
Sign up to save your podcasts
Or


O primeiro mês do ano foi de correção no mercado brasileiro. Enquanto isso, lá fora a bolsa americana fez máxima histórica e a China gerou preocupação nos mercados globais, pois os problemas no setor imobiliário contribuíram para a queda das ações chinesas. O destaque foi novamente para as ações ligadas à inteligência artificial.
#investimentos
Economia americana forte adia corte de juros pelo Fed, pressionando Ibovespa
Ibovespa cai 0,77% na semana e acumula queda de 4,25% no ano. Dólar sobe 1,09% e fecha a R$4,97.
Mercado americano segue forte, com dados de emprego e serviços acima do esperado. Expectativa de corte de juros em março é descartada.
PIB da Zona do Euro não cresce no 4T23. China registra deflação em janeiro.
Minério de ferro e petróleo recuam na semana.
Inflação brasileira desacelera em janeiro, mas Selic é cortada em 0,5%.
Vendas no varejo e atividade de serviços do Brasil serão conhecidos.
Congresso volta de recesso com clima quente. Arthur Lira quer demissão de Padilha. Rui Costa pode ser designado para conversar com o Congresso.
O Ibovespa fechou a semana em queda de 2,31%, enquanto o dólar subiu 0,9%, cotado a R$4,93 enquanto a bolsa americana fez sua máxima histórica.
A inflação brasileira deve ficar em 3,87% em 2024, acima da meta central do Banco Central.
A alta do dólar também foi impulsionada pela cautela dos investidores. Os dados de emprego nos EUA acima do esperado reduziram as chances de queda na taxa de juros americana em março.
O Ibovespa fechou a semana em queda de 0,18%, em linha com os mercados internacionais. O dólar ficou cotado em R$4,85.
A inflação foi o principal fator que influenciou os mercados nesta semana. Nos Estados Unidos, os dados de inflação acima do esperado reforçaram as apostas de que o Federal Reserve começará a reduzir a taxa de juros em março.
No Brasil, o IPCA de dezembro veio mais alto do que o esperado, o que deixou o mercado mais pessimista sobre o ritmo de cortes da Selic.
O Ibovespa fechou a primeira semana do ano em queda de 1,61%, em linha com os mercados internacionais, e o dólar ficou cotado em R$4,88.
No Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, a expectativa de crescimento do PIB brasileiro aumentou para 1,59% em 2024. No entanto, a inflação deve ficar em 3,9%, acima da meta central do Banco Central.
Nos EUA, os dados de inflação (CPI) movimentam o mercado nesta semana. Por causa da divulgação de dados de emprego acima do esperado, o mercado reduziu as chances de queda na taxa de juros americana em março.
Na Europa, a inflação voltou a subir, mas os investidores acompanham a produção industrial na Alemanha e o PIB no Reino Unido. Na China, devemos ter o terceiro mês consecutivo de deflação.
As commodities agrícolas, como soja e milho, fecharam em queda na semana passada. O petróleo Brent de Londres também fechou em queda, cotado a US$76,62 o barril.
No Brasil, o IPCA será divulgado esta semana pelo IBGE. Os dados de inflação serão importantes para o Banco Central decidir sobre o ritmo de corte da taxa Selic ao longo de 2024.
O início de 2024 é marcado por otimismo no mercado financeiro, com bolsas de valores em alta e moedas globais se valorizando.
No Brasil, o Ibovespa subiu 22,28% em 2023, enquanto o dólar caiu 8,01%. O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, aponta para um crescimento no PIB de 1,52%, inflação de 3,9%, uma taxa Selic de 9% e um dólar cotado a R$4,90 em 2024.
No exterior, os destaques são os dados de emprego nos EUA, que devem mostrar um arrefecimento da economia, e a inflação na Europa, que deve acelerar.
No Brasil, serão divulgados os dados da produção industrial, balança comercial e contas do governo. Espera-se alta de 0,1% na produção industrial, déficit de R$29,9 bilhões nas contas do governo e dívida pública de 74,6% do PIB.
O mercado financeiro brasileiro encerrou a semana passada com otimismo, o Ibovespa renovou máxima histórica. O dólar também fechou a semana em queda.
O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, trouxe nova queda na expectativa da inflação para este ano, para 4,46%. A taxa Selic esperada para o final de 2024 ficou em 9,00%.
Nos Estados Unidos, os dados do deflator PCE vieram melhor do que o esperado, elevando as apostas de um corte de juros americanos em março.
No Brasil, o mercado aguarda a divulgação dos dados de emprego de novembro e do IPCA-15.
From the publisher's feed