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Acreditamos que o Brasil será mais capacitado em fazer comunicação científica, divulgação científica e jornalismo de ciência quando houver educação em ciência, de qualidade, nas escolas públicas e privadas. Para refletir sobre essa possibilidade, trazemos para o episódio 13 do SENSU CAST o tema Ciência na escola.
Os convidados são Luís Gustavo Cordeiro Alves, professor de Biologia, Ciências e Robótica no Colégio Stocco. Luís é mestrando em tecnologias emergentes na educação, pós-graduado em metodologias ativas e tem bacharelado e licenciatura em Ciências Biológicas e Sandra Tonidandel, Diretora Pedagógica de Ensino Fundamental 2 e Ensino Médio do Colégio Dante Alighieri. Sandra é doutora em Ensino de Ciências pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.
Luís e Sandra atuam em dois colégios particulares com projetos pedagógicos estruturados e focados em educação científica. Com eles, vamos falar sobre ciência no currículo escolar, acesso às feiras de ciência, iniciação científica e exemplos de projetos premiados de alunos focados em robótica, redução de acidentes no trânsito e de prevenção ao bullying. Além disso, nossa proposta aqui é refletir como reduzir a diferença de acesso à ciência entre alunos de escolas privadas e públicas. Será que podemos vislumbrar um futuro com equidade de acesso?
FICHA TÉCNICA
Produção: SENSU Consultoria de Comunicação e Banca de Conteúdo
Roteiro e apresentação: Moura Leite Netto
Edição: J.Benê
Direção: Luciana Oncken
Este é o episódio doze do SENSU CAST, um podcast para falarmos sobre jornalismo e comunicação corporativa de saúde, ciência e educação. Neste episódio, recebemos a jornalista Karina Dorigo, diretora do quadro de saúde Bem Estar, na TV Globo. Karina é responsável pelo conteúdo do Bem Estar no programa É de Casa e nos podcasts semanais no G1.
Em 2019, o Bem Estar deixou de ser um programa fixo, mas seguiu com destaque na programação, com presença constante nos programas Encontro e É De Casa. Além de conteúdos no portal G1, incluindo o Podcast Bem Estar, que já conta com quase 200 episódios.
Em papo com o apresentador Moura Leite Netto, Karina Dorigo fala sobre quais foram os momentos mais marcantes do Bem Estar no período de uma década, em que foi um programa fixo na grade da TV Globo / Como foi feita a transição do Bem Estar de um programa fixo para quadro do Encontro e do É De Casa / Como se dá a integração da equipe do Bem Estar com as produções do Encontro e É de Casa / As dicas aos entrevistados das matérias gravadas e ao vivo / Dicas aos assessores de imprensa sobre quais as pautas com maior chance de emplacar no programa e como este conteúdo deve ser apresentado, entre outros temas.
Participa do episódio #12:
- Karina Dorigo, diretora do quadro de saúde Bem Estar, na TV Globo.
Referências do episódio
Memória Globo. https://memoriaglobo.globo.com/jornalismo/jornalismo-e-telejornais/bem-estar/noticia/evolucao.ghtml. Disponível online em 30/04/2023.
Leite Netto, JM. Influência da mídia no diagnóstico de câncer de mama por estadio clínico. São Paulo; 2019. 87p. Tese (Doutorado)-Fundação
Nos acompanhe nas mídias sociais: @sensucomunica e no site www.sensucomunicacao.com.br
FICHA TÉCNICA
Produção: SENSU Consultoria de Comunicação e Banca de Conteúdo
Roteiro e apresentação: Moura Leite Netto
Edição: J.Benê
Direção: Luciana Oncken
A população mais vulnerável, que vivia nos cortiços do Rio de Janeiro em 1904, convivia com uma transformação da então capital federal, que se transformava em uma cidade mais moderna, porém, ainda mais desigual. Foi neste cenário que o quadrinista André Diniz retratou sua Graphic Novel Revolta da Vacina, tema do episódio onze do SENSU CAST, um podcast para falarmos sobre jornalismo e comunicação corporativa de saúde, ciência e educação. A apresentação é de Moura Leite Netto, jornalista, doutor em Ciências, diretor/fundador da SENSU, editor da Agência Bori e repórter da Problemas Brasileiros.
Na obra Revolta da Vacina, André Diniz e editores trazem como cenário o Brasil em 1904, época em que houve a proliferação de doenças como varíola, febre amarela e peste bubônica. Essas doenças se alastraram pelo Rio de Janeiro, levando a uma crise sanitária histórica. E qual foi a influência dos jornais da época em informar (ou desinformar) e conscientizar (ou ampliar a insatisfação) da população diante da vacina obrigatória?
Para ilustrar esta história, a Graphic Novel, Revolta da Vacina, traz como personagem central um personagem fictício chamado Zelito, que é um jovem ilustrador cearense que se junta à revolta da população desinformada e já impaciente com a reforma urbana que expulsava os mais pobres da região central do Rio de Janeiro.
