Rota do Mercado

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By Leonardo B. PivetaNewsDaily News
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Rota do Mercado episodes

  • Papo de Economia #77 - Sem surpresas, taxa Selic vai a 15% ao ano

    O Copom elevou a taxa Selic para 15% ao ano, indicando que o ciclo de alta pode ter chegado ao fim, mas o patamar deve se manter por mais tempo. O IPCA-15 de junho será divulgado e pode mostrar desaceleração da inflação.

    Nos Estados Unidos, o Fed manteve os juros e confirmou a possibilidade de dois cortes ainda em 2025. O deflator PCE, que mede o consumo das famílias, será o destaque da semana.

    No Brasil, o Focus mostrou revisão positiva do PIB para 2,21% e queda na expectativa de inflação. O dólar fechou a R$ 5,51 e o Ibovespa ficou estável na semana. O petróleo subiu 4%, pressionado por tensões geopolíticas após ataque dos EUA ao Irã.

    Na Europa, atenção ao PMI da Zona do Euro. No Japão, o foco é a inflação de Tóquio.

    2 min
  • Papo de Economia #76 - Ibovespa sobe com Petrobras e atenção se volta ao Banco Central

    No episódio desta semana, Leonardo B. Piveta comenta os principais destaques que influenciaram os mercados financeiros.

    Ibovespa registrou alta de 0,82%, puxado pelas ações da Petrobras. O dólar encerrou cotado a R$ 5,54.

    O Boletim Focus trouxe melhora nas projeções, com crescimento do PIB esperado para 2025 subindo para 2,20% e inflação recuando para 5,25%.

    Nos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor (CPI) de maio veio abaixo das expectativas, com deflação em itens como vestuário. A decisão do FOMC sobre os juros sai esta semana, com expectativa de manutenção.

    Na Europa, a inflação de serviços na zona do euro deve confirmar desaceleração. No Reino Unido, o Banco da Inglaterra tende a manter a taxa básica em 4,25%. O Japão divulgará a inflação de maio.

    O petróleo Brent teve forte alta de 10,4% na semana, fechando a US$ 73,37 o barril.

    No Brasil, o IPCA de maio subiu 0,26%, acumulando 5,32% em 12 meses, abaixo do esperado. O COPOM se reúne esta semana, com apostas divididas entre manutenção e alta de 0,25% na taxa Selic. A Medida Provisória do governo confirmou aumento de impostos sobre aplicações financeiras como alternativa ao impasse do IOF.

    Enquanto o ministro Fernando Haddad sai de férias, o impostômetro ultrapassou a marca de R$ 1,8 trilhão arrecadado no ano

    Apesar da inflação benigna nos EUA, o conflito entre Israel e Irã e a disparada do petróleo mantêm o alerta aceso nos mercados.


    2 min
  • Quanto Rende #21 - Junho de 2025 - Tarifa nos EUA, imposto no Brasil e a conta que sempre sobra pro

    O episódio #21 do Quanto Rende mergulha nas decisões que estão sacudindo o mercado financeiro: de um lado, os Estados Unidos usam tarifas comerciais como arma geopolítica para proteger sua economia e negociar com gigantes como a China e a União Europeia. Do outro, o Brasil recorre mais uma vez ao aumento de impostos como o IOF e a tributação sobre investimentos para tentar fechar as contas – sempre sob a lógica de quem gasta demais, cobra demais.📈 Mesmo com o cenário fiscal tenso, o Ibovespa sobe 13,9% no ano (em dólar, +23%), impulsionado principalmente pela entrada de capital estrangeiro. O dólar recuou para abaixo de R$ 5,60 e o S&P 500 subiu 6,2% em maio, sinalizando otimismo externo.🏦 O Banco Central Europeu cortou juros, enquanto o Federal Reserve deve mantê-los inalterados. Já o Brasil, com Selic a 14,75% e inflação próxima a 6%, vive uma contradição: ao mesmo tempo em que o Boletim Focus revisa o PIB para cima, o país amarga um dos juros reais mais altos do mundo.💡 O episódio destaca a dualidade entre política e economia: enquanto o governo brasileiro acelera com gastos e medidas populistas, o Banco Central pisa no freio com alta de juros. O resultado? Risco para quem investe e para quem consome.🎯 Para o investidor, a recomendação é clara: poupe, invista, diversifique e dolarize. O mundo se protege com tarifas; o Brasil se sufoca com impostos.


