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Os reumatologistas Henrique Sampaio e Renata Rosa abordam a necessidade de critérios classificatórios de gota e doença por depósito de pirofosfato de cálcio (CPPD) para homogeneizar grupos de pacientes com as mesmas características clínicas e laboratoriais e possibilitar melhor abordagem diagnóstica e terapêutica.
Neste artigo, as reumatologistas Juliana Gennari e Louise Morais abordam as métricas de avaliação da Síndrome de Sjögren Primária, doença reumática inflamatória crônica que pode apresentar manifestações glandulares e sistêmicas.
As métricas em reumatologia pediátrica são utilizadas para mensurar a atividade de doença e resposta terapêutica a fim de aprimorar o acompanhamento do paciente reumático até a remissão da doença. Entenda sobre o assunto no artigo escrito pelas médicas Ana Luiza Caparroz, Gleice Clemente, Nádia Emi Aikawa e Vanessa Guissa.
A reumatologista Maria Carolina dos Santos revisa os critérios de Jones para o diagnóstico da febre reumática para que ele seja feito de forma adequada e precoce. A febre reumática é uma complicação decorrente da infecção por estreptococo beta hemolítico do grupo A de Lancefield, que pode evoluir com comprometimento cardíaco com alta morbidade e mortalidade.
Tabagismo é definido como uma doença crônica que tem como principal característica a dependência química da nicotina. É causa prevenível de altos índices de mortalidade e morbidade, e causa de mais de 50 doenças. Toda ação por parte dos profissionais de saúde para controlar o tabagismo e tratar os tabagistas têm alto impacto na saúde pública. Entenda mais sobre o assunto no artigo produzido pela Dra Maria Vera Cruz de Oliveira.
Os endocrinologistas Débora Moroto e João Roberto Maciel Martins abordam a relação existente entre as doenças tireoidianas e a reumatologia. O objetivo desta revisão é fornecer uma atualização das principais doenças tireoidianas no tocante à sua etiopatogenia, diagnóstico e tratamento.
Nesta revisão, a endocrinologista Patricia Moreira e o reumatologista Rodrigo de Oliveira abordam como as principais medicações utilizadas no tratamento das doenças reumatológicas podem interferir no metabolismo da glicose. Além disso, eles trazem uma sugestão de avaliação e tratamento da hiperglicemia induzida pelos glicocorticoides.
O artigo aborda a utilização de iJAKs no tratamento de doenças reumáticas, em especial, a artrite reumatoide. As reumatologistas Karina Bonfiglioli e Ana Cristina de Medeiros abordam as principais atualizações em eficácia, segurança e mecanismos de ação dessa nova classe de drogas que vem ganhando cada vez mais espaço no arsenal terapêutico da AR.
O Dr. Nilton Salles aborda a utilização do abatacepte no tratamento de artrite reumatoide, artrite psoriásica e artrite idiopática juvenil forma poliarticular. Esse medicamento, inibidor de CD80/86, tem se mostrado eficaz no controle dos sinais, sintomas e evolução dessas três doenças.
O artigo traz considerações a respeito das terapias com uso de rituximabe (anti-CD20) e belimumabe (anti-Blys), bem como a combinação de ambas. Partindo da ação dos linfócitos B, é abordada a importância e eficiência de tratamentos que tem como alvo essa célula que atua tanto na resposta imune inata quanto na adquirida. O material foi produzido pelos reumatologistas Lilian Hirata, Diego Nunes, Raíssa Pereira, Zoraida Sachetto e Alisson Pugliesi.
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