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O mercado brasileiro enfrentou uma semana de forte turbulência após o segundo turno das eleições. O Ibovespa acumulou queda de 18,12%, com acionamento de circuit breaker, enquanto o dólar fechou em R$ 5,44. Foram cinco pregões consecutivos de queda, refletindo a incerteza sobre os rumos econômicos do novo governo.
No exterior, o Federal Reserve manteve os juros, mas empresas de tecnologia sofreram fortes perdas, com destaque para a Intel, que chegou a cair mais de 30% durante o pregão. O petróleo Brent encerrou a semana em US$ 115,88.
Neste episódio, analisamos a expectativa pela decisão do COPOM, a manutenção da Selic em 13,75% e os sinais que o Banco Central poderá dar sobre a política monetária enquanto o mercado aguarda a definição da nova equipe econômica.
O Ibovespa caiu 13% com a reeleição de Lula.
O dólar saltou 8%, cotado a R$5,40 e os juros futuros subiram 20%.
Temos decisão do Fed sobre os juros americanos nesta semana.
O Ibovespa teve queda de 3,08% enquanto o dólar fechou cotado a R$ 5,08.
Focus
O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, mostrou que a inflação esperada para 2026 caiu pela sexta semana seguida, saindo de 5,03% para 5,02%.
Estados Unidos
A inflação ao consumidor e ao produtor será os catalisadores de fluxo nesta semana. Os dados de emprego mostraram a destruição de 20 mil vagas de emprego, surpreendendo o mercado.
A inflação deu uma trégua, mas isso não significa que os juros vão despencar agora. O Boletim Focus reduziu a projeção do IPCA de 2026 de 5,16% para 5,15%, e eu vou te explicar em menos de 1 minuto o que isso muda nos teus investimentos. Primeiro, entenda: foi a terceira queda semanal seguida, então a direção melhorou. Depois, compare com a meta: o teto é 4,5%, e a projeção ainda está acima dele.
Agora, olhe para a Selic: o mercado espera 14% no fim de 2026, contra os atuais 14,25%. Agora vem o segredo: o Copom não corta juros por causa de uma única revisão de 0,01 ponto; ele precisa enxergar inflação desacelerando de forma consistente, expectativas melhorando e economia perdendo força. Depois, acompanhe o dólar, o petróleo e os preços de serviços, porque eles podem atrasar novos cortes. Por último, não mude toda a carteira apostando numa queda rápida dos juros.
A inflação brasileira surpreendeu positivamente em junho, com o IPCA de apenas 0,16%, abaixo das expectativas. Com isso, a projeção para a inflação de 2026 recuou de 5,30% para 5,16%, aumentando as apostas de um novo corte na taxa Selic.
No exterior, o petróleo Brent voltou a subir para US$ 79,15 diante da falta de um acordo entre Estados Unidos e Irã. Enquanto isso, investidores acompanham os dados de inflação e vendas no varejo nos EUA e o crescimento da economia chinesa.
O cenário mais favorável para a inflação impulsionou os mercados brasileiros, levando o Ibovespa a subir 2,18% na semana, com forte alta na sexta-feira diante da perspectiva de juros menores.
O primeiro semestre de 2026 foi marcado por inflação elevada, cortes da Selic, guerra pressionando o preço do petróleo, dólar mais forte e o Ibovespa renovando máximas históricas antes de uma correção.Neste vídeo, Leonardo B. Piveta explica os principais acontecimentos da economia brasileira e do mercado financeiro, mostrando como esses fatores impactam empresários, investidores e famílias que desejam proteger e multiplicar patrimônio.
Se você é empresário, investidor ou busca tomar decisões mais inteligentes com seu patrimônio, este podcast foi feito para você.
A divulgação do IPCA de junho será o principal destaque da semana, com a inflação acumulada em 12 meses podendo atingir 4,80%. Apesar de o Focus reduzir levemente a projeção para 2026, de 5,33% para 5,30%, o cenário fiscal continua preocupando os investidores.
Nos Estados Unidos, o Payroll surpreendeu negativamente, com apenas 57 mil vagas criadas, enquanto o mercado aguarda a ata do Fed. No Brasil, dados da indústria e dos investimentos indicam perda de ritmo da economia, mesmo com o Ibovespa registrando alta de 0,45% e o petróleo Brent encerrando a semana em US$ 72,10.
Após 15 semanas consecutivas de alta, a projeção de inflação para 2026 finalmente se estabilizou em 5,33%. Agora, o mercado volta as atenções para os dados de emprego, atividade econômica e inflação que podem definir o rumo dos juros nos próximos meses.
Nos Estados Unidos, o destaque é o Payroll, enquanto Europa e China divulgam novos indicadores de inflação e atividade. No Brasil, o mercado acompanha os dados de emprego e da indústria. O petróleo Brent caiu para US$ 72,33, acumulando queda superior a 9% em junho.
Neste episódio, analisamos por que, mesmo com a queda do petróleo e a recuperação de 2,95% do Ibovespa, as contas públicas continuam sendo a principal preocupação dos investidores e um fator de pressão sobre a inflação brasileira.
O Banco Central reduziu a Selic para 14,25% ao ano mesmo com a inflação esperada para 2026 subindo para 5,33%, na 15ª semana consecutiva de alta. O mercado agora questiona os próximos passos da política monetária diante da persistência da inflação.
Nos Estados Unidos, o Fed manteve os juros inalterados e reforçou o compromisso com o combate à inflação. Enquanto isso, o petróleo Brent recuou para US$ 79,21 após sinais de redução das tensões no Oriente Médio.
Neste episódio, analisamos por que a queda da Selic aumentou as incertezas dos investidores
A decisão do COPOM ganha ainda mais importância após a projeção de inflação para 2026 subir para 5,30%, marcando a 14ª semana consecutiva de alta no Boletim Focus. O mercado debate se o Banco Central conseguirá continuar cortando os juros diante da piora das expectativas.
No cenário internacional, a possibilidade de um acordo entre EUA e Irã reduziu a tensão nos mercados e ajudou a derrubar os juros futuros americanos. O petróleo Brent recuou para US$ 82,92, enquanto o Federal Reserve deve manter os juros inalterados.
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