No episódio dessa semana, falamos sobre os discursos imperativos de produtividade e bem-estar; sobre a obrigatoriedade contemporânea de ser feliz e rechaçar a tristeza; sobre luto e solitude; sobre a esperança dos vazios.
Se a vida é a arte do encontro, como diria Vinícius, será que o amor é a arte do encontrar, por acaso, apesar do desencontro? Nesse episódio, conversamos sobre parcerias amorosas e suas impossibilidades; amor, invenção e solidão.