    13 min
  • Papo de Economia #75 - Inflação de maio e mais impostos como alternativa ao IOF

    No episódio do Papo de Economia, falamos sobre os principais movimentos do mercado financeiro e como a inflação no Brasil e o debate sobre novos impostos podem afetar seus investimentos.

    📉 O Ibovespa, principal índice do mercado de ações brasileiro, teve queda de 0,67%, enquanto o dólar hoje fechou cotado a R$ 5,56. Mesmo com o recuo, o desempenho do mercado de ações segue pressionado por fatores fiscais e externos.

    🇧🇷 No Brasil, o destaque é o IPCA de maio, com projeção de alta de 0,31%. Além disso, as vendas no varejo e o volume de serviços serão divulgados, trazendo mais dados sobre a economia brasileira. A polêmica da semana envolve a possível tributação de LCI e LCA como alternativa ao aumento do IOF, em mais um capítulo da instável política fiscal nacional.

    🇺🇸 Nos EUA, a divulgação da inflação ao consumidor e ao produtor será acompanhada de perto, assim como os impactos do último payroll, que confirmou a força do mercado de trabalho americano. Esses dados podem influenciar decisões do Federal Reserve sobre a taxa de juros, com impacto direto na economia dos EUA e no mercado financeiro global.

    1 min
  • Papo de Economia #74 - PIB do Brasil no 1T25 mostra desaceleração do consumo

    O consumo das famílias perde força e o crescimento do PIB no 1T25 só não foi pior por causa do agronegócio.
    🇧🇷 A economia subiu 1,4%, mas sem o agro teria sido só 0,6%.

    Enquanto isso, o governo amplia gastos: reajuste de 27% para servidores e isenção de energia para 40 milhões de pessoas.
    Ibovespa caiu 0,58% e o dólar foi a R$5,72.
    E o aumento do IOF? Ainda gera ruído.

    Um minuto para entender o que realmente está mexendo com o mercado.


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    2 min
  • Papo de Economia #73 - Aumento do IOF agita o mercado do Brasil

    No episódio desta semana, o Ibovespa interrompeu a sequência de seis altas consecutivas e caiu 1,30%, enquanto o dólar fechou a R$5,65. No cenário internacional, os investidores acompanham com atenção o deflator PCE nos Estados Unidos, enquanto Donald Trump adia novas tarifas de 50% sobre a União Europeia.

    🇧🇷 No Brasil, o destaque ficou para a polêmica decisão do governo de aumentar o IOF sobre operações de câmbio, medida que visava gerar receita, mas foi mal recebida pelo mercado e parcialmente revogada no mesmo dia. A reação negativa escancarou os desafios fiscais do país e reforçou o risco de novos ajustes nas contas públicas, como contingenciamentos e possíveis aumentos de impostos.

    📊 Também analisamos os próximos dados do mercado de trabalho (Caged, taxa de desemprego) e o IPCA-15, que deve avançar 5,49% em 12 meses. O episódio ainda traz um olhar sobre o impacto da dívida americana, o movimento do dólar e o novo recorde do Bitcoin diante das incertezas.

    2 min
  • Papo de Economia #72 -Ibovespa em alta histórica e EUA rebaixado pela Moody’s

    Nesta edição, o Ibovespa acumula seis semanas seguidas de alta, renovando sua máxima histórica com valorização de 1,92% na semana passada, enquanto o dólar recua para R$ 5,67.

    📉 Estados Unidos: A inflação (CPI) veio abaixo do esperado, mas o grande choque foi o rebaixamento da nota de crédito americana pela Moody’s.
    📊 Focus: Expectativas de inflação continuam em leve queda e o câmbio previsto para 2025 é de R$ 5,82.
    🌍 Ásia e Europa: Expectativa de novos cortes de juros na Zona do Euro. No Japão, inflação segue pressionada.
    🛢 Commodities: Petróleo Brent encerra a semana a US$ 65,34.
    🇧🇷 Brasil: A ata do COPOM sinaliza moderação na atividade econômica. O comitê avalia se mantém ou pausa os ajustes na Selic.

