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O artigo elaborado pelos médicos José Provenza e José Martinez aborda alguns aspectos básicos na compreensão dos múltiplos mecanismos de transmissão e controle da intensidade de dor, desde a sua origem até o sistema nervoso central.
No último artigo da revista sobre reumatologia pediátrica, as médicas Luciana Peixoto, Vanessa Guissa e Maria Teresa Terreri trazem os principais aspectos das uveítes, vasculites, esclerites, episclerites. Os reumatologistas precisam estar familiarizados com essas doenças, pois são frequentemente responsáveis pela indicação e supervisão do tratamento e estão sempre em estreita colaboração com o oftalmologista.
A fragilidade óssea é relativamente comum na faixa etária pediátrica e a avaliação da saúde óssea das crianças e adolescentes deve ser realizada, especialmente na presença de fatores de risco, para a detecção da baixa densidade mineral óssea e intervenção clínica. Os reumatologistas Maria Carolina dos Santos, Melissa Mariti Fraga e Rogério do Prado trazem as principais orientações sobre como diagnosticar e tratar a osteoporose nessa faixa etária.
O artigo elaborado pelas reumatologistas Ana Luiza Mendes Amorim Caparroz , Maria Heloiza Torres Ventura e Nadia Emi Aikawa traz as recomendações acerca do uso das principais classes de medicamentos no tratamento de gestantes e lactantes portadoras de doenças inflamatórias imunomediadas (DIIM). Como complemento do áudio, você pode encontrar um resumo das orientações no Quadro 1, disponível no fim do artigo.
Os reumatologistas pediátricos Taciana Fernandes, Francisco Gomes e Fabíola Kuchiki apresentam o arsenal terapêutico de imunobiológicos disponíveis dentro da faixa etária pediátrica e mostram quais deles ainda estão em fase de ensaio clínico. A maioria desses tratamentos é usada para a artrite idiopática juvenil, mas alguns já estão sendo estudados e aprovados para o tratamento de casos refratários de lúpus eritematoso sistêmico juvenil, dermatomiosite juvenil, síndromes autoinflamatórias e algumas vasculites.
A Dra Daniela Piotto em parceria com a reumatologista pediátrica Kátia Kozu e o reumatologista clínico Sandro Perazzio escreveram um artigo para auxiliar os demais profissionais no diagnóstico das doenças autoinflamatórias na infância (DAI). A classificação das DAI pode ser baseada na fisiopatologia em inflamassomopatias, relopatias e interferonopatias, ou centrada nos aspectos clínicos em DAI febris periódicas, doenças piogênicas assépticas cutâneas e ósseas. O diagnóstico deve levar em consideração o tripé: fenótipo clínico, marcadores inflamatórios e achados genéticos.
Os reumatologistas Lucia Maria de Arruda Campos, Luciana Martins de Carvalho e Matheus Zanata Brufatto fazem uma revisão sobre a atualização terapêutica da Nefrite no Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil (LESJ). Apesar da introdução de drogas efetivas e melhora prognóstica nas últimas décadas, a progressão da doença renal ainda é preocupante.
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