Revolta da Vacina, obra lançada durante a pandemia de Covid-19, traz similaridades com o momento sanitário que estamos vivendo. Nossa proposta com este episódio do SENSU CAST é abordar as semelhanças e diferenças, com olhar para o papel da Comunicação nas diferentes
Participa do episódio #11:
- André Diniz, roteirista e ilustrador de histórias em quadrinhos
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REFERÊNCIAS DO EPISÓDIO
DINIZ, André. Revolta da Vacina. Março de 2021. Editora Darkside. p.176
DINIZ, André. T.A.T.T.O.O. – À Flor da Pele. Novembro de 2022. Editora
FICHA TÉCNICA
Produção: SENSU Consultoria de Comunicação e Banca de
Quatro em cada dez pessoas no mundo, segundo a OMS, sofrem com algum tipo de alergia. Segundo o Colégio Americano de Alergia, Asma e Imunologia, mais de 50 milhões de habitantes dos Estados Unidos sofrem anualmente com algum tipo de alergia. Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), cerca de 30% da população brasileira tem algum tipo de alergia, dos quais 20% são crianças. E como esse tema tem sido abordado na mídia brasileira? Este é o tema do episódio 10 do SENSU CAST. A apresentação é de Moura Leite Netto, jornalista, doutor em Ciências, diretor/fundador da SENSU, editor da Agência Bori e repórter da Problemas Brasileiros. O convidado do episódio 10 é o médico alergista e imunologista Marcelo Bossois, coordenador técnico do Projeto Social Brasil Sem Alergia.
As alergias ocorrem quando o sistema imunológico reage a uma substância estranha – como pólen, veneno de abelha ou pelos de animais, por exemplo – ou até mesmo um alimento que, em algumas pessoas, causa reações adversas.
O sistema imunológico produz substâncias conhecidas como anticorpos. Quando você tem alergias, seu sistema imunológico produz anticorpos que identificam um alérgeno específico como prejudicial, mesmo que não seja. Quando você entra em contato com o alérgeno, a reação do seu sistema imunológico pode inflamar sua pele, seios nasais, vias aéreas ou sistema digestivo.
A gravidade das alergias varia de pessoa para pessoa. Pode ir de uma irritação menor a uma anafilaxia, que é uma emergência potencialmente fatal. Embora a maioria das alergias não possa ser curada, os tratamentos podem ajudar a aliviar os sintomas.
REFERÊNCIAS DO EPISÓDIO
Mayo Clinic- https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/allergies/symptoms-causes/syc-20351497
American College of Allergy, Asthma & Immunology - https://acaai.org/allergies/allergies-101/facts-stats/
FICHA TÉCNICA
Este episódio especial traz os melhores momentos do SENSU TALKS de novembro (live disponível no YouTube da SENSU, sobre o mesmo tema.
Nosso convidado é Carlos Eduardo Barra Couri, médico endocrinologista, pesquisador da USP Ribeirão Preto, coordenador dos Congressos ENDODEBATE e DIACORDIS, colunista da Veja Saúde e autor do livro O Futuro do Diabetes.
No papo com o apresentador Moura Leite Netto, o tema central é a pesquisa de percepção “RECEITA DE MÉDICO: o que pensa quem cuida de diabetes, obesidade e doenças cardiovasculares”, lançada durante o DIACORDIS 2022. Foram identificados gargalos no cuidado de endocrinologistas, cardiologistas e outros profissionais diretamente envolvidos no cuidado aos pacientes com diabetes e comorbidades associadas.
A análise trazida no relatório RECEITA DE MÉDICO passa por temas como diabetes, obesidade, doença gordurosa do fígado, hipertensão, dislipidemias e doenças cardiovasculares. Na amostra, a maioria dos médicos atende principalmente pacientes das classes A e B, sendo que 401 (61,3%) atuam exclusivamente na rede privada (particular e convênio) e apenas 36 médicos (5,5%) atuam exclusivamente no SUS. Os demais (217/33,2%) conciliam o SUS com atendimento aos pacientes de convênios e particular. Este perfil da amostragem é considerado no momento de interpretação do resultado.
Alguns recortes da pesquisa
- Apenas 2 em cada 10 cardiologistas fazem exame simples que aponta risco de amputações em diabéticos tipo 2
- 6 entre 10 especialistas que cuidam de diabetes e doenças cardiovasculares receitam antidepressivos.
- 8 em cada 10 pessoas com diabetes tipo 2 têm gordura no fígado e, mesmo assim, o médico não pede exame.
- Mesmo entendendo obesidade como doença crônica, 3 entre 10 especialistas interrompem tratamento ao haver perda de peso.
- Tabagismo é determinante fator de risco cardiovascular, mas a maioria dos médicos não sabe tratar
- A maioria dos médicos receita remédios para transtorno alimentar sem comprovação científica.
Link para a pesquisa completa: encurtador.com.br/cruAD
FICHA TÉCNICA
Trazer uma visão sobre como a mídia está cobrindo, além do Outubro Rosa, temas sobre câncer de mama, incluindo prevenção, diagnóstico precoce, tratamento, reabilitação, pesquisa, inovações e políticas de acesso em depoimentos de médicas, pesquisadoras, jornalistas e pacientes. Essa é a proposta do episódio seis do SENSU CAST, um podcast para falarmos sobre jornalismo e comunicação corporativa de saúde, ciência e educação. A apresentação é de Moura Leite Netto, jornalista, doutor em Ciências, diretor/fundador da SENSU, editor da Agência Bori e presidente da Rede Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Ciência (RedeComCiência).
