermo se não sairmos de casa, mesmo num dia de chuva, e irmos até o doente para orar com ele, ler a Bíblia com ele e ouvir as suas queixas? Como Deus consolará a viúva, se nós não a abraçarmos? Como Deus acolherá o necessitado se nós lhe dermos as costas? Deus é soberano e pode fazer sem nós, mas ele optou por nos chamar e esperar. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    11 min
  • Sonhos: Trocando Aflição Por Alegria (Zacarias 8) #rpsp
    Os homens podem querer uma religião que lhes traga benefícios, mas Deus quer uma fé no Deus que se interessa pelo homem. Jerusalém teria paz quando Deus viesse habitar no seu meio. E ele faria isso quando seus moradores deixassem seus pecados. Os homens podem achar que podem crer no que bem entendem, e também fazer o que bem entendem, mas Deus quer a religião que não se afasta da prática da justiça, da verdade e da paz (Zacarias 8.16-17,19b). Deus espera que os que nele creem amem essas práticas como indissociáveis da fé nele. Faz parte da fé o exercício da misericórdia, que inclui interessar-se pelo bem-estar das pessoas, especialmente aquelas sem proteção, como o próprio Deus faz (Zacarias 8.4-5). Por que os profetas de Deus estão sempre falando de serviço aos outros e não ao próprio Deus? Porque o serviço ao próximo é uma evidência concreta do amor a Deus (Zacarias 8.6). É essa a verdadeira religião da vitória. O jejum faz parte do processo de santificação, não sua negação. E santificação se evidencia na busca pela obediência a Deus, no relacionamento com ele (humildade e pureza para a intimidade com Deus) e com o próximo (respeito e misericórdia para a produção da injustiça). É por causa do desvio para o jejum ritualizado que os profetas gritam entristecidos (Isaías 58.3b-8]. Quando jejuarmos, que seja para a nossa alegria. O sentimento da presença de Deus nos deve encher de alegria. Quando jejuarmos, que seja para o nosso crescimento. A compreensão da vontade de Deus para nossa vida deve nos animar. Quando jejuarmos, que seja para percebermos o que é importante na vida, de modo que nos livremos do que é supérfluo e superficial para vivermos com o que é essencial e profundo. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    6 min

About Reavivados por Sua Palavra

From the publisher's feed

Um Podcast que busca trazer aplicações diárias sobre o capítulo da Bíblia lido no #rpsp. Sabe o que é o #rpsp? O Reavivados por Sua Palavra é o Ano Bíblico do Ministério Jovem Adventista. Leu e não…