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O ataque americano ao Irã dominou os mercados nesta semana: petróleo Brent disparou 9,9% e ouro subiu 5,57%. O que esse choque geopolítico muda na estrutura do seu patrimônio — não na economia, no seu capital.
Neste episódio: impacto da tensão no Oriente Médio nas commodities, leitura do IPCA-15 acima do esperado, expectativas do Focus (Selic a 12% no final de 2026 e inflação em 3,91%), dados de emprego nos EUA, PIB do Brasil no 4T25.
No episódio de hoje do Papo de Economia, analisamos a queda do dólar às mínimas recentes, a alta do Ibovespa e as novas expectativas para cortes na Selic, além dos principais indicadores que movimentam os mercados globais e brasileiros.
Comentamos os dados do Boletim Focus do Banco Central do Brasil, que apontam inflação de 3,91% para 2026, o desempenho resiliente da economia dos Estados Unidos, a decisão da Suprema Corte que derrubou tarifas impostas por Donald Trump e os sinais do FOMC sobre juros americanos. Também abordamos a inflação em Tóquio no Japão, a política de crédito da China, o comportamento do petróleo Brent diante das tensões entre Estados Unidos e Irã, além do impacto do IPCA-15, mercado de trabalho aquecido e fluxo estrangeiro sustentando a bolsa brasileira.
Leonardo B. Piveta comenta os dados mais recentes de inflação no Brasil e nos Estados Unidos e os impactos imediatos nos mercados.
O Ibovespa avançou enquanto o dólar encerrou a semana em R$ 5,22, refletindo a entrada de capital estrangeiro e as expectativas para juros e atividade econômica. O Boletim Focus do Banco Central do Brasil projeta inflação de 3,97% para 2026, enquanto nos Estados Unidos os investidores aguardam os dados de inflação ao consumidor e ao produtor após o adiamento do Payroll devido ao shutdown do governo.
No cenário internacional, destaque para o PIB do Reino Unido, a atividade industrial da China e a proximidade do Ano Novo Lunar. No Brasil, a prévia do IPCA de janeiro, os sinais de desaceleração no varejo e serviços e as mudanças na diretoria do Banco Central pressionaram os juros futuros, enquanto o fluxo estrangeiro segue sustentando a valorização dos ativos.
Leonardo B. Piveta analisa as expectativas de queda da Selic em 2026 e a continuidade da forte alta das ações brasileiras, com o Ibovespa renovando máximas impulsionado pelo fluxo estrangeiro.
O dólar recuou para a faixa de R$ 5,26, enquanto o Boletim Focus do Banco Central do Brasil projeta inflação de 3,99% para 2026, reforçando a perspectiva de início do ciclo de cortes de juros nos próximos meses. Nos Estados Unidos, o FOMC manteve os juros e o mercado acompanha os dados de emprego e a possível indicação de Kevin Warsh por Donald Trump para a presidência do Federal Reserve.
No Banco Central Europeu, a expectativa é de manutenção das taxas, enquanto China e Japão têm agenda econômica mais tranquila.
No Brasil, a Selic foi mantida em 15%, mas investidores já antecipam cortes a partir de março, cenário que, somado à entrada de capital estrangeiro, sustenta a valorização expressiva da bolsa brasileira e a queda recente do dólar.
O primeiro mês do ano começa com Ibovespa em alta de 0,88% e dólar a R$ 5,37, puxado pelo desempenho das empresas de commodities em meio às expectativas eleitorais no Brasil.
📉 Boletim Focus: inflação esperada para 2026 recua para 4,02%, indicando perspectiva de menor pressão inflacionária ao longo do ano.
🇺🇸 Estados Unidos:
O deflator PCE, principal termômetro da inflação ao consumidor, será divulgado esta semana.
A expectativa gira em torno do nome que o presidente Donald Trump indicará para comandar o Federal Reserve, o banco central dos EUA.
🌍 Ásia e Europa:
A China cresceu 5% em 2025, mas o setor imobiliário continua encolhendo – queda de quase 18% no ano.
Na Zona do Euro, os dados de atividade permanecem resilientes e a inflação parece sob controle, dentro da meta do BCE.
🛢️ Commodities:
Petróleo Brent fechou a US$ 63,64
Ouro acumula alta de mais de 8% no ano diante da escalada de tensão entre EUA e Irã.
🇧🇷 Brasil:
A arrecadação federal em 2025 deve atingir quase R$ 3 trilhões, impulsionada pelos sucessivos aumentos de impostos promovidos pelo governo.
O FGC (Fundo Garantidor de Créditos) inicia nesta semana a liberação dos pagamentos aos investidores do Banco Master, encerrando uma das maiores tensões do mercado de renda fixa no último trimestre.
No último episódio do ano, Leonardo B. Piveta faz um panorama dos principais acontecimentos que movimentaram os mercados em 2025.