Participam deste episódio:
- Fabiana Baroni Makdissi, membro da comissão de mulheres da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica e head de Mama do A.C.Camargo Cancer Center
- Camila Guatelli, médica radiologista, membro da Sociedade Paulista de Diagnóstico por Imagem (SPR) e titular do A.C.Camargo.
- Cynthia Bueno de Toledo Osório, médica patologista, membro da Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) e titular do A.C.Camargo.
- Viviane Rezende, cirurgiã oncológica, presidente da Regional do Distrito Federal da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica e titular do Hospital Universitário de Brasilia.
- Nilceana Maya Aires Freitas, radio-oncologista do Hospital de Câncer Araújo Jorge, do Instituto de Mastologia e Oncologia - IMO e do CEBROM - Grupo Oncoclinicas de Goiânia
- Samantha Rizzi, fisioterapeuta especialista em Oncologia e em Saúde da Mulher, doutora e Mestre em Ciências da Saúde e titular do Hospital Universitário da UNIFESP.
- Luciana Holtz, psico-oncologista, fundadora e presidente do Instituto Oncoguia.
- Caroline do Nascimento, advogada especializada em pacientes com câncer e pós-graduada em direito em medicina e saúde.
- Mariana Fernandes, paciente com câncer de mama e criadora da comunidade Mari Anjo Rosa.
- Natália Cuminale, jornalista de saúde e ciência e criadora do portal Futuro da Saúde.
Referências do episódio
Bray F, Ferlay J, Soerjomataram I, Siegel RL, Torre LA, Jemal A. Global cancer statistics 2018: GLOBOCAN estimates of incidence and mortality worldwide for 36 cancers in 185 countries. CA Cancer J Clin. 2018 Nov; 68(6):394-424.
INCA. Estimativa 2020: incidência de câncer no Brasil / Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Coordenação de Prevenção e Vigilância. – Rio de Janeiro: INCA, 2022.
IARC/WHO. https://gco.iarc.fr/tomorrow. Disponível em 30 set 2022.
Zehr KR. Diagnosis and Treatment of Breast Cancer in Men. Radiol Technol. 2019Sep;91(1):51M-61M.
CDC. . Acesso em 30 set 2022.
Harbeck N, Gnant M. Breast cancer. Lancet. 2017 Mar 18;389(10074):1134-1150. doi: 10.1016/S0140-6736(16)31891-8. Epub 2016 Nov 17.
Leite Netto, José de Moura. Influência da mídia no diagnóstico de câncer de mama por estadio clínico/ José de Moura Leite Netto – São Paulo, 2019. 87p. Tese (Doutorado)-Fundação Antônio Prudente.
FICHA TÉCNICA
Em 18 de maio de 2022, o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em discurso para jornalistas, disse: “Muita coisa boa saiu da hidroxicloroquina. Vocês ficariam surpresos com quantas pessoas tomaram (o medicamento), especialmente profissionais da linha de frente, antes que sejam contaminados. Eu mesmo estou tomando. Estou tomando agora mesmo, comecei há algumas semanas".
Estava inaugurada assim a onda anticiência, de curas milagrosas, para a Covid-19, que, prontamente, ganhou fôlego no Brasil.
Por aqui, Bolsonaro foi propagandista não apenas da cloroquina, como de todo o Kit-Covid, composto por cloroquina, hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina. Logo, o Brasil se tornou o epicentro desta mentira.
Dentre os muitos dados trazidos no livro estão os que apontam que, apesar de menos falada pela imprensa, a ivermectina vendeu muito mais que a cloroquina. Só no primeiro ano de pandemia, o remédio para piolhos apresentou números astronômicos, chegando à demanda de 82 milhões de embalagens, muito à frente da hidroxicloroquina com 2,7 milhões;
A Prevent Sênior, que adotou amplamente o uso do kit covid e chegou a ser investigada na CPI e em outras esferas, saiu sem nenhum ferimento dessa história. Ela ganhou 88 mil novos beneficiários entre março de 2020 e junho de 2021.
Das 33 indústrias que produzem ao menos um dos componentes do kit covid, seis tiveram ganhos maiores que 500% em 2020, quando comparados ao ano anterior. E a CPI da Covid, infelizmente, foi mais um espetáculo da mídia do que uma punição aos envolvidos neste movimento anticiência, que incluiu a demora para compra de vacinas.
Se antes da pandemia o Brasil foi o país da mentira chamada fosfoetanolamina (pílula do câncer), na pandemia houve uma triste coleção de mentiras. Sobre isso, vamos ouvir os nossos convidados:
Flavio Emery, farmacêutico e doutor em Ciências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Desde 2008 é Professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, da USP. Foi Presidente da Associação Brasileira de Ciências Farmacêuticas e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto.
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