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Deviantes e Derivadas sejam bem vindos ao inicio de um grande projeto! A Missão Jaci! O projeto, fictício, de enviar um homem, preferencialmente o Tarik, para a Lua!
Nesse primeiro episódio ficaremos em solo, pois vamos falar do histórico espacial brasileiro! De seu surgimento ao momento atual!
Então venha pegar carona nessa cauda de cometa, digo nesse foguete!
3… 2… 1…
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Não deixem de comentar nas redes sociais e no post pra ajudar o Scicast ainda mais a crescer e continuar produzindo e tornando a ciência cada dia mais divertida!
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Saldão da Loja do SciCast – corram!
Expediente:
Produção Geral: Tarik Fernandes. Hosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCast. Equipe de Pauta/Gravação: Naelton Araújo, Roberto Pena, Miriam e Lucas . Vitrine: Jânio Garcia
Material Complementar:
Curso de Astronáutica no Planetário do Rio
Filmes:
Céu de Outubro
Os Eleitos
Destination Moon
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Sejam bem vindos Deviantes e Derivadas a mais um SciCast comunicativo!
Esse semana vamos continuar nosso bate papo sobre a comunicação humana! Rádio, TV, Internet, Fake News, Nutella e um Deviante legitimamente brasileiro!
Conheça a história triste do Padre Landell de Moura, um deviante a frente de seu tempo!
Cambio e desligo.
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Saldão da Loja do SciCast – corram!
Expediente:
Produção Geral: Tarik Fernandes. Hosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCast. Equipe de Pauta/Gravação: Willian Spengler, Werther Krohling, Roberto Pena e Josyane Carla . Vitrine: Jânio Garcia
Material Complementar:
SciCast #134 -A História da Comunicação Humana
SciCast #83: Música
Sugestão de literatura:
ALMEIDA, Hamilton. Padre Landell de Moura: um herói sem glória. Rio de Janeiro: Record, 2006.
BRIGGS, Asa & BURKE, Peter. Uma história social da mídia. De Gutenberg à internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2004
CALABARE, Lia. A era do rádio. Rio de Janeiro: Zahar, 2002.
KLÖCKNER, Luciano e CACHAFEIRO, Manolo Silveiro. Por que o Padre Roberto Landell de Moura foi inovador? Porto Alegre: Edipucrs, 2012. Disponível em http://ebooks.pucrs.br/edipucrs/Ebooks/Web/978-85-397-0226-8/pages/v2.pdf
NETO, Waldemar D. Pelas lentes da televisão: propaganda e política na eleição presidencial estadunidense de 1960. E-book disponível em https://www.amazon.com.br/Pelas-Lentes-Televisao-Presidencial-Estadunidense/dp/150095876X/ref=tmm_pap_swatch_0?_encoding=UTF8&qid=1492529286&sr=1-4
PRADO, Magaly. História do Rádio no Brasil. São Paulo: Livros de Safra, 2012.
RIBEIRO, Ana Paula Goulart [et al]. História da Televisão no Brasil: do início aos dias de hoje. São Paulo: Contexto, 2010.
RODRIGUES, Antonio Paiva. Sua excelência, o rádio. São Paulo: Biblioteca 24 horas, 2009.
TAVARES, Reynaldo C. Histórias que o rádio não contou: do galena ao digital, desvendando a radiodifusão no Brasil e no Mundo. São Paulo: Paulus, 2014.
VASCONCELOS, Ana. Televisor: uma janela para o mundo. São Paulo: On Line, 2016.
Sugestão de vídeos:
Vídeo: Since
Sugestão de filmes:
Sugestão de links:
Informações sobre como se tornar Radioamador
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Sejam bem vindos Deviantes e Derivadas a mais um SciCast histórico! Essa semana vamos continuar aquele papo bacana iniciado no episodio #179: Unificação Árabe!
Essa semana entenda como esse pequeno território antes isolado e limitado por grandes potencias conseguiu se expandir e criar um território gigantesco em menos de 200 anos!
Então suba no tapete mágico do Anticinderela e venha combater o Anticalifa!
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Produção Geral: Tarik Fernandes. Hosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCast. Equipe de Pauta/Gravação: Matheus Professor Barbado, Willian Spengler, Roberto Pena. Vitrine: Jânio Garcia
Material Complementar:
SciCast #55:Império Persa
SciCast #143: Império Bizantino
SciCast #135: Explosivos
Scicast #17: Unificação Árabe
Sugestão de literatura:
BALTA, Paul. O Islã. Porto Alegre: L&PM, 2010.
