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A esclerose sistêmica (ES) é uma doença autoimune do tecido conjuntivo, que pode acometer a pele, o tecido subcutâneo e os órgãos internos. A principal característica é o espessamento cutâneo visto que doenças como esclerodermia localizada, fasciíte eosinofílica, escleromixedema, fibrose sistêmica nefrogênica, escleredema de Buschke e a síndrome POEMS, também compartilham dessa manifestação. Nesta revisão, os médicos Marília Santos, Carlos Teixeira e Ana Paula Toledo abordam as diferenciações entre as doenças da pele.
A diabetes do tipo 1 (DT1) é uma doença autoimune conhecida pela destruição das células-β pancreáticas produtoras de insulina, resultando na hiperglicemia. Embora o mecanismo celular citotóxico de hipersensibilidade seja bem descrito na patogênese desta doença, devido a diversos fatores ambientais e genéticos, os macrófagos têm um papel expressivo no desenvolvimento e na progressão da insulite, uma vez que são as primeiras células a chegarem ao local e a depleção deles é capaz de impedir que camundongos não obesos apresentem DT1. Neste artigo, os médicos Henrique Ferraiuolo, Webster da Costa e Pedro Vieira discutem e esclarecem o que se tem de estudos sobre o assunto.
O artigo explora o aumento da esofagite eosinofílica nas últimas décadas e a evolução das opções terapêuticas. Diversas doenças sistêmicas autoimunes podem cursar com acometimento esofágico secundário nesses pacientes, nos quais o tratamento deve melhorar a qualidade de vida e evitar complicações. O conteúdo foi escrito pelos médicos Karoline Soares Garcia, Álvaro Henrique de Almeida Delgado, Ricardo Correa Barbuti e Tomás Navarro Rodriguez.
Neste artigo, os médicos Thaís Trigo, Talles Renon, Rafaela Dassoler e Marjorie Argollo explicam as manifestações intestinais e autoimunidade de pacientes reumatológicos ao desenvolverem sintomas gastrointestinais, sendo a diarréia um dos mais prevalentes e de mais difícil manejo.
Fibromialgia e lombalgia são dois dos mais frequentes motivos de consulta médica em reumatologia. O manejo adequado da dor crônica desses pacientes envolve a utilização de escalas e questionários que auxiliam o reumatologista e o próprio paciente no seguimento da doença. Nesta revisão, os reumatologistas Diogo Domiciano, Joaquim Ivo Landim e Fábio Jennings trazem as principais ferramentas de avaliação clínica em fibromialgia e lombalgia.
As fraturas vertebrais são frequentes em osteoporose e a maioria dos pacientes são assintomáticos, de forma que a busca ativa radiológica de fratura vertebral deve ser considerada na avaliação. Dessa forma, os reumatologistas Diogo Domiciano, André Franco e André Lyrio detalham as principais métricas em Osteoporose, destacando o que se refere ao uso do FRAX, estratificação do risco de fratura e avaliação da fratura vertebral.
Neste artigo, os reumatologistas Thauana Oliveira e Marcelo Pinheiro discorrem sobre os critérios de classificação da Hiperostose Idiopática Esquelética Difusa(DISH), uma condição sistêmica que se caracteriza pela calcificação progressiva de ligamentos e ênteses axiais e periféricas.
A sarcoidose é uma doença inflamatória multissistêmica, com apresentação e curso clínico variável, podendo afetar qualquer órgão e evoluir desde remissão espontânea até disfunção de múltiplos órgãos. Em seu artigo, o reumatologista Leandro Prado discute os principais pontos a serem considerados no diagnóstico e propõe um algoritmo para sistematizar o reconhecimento da patologia.
As vasculites sistêmicas primárias caracterizam-se, principalmente, pela inflamação da parede de grandes, médias e pequenas artérias, frequentemente associadas a manifestações graves que ameaçam o funcionamento de órgãos e a própria vida. Neste artigo, Zoraida Sachetto, Mariana de Aguiar, João Gabriel Dantas e Ana Beatriz Bacchiega descrevem as principais ferramentas validadas de avaliação da atividade de doença e dano relacionado à doença.
A esclerose sistêmica (ES) é uma doença reumática autoimune crônica com manifestações clínicas heterogêneas, e curso e prognóstico variáveis. É, entre as doenças reumáticas imunomediadas, uma das com maiores taxas de mortalidade. Neste artigo, os reumatologistas Lucas Victoria Martins, Andressa Shinzato e Cristiane Kayser revisaram as ferramentas de classificação, avaliação e tratamento da doença.
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