
Sign up to save your podcasts
Or


O Copom elevou a taxa Selic para 15% ao ano, indicando que o ciclo de alta pode ter chegado ao fim, mas o patamar deve se manter por mais tempo. O IPCA-15 de junho será divulgado e pode mostrar desaceleração da inflação.
Nos Estados Unidos, o Fed manteve os juros e confirmou a possibilidade de dois cortes ainda em 2025. O deflator PCE, que mede o consumo das famílias, será o destaque da semana.
No Brasil, o Focus mostrou revisão positiva do PIB para 2,21% e queda na expectativa de inflação. O dólar fechou a R$ 5,51 e o Ibovespa ficou estável na semana. O petróleo subiu 4%, pressionado por tensões geopolíticas após ataque dos EUA ao Irã.
Na Europa, atenção ao PMI da Zona do Euro. No Japão, o foco é a inflação de Tóquio.
No episódio desta semana, Leonardo B. Piveta comenta os principais destaques que influenciaram os mercados financeiros.
Ibovespa registrou alta de 0,82%, puxado pelas ações da Petrobras. O dólar encerrou cotado a R$ 5,54.
O Boletim Focus trouxe melhora nas projeções, com crescimento do PIB esperado para 2025 subindo para 2,20% e inflação recuando para 5,25%.
Nos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor (CPI) de maio veio abaixo das expectativas, com deflação em itens como vestuário. A decisão do FOMC sobre os juros sai esta semana, com expectativa de manutenção.
Na Europa, a inflação de serviços na zona do euro deve confirmar desaceleração. No Reino Unido, o Banco da Inglaterra tende a manter a taxa básica em 4,25%. O Japão divulgará a inflação de maio.
O petróleo Brent teve forte alta de 10,4% na semana, fechando a US$ 73,37 o barril.
No Brasil, o IPCA de maio subiu 0,26%, acumulando 5,32% em 12 meses, abaixo do esperado. O COPOM se reúne esta semana, com apostas divididas entre manutenção e alta de 0,25% na taxa Selic. A Medida Provisória do governo confirmou aumento de impostos sobre aplicações financeiras como alternativa ao impasse do IOF.
Enquanto o ministro Fernando Haddad sai de férias, o impostômetro ultrapassou a marca de R$ 1,8 trilhão arrecadado no ano
Apesar da inflação benigna nos EUA, o conflito entre Israel e Irã e a disparada do petróleo mantêm o alerta aceso nos mercados.
O episódio #21 do Quanto Rende mergulha nas decisões que estão sacudindo o mercado financeiro: de um lado, os Estados Unidos usam tarifas comerciais como arma geopolítica para proteger sua economia e negociar com gigantes como a China e a União Europeia. Do outro, o Brasil recorre mais uma vez ao aumento de impostos como o IOF e a tributação sobre investimentos para tentar fechar as contas – sempre sob a lógica de quem gasta demais, cobra demais.📈 Mesmo com o cenário fiscal tenso, o Ibovespa sobe 13,9% no ano (em dólar, +23%), impulsionado principalmente pela entrada de capital estrangeiro. O dólar recuou para abaixo de R$ 5,60 e o S&P 500 subiu 6,2% em maio, sinalizando otimismo externo.🏦 O Banco Central Europeu cortou juros, enquanto o Federal Reserve deve mantê-los inalterados. Já o Brasil, com Selic a 14,75% e inflação próxima a 6%, vive uma contradição: ao mesmo tempo em que o Boletim Focus revisa o PIB para cima, o país amarga um dos juros reais mais altos do mundo.💡 O episódio destaca a dualidade entre política e economia: enquanto o governo brasileiro acelera com gastos e medidas populistas, o Banco Central pisa no freio com alta de juros. O resultado? Risco para quem investe e para quem consome.🎯 Para o investidor, a recomendação é clara: poupe, invista, diversifique e dolarize. O mundo se protege com tarifas; o Brasil se sufoca com impostos.
No episódio do Papo de Economia, falamos sobre os principais movimentos do mercado financeiro e como a inflação no Brasil e o debate sobre novos impostos podem afetar seus investimentos.
📉 O Ibovespa, principal índice do mercado de ações brasileiro, teve queda de 0,67%, enquanto o dólar hoje fechou cotado a R$ 5,56. Mesmo com o recuo, o desempenho do mercado de ações segue pressionado por fatores fiscais e externos.
🇧🇷 No Brasil, o destaque é o IPCA de maio, com projeção de alta de 0,31%. Além disso, as vendas no varejo e o volume de serviços serão divulgados, trazendo mais dados sobre a economia brasileira. A polêmica da semana envolve a possível tributação de LCI e LCA como alternativa ao aumento do IOF, em mais um capítulo da instável política fiscal nacional.
🇺🇸 Nos EUA, a divulgação da inflação ao consumidor e ao produtor será acompanhada de perto, assim como os impactos do último payroll, que confirmou a força do mercado de trabalho americano. Esses dados podem influenciar decisões do Federal Reserve sobre a taxa de juros, com impacto direto na economia dos EUA e no mercado financeiro global.
O consumo das famílias perde força e o crescimento do PIB no 1T25 só não foi pior por causa do agronegócio.
🇧🇷 A economia subiu 1,4%, mas sem o agro teria sido só 0,6%.
Enquanto isso, o governo amplia gastos: reajuste de 27% para servidores e isenção de energia para 40 milhões de pessoas.