BISSIO, Beatriz. O mundo falava árabe: a civilização árabe-islâmica clássica através da obra de Ibn Khaldun e Ibn Battuta. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2012.
DEMANT, Peter. O Mundo Muçulmano. São Paulo: Contexto, 2013.
HODGSON, Marshall G. S. The Venture of Islam. University of Chicago Press, 1977.
HOURANI, Albert Habib. Uma História dos Povos Árabes. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.
SOURDEL, Dominique. História do Povo Árabe. São Paulo: José Olympio, 2011.
LIVRO DAS MIL E UMA NOITES. Tradução de Mamede Mustafá Jarouche. São Paulo: Biblioteca Azul, 2015.
Sugestão de vídeos:
Da série “Quando o mundo falava árabe”, episódio “O Império que surgiu das areias”.
“História do Islamismo”
“Las Conquistas Arabes”
“Islã – O Império da Fé”
Da BBC, série “A Ciência e o Islã”
“Quando os mouros dominaram a Europa”
“Nós descobrimos a América antes de Colombo”
Sugestão de filmes:
“O Destino” – ambientado na Córdoba do séc XII, narra uma parte da vida de Averróis, filósofo, médico e juiz, que possuía um grupo de aprendizes aos quais transmitia seus conhecimentos, além de ser um grande escritor.
“O 13º Guerreiro”
“Simbad e a Princesa”
“As Novas Viagens de Simbad”
“Simbad e o OIlho do Tigre”
“As Aventuras do Ladrão de Bagdá – A Rosa Azul”
“O Fabuloso Ladrão de Bagdá”
Sugestão de links:
A Formação do Império Árabe-Islâmico: Histórias e Interpretações
Império Islâmico: uma unidade de fé forjada numa diversidade de culturas
Instituto da Cultura Árabe
Sugestão de games:
Age of Empires II – The African Kingdoms
Civilization V
Total War: Rome 2 – The Rise of Arabia
Civilization VI
Attila Total War – Empires of Sand DLC
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Sejam bem vindos Deviantes e Derivadas a mais um SciCast que faz bem a sua saúde! Essa semana iremos de drogas, mas, em geral, apenas as que fazem bem para você (se tomadas com moderação).
Saiba do que são feitos os remédios, como são classificados, as diferentes formas que agem em nosso organismo e todas as outras perguntas que você sempre quer saber e sempre teve vergonha de perguntar; seja hipocondríaco ou não!
*Estepodcastécontraindicadonocasodesuspeitadeterraplanismo*
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Produção Geral: Tarik Fernandes. Hosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCast. Equipe de Pauta/Gravação: André Bacchi, Fernando Cezar, Flavia Ward e Marlyni Zens . Vitrine: Jânio Garcia
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Drug Interactions Checker
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Sejam bem vindos Deviantes e Derivadas a mais um SciCast de informatica! Essa semana vamos falar da internet das coisas! Aquele mundo conectado onde tudo interage e as maquinas fazem compras a mando de uma mente superior, que provavelmente será sua geladeira.
Venha discutir a ciência por trás dessas incríveis aplicações, sua historia, seus usos, expectativas para o futuro e muito mais!
Então assine o feed em sua geladeira e venha rir/aprender com o SciCast! E quando as maquinas tomarem o poder saiba de que lado ficar.
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Pesquisa Beco da Bike
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Produção Geral: Tarik Fernandes. Hosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCast. Equipe de Pauta/Gravação: Aninha, Natalia Nakamura, Gabi Reciputti e Marcus. Vitrine: Jânio Garcia
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Estrangular a ciência é pôr em risco nosso futuro como país.
Não é de hoje que o investimento público na ciência brasileira vem perdendo foco. Os recentes cortes no orçamento da União, a fusão do Ministério da Ciência e Tecnologia com o da Comunicação e a finalização de programas específicos da pasta são exemplos de uma mesma preocupação, inerente a qualquer cientista brasileiro: qual o projeto de país para a ciência? Há algum?
Nesse debate proposto, discutimos o rumo atual da ciência no Brasil (e em comparação com o mundo), abordamos aspectos do investimento e escolhas políticas, falamos sobre a temida “bolha acadêmica” – problema que não se resume ao nosso país – e conversamos sobre opções de ação para superação dos problemas encontrados.
Respirem fundo e preparem-se para colocar conosco o dedo na ferida. Pois a dor será sentida em nós mesmos.
