
Sign up to save your podcasts
Or


O Ibovespa renovou recordes, subindo 2,39% na semana, enquanto o dólar caiu para R$ 5,30. A retomada das divulgações nos EUA após o fim do shutdown traz de volta dados cruciais para o mercado, começando pelo Payroll.
No Brasil, o IPCA de outubro surpreendeu positivamente com alta de apenas 0,09%. As vendas no varejo também vieram fracas, reforçando o efeito da política monetária. A combinação de inflação sob controle e desaceleração econômica reforça a expectativa de corte na Selic em breve.
Enquanto isso, o Focus do Banco Central ajustou para baixo a projeção de inflação de 2025: agora em 4,46%. Já no cenário internacional, o Japão apresenta retração no PIB e o Reino Unido desacelera na inflação.
Em destaque, o Ibovespa já acumula alta de 33% em 2025 e encerra 15 pregões consecutivos no azul.
A liquidação do Banco Master, decretada pelo Banco Central, marca o fim de meses de incerteza sobre o futuro da instituição.
Com a liquidação do Banco Master, o FGC entra em ação. Ele garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ e por instituição, cobrindo os investidores e correntistas em caso de prejuízo.
O Ibovespa renovou sua máxima histórica com alta de 3,02%, enquanto o dólar recuou para R$ 5,33. No Brasil, o destaque ficou para a manutenção da taxa Selic em 15% e a aprovação da nova tributação sobre dividendos no Congresso.
Nos EUA, o impasse que mantém o governo paralisado já é o mais longo da história, comprometendo a divulgação de dados oficiais. Na Europa, o Banco da Inglaterra manteve os juros, e na China as exportações caíram 25,2% em meio a sinais de deflação.
Enquanto isso, os CEOs de grandes bancos como Goldman Sachs e Morgan Stanley alertam para uma possível correção nas bolsas globais, especialmente no setor de tecnologia
A semana foi marcada pela decisão histórica do Federal Reserve de cortar os juros em 25 pontos-base. Mesmo com cautela nas falas de Powell, o mercado reagiu bem: S&P 500 em alta e Ibovespa renovando sua máxima histórica, com alta de 2,30%. No Brasil, os dados de emprego surpreenderam positivamente, enquanto o Copom deve manter a Selic em 15%. No exterior, o encontro entre Trump e Xi Jinping trouxe alívio ao mercado, e o desempenho da Vale se destacou, com ações subindo mais de 13% em outubro.
A semana foi marcada pela expectativa de corte de juros nos Estados Unidos, inflação controlada e otimismo global. O Ibovespa renovou máxima histórica, subindo 1,93%, enquanto o dólar fechou a R$ 5,39. No Brasil, os dados de mercado de trabalho e o déficit das contas públicas chamam atenção. No exterior, além da decisão do Fed, destaque para o forte salto do petróleo e o resultado da Vale. Também repercutimos o encontro entre Trump e Lula, e a vitória legislativa do partido de Milei na Argentina.
O Ibovespa subiu 1,93% na semana, impulsionado pelo cenário externo mais positivo e pela redução das tensões comerciais entre Estados Unidos e China. O dólar fechou cotado a R$ 5,41.
O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, trouxe nova revisão para baixo na expectativa de inflação para 2025, agora em 4,70%.
Nos Estados Unidos, a divulgação do CPI de setembro, adiada pela paralisação do governo, é aguardada com atenção. Por lá, os bons resultados corporativos sustentaram a alta do S&P 500.
Na China, o PIB do terceiro trimestre veio acima das expectativas, mostrando uma economia mais resiliente. Já no Reino Unido e Japão, os mercados aguardam dados de inflação. A Zona do Euro deve divulgar indicadores de atividade econômica.
No Brasil, o IPCA-15 de outubro deve mostrar desaceleração da inflação. Por outro lado, o IBC-Br veio abaixo do esperado, indicando arrefecimento da atividade econômica.
Entre as commodities, o petróleo Brent recuou para US$ 61,29, enquanto o ouro permanece como destaque, acumulando alta de 63% no ano.
Nesta edição, o mercado global sente o impacto do retorno das ameaças tarifárias dos Estados Unidos sobre a China, reacendendo o temor de uma nova guerra comercial. O Ibovespa caiu 2,44%, o dólar subiu para R$ 5,52 e o risco fiscal interno pressiona os juros longos no Brasil.
Nos EUA, a paralisação do governo continua e mantém a agenda econômica esvaziada. Já no Brasil, o IPCA de setembro subiu 0,48%, com sinais de desaceleração em alguns grupos. O Congresso discute mudanças na tributação sobre aplicações financeiras, e o STF volta a analisar a desoneração da folha de pagamento.
🔎 Destaques do episódio:
Queda forte nas bolsas globais
Alta no dólar e pressão sobre juros longos
Reações às tarifas EUA-China
Inflação no Brasil e dados de varejo/serviços
Arrecadação federal passa de R$ 3 trilhões em 2025
Expectativas de nova proposta fiscal de Haddad
Entenda os efeitos das tensões geopolíticas, dos impostos e da inflação nos investimentos. Um episódio essencial para quem acompanha os mercados financeiros e o cenário macroeconômico brasileiro.
No episódio desta semana, analisamos os principais impactos da paralisação do governo dos Estados Unidos, que adiou dados cruciais como o Payroll e aumentou a tensão entre investidores e o Federal Reserve. A falta de informações oficiais deixa o mercado no escuro e reforça a cautela global.
No Brasil, o IPCA de setembro deve subir 0,51%, com inflação de serviços ainda pressionada. Além disso, o risco fiscal voltou ao centro das atenções após a aprovação de medidas que aumentam gastos e reduzem arrecadação.
No Focus, o mercado revisou novamente para baixo a expectativa de inflação em 2025, agora projetando IPCA de 4,80%.
Falamos ainda sobre:
A alta de 49% no ouro em 2025
Queda no Ibovespa e valorização do dólar
Ibovespa na máxima, dólar nas mínimas enquanto Lula diz que está ocupado demais para negociar tarifas com Donald Trump, presidente dos EUA.
Taxa Selic se mantém em 15% ao ano, mas Boletim Focus sinaliza juros em 12,25% em 2026.
O otimismo veio com a inflação ao produtor (PPI) abaixo do esperado nos EUA, abrindo espaço para o Fed iniciar o corte de juros ainda nesta semana.
No Brasil, o IPCA de agosto caiu 0,11%, mas o COPOM deve manter a Selic em 15%. O Focus trouxe queda nas projeções da Selic para 2026, agora em 12,38%.
Na Europa, o BCE manteve os juros, e na China, a indústria cresceu 5,2%, mas o consumo e o investimento decepcionaram. O Banco do Japão também se reúne esta semana.
Decisões de política monetária no Brasil, EUA e Japão dominam a atenção do mercado global.
O Ibovespa subiu 0,86% e renovou máxima histórica. O dólar fechou a R$ 5,41.Nos EUA, o Payroll veio muito fraco, reforçando a expectativa de corte de juros. No Brasil, o IPCA de agosto deve cair 0,16%.
Na China, a deflação persiste. E a Receita Federal passa a monitorar movimentações acima de R$ 2 mil e rendimentos com aluguel.
From the publisher's feed