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A guerra da Bósnia mostrou ao mundo uma consequência triste das mudanças vividas com as transformações no Leste Europeu. Entre abril de 1992 e dezembro de 1995, o fim da Iugoslávia acentuou a transformação de grupos que conviviam em conjunto em inimigos mortais. Inspirados em histórias reais, o Savatage começava uma trilogia informal de discos baseados em notícias. Dead Winter Dead sai semanas antes do fim do conflito, e mostra uma banda ainda em reconstrução, mas com um objetivo claro. E uma certa birra com o metal vai resultar em outra banda, mas esta é mais uma das histórias que contamos neste episódio.
A aposentadoria pode não ser aquilo que você imagina. Em 1995, Ozzy Osbourne decide transformar algumas faixas-bônus em um novo disco, voltando para a vida que aparentemente teria sossegado anos antes. A parceria com Steve Vai não funciona e o que poderia ter sido um disco complicado resulta em Ozzmosis. Chamamos Perry Mason e olhamos com atenção para o último grande disco do madman.
Há 30 anos atrás, o jovem Blaze Bayley assumia o seu posto como vocalista do Iron Maiden. The X Factor mostrou uma banda diferente, mudando o seu som para marcar a então nova fase. Amado por uns, odiado por outros, é um disco importante na trajetória do Iron Maiden. Em uma collab com o podcast Rock na Mesa, viramos o disco do avesso, comentando até as faixas dos singles. É o maior episódio do podcast até agora, mas mostramos alguns detalhes que fazem a diferença na hora de entender o álbum.
Uma gravadora que não apoiava a banda, um guitarrista importante fora e uma capa reciclada de outro disco. Stomp 442 é uma coleção de problemas, mas é um disco do Anthrax que tem seus bons momentos, mesmo que não lembre a banda mesmo. Passamos pano para um disco difícil de passar pano e até erramos o número do episódio nisso.
É isso mesmo, o Rush voltou. Alex Lifeson e Geddy Lee anunciaram o retorno oficial aos palcos para o ano que vem, acompanhados de Anika Niles na bateria. Fizemos praticamente um react, especulando algumas coisas – e pensando em qual show escolher.
1975 e 1985 foram dois anos bem interessantes para o Rush. Com Fly by Night, a banda apresenta ao mundo um senhor chamado Neil Peart, que entrega um disco de hard rock já com sinais claros do que aconteceria adiante. No mesmo ano, com mais liga, a banda arrisca tudo com Caress of Steel e quase acaba ao entregar um disco ousado e que tem sua beleza, mesmo que cabeça demais para jovens de vinte e poucos anos. Uma década depois, Power Windows mostra o trio tentando usar as tecnologias disponíveis para entregar um disco que fosse maduro sem apelar para o AOR. Repassamos esses três discos no episódio, passando um pouco de pano para o trio, mas também lamentando algumas decisões.
Depois de atrair olhares com o seu metal digno das páginasde Sonja e Conan, o Castle Rat lançou seu segundo disco. The Bestiary expande o conceito digno das histórias de fantasia, mas não simplifica o som. Analisamos essa aposta arriscada, mas que entrega bons momentos.
Infelizmente, a passagem de Tomas “Tompa” Lindberg deixou a semana mais triste. Uma das forças criativas responsável por moldar o que conhecemos como death metal melódico, melodeath ou metal de Gotemburgo, trabalhou em muitos projetos, mas seu principal trabalho foi com o At the Gates. Neste ano, o disco “Slaughter of the Soul” completa 30 anos e aproveitamos para olhar com cuidado para o “Reign in Blood” da sua geração.
Depois de um final de semana movimentado, repassamos o que aconteceu na edição de 2025 do Setembro Negro e ainda comentamos um pouco sobre Bruce Dickinson no The Town.
Na semana do Setembro Negro, aproveitamos a passagem de Tom G. Warrior com o Triptykon para fazer o que ele fará ao vivo, tocar clássicos do Celtic Frost. "To Mega Therion", o segundo disco, completa 40 anos agora em outubro e ouvimos um discos que moldou uma cena. Também comentamos o que pode surpreender na edição deste ano do festival.
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