Japão surpreende com alta dos juros para 0,75%, após anos em patamar zerado.
Apesar das incertezas políticas — como o anúncio de Flávio Bolsonaro como candidato à presidência em 2026, que gerou forte reação no mercado —, o Ibovespa encerra 2025 com desempenho robusto, puxado por bancos, empresas de serviços básicos e ações da Vale (que sobem quase 50% no ano).
🔒 O ouro brilhou como ativo de proteção em meio a um cenário global mais tenso, consolidando-se como o grande vencedor do ano com alta de mais de 65%.
Nesta edição do Papo de Economia, Leonardo B. Piveta comenta os principais eventos que marcaram a semana de 15 de dezembro de 2025 no mercado financeiro.
🔺 O Ibovespa subiu 2,16% e o dólar encerrou cotado a R$ 5,42, refletindo o alívio global com o payroll mais fraco nos Estados Unidos e a manutenção da taxa Selic no Brasil.
Destaques do episódio:
🇺🇸 Estados Unidos
O payroll de novembro veio abaixo do esperado, reforçando o discurso de Jerome Powell sobre a importância dos dados de emprego.
Os juros foram cortados conforme previsto, mas o tom do Fed indica que novos cortes só virão com sinais claros de desaceleração.
🇧🇷 Brasil
O COPOM manteve a Selic em 15%, mas o comunicado veio com um tom mais duro, esfriando as apostas de corte já em janeiro.
Dados de atividade econômica mostram estagnação no segundo semestre, mas o Ibovespa segue em alta, impulsionado pela confiança do investidor.
🌍 Europa e Ásia
O Banco Central Europeu deve manter os juros em 2%.
O Banco do Japão também decide sobre política monetária nesta semana.
🛢️ Commodities
O petróleo Brent caiu para US$ 61,17.
O destaque é o ouro, que acumula alta de quase 65% em 2025.
📊 Focus e inflação
O Boletim Focus trouxe a quinta revisão baixista seguida da inflação, com o IPCA de 2025 agora projetado em 4,36%.
O episódio 100 do Papo de Economia marca uma semana agitada no mercado financeiro, onde política e juros dividem os holofotes.
A grande notícia foi a confirmação de Flávio Bolsonaro comocandidato à presidência nas eleições de 2026, com apoio direto do ex-presidente Jair Bolsonaro. A reação do mercado foi clara: Ibovespa caiu 1,07%, com forte aversão ao risco. O dólar subiu e fechou em R$ 5,45.
Além do cenário político, esta semana traz decisões cruciaispara os investidores:
Selic em pauta: o Copom decide a nova taxa de juros noBrasil;
Boletim Focus: projeções de inflação para 2025 caem para4,40%;
Estados Unidos: reunião do FOMC deve confirmar novo corte na taxa de juros americana;
Zona do Euro e China: produção industrial e dados deinflação seguem no radar global;
Commodities: petróleo Brent fechou cotado a US$ 63,75.
O Ibovespa renovou sua máxima histórica com alta de 2,78%, enquanto o dólar encerrou a semana a R$ 5,34. O otimismo global com o possível corte de juros nos EUA impulsionou os mercados, e o índice brasileiro teve seu melhor mês desde agosto de 2024.
No Brasil, o PIB do 3º trimestre deve confirmar a desaceleração da economia, com expectativa de crescimento de 1,61% em relação ao ano anterior. A taxa de desemprego também recuou, com queda da força de trabalho. Enquanto isso, empresas seguem antecipando o pagamento de dividendos para evitar os impactos da nova tributação.
No exterior, destaque para o deflator PCE nos EUA e para o pior desempenho de atividade na China desde 2023. O barril de petróleo Brent fechou a US$ 62,05.
No Focus, projeções de inflação para 2025 seguem em queda, agora em 4,43%.
O Ibovespa recuou 1,88% enquanto o dólar voltou a subir, fechando a semana a R$ 5,40.
Nos EUA, o Payroll de setembro veio mais forte que o esperado, reduzindo as apostas de cortes na taxa de juros. A ata do FOMC confirmou a divisão entre os dirigentes, aumentando a incerteza. Mesmo com bons resultados da Nvidia, o S&P500 teve queda na semana.
No Brasil, a inflação segue em queda — o Focus reduziu a projeção para 2025 a 4,45%. Já o mercado de trabalho continua firme e os dados do Caged e da PNAD devem reforçar esse cenário. O BC divulga também os dados de crédito do mês de outubro.
Enquanto isso, a liquidação do Banco Master gerou movimentação no setor financeiro. Investidores e correntistas devem recorrer ao FGC para recuperação.
Na Europa, o turismo e os investimentos em IA sustentam a economia, apesar das dificuldades na indústria. E o petróleo Brent caiu para US$ 62,05.
No radar, segue a preocupação fiscal no Brasil: o governo continua buscando formas de aumentar a arrecadação para equilibrar o orçamento de 2026.
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