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Febraban News estreia uma nova série de podcasts sobre machismo estrutural, os seus reflexos na sociedade e na crescente violência contra a mulher. “O machismo impacta as mulheres, em todos os aspectos da vida, até para ir à padaria”, destaca Fernanda Lopes, secretária da Mulher da CONTRAF-CUT.
Neste primeiro episódio, especialistas discutem como desconstruir o machismo estrutural e trazer o homem para somar na luta pela igualdade de gênero. “Nós tivemos um grande avanço tecnológico, mas continuamos reproduzindo formas arcaicas nas relações interpessoais”, afirma Sandro Sayão, pesquisador do Instituto Maria da Penha, ao comentar que as redes sociais amplificaram muito o discurso machista.
Para Sandro, o primeiro passo, capaz de alavancar mudanças, é reconhecer que somos machistas. “Não é fácil para o homem acessar o machismo, porque ele percebe, na história dele, como aquilo foi sendo multiplicado ao longo das gerações”, acrescenta.
A categoria de bancários é a primeira do país a incluir, numa cláusula da convenção coletiva, uma série de medidas para a conscientização e prevenção contra a violência de gênero, incluindo eventos, consultorias, treinamentos, encontros com lideranças e debates com a sociedade. “Não adianta melhorar dentro dos bancos, se fora deles, continuar igual”, conclui Fernanda.
Não perca esse episódio, apresentado por Mona Dorf, diretora-adjunta de Mídias Sociais da Febraban.
#machismo #feminicídio #sindicado #igualdadesocial
By FEBRABANFebraban News estreia uma nova série de podcasts sobre machismo estrutural, os seus reflexos na sociedade e na crescente violência contra a mulher. “O machismo impacta as mulheres, em todos os aspectos da vida, até para ir à padaria”, destaca Fernanda Lopes, secretária da Mulher da CONTRAF-CUT.
Neste primeiro episódio, especialistas discutem como desconstruir o machismo estrutural e trazer o homem para somar na luta pela igualdade de gênero. “Nós tivemos um grande avanço tecnológico, mas continuamos reproduzindo formas arcaicas nas relações interpessoais”, afirma Sandro Sayão, pesquisador do Instituto Maria da Penha, ao comentar que as redes sociais amplificaram muito o discurso machista.
Para Sandro, o primeiro passo, capaz de alavancar mudanças, é reconhecer que somos machistas. “Não é fácil para o homem acessar o machismo, porque ele percebe, na história dele, como aquilo foi sendo multiplicado ao longo das gerações”, acrescenta.
A categoria de bancários é a primeira do país a incluir, numa cláusula da convenção coletiva, uma série de medidas para a conscientização e prevenção contra a violência de gênero, incluindo eventos, consultorias, treinamentos, encontros com lideranças e debates com a sociedade. “Não adianta melhorar dentro dos bancos, se fora deles, continuar igual”, conclui Fernanda.
Não perca esse episódio, apresentado por Mona Dorf, diretora-adjunta de Mídias Sociais da Febraban.
#machismo #feminicídio #sindicado #igualdadesocial

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