    Banco do Brasil desaba mais de 12% após resultado do 1T25.


    Dá o play e entenda os movimentos que estão agitando o mercado! 📈🇧🇷

    2 min
  • Quanto Rende #20 - Maio de 2025 - A guerra comercial ajuda as ações brasileiras

    Neste episódio, exploramos como um blefe bem executado de Donald Trump virou o jogo da guerra comercial — e trouxe alívio aos mercados globais. Com a China voltando à mesa de negociação, o Brasil emergiu como o “espectador sortudo”, vendo o Ibovespa bater recorde histórico e as ações brasileiras subirem 22% em dólar no ano.

    🧭 Você vai ouvir sobre:

    • A nova máxima do Ibovespa e o retorno do investidor estrangeiro

    • Como a estratégia de Trump nas tarifas virou o mercado global

    • O impacto direto nas bolsas da Ásia, Europa e China

    • A desaceleração econômica nos EUA e o impasse sobre os juros

    • O cenário da inflação e da Selic no Brasil – e por que o corte pode ser arriscado

    • A semelhança preocupante com o ambiente fiscal do governo Dilma

    • A expectativa para os mercados em meio a estímulos, riscos fiscais e rearranjos diplomáticos

    💬 “Na mesa do mercado global, Trump não foi o otário. O Brasil, por sorte, também não.”

    📉📈 Descubra o que está por trás da alta da bolsa e por que o investidor precisa ter os pés no chão mesmo em tempos de euforia.

    14 min
  • Papo de Economia #71 - Acordo entre EUA e China e Ibovespa na máxima

    O acordo entre Estados Unidos da América e China trouxe alívio para o mercado e representa uma vitória de Donald Trump. Jerome Powell, por sua vez, destacou em sua declaração após a decisão de política monetária a cautela em relação à economia e às pressões inflacionárias.

    O Ibovespa fez máxima histórica puxado pelo setor financeiro. Nos últimos dias, várias ações também chegaram no seu maior nível de preços.

    O mercado acompanha a divulgação da ata do COPOM que deve trazer mais detalhes do debate interno. A reunião foi apontada como aquela que deu fim ao ciclo de alta na taxa Selic mesmo com as expectativas de inflação desancoradas, algo considerado um erro por muitos analistas.

    2 min
  • Papo de Economia #70 - Volatilidade no mercado financeiro segue intensa

    Nesta edição do Papo de Economia, Leonardo B. Piveta analisa o cenário de forte volatilidade no mercado financeiro, mas também sinais pontuais de alívio. O Ibovespa subiu 3,9% na semana e o dólar caiu para R$5,87, refletindo o movimento global de recuperação parcial dos ativos de risco.

    Nos Estados Unidos, indicadores como o deflator PCE e os dados de emprego mostram uma economia ainda estável. O Fed entra em período de silêncio antes da próxima decisão de juros em maio.

    Na Europa, o PIB da Zona do Euro cresceu 1,1% em 12 meses, enquanto na China, apesar de um PIB inicial positivo, os sinais são de desaceleração para abril.

    No Brasil, o destaque é o esperado superávit de R$1,4 bilhão nas contas públicas de março, embora o mercado de trabalho dê sinais de leve enfraquecimento.

    Entre as commodities, o petróleo Brent fechou a US$66,97 o barril, e o ouro, tradicional ativo de proteção, acumula alta de 27% em 2025.

    O recuo de Donald Trump na intenção de demitir Jerome Powell também ajudou a reduzir a tensão dos mercados. A esperança de um acordo tarifário entre EUA e China renovou o ânimo, mas a volatilidade continua alta e merece atenção.

    2 min

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A economia do discurso está no palanque dos governantes e nas capas dos jornais. Mas não está na empresa do brasileiro, na sua vida cotidiana — e muito menos nas prateleiras.