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Era para ser um episódio dedicado ao documentário, mas a conversa sobre a passagem do Dream Theater pelo Brasil acabou rendendo uma boa conversa sobre os rumos da banda. Depois comentamos o que chamou a nossa atenção em “Burning Ambition”, o filme SOBRE e não DO Iron Maiden.
Depois de cancelamentos e outros eventos, o Bangers 2026 aconteceu e com um bom público em São Paulo. Além de atrações como o Arch Enemy, prejudicado pela bateria triggada, finalmente tivemos a celebração da carreira do Angra, com o remember da fase Rebirth e a passagem do bastão de Fábio Lione para Alírio Neto. Thiago esteve nos dois dias do show e conta o que viu nesse episódio especial.
Depois de semanas com capítulos da novela AngrA e cancelamentos de banda, finalmente chegou a hora do Bangers 2026. Comentamos um pouco sobre o evento e as colisões de atrações, naquele jeito de quem reclama, mas gosta muito. Além disso, falamos um pouco sobre o clima do festival. Em tempo, o Thiago deixou um clashfinder pronto em https://clashfinder.com/s/bangersopenair2026 .
Nate Garrett decidiu encerrar o Spirit Adrift, mas fez isso em grande estilo. “Infinite Illumination” é uma volta ao início do projeto, pendendo mais para o doom moderno que foi uma das suas marcas. Olhamos para o disco -e também lamentamos o fim de mais uma banda interessante.
Da lama à fama, o Judas Priest viveu extremos representados em dois discos. “Sad Wings of Destiny” sai em 1976 em um momento que a banda acreditava no seu potencial, mas com poucos recursos e com alguns integrantes com outros empregos para poder viver. Pela primeira vez, a banda pode apostar no som que gostaria, resultando em um clássico. Uma década depois, com uma situação financeira oposta, mergulha de vez no som comercial com “Turbo”. O disco de 86 reflete muito o momento do grupo, que alcançou seu auge comercial apostando em um glam rock.
Em 1976, o Rush precisava encontrar uma saída. “Caress of Steel” não rendeu como deveria e a gravadora pressionava por um produto mais acessível. A banda foi pelo lado oposto e dobrou a aposta, mas polindo mais ainda o seu som diferente. 50 anos depois, olhamos um discos que abriu as portas do mundo do trio para muita gente – até mesmo indiretamente com um certo cover... Este episódio é uma colaboração com os parceiros do Rock na Mesa, desta vez sem Blaze Bayley.
Do nada, um disco novo do Neurosis apareceu nos streamings na semana passada. Depois de 10 anos sem lançar álbum e após problemas puxados entre a banda, “An Undying Love for a Burning World” mantém o alto padrão da banda que ajudou a definir o que é post-metal. Aproveitamos para comentar as músicas e explicar o porquê do lançamento ser um dos prováveis discos do ano e repassamos o show do Kadavar em SP e o Papangu no Lolla.
Em 1986, o MetallicA mostrou ao mundo que o thrash metal poderia ser refinado sem perder a brutalidade. Com o tempo, percebemos como é bem parecido com Ride the Lightning, mas já mostrava sinais que seriam vistos no Black Album depois, mesmo sem Cliff Burton. No final do episódio, brincamos de De Volta para o Futuro e pensamos no que teria acontecido com a banda se o saudoso baixista ainda estivesse vivo.
Na outra parte do olhar sobre o metal brasileiro em 1996, olhamos com carinho para “Holy Land”, disco do Angra que fala sobre o descobrimento do país e, no fundo, também sobre a própria banda. Olhamos para as músicas, mas também voltamos no tempo do lançamento para lembrar e pensar como foi ver um disco de power metal combinar referências eruditas com sons brasileiros.
A principal atração de Roots foi o destaque para a brasilidade em um gênero musical um pouco averso a este tipo de sonoridade. Três décadas depois, olhamos para o disco de uma outra forma, da mudança de uma banda que calcava sua força nos riffs para pensar muito mais no ritmo, marcando a mudança do groove metal em si para o que depois viria a ser o jovem nu metal. Voltamos no tempo, no disco e em histórias pessoas de 1996 neste episódio.
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