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Você sabia que o sono é um ritmo biológico? E que o contexto social em que os indivíduos vivem influenciam seu organismo? Além disso, que o trabalho noturno ou em turnos pode aumentar o risco do desenvolvimento de câncer?
Para entender todos esses questionamentos, o último episódio de 2022 do “Saúde É Pública” conversou com a professora Claudia Moreno da FSP-USP para discutir como a ecologia do sono está relacionada com a prevenção de doenças e a promoção da qualidade de vida.
Esse assunto, que deu origem ao episódio, foi tema de um evento internacional inédito que ocorreu em novembro na FSP-USP com a coordenação da professora Claudia. No episódio ela também conta como foi esse encontro e quais os principais debates levantados durante os dias do curso.
Este episódio contou com a coordenação editorial de Silvia Miguel. Roteiro, edição e artes: Maria Carolina. Locução: Maria Carolina e Felipe Velames.
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O teletrabalho foi um susto para muita gente. Demandou grandes adaptações, tanto do ponto de vista da ergonomia e condições técnicas para a realização do trabalho, quanto da perspectiva de socialização do trabalhador e demandas cognitivas e emocionais.
A modalidade não é nova no mundo produtivo, mas ganhou grande impulso com a pandemia de COVID-19. Muitos aspectos positivos surgiram, como a possibilidade de realizar tarefas a partir do ambiente escolhido pelo trabalhador. Mas ainda há questões desconhecidas e pouco discutidas; não apenas em termos de direitos e deveres, mas também quanto à saúde do trabalhador.
Neste 36º episódio, o podcast “Saúde É Pública” entrevistou a doutora pela FSP-USP Evelise Dias Antunes e a professora Frida Marina Fischer, do Departamento de Saúde Ambiental, para elucidar questões ainda não muito bem compreendidas sobre o teletrabalho.
A discussão é mais atual do que nunca, pois a modalidade vem se firmando nas relações produtivas. A legislação traz com clareza as condições em que o teletrabalho pode ser realizado? A jornada é contabilizada de que forma? Há maneiras de fiscalização? E a segurança do trabalhador, em casos de acidentes relacionados ao trabalho? E como o trabalhador pode cuidar da saúde mental, tendo em vista um novo mundo “sem direito à desconexão”?
A professora Frida orientou a tese de doutorado da Evelise, intitulada “Teletrabalho: o novo lócus de trabalho pós-pandêmico? Uma perspectiva transnacional da política e o caso da implementação na Justiça Federal Brasileira antes e durante a pandemia de COVID-19”, recém-defendida na FSP-USP.
O 13º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) foi realizado em Salvador (Bahia), de 20 a 24 de novembro de 2022. Quase 7 mil pessoas, entre cientistas, gestores e estudantes - incluindo muitos da FSP-USP, promoveram o encontro da democracia, da diversidade, da equidade e da justiça social, que foi o mote do encontro.
O evento reafirmou a busca pelos princípios da equidade, da universalidade e da integralidade que regem o Sistema Único de Saúde. A professora Patrícia participou do encontro e traz uma breve mensagem sobre o que viu por lá.
Quer saber os detalhes? Ouça o novo episódio de ‘Saúde é Pública’ nas sua plataforma de áudio favorita
O “Saúde É Pública” está disponível em diversos aplicativos, incluindo Spotify, Anchor e Youtube.
Este episódio contou com a coordenação editorial e roteiro de Silvia Miguel. Edição: Silvia e Maria Carolina. Artes: Maria Carolina. Locução: Silvia e Maria Carolina. Vinheta: Cido Tavares.
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As diversas transformações que ocorrem na gestação configuram um momento complicado, em que toda a atenção é necessária. Mas será que os serviços de saúde e os profissionais da área estão realmente preparados para dar suporte em todos os desafios colocados às mães e seus bebês nessa fase única e primordial? E de que forma essas mudanças impactam a vida da mulher e da família?
Neste 35º episódio do “Saúde É Pública”, a pesquisadora Lou Muniz Atem discute esse tema, tendo por base sua tese de doutorado “Cuidados e atenção à saúde mental no pré e pós-parto: Representações de mães acerca da maternidade em UBS de São Paulo”, recém-defendida na FSP-USP.
Na entrevista, ela aborda questões como o chamado baby blues (condição de tristeza após o nascimento do bebê), a depressão pós-parto e como tudo isso se relaciona com os serviços de saúde e o apoio familiar.
