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Direto de Toronto, Thiago Zuma conta o que só ele viu do Rush ao vivo em um show lotado em casa. Conversamos sobre a dupla no palco, a integração de Anika Niles e a emoção de rever algo que parecia impossível. A missão internacional do Solada rendeu tanto que até antecipamos um pouco do Dimmu Borgir ao vivo, atração do Liberation Festival em dezembro.
Depois de um primeiro disco que chamou a atenção de muita gente, os lobos portugueses do Moonspell lançaram “Irreligious” em 1996. Deixando um pouco algumas conexões com outros estilos de lado, o álbum é um cartão de visitas para uma banda que mescla o metal com o gótico. Dois dos maiores clássicos da banda saíram deste disco. Além de “Full Moon Madness”, aqui surge “Opium” e sua conexão com Alberto de Campos (Fernando Pessoa). Aproveitamos o embalo e comentamos também sobre “Far From God”, disco que saiu semanas atrás. No momento aleatório do episódio, falamos sobre o que fazer com camisas de shows que não queremos jogar fora.
Neste episódio do Solada trocamos o tradicional review de discos por uma versão sonora da newsletter. Como homenagem para o podcast “Foro de Teresina”, o “Foro do Canindé” discute se mais vale um Lex Legion na mão do que um King Diamond voando. Também mostramos nossa surpresa com a música nova de Tony Iommi, agora com Jørn Lande ao seu lado, além do novo ao vivo do Savatage e as presepadas recentes de Dave Lee Roth.
O van Halenverso viveu uma grande mudança em 1986. Eddie ouviu o conselho do seu mecânico e chamou Sammy Hagar para uma jam. O resto é história. Semanas depois de “5150”, o primeiro disco da segunda grande era da banda, Dave Lee Roth lançou seu primeiro álbum, “Eat ‘Em and Smile”. Recontamos um pouco esta história e comparamos os dois discos neste episódio.
Antes de “Operation: Mindcrime”, o Queensrÿche lançou um disco que até hoje recebe novos tons quando olhado com calma. “Rage for Order” fala sobre controle, seja emocional, governamental ou tecnológico – e algumas vezes costurando tudo isso ao mesmo tempo. Nem tão compreendido – mas também feito para não ser totalmente compreendido -, é uma espécie de obra-prima da banda, que iria lapidar algumas ideias vistas aqui anos depois. Analisamos o disco em um episódio um pouco diferente em virtude de alguns problemas técnicos.
Depois de quase cinco anos sem um disco novo, o Khemmis voltou com um disco que consegue combinar elementos conhecidos por outras bandas mas do seu jeito. Entre o metal tradicional e o doom, “Khemmis” busca inspiração no próprio processo de criação de um disco, resultando em um disco mais acessível. Ainda aproveitamos o embalo da Copa e pensamos um pouco sobre a correria da rodada final de grupos e a beleza da “segunda fase”.
O Celtic Frost é uma das bandas mais ousadas do metal. Nem sempre acerta, mas entrega discos que puxam o gênero pra frente. A história torta oficialmente terminou em 2006, com “Monotheist”. Nos 20 anos deste disco denso, analisamos a última tabelinha entre Martin Eric Ain e Tom Gabriel Fischer. Além disso, comentamos os shows do retorno do Rush para a estrada.
No embalo do anúncio da volta do Slayer ao Brasil, comentamos o Slayer em 6 6 6. A partir do clássico “Reign in Blood”, lançado em 1986, olhamos depois para “Undisputted Attitude”, o disco de covers de punk/hardcore de 1996, e acabamos em “Christ Illusion”, o disco que tinha tudo para ser melhor com a volta de Dave Lombardo.
Se tem disco novo do Armored Saint, tem o Solada passando pano para a banda favorita do podcast. “Emotion Factory Reset” não tem a força do disco anterior, mas ainda mostra uma banda capaz de mostrar que ainda tem o que dizer. Comentamos o álbum e também como a banda consegue trabalhar bem a sua influência de Accept, mas com a sua cozinha característica.
O At the Gates deixou o tempo passar e lançou “The Ghost of a Future Dead”, a despedida de Tomas Lindberg. O fim reforça a identidade da banda, tanto no som quanto nas letras. Comentamos o disco e destacamos algumas faixas que merecem a sua atenção.
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