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Host: Fernando Malta. Edição: Felipe Reis. Equipe de Gravação: Werther Krohling, Natalia Nakamura, Barbara Paes e Luciano Queiroz. Vitrine: Hal Mayforth
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Vivemos em um mundo de países e suas fronteiras, temos nacionalidades e sentimentos de pertencimento e amor à pátria, mas… de onde vem isso? Por que o primeiro Estado foi criado? Como definir a evolução história dos países como conhecemos? Qual a relação dos nacionalismos, dos Estados e da guerra? E, mais importante que tudo, será que estamos testemunhando MAIS um golpe no SciCast?!
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Produção Geral: Tarik Fernandes. Hosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCast. Equipe de Pauta/Gravação: Matheus Professor Barbado, Willian Spengler e Jujuba Vilela. Vitrine: Ratificação do Tratado de Münster (1648), que inaugurou o moderno sistema internacional, ao acatar princípios como a soberania estatal e o Estado. Quadro de Gerard Terborch.
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SciCast #136: Realeza
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R!
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A história é cíclica. Não foi uma, nem duas, nem dez vezes que você já deve ter ouvido este chavão. A história se repete e, por tal, precisamos compreendê-la para aprendermos no presente os erros do passado a fim de evitá-los no futuro. A história é cíclica. E, olhando-a em retrospecto, muitas vezes parecer ser irônica – por vezes um escárnios, noutras uma piada de mau-gosto. Mas é inegável o fascínio que temos por compreender, afinal, de onde viemos.
Tomemos o… controverso maestro e compositor germânico Wilhelm Richard Wagner. Controverso, veja você, aos olhos de hoje – à sua época, Wagner fora um renomado compositor de óperas, dramas musicais da mais alta estirpe, tendo obras atemporais como o “Coro da Noiva”, o fantástico prelúdio de “Tristão e Isolda”, ou a tetrologia em formato de ópera “O Anel de Nibelungo”. Composta e apresentada entre os anos 1850 e 70, a obra é baseada na mitologia nórdica e germânica e influencia e é influenciada por um momento de necessária construção da identidade nacional alemã, país recém-unificado e fervilhando em um caldeirão de nacionalismo.
Wagner e suas obras foram, por muitas décadas, um exemplo para o povo alemão. A construção forte das raízes míticas deste povo foi trabalhada profundamente na primeira metade do século XX, tendo sido apropriada, por fim, por Hitler – o que leva a muitos, erroneamente, a acusarem o compositor de um “nazista antes de seu tempo”. Tal anacronismo, contudo, é superado por sua obra, que transcendeu o tempo, elevando-o a um clássico da música erudita.
Uma das mais reconhecidas passagem desta grande obra é o prelúdio do terceiro ato da segunda ópera, nomeado de As Valquírias. Neste prelúdio, essas guerreiras nórdicas chegam cavalgando para transportar para o Valhala os heróis caídos em batalha. Uma posição de destaque, de mérito. Mas, como sempre coube historicamente às mulheres, de subserviência. Pois a história, ela é cíclica. Até o exato momento em que deixa de sê-lo.
*Este episódio especial, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*
Textos e fontes:
Na fundação do que hoje conhecemos por Atenas, ao votarem para escolher entre Netuno e Minerva, as mulheres levaram os homens a errar, irritando o deus dos mares. Para apaziguá-lo, aceitaram nunca mais votarem ou mesmo serem consideradas cidadãs atenienses. (Marco Varrão em Agostinho de Hipona, A Cidade de Deus)
Lembre-se das damas e seja mais generoso a elas que seus ancestrais. Lembre-se que todos os Homens seriam tiranos se pudessem. Se carinho e atenção não forem dados às damas, nós estamos determinadas em fomentar uma rebelião. (Abigail Adams)
As mulheres não devem votar porque há pouca dúvida que a vasta maioria das mulheres não tem desejo de votar. (Grace Saxon Mills)
Eu já alertei contra o costume de confinar meninas às suas agulhas e fechá-las de toda a vida política e civil; pois ao estreitarem suas mentes, elas tornam-se incapazes de serem plenas. Eu não desejo que as mulheres tenham poder sobre os homens, mas sobre nós mesmas. (Mary Wollstonecraft, Uma Reivindicação aos Direitos da Mulher)
As mulheres não devem votar porque todo o governo se estabelece na Força, a qual as mulheres, débeis física, moral e socialmente, são incapazes de contribuir (Grace Saxon Mills)
Fomos nós, as pessoas; não nós, os homens brancos; nem ainda nós, os homens; mas nós, todas as pessoas, que formaram a União. E nós a formamos não para dar a benção da liberdade, mas para assegurá-la; não para metade de nós e metade de nossa posteridade, mas para todas as pessoas – mulheres e homens. (Susan B. Anthony)
Não devem votar porque a natureza física da mulher é inferior em comparação a dos homens. (Grace Saxon Mills)
Aquele homem diz que as mulheres precisam ser ajudadas a entrar em carruagens, erguidas para passar sobre valas e receber os melhores lugares em todas as partes. Ninguém nunca me ajudou a entrar em carruagens, a passar por cima de poças de lama nem me deu qualquer bom lugar! E eu não sou uma mulher? Olhem pra mim! Olhem pro meu braço! Tenho arado e plantado e recolhido em celeiros, e nenhum homem poderia me liderar! E eu não sou uma mulher? Dei à luz a treze filhos e vi a grande maioria ser vendida para a escravidão, e quando eu chorei com minha dor de mãe, ninguém me ouviu! E eu não sou uma mulher? (Sojouner Truth, Ain’t I a woman?)
