Rota do Mercado

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By Leonardo B. PivetaNewsDaily News
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Rota do Mercado episodes

  • Papo de Economia #118 - Maior inflação em 10 anos

    O IPCA-15 de maio registrou a maior inflação para o mês em uma década, enquanto a projeção para 2026 subiu para 5,04% no Boletim Focus, na 11ª alta seguida.

    Nos Estados Unidos, o mercado acompanha o deflator PCE para entender se a inflação elevada será temporária ou mais duradoura. O petróleo Brent fechou a semana em US$ 97,30.

    No Brasil, o PIB deve crescer 1,8% e o desemprego pode cair para 5,9%, mas os juros seguem pressionados pelo avanço da inflação.

    Enquanto o S&P500 sobe pela oitava semana seguida, a bolsa brasileira sofre com a saída do investidor estrangeiro.

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  • Papo de Economia #117 - Dólar nas mínimas frente aos dados de inflação de abril

    O dólar fechou em R$ 4,89, acumulando queda de 10% em 2026, enquanto o mercado segue revisando a inflação para cima. O Focus elevou a projeção para 4,91% em 2026.

    Nos EUA, a inflação continua pressionada pelos combustíveis, com o petróleo Brent em US$ 103,66. Mesmo com a guerra no Irã, o S&P500 renovou máximas históricas após dados fortes de emprego e resultados corporativos.

    No Brasil, o IPCA de abril deve subir 0,63%, reforçando a deterioração inflacionária. Ainda assim, o dólar segue forte para baixo, mesmo com a saída recente do investidor estrangeiro da bolsa brasileira.

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  • Papo de economia #116 - Dólar nas mínimas frente aos dados de inflação de abril

    A inflação segue pressionando os mercados globais, com o petróleo Brent ainda elevado em US$ 103,66. Nos Estados Unidos, os dados de inflação ao consumidor e produtor devem continuar refletindo o impacto da alta dos combustíveis, enquanto as vendas no varejo podem desacelerar diante das incertezas geopolíticas.

    No Brasil, a expectativa para o IPCA de abril é de alta de 0,63%, enquanto a projeção de inflação para 2026 subiu para 4,91%. Mesmo assim, o dólar segue próximo das mínimas do ano, acumulando queda de 10% em 2026 e fechando a semana em R$ 4,89.

    O mercado americano continua resiliente, com o S&P 500 renovando máximas históricas após dados fortes de emprego e resultados corporativos positivos. Já o Ibovespa caiu 1,71%, pressionado principalmente pela saída de capital estrangeiro nos últimos dias.

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  • Papo de economia #115 - Petróleo acima de US$ 100 pressiona inflação global

    O petróleo Brent segue acima de US$ 100 e fechou a semana em US$ 113,58, mantendo elevada a preocupação com inflação ao redor do mundo. O choque nos preços de energia continua pressionando principalmente Europa e Ásia, enquanto os mercados acompanham os desdobramentos no Oriente Médio.

    Nos Estados Unidos, o foco está no Payroll, com expectativa de criação de 73 mil vagas, além da continuidade da expansão no setor de serviços. Mesmo sem avanços concretos no cenário geopolítico, as bolsas americanas seguem sustentadas em níveis elevados.

    No Brasil, o COPOM reduziu a Selic em 0,25%, levando a taxa para 14,50% ao ano. Ainda assim, as projeções de inflação para 2026 voltaram a subir, alcançando 4,89% no Boletim Focus. O setor industrial segue fraco, com o PMI caminhando para o 11º mês consecutivo em contração.

    O Ibovespa caiu 1,80% na semana, enquanto o dólar fechou em R$ 4,96, ainda próximo das mínimas do ano. O mercado também acompanha a temporada de resultados corporativos e o avanço das discussões eleitorais no Brasil.

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  • Papo de Economia #114 - Expectativa de mais um corte na Selic

    O petróleo Brent segue elevado, fechando a semana em US$ 108,23, enquanto o impasse no Oriente Médio continua pressionando as expectativas de inflação global. Mesmo assim, a bolsa americana permanece próxima das máximas históricas.

    Nos Estados Unidos, o principal foco é a reunião do Federal Reserve, que deve manter os juros inalterados. O mercado também acompanha a divulgação do deflator PCE, indicador importante de inflação para o Fed.

    Na Europa, os investidores monitoram a inflação da Zona do Euro, enquanto China e Japão divulgam dados de atividade e política monetária. O Banco do Japão deve manter os juros estáveis.

    No Brasil, o mercado espera novo corte de 0,25% na Selic, levando a taxa para 14,50% ao ano, mesmo com as projeções de inflação para 2026 subindo para 4,86%. O Ibovespa caiu 2,55% na semana, com o dólar fechando em R$ 4,98. A temporada de resultados também ganha destaque com a divulgação do balanço da Vale.

