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O reumatologista apresenta uma formação ampla com possibilidade de atuar em diversas áreas, incluindo consultório e hospitais. No hospital, desempenha papel crucial, diagnosticando e tratando doenças sistêmicas, manejando a dor e acessando terapias avançadas, atuando em equipes multidisciplinares que são importantes para o monitoramento de doenças crônicas. No consultório, pode desfrutar da autonomia profissional, construir sua marca pessoal e estabelecer relação direta com pacientes. Neste artigo, o reumatologista Edgard dos Reis Neto traz os benefícios e desafios de atuar nestes dois cenários.
A carreira acadêmica na Reumatologia consiste em se dedicar progressivamente às atividades de assistência, ensino, pesquisa, extensão de serviços à comunidade, gestão, inovação, internacionalização, ações de sustentabilidade e humanização, assim como capacitação de recursos. Neste artigo, os reumatologistas Samuel Shinjo e Clovis Artur Almeida da Silva fazem uma análise crítica das oportunidades e dos desafios de vários aspectos da trajetória acadêmica de um professor na Reumatologia.
Neste artigo, a Dra. Sandra Watanabe aborda sobre as diferentes atividades que o médico reumatologista pode desempenhar nas sociedades de especialidade, além do trabalho assistencial e acadêmico.
A síndrome SAPHO é uma rara síndrome autoinflamatória que afeta ossos, articulações e pele, com predomínio em mulheres de meia-idade. As manifestações clínicas da SAPHO compartilham semelhanças com outras condições, como artrite psoriásica
e espondiloartrite axial. Neste artigo, os reumatologistas Rywka Golebiovski e Marcelo Pinheiro trazem uma visão atualizada sobre a síndrome SAPHO e a CRMO, debatendo epidemiologia, etiopatogenia, classificação, manifestações clínicas, diagnóstico e opções terapêuticas, bem como as similaridades e diferenças entre elas e as espondiloartrites.
As doenças de depósito são condições crônicas em que o acúmulo de determinada substância interfere no funcionamento habitual de órgãos e sistemas, causando sinais e sintomas, além de se associar à elevada morbidade e mortalidade. Neste artigo, o Dr. Nilton Salles aborda sobre ocronose, Fabry e Gaucher, para que o diagnóstico correto seja feito precocemente e traga um impacto positivo no prognóstico destes pacientes.
Neste artigo, os doutores Nilton Salles e Patrícia Ribeiro falam sobre algumas displasias esqueléticas, apontando características epidemiológicas, fisiopatológicas, clínicas, radiográficas e terapêuticas de melorreostose, paquidermoperiostose, osteocondrite vertebral (histiocitose de células de Langerhans) e fibrodisplasia ossificante progressiva.
A sarcoidose é uma doença granulomatosa multissistêmica com manifestações clínicas heterogêneas e patogênese complexa. Acredita-se que exposições ambientais em indivíduos geneticamente predispostos sejam responsáveis pelo seu desenvolvimento. No artigo produzido pelos doutores Henrique Giardini, Joaquim Vasques, Luis Ferrari e Rafael Cordeiro, é discutido os aspectos da epidemiologia, fisiopatologia, apresentações clínicas, investigação, diagnósticos diferenciais e abordagens terapêuticas da sarcoidose.
A policondrite recidivante é uma doença autoimune sistêmica rara caracterizada por crises recorrentes de inflamação dos tecidos cartilaginosos e/ou ricos em proteoglicanos. As manifestações clínicas incluem sintomas constitucionais, condrite auricular e nasal, além de acometimento articular, dermatológico, ocular, cardiorrespiratório. A síndrome VEXAS é, por sua vez, uma doença autoinflamatória adquirida, que possui as mesmas manifestações clínicas da policondrite recidivante. Este artigo, escrito pelos médicos André Silva Franco, Carlos Emilio Echauri e Samuel Shinjo, busca esclarecer a diferenciação entre as doenças.
Neste artigo, os reumatologistas Erika Biegelmeyer e João Dantas falam sobre a vasculite urticária hipocomplementêmica e as glomerulopatias C3, que são duas doenças mimetizadoras do complemento.
As vasculites sistêmicas compreendem um grupo de doenças inflamatórias que afetam os vasos sanguíneos com consequências graves, incluindo isquemia tecidual, anomalias estruturais, como aneurismas e dissecções e lesões orgânicas. Neste artigo, os médicos Carlos Teixeira, Ana Paula Toledo e Zoraida Sachetto discutem sobre outras formas de vasculites sistêmicas raras, como as vasculites associadas ao ANCA por droga, Cogan, Susac e primária do sistema nervoso central.
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