Rota do Mercado

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By Leonardo B. PivetaNewsDaily News
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Rota do Mercado episodes

  • Papo de Economia #5 - Bolsa na máxima e alívio no exterior

    A última semana foi marcada por uma série de eventos positivos para os mercados financeiros. O Ibovespa bateu recorde histórico, o dólar subiu, mas as expectativas de inflação caíram.

    Nos EUA, o Federal Reserve manteve as taxas, enquanto dados positivos indicam uma economia aquecida. Na Europa, a inflação deve cair 0,5%. O Japão deve mantr as taxas.

    O milho tem queda de 22% em 2023, o petróleo subiu para US$77,11/barril, e o Copom reduziu a Selic em 0,5%.

    O Brasil avança no ciclo monetário, enquanto aprova reformas tributárias, enquanto o IBC-BR de outubro deve indicar uma retração mensal de 0,6% no PIB.

    5 min
  • Papo de Economia #4 - Decisões dos Bancos Centrais

    Os mercados globais fecharam a semana com cautela, com o Ibovespa acumulando alta de 15,82% no ano. O dólar subiu 1%, enquanto a inflação segue em alta nos EUA e na Europa.


    O Fed deve manter a taxa de juros inalterada, enquanto o BCE e o Banco da Inglaterra devem manter as taxas de juros também. O ouro caiu abaixo de US$2.000/onça, e o petróleo Brent caiu 4,9% para US$75,05/barril.


    No Brasil, a expectativa é de um novo corte de 50 pontos na Selic, e o PIB do 3T2023 superou as expectativas. A semana política será crucial, com o governo buscando medidas fiscais e o Congresso pedindo liberação de verbas extras.

    5 min
  • Papo de Economia #3 - Melhor novembro em 3 anos para o Ibovespa

    Mercados globais em alta, com Ibovespa em melhor novembro em 3 anos. PIB brasileiro deve cair 0,3%, mas Selic segue em trajetória de queda.

    EUA divulgam dados de emprego e atividade econômica nesta semana. Ouro e Bitcoin atingem novos recordes, impulsionados pela tensão no Oriente Médio. Petróleo Brent cai.

    #economia #finanças #mercadofinanceiro #radiobandserragaucha


    5 min
  • Quanto Rende #3 - Dezembro 2023 - Otimismo e bolsas em alta

    Desde que as taxas de juros dos títulos americanos atingiram sua máxima na última quinzena de outubro, dados favoráveis vindos da economia americana derrubaram essas taxas e aumentaram o apetite ao risco. Os países emergentes voltaram ao foco dos investidores globais e o Brasil foi um dos grandes beneficiados. Por aqui, a dinâmica benigna da inflação no curto prazo e uma balança comercial pujante renovaram as esperanças de que a Selic terminará 2024 em um único dígito. Por outro lado, o risco permanece sendo a situação fiscal do país.

    #investimentos #mercadofinanceiro #dinheiro

    12 min
  • Papo de Economia #2 - PCE de setembro e Caged de outubro

    No episódio de hoje do Papo de Economia da Rádio Band Serra Gaúcha, Leonardo traz as últimas notícias do mercado. Ibovespa sobe 0,60%, dólar fecha em R$4,90. Focus: inflação esperada 4,53%, PIB 2,84%. No cenário global, destaque para os dados dos EUA, China e Eurozona. Ouro rompe os US$ 2 mil. Petróleo Brent cai para US$79,36. No Brasil, Caged e PNAD são destaques. Na política, votações importantes e decisão do STF sobre precatórios.

    Fique ligado! #Economia #MercadoFinanceiro

    5 min
  • Papo de Economia #1 - Surpresa nos EUA e Alívio nas Bolsas

    Na estreia do "Papo de Economia" na Rádio Band Serra Gaúcha, apresentado por Leonardo B. Piveta, a semana foi marcada pela divulgação de indicadores econômicos. No Boletim Focus, destacaram-se as quedas nas projeções do IPCA e do PIB para 2023. Globalmente, surpresas no CPI dos EUA influenciaram as expectativas de política do Fed.

    Comentamos o encontro entre Biden e Xi Jinping, ressaltando discussões sobre política externa e a retomada de contatos militares. O alívio na inflação dos EUA que contribuiu para um cenário mais positivo nos índices de ações. Temos também a expectativa pelos pareceres no Senado Federal sobre a regulamentação de apostas esportivas e a taxação de fundos offshore.


    4 min
  • Quanto Rende #2 - Novembro 2023 - Fiscal em foco Brasil e nos EUA

    A surpresa positiva do PIB americano acentuou a queda dos mercados acionários, pois os juros americanos continuaram a subir também em virtude das condições fiscais do governo americano.

    Os dados vindos do continente europeu confirmaram a baixa na atividade econômica enquanto na China alguns indicadores melhoraram trazendo a sensação de que o pior já passou.
    Por outro lado, no Brasil, a pauta do risco fiscal do país voltou definitivamente aos olhares dos investidores depois das declarações de Lula.


    11 min
  • Quanto Rende #1 - Outubro 2023 - Juros EUA e Risco Fiscal Brasil

    Os mercados globais seguem adotando um tom mais cauteloso. A percepção de que os juros nos EUA ficarão altos por mais tempo (higher-for-longer) fez com que os investidores adotassem uma postura de aversão ao risco globalmente. No Brasil, os riscos fiscais voltaram ao radar e trouxeram um tom mais pessimista para o investidor local.

    Você também pode conferir o conteúdo escrito no Portal Entre Altas e Baixas:

    https://entrealtasebaixas.com.br/setembro-dolar-tem-melhor-desempenho

    16 min

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A economia do discurso está no palanque dos governantes e nas capas dos jornais. Mas não está na empresa do brasileiro, na sua vida cotidiana — e muito menos nas prateleiras.