Solada

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Solada episodes

  • Burning Ambition e Dream Theater no Brasil

    Era para ser um episódio dedicado ao documentário, mas a conversa sobre a passagem do Dream Theater pelo Brasil acabou rendendo uma boa conversa sobre os rumos da banda. Depois comentamos o que chamou a nossa atenção em “Burning Ambition”, o filme SOBRE e não DO Iron Maiden.

    1 hr 23 min
  • Análise do Bangers 2026 – e do show do Angra

    Depois de cancelamentos e outros eventos, o Bangers 2026 aconteceu e com um bom público em São Paulo. Além de atrações como o Arch Enemy, prejudicado pela bateria triggada, finalmente tivemos a celebração da carreira do Angra, com o remember da fase Rebirth e a passagem do bastão de Fábio Lione para Alírio Neto. Thiago esteve nos dois dias do show e conta o que viu nesse episódio especial.

    1 hr 51 min
  • Chegou a hora do Bangers 2026 – finalmente

    Depois de semanas com capítulos da novela AngrA e cancelamentos de banda, finalmente chegou a hora do Bangers 2026. Comentamos um pouco sobre o evento e as colisões de atrações, naquele jeito de quem reclama, mas gosta muito. Além disso, falamos um pouco sobre o clima do festival. Em tempo, o Thiago deixou um clashfinder pronto em https://clashfinder.com/s/bangersopenair2026 .

    1 hr 3 min
  • Infinite Illumination, a despedida do Spirit Adrift

    Nate Garrett decidiu encerrar o Spirit Adrift, mas fez isso em grande estilo. “Infinite Illumination” é uma volta ao início do projeto, pendendo mais para o doom moderno que foi uma das suas marcas. Olhamos para o disco -e também lamentamos o fim de mais uma banda interessante.

    1 hr 11 min
  • Judas Priest em uma década

    Da lama à fama, o Judas Priest viveu extremos representados em dois discos. “Sad Wings of Destiny” sai em 1976 em um momento que a banda acreditava no seu potencial, mas com poucos recursos e com alguns integrantes com outros empregos para poder viver. Pela primeira vez, a banda pode apostar no som que gostaria, resultando em um clássico. Uma década depois, com uma situação financeira oposta, mergulha de vez no som comercial com “Turbo”. O disco de 86 reflete muito o momento do grupo, que alcançou seu auge comercial apostando em um glam rock.

    1 hr 16 min
  • 50 anos de 2112, a aposta da vida do Rush (collab com Rock na Mesa)

    Em 1976, o Rush precisava encontrar uma saída. “Caress of Steel” não rendeu como deveria e a gravadora pressionava por um produto mais acessível. A banda foi pelo lado oposto e dobrou a aposta, mas polindo mais ainda o seu som diferente. 50 anos depois, olhamos um discos que abriu as portas do mundo do trio para muita gente – até mesmo indiretamente com um certo cover... Este episódio é uma colaboração com os parceiros do Rock na Mesa, desta vez sem Blaze Bayley.

    2 hr 7 min
  • A volta surpresa do Neurosis com An Undying Love for a Burning World

    Do nada, um disco novo do Neurosis apareceu nos streamings na semana passada. Depois de 10 anos sem lançar álbum e após problemas puxados entre a banda, “An Undying Love for a Burning World” mantém o alto padrão da banda que ajudou a definir o que é post-metal.  Aproveitamos para comentar as músicas e explicar o porquê do lançamento ser um dos prováveis discos do ano e repassamos o show do Kadavar em SP e o Papangu no Lolla.

    1 hr 30 min
  • Master of Puppets e o auge técnico do MetallicA

    Em 1986, o MetallicA mostrou ao mundo que o thrash metal poderia ser refinado sem perder a brutalidade. Com o tempo, percebemos como é bem parecido com Ride the Lightning, mas já mostrava sinais que seriam vistos no Black Album depois, mesmo sem Cliff Burton. No final do episódio, brincamos de De Volta para o Futuro e pensamos no que teria acontecido com a banda se o saudoso baixista ainda estivesse vivo.

    1 hr 28 min
  • A beleza de Holy Land três décadas depois

    Na outra parte do olhar sobre o metal brasileiro em 1996, olhamos com carinho para “Holy Land”, disco do Angra que fala sobre o descobrimento do país e, no fundo, também sobre a própria banda. Olhamos para as músicas, mas também voltamos no tempo do lançamento para lembrar e pensar como foi ver um disco de power metal combinar referências eruditas com sons brasileiros.

    1 hr 40 min
  • Sepultura deixa riff rumo ao ritmo em Roots

    A principal atração de Roots foi o destaque para a brasilidade em um gênero musical um pouco averso a este tipo de sonoridade. Três décadas depois, olhamos para o disco de uma outra forma, da mudança de uma banda que calcava sua força nos riffs para pensar muito mais no ritmo, marcando a mudança do groove metal em si para o que depois viria a ser o jovem nu metal. Voltamos no tempo, no disco e em histórias pessoas de 1996 neste episódio.

    1 hr 24 min

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Heavy metal, futebol e memórias de headbangers - não necessariamente nessa ordem.