Ibovespa caiu 0,58% e o dólar foi a R$5,72.
E o aumento do IOF? Ainda gera ruído.
Um minuto para entender o que realmente está mexendo com o mercado.
📲 Acesse linktr.ee/leopbpiveta para conteúdos exclusivos.
📰 Confira as principais notícias em entrealtasebaixas.com.br.
No episódio desta semana, o Ibovespa interrompeu a sequência de seis altas consecutivas e caiu 1,30%, enquanto o dólar fechou a R$5,65. No cenário internacional, os investidores acompanham com atenção o deflator PCE nos Estados Unidos, enquanto Donald Trump adia novas tarifas de 50% sobre a União Europeia.
🇧🇷 No Brasil, o destaque ficou para a polêmica decisão do governo de aumentar o IOF sobre operações de câmbio, medida que visava gerar receita, mas foi mal recebida pelo mercado e parcialmente revogada no mesmo dia. A reação negativa escancarou os desafios fiscais do país e reforçou o risco de novos ajustes nas contas públicas, como contingenciamentos e possíveis aumentos de impostos.
📊 Também analisamos os próximos dados do mercado de trabalho (Caged, taxa de desemprego) e o IPCA-15, que deve avançar 5,49% em 12 meses. O episódio ainda traz um olhar sobre o impacto da dívida americana, o movimento do dólar e o novo recorde do Bitcoin diante das incertezas.
Nesta edição, o Ibovespa acumula seis semanas seguidas de alta, renovando sua máxima histórica com valorização de 1,92% na semana passada, enquanto o dólar recua para R$ 5,67.
📉 Estados Unidos: A inflação (CPI) veio abaixo do esperado, mas o grande choque foi o rebaixamento da nota de crédito americana pela Moody’s.
📊 Focus: Expectativas de inflação continuam em leve queda e o câmbio previsto para 2025 é de R$ 5,82.
🌍 Ásia e Europa: Expectativa de novos cortes de juros na Zona do Euro. No Japão, inflação segue pressionada.
🛢 Commodities: Petróleo Brent encerra a semana a US$ 65,34.
🇧🇷 Brasil: A ata do COPOM sinaliza moderação na atividade econômica. O comitê avalia se mantém ou pausa os ajustes na Selic.
Banco do Brasil desaba mais de 12% após resultado do 1T25.
Dá o play e entenda os movimentos que estão agitando o mercado! 📈🇧🇷
Neste episódio, exploramos como um blefe bem executado de Donald Trump virou o jogo da guerra comercial — e trouxe alívio aos mercados globais. Com a China voltando à mesa de negociação, o Brasil emergiu como o “espectador sortudo”, vendo o Ibovespa bater recorde histórico e as ações brasileiras subirem 22% em dólar no ano.
🧭 Você vai ouvir sobre:
A nova máxima do Ibovespa e o retorno do investidor estrangeiro
Como a estratégia de Trump nas tarifas virou o mercado global
O impacto direto nas bolsas da Ásia, Europa e China
A desaceleração econômica nos EUA e o impasse sobre os juros
O cenário da inflação e da Selic no Brasil – e por que o corte pode ser arriscado
A semelhança preocupante com o ambiente fiscal do governo Dilma
A expectativa para os mercados em meio a estímulos, riscos fiscais e rearranjos diplomáticos
💬 “Na mesa do mercado global, Trump não foi o otário. O Brasil, por sorte, também não.”
📉📈 Descubra o que está por trás da alta da bolsa e por que o investidor precisa ter os pés no chão mesmo em tempos de euforia.
O acordo entre Estados Unidos da América e China trouxe alívio para o mercado e representa uma vitória de Donald Trump. Jerome Powell, por sua vez, destacou em sua declaração após a decisão de política monetária a cautela em relação à economia e às pressões inflacionárias.
O Ibovespa fez máxima histórica puxado pelo setor financeiro. Nos últimos dias, várias ações também chegaram no seu maior nível de preços.
O mercado acompanha a divulgação da ata do COPOM que deve trazer mais detalhes do debate interno. A reunião foi apontada como aquela que deu fim ao ciclo de alta na taxa Selic mesmo com as expectativas de inflação desancoradas, algo considerado um erro por muitos analistas.
Nesta edição do Papo de Economia, Leonardo B. Piveta analisa o cenário de forte volatilidade no mercado financeiro, mas também sinais pontuais de alívio. O Ibovespa subiu 3,9% na semana e o dólar caiu para R$5,87, refletindo o movimento global de recuperação parcial dos ativos de risco.
Nos Estados Unidos, indicadores como o deflator PCE e os dados de emprego mostram uma economia ainda estável. O Fed entra em período de silêncio antes da próxima decisão de juros em maio.
Na Europa, o PIB da Zona do Euro cresceu 1,1% em 12 meses, enquanto na China, apesar de um PIB inicial positivo, os sinais são de desaceleração para abril.
No Brasil, o destaque é o esperado superávit de R$1,4 bilhão nas contas públicas de março, embora o mercado de trabalho dê sinais de leve enfraquecimento.
Entre as commodities, o petróleo Brent fechou a US$66,97 o barril, e o ouro, tradicional ativo de proteção, acumula alta de 27% em 2025.
O recuo de Donald Trump na intenção de demitir Jerome Powell também ajudou a reduzir a tensão dos mercados. A esperança de um acordo tarifário entre EUA e China renovou o ânimo, mas a volatilidade continua alta e merece atenção.
From the publisher's feed