O voto não é um direito. É um privilégio que pode ou não ser garantido. A política não é lugar para mulheres. O voto feminino se mostrou falho nos estados que tentaram. É errado. Estatísticas mostram que nesses estados o divórcio cresceu enormemente, mostrando que é um destruidor de lares. O crime também cresceu pela falta de mães nas casas. Mulheres são mulheres, não podem tirar seu sexo. Deixem-nas contentes entre si e que façam as tarefas dadas a elas pelo Grande Criador. (Senador J. B. Sanford, Argumentos Contra a Emenda Constitucional No. 8)
Sim, eu posso ser considerada uma inimiga das mulheres, mas se eu puder ajudá-las a ver a luz, eu não irei reclamar. Seu desenvolvimento, sua liberdade e sua independência devem vir de si mesma e por si mesma. Primeiro, ao definir uma personalidade própria, e não ser como uma commodity sexual; segundo, ao recusar o direito de qualquer um sobre seu corpo; a recusar ter filhos, a menos que os queira; a recusar ser uma serva da Igreja, do Estado, da sociedade, do marido, da família. Só isso, e não somente o direito a voto, nos libertarão. (Emma Goldman)
A situação é perigosa. Nós geralmente ouvimos comentários que as mulheres conseguirão poder votar se elas forem persistentes – e isso é verdade, se os homens não forem firmes, sábios e masculinos o suficiente para evitar isso. Não é necessário ser um estudante de biologia para saber que uma minoria de mulheres tem a inclinação natural de usurpar as funções sociais e cívicas do homem. O voto não dará a mulher nenhum direito que ela precise ou já não tenha. Isso é indiscutível. (New York Times, 1912)
Você deve fazer cada mulher contar tanto quanto um homem; você deve ter um padrão equânime de moralidade; e a única forma de fazê-lo é dando poder político à mulher para que tenhamos padrões de moral iguais aos registrados na lei dos homens. (Emmeline Pankhurst)
Annie Kenney se levantou e gritou a plenos pulmões: “O governo liberal inglês dará às mulheres o direito a voto?”. Daí começou a confusão generalizada. Eles uivavam, eles gritavam e rugiam, mexendo furiosamente seus punhos à mulher que SE ATREVIA a contrabandear sua pergunta a uma reunião de homens. Ainda assim, as outras moças mantiveram-se firmes e gritavam repetidamente: “A questão! A questão! Responda a questão!!” (Emmeline Pankhurst, My Own Story)
O país não quer que votos sejam dado às mulheres, temos dito isso há muito tempo. Um assento no parlamento seguiria os votos; dar votos às mulheres seria entregar o governo a uma maioria feminina – é isso que queremos que seja feito? (National League for Opposing Woman Suffrage)
Enquanto as mulheres ajudarem a manter o governo, elas têm o direito a dizer como e por quem serão governadas. A civilização do século XIX coloca a mulher com o mesmo status político de um idiota ou um criminoso. Essa é a base de reverência a mulher e estima a seu trabalho. (Mary Lee)
Enquanto uma mulher trabalhadora mantiver sua casa limpa e bem cuidada, ela será muito prestigiada por suas vizinhas. As sufragistas denunciam o cuidar da casa como degradante, ensinando mulheres a se revoltarem contra cuidarem das crianças e da casa. Esse feminismo está destruindo nosso caráter nacional e alterando crenças naturais que fazem da vida da mulher uma bela obra de arte. (The Woman’s Protest Against Woman’s Suffrage)
Quando uma grande verdade é solta, nenhuma força na Terra pode aprisioná-la. Assim é a igualdade entre mulheres homens. A mulher nasceu com isso. Era dela antes que compreendesse. Está em seu corpo, sua alma, e nenhum costume ou lei poderá destrui-la. (Frederick Douglas. Speech on Women’s Suffrage.)