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  • Papo de Economia #113 - Inflação mostrará os impactos dos combustíveis

    A inflação global ganha força com o impacto dos combustíveis. O petróleo Brent fechou em US$ 109,03, pressionando os preços ao redor do mundo. Nos Estados Unidos, a inflação de março pode subir cerca de 1%, refletindo diretamente o choque no petróleo.

    Na China, os preços ao produtor devem sair de mais de 3 anos de deflação, impulsionados pelo custo de energia. No Brasil, o IPCA de março é esperado em 0,75%, enquanto as projeções para 2026 já sobem para 4,36% no Focus e até 4,7% segundo o BTG.

    Mesmo com esse cenário inflacionário, o mercado reagiu positivamente a rumores de trégua no Oriente Médio. O Ibovespa subiu 2,91% na semana, com o dólar em R$ 5,16.

    O fluxo estrangeiro segue forte em 2026, já sendo o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior. Agora, os investidores monitoram os dados de inflação para entender os próximos passos dos juros e o impacto no crescimento global.

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  • Papo de Economia #112 - A Inflação deve ser mais alta em 2026

    A inflação no Brasil para 2026 segue em trajetória de alta, com revisões constantes impulsionadas principalmente pela disparada do petróleo no cenário global. O aumento do Brent reforça a pressão inflacionária e eleva as expectativas para o IPCA.

    Nos Estados Unidos, dados como o payroll e as vendas no varejo indicam uma economia ainda resiliente, enquanto na Europa a inflação acelera com impacto direto dos combustíveis. Já a China apresenta sinais de desaceleração na atividade industrial, adicionando incerteza ao crescimento global.

    No Brasil, o mercado de trabalho continua forte, mas o ambiente de aversão ao risco pressiona as curvas de juros, com taxas prefixadas voltando a níveis elevados. Mesmo assim, a bolsa brasileira mantém desempenho superior ao mercado americano no ano, destacando um movimento de rotação global de capital.

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  • Papo de Economia #111 - Forte oscilação no mercado marca a semana

    A semana foi marcada por forte volatilidade nos mercados financeiros, impulsionada pela guerra no Irã e pela alta do petróleo, fatores que aumentaram a aversão ao risco global. Bolsas em queda, juros futuros em alta e dólar pressionado refletem o cenário de incerteza.

    Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve a taxa de juros, enquanto investidores acompanham os impactos do conflito no Oriente Médio sobre a inflação. Na Europa, o Banco Central Europeu segue monitorando o avanço dos preços dos combustíveis, e no Japão há expectativa de maior pressão inflacionária.

    No Brasil, a inflação projetada continua subindo, com o IPCA-15 no radar e dados de emprego sendo acompanhados de perto. O avanço do preço do diesel já impacta a economia e amplia as incertezas políticas, reforçando um ambiente desafiador para investidores.


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  • Papo de Economia #110 - Decisão de juros nos EUA e Brasil ante o aumento do petróleo

    A alta do petróleo, impulsionada pela guerra no Irã e pelo fechamento do Estreito de Ormuz, passou a influenciar diretamente as decisões de juros ao redor do mundo. O barril do Brent acumula forte valorização, pressionando a inflação global e aumentando a incerteza sobre os próximos passos dos bancos centrais.

    Nos Estados Unidos, o mercado espera manutenção dos juros pelo Fed, enquanto avalia se o choque no petróleo será temporário ou persistente. Na Europa, o Banco Central Europeu também deve manter as taxas, mas já considera cenários alternativos para inflação. Na Ásia, a atividade industrial chinesa surpreende positivamente, enquanto o Japão segue com política monetária estável.

    No Brasil, o cenário se torna mais delicado. Apesar da expectativa de um corte de 0,25% na Selic, o aumento nos preços dos combustíveis, já refletido no reajuste do diesel, eleva as preocupações com a inflação e pode mudar o tom do Banco Central.

    Com isso, a autoridade monetária enfrenta um dilema: estimular a economia com juros mais baixos ou conter a inflação diante do choque de custos. Esse novo contexto pode levar à manutenção de juros elevados por mais tempo, dependendo da evolução do cenário externo.

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  • Papo de Economia #109 - Guerra no Irã mexe com o preço do petróleo e pode mexer com seu bolso

    A escalada da guerra no Irã elevou fortemente o preço do petróleo, impactando os mercados globais e trazendo risco direto ao bolso do consumidor. O barril do Brent chegou a ultrapassar 100 dólares, mas recuou após sinais de possível trégua, aumentando a volatilidade. No Brasil, esse movimento pressiona combustíveis, inflação e pode afetar o ritmo de queda da Selic. Ao mesmo tempo, o cenário global segue atento a dados de inflação nos Estados Unidos, atividade na Europa e salários no Japão, enquanto o mercado local já sente reflexos com queda da bolsa, alta do dólar e expectativa de aceleração do IPCA.

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A economia do discurso está no palanque dos governantes e nas capas dos jornais. Mas não está na empresa do brasileiro, na sua vida cotidiana — e muito menos nas prateleiras.