Lou entrevistou oito puérperas voluntárias de uma unidade de saúde da Zona Oeste de São Paulo, em diferentes estágios de gravidez. Ela realizou também uma entrevista em grupo com profissionais da Unidade de Atenção Básica de Saúde Prof. Dr. José de Barros Magaldi.
Este episódio contou com a coordenação editorial de Sylvia Miguel. Roteiro: Sylvia e Maria Carolina. Edição e artes: Maria Carolina. Locução: Maria Carolina e Felipe Velames. Vinheta de Cido Tavares.
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No 34° episódio do podcast ‘Saúde Pública’, conversamos com a pesquisadora Vanessa Cassia Medeiros de Oliveira, autora da dissertação de mestrado defendida na FSP-USP "Associação entre tempo de sono e perfil inflamatório em crianças sul-americanas”.
Entre alguns detalhes do estudo, a pesquisadora explica como a restrição de sono pode ser um gatilho no desenvolvimento de algumas doenças, influenciando no perfil inflamatório e na obesidade infantil, entre outros riscos associados.
Este episódio contou com a coordenação editorial e entrevista de Sylvia Miguel. Roteiro: Sylvia e Maria Carolina. Edição e artes: Maria Carolina. Locução: Maria Carolina e Felipe Velames. Vinheta de Cido Tavares.
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“Criar um mundo pra si: agenciamentos de cuidado de pessoas trans, travestis e não-bináries para uma vida possível”, é o título da dissertação de mestrado defendida na FSP-USP pelo psicólogo Michel de Oliveira Furquim dos Santos. Neste 33º episódio, o “Saúde É Pública” entrevistou o pesquisador, que em sua pesquisa etnográfica, vivenciou as dificuldades enfrentadas pela população trans e travesti no acesso aos espaços de saúde.
Durante o trabalho de campo, Michel acompanhou quatro mulheres trans e travestis e dois homens trans e não-bináries, entre 21 e 51 anos de idade, no período de maio de 2019 e junho de 2021.
Michel verifica que a vulnerabilidade e a rejeição social, tão presentes e conhecidas na sociedade, também acontecem nos espaços de saúde. Nas suas observações, o pesquisador detecta a necessidade de novas abordagens nos serviços, a fim de evitar o preconceito institucional.
Este episódio contou com a coordenação editorial de Sylvia Miguel. Entrevista por Maria Carolina Albuquerque. Roteiro: Giulia Silva. Convidado: Michel de Oliveira Furquim dos Santos. Edição e artes de Giulia Silva. Vinheta de Cido Tavares.
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No 32º episódio do Saúde é Pública, conversamos com Ana Paula Bortoletto, pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde, hospedado na FSP-USP, e especialista em políticas públicas relacionadas a ambientes alimentares saudáveis, para explicar a nova rotulagem nutricional de alimentos da Anvisa.
Na entrevista, Ana Paula fala sobre a importância da regulamentação, detalha as novas mudanças, comenta a pressão exercida pela indústria alimentícia contra a nova rotulagem e, ainda, expõe quais aspectos poderiam ter sido melhores formulados na lei.
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Este episódio contou com a coordenação editorial de Silvia Miguel. Locução: Giulia Silva e Maria Carolina. Edição, roteiro e artes: Maria Carolina Milaré Albuquerque.
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Carine Magnago, Helena Watanabe, Rafaela Pombal e Sarah Alves são as quatro convidadas do 31º episódio do podcast “Saúde é Pública”. Elas falam sobre um dos mais queridos projetos de extensão universitária da USP, a Jornada Universitária da Saúde (JUS).
Há 15 anos, a JUS envolve estudantes de diversos cursos da área da saúde da US, como medicina, enfermagem, saúde pública, nutrição, psicologia e fisioterapia, para atuar na educação e promoção da saúde em cidades do interior de São Paulo.
A cada ciclo de três anos, uma nova cidade é escolhida para ser sede das atividades promovidas pelos alunos. Os jornadeiros, como são conhecidos, se organizam e se preparam para visitar uma vez por ano essas cidades, geralmente no mês de setembro, na Semana da Pátria.
Conheça esse bonito trabalho no novo episódio do "Saúde é Pública''.
Este episódio contou com a coordenação editorial de Sylvia Miguel. Roteiro: Silvia, Giulia Silva e Maria Carolina. Convidadas: Carinne Magnago, Helena Watanabe, Rafaela Pombal e Sarah Alves. Edição e artes de Giulia Silva. Vinheta de Cido Tavares.