É dever protestar que não seria certo, mas errado; não seria um ato de justiça, mas uma grande injustiça fazer com que as mulheres carregassem o fardo da vida política quando é meramente uma demanda de uma pequena minoria que não têm tempo de aproveitar os privilégios que são muito maiores do que seriam se a igualdade política fosse garantida. (M.H.F. The voice of Majority.)
Eu não sei nada sobre direitos dos homens ou direitos das mulheres; tudo o que eu reconheço são os direitos humanos. (Sarah Grimké)
É muito dizer que esse horrível feminismo está na raiz da metade das doenças que acometem esse país? (The Woman’s Protest Against Woman’s Suffrage)
Que personagens singulares! Exigir uma servidão que eles mesmos não têm coragem de se submeter e querer que lhe sirvamos, nós, a quem eles são obrigados a corte com as submissões mais humilhantes. (Nísia Floresta. Direitos das mulheres e injustiças dos homens.)
É sabido que o socialismo se tornou muito mais exitoso e mortal que as armas alemãs. O voto feminino é seu irmão gêmeo. Mulheres socialistas dizem que quando tiverem tempo pra naturalizar outras mulheres, o socialismo será imparável. E é o que acontecerá se dermos votos às mulheres. (Margaret C. Robinson. Have you time to save your country?)
As verdades contra as quais vocês estão lutando irão, em 50 anos, ser tão completamente incrustadas na opinião pública que ninguém precisará dizer uma só palavra em sua defesa. (Angela Grimké)
Nenhuma mulher pode ter conhecimento prático de navegação, de mineração ou qualquer outra matéria de grande importância. Legislar nessas matérias não seria inteligente e suas leis poderiam ser altamente ofensivas às mesmas pessoas que queriam ajudar. Se marinheiros e mineiros se recusarem a obedecer às leis, quem irá enforça-las? Os homens! (Molly Elliot Seawell. The Ladies’ Battle.)
Senhores, solicitamos a vocês, nossos únicos representantes, que aprovem imediatamente o sufrágio feminino a fim de que as mulheres de nossa nação possam ser dotadas com liberdade política. O mundo não pode ser metade democrático, metade autoritário. O voto feminino está chegando. É inevitável. Vocês sabem disso. Irão vocês, honoráveis congressistas, ajudá-lo ou dificultá-lo? Em que lado da história ficarão? (Carrie Chapman Catt. Address to the Congress on Women’s Suffrage)
Nós somos diamantes brutos
Pela impulsão e labuta, saímos fortes
Somos o sopro da terra,
Nossos úteros falam do nascimento da humanidade
Somos sementes salpicadas em solos pútridos
Ainda brotamos, com cada tempestade
Não estamos aqui para sobreviver,
Estamos aqui para viver
Interna e externamente
Na incandescência de nossa existência
Sim, nossas vozes podem às vezes ser quebradas
Mas nosso espírito continua indestrutível.
Somos mulheres; SEM REMORSO!
(Chinonye Chidolue)
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Texto: Fernando Malta. Locução: Blenda Furtado, Marlyni Zens, Fernanda Karling Schuster, Juliana Vilela, Gabriela Reciputti, Gislaine Garcia, Natalia Nakamura, Flavia Nogueira Ward, Julie Ane Gonçalves, Bururu, Amanda Malta, Julissy Tocachelo, Dani Madrid, Fernando Malta. Edição: Tarik Fernandes. Música: A Cavalgada das Valquírias (Ópera: As Valquírias). Arte da Vitrine: Passeata pelo Sufrágio Feminino Americano, 1913 (Biblioteca do Congresso dos EUA)
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Um, dois, três, PIM, Quatro, Cinco, seis e sejam bem vindos Deviantes e Derivadas a mais um SciCast de exatas, com um gostinho de humanas!
Essa semana vamos falar da teoria dos números! A quem devemos culpar quando reprovamos em uma disciplina de cálculo? O que seria da humanidade sem os números? E, principalmente, você conhece todos os seus primos?
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Produção Geral: Tarik Fernandes. Hosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCast. Equipe de Pauta/Gravação: Roberto Pena, Felipe Reis, Felipe Queiroz e Natalia Nakamura.
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Find Your Pi Day
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