Solada

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Solada episodes

  • Tribulation, vocalistas no Bangers, reunião do Angra e Rush no Brasil

    Enquanto nossas carteiras vão esvaziando com a volta do Rush ao país, comentamos um pouco sobre o aclamado show do Tribulation e novas informações do “chá revelação de vocalistas” do Arch Enemy e Nevermore para o Bangers. Como sempre, olhamos para o Angraverso para falar sobre o show de aniversário do Rebirth fora do festival.

    1 hr 15 min
  • Skunkworks, o momento grunge de Bruce Dickinson

    Depois de Balls to Picasso, o original e a discutível versão recente, Bruce Dickinson tentou vôos ainda mais ousados em 1996. Skunkworks não foi muito bem compreendido na época, resultado de um cantor conhecido com uma direção e uma banda de novatos com outras ideias na cabeça. Jack Endino, o lendário produtor do grunge, tentou juntar estas peças em um disco que não foi bem compreendido na época, mas ainda guarda bons momentos. 

    1 hr 17 min
  • Duelo de deuses em 86, Seventh Star x Ultimate Sin

    Praticamente ao mesmo tempo, Tony Iommi lançou o disco mais contestado do Black Sabbath enquanto Ozzy Osbourne aproveitava o potencial de Jake E. Lee para fazer a sua versão de um clássico do metal. Se por um lado “Seventh Star” tem aquele clima de “pote de sorvete na geladeira que na verdade tem feijão”, “Ultimate Sin” tem muito potencial que não foi aproveitado – e nem devidamente creditado. Também aproveitamos para repensar a conversa sobre esse disco ser um projeto solo do pai do metal, que na verdade é muito mais questão de ego ferido.

    1 hr 30 min
  • Megadeth e Krushers of the World, 2026 começa com pé no thrash

    Depois de um breve hiato por motivos pessoais, o Solada volta com o pé no thrash metal. 2026 começa com o canto do cisne do Megadeth, mas também com mais um disco do Kreator. Comparamos os dois álbuns, olhamos para as bandas e perdemos a linha depois da definição do “tribal alemão”.

    1 hr 3 min
  • Troféu Chuteira de Aço de Melhores do Ano

    No apagar das luzes de 2025, repassamos o ano na nossatradicional premiação anual. Como o Chuteira de Aço é diferente, também comentamos o que deveríamos ter dado mais atenção e não comentamos em episódios regulares.

    1 hr 5 min
  • 1985, o ano que o metal entortou e virou progressivo

    Depois do Rush fazer a galera perder o medo de mostrar as habilidades dentro do rock mais pesado, muitas pessoas atentas aos movimentos de Iron Maiden e Metallica pensaram “nós somos bons, então não podemos deixar o metal mais torto?”. A resposta desta pergunta vem em discos quarentões. Seja no Fates Warning ou no Watchtower, podemos ouvir o nascimento de um subgênero que não tem medo de ser pesado e trabalhado ao mesmo tempo. Repassamos três discos de músicos que não sabiam que estavam fazendo história.

    1 hr 6 min
  • Testament ajusta rumo para falar do mundo atual em Para Bellum

    Depois de cinco anos sem um disco novo, o Testament lançou Para Bellum. A troca de Gene Hoglan por Chris Dovas na bateria deu um novo gás pra banda, com um bom balanço entre peso e melodia. Diferente do outro disco, temos uma produção que valoriza detalhes enquanto discute questões atuais (de um jeito thrash metal), resultando em um disco que tem motivos para ir para as listas de melhores do ano.

    53 min
  • AC⚡DC em dois tempos em um mesmo ano

    Somamos dois discos que fazem 50 anos para comemorar a edição 100 do Solada. Em 1975, os australianos do AC⚡DC lançam High Voltage e T.N.T., álbuns que mostra uma banda que ainda procurava achar o seu tom próprio entre o blues e o rock. Lançados apenas na Austrália, no ano seguinte seriam reformatados para a versão internacional de High Voltage. Repassamos estes dois discos e também Ballbreaker, disco que rodou muito nas nossas vidas e saiu há 30 anos atrás. Para não perder a sequência dos fatos da outra semana, também mandamos alguns pitacos sobre a “reunião-nova formação-fato novo” do Angra.

    1 hr 27 min
  • Destrinchamos o elenco do Monsters e do Bangers

    Destrinchamos o elenco (quase) completo do Bangers Open Air, anunciado nessa semana e também mandamos nosso pitaco nas atrações já confirmadas do Guns, ops, Monsters of Rock. Lembramos que este episódio foi gravado antes da confirmação do segundo headliner, que todo mundo no momento especulava ser o AngrA.

    1 hr 15 min
  • “Alice in Chains” ou os diários da heroína

    “Alice in Chains”, terceiro disco da banda de Seattle, tinha tudo para ser um completo desastre. Era uma banda em fim de ciclo, dominada por vícios e pressionada para entregar mais um disco. O quarteto acaba encontrando uma saída temporária no estúdio, resultando no álbum também chamado de “Tripod”. Vale voltar no disco, mesmo criado debaixo de uma tempestade de heroína e crises de relacionamentos e amizades. No fim do programas, repassamos um pouco o grunge no geral. Além disso, comentamos o retorno do AC/DC no Brasil e o Gunsn’Roses que provavelmente já tem CPF. Em tempo, este é um episódio um pouco pesado, não pense duas vezes antes de pedir ajuda.

    1 hr 40 min

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Heavy metal, futebol e memórias de headbangers - não necessariamente nessa ordem.