O podcast da FSP-USP está disponível nos diversos agregadores de podcast e no Youtube
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Ana Carla Coleone de Carvalho, autora da tese de doutorado “A presença de fármacos e cafeína em água superficial e destinada ao consumo humano”, participa do 30º episódio do “Saude É Pública”, o podcast da FSP-USP. O orientador do trabalho, professor Wanderley da Silvia Paganini, do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da USP, também foi entrevistado.
Ana Carla fala da sua pesquisa, que verificou a presença de cafeína e de 9 fármacos de diferentes classes tanto na água bruta que abastece uma Estação de Tratamento de Água (ETA), quanto na água tratada após um tratamento convencional.
Segundo os pesquisadores, houve “remoção completa de todos os compostos após o tratamento”. Quer saber como eles fizeram a pesquisa e conhecer detalhes desse trabalho? Ouça a entrevista na íntegra, disponível em diversas plataformas de áudio.
O episódio destaca ainda os 10 anos de aniversário do Sustentarea, que comemora com um evento entre os dias 27 e 29 de setembro. Na seção Boletim, o podcast convida o público para saber mais sobre a nova campanha do Estudo Nutrinet que está rolando nas redes sociais.
Este episódio contou com a coordenação editorial de Silvia Miguel. Entrevista: Natália Milena. Edição, roteiro e artes: Maria Carolina Milaré Albuquerque.
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As origens do cultivo do café remontam há muitos séculos, na Etiópia, país da África Oriental. Mas foi somente a partir dos árabes que essa bebida se popularizou e começou a se espalhar pelo mundo, aproximadamente pelo século 16. No Brasil, o café chegou por volta de 1730. Em meados de 1840, já era o principal produto de exportação brasileiro. A partir daí, a sua importância no país foi cada vez maior, como bem mostra a história.
Mas será que consumir café faz mal à saúde? Assim como muitos outros alimentos que entram e saem de “moda”, o café também teve seu momento de glória e demonização. Para esclarecer tudo o que se sabe sobre o café, o podcast “Saúde É Pública” trouxe no seu 29º episódio uma entrevista com a professora Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres, coordenadora do Laboratório de Componentes Alimentares e Saúde (LACAS).
Os pesquisadores do LACAS estudam as propriedades do café desde 2007 e chegaram a algumas descobertas interessantes sobre as propriedades da bebida.
Ficou interessado? Ouça este episódio, que traz ainda uma homenagem especial ao Dia do Nutricionista, 31 de agosto.
Este episódio contou com a coordenação editorial e entrevista de Silvia Miguel. Edição, roteiro e artes: Maria Carolina Milaré Albuquerque.
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A amamentação é um período cheio de desafios para a mãe e o bebê. Uma fase que requer grandes adaptações é também o momento em que eles precisam se separar quando a mulher retorna ao trabalho e, em geral, o bebê vai para a creche. A escola, o trabalho, a família e também os profissionais de saúde devem estar implicados na proteção da amamentação, para que não ocorra o desmame precoce nessa fase.
No Agosto Dourado, mês dedicado à promoção do aleitamento materno, o podcast “Saúde É Pública” produziu um episódio especial sobre esse tema. Três entrevistadas dão dicas e comentam o apoio necessário à mulher nesse momento de separação mãe-bebê.
Nutricionista do Centro de Saúde Escola Geraldo Paula Souza (CSEGPS) da FSP-USP, supervisora de estágios e orientadora de trabalhos de conclusão do curso de Nutrição na FSP-USP, Viviane Laudelino aborda a sua experiência profissional em Unidade Básica de Saúde e sua atuação bastante ativa nas redes sociais sobre temas envolvendo nutrição e alimentação, inclusive aleitamento. Além de mestre e doutora em saúde pública, ela é responsável pelo perfil @maternidadesemneura e mãe da Manuela.
A enfermeira Thaís Rojas, ex-participante do grupo Matrice, traz uma perspectiva pessoal relacionada ao apoio à amamentação em seu retorno ao trabalho e fala de como ela interagiu no ambiente escolar do filho.
Juliana Luzio, mãe da Larissa, nutricionista infantil e de família e consultora de amamentação, comenta a sua atuação no Leite Materno na Escola (LEME), uma organização da sociedade civil criada por mães com o objetivo de promover, proteger e apoiar o direito à amamentação.
Este episódio contou com a coordenação editorial, roteiro e edição de Sylvia Miguel. Artes e pós-edição: Maria Carolina Milaré Albuquerque. Locução: Sylvia e Maria Carolina.
Os episódios também são disponibilizados no canal da FSP-USP no Youtube.
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