Sopodesermulher_

Sopodesermulher_

By Só pode ser MULHERSociety & CulturePersonal Journals
Download on the App Store

Sopodesermulher_ episodes

  • Episódio 59. A importância do investimento em treinamento para equipes.
    A empresa que dispõe de equipes eficientes, bem instruídas e alinhadas aos padrões operacionais mais modernos, certamente tem nas mãos um ativo de grande valor, que pode ser determinante para um crescimento exponencial das atividades e para o atendimento preciso das demandas do mercado consumidor.
    Para tanto, um dos caminhos mais promissores para se chegar a esse patamar é investindo no treinamento e desenvolvimento dos profissionais. 1. Aumento considerável da produtividade.2. Retenção de talentos.2. Retenção de talentos.4. Maior motivação dos colaboradores.5. Reforço à inovação
    59 min
  • Episódio 57. AS EXPECTATIVAS DO MERCADO PARA AS FESTAS DE FINAL DE ANO.
    A proximidade de festas de fim de ano, como Natal e Ano Novo, que historicamente elevam vendas do comércio, ajudaram a compor o resultado.
    Além das festas de fim de ano, as vendas do setor já podem ser impulsionadas por Copa do Mundo, agora em novembro, que impacta favoravelmente as expectativas para o varejo, nos próximos meses.
    Ao detalhar a evolução do Icec de setembro para outubro, houve altas em dois dos três tópicos usados. É o caso dos aumentos observados em condições atuais de empresário do comércio (0,9%) e de expectativas do empresário do comércio (0,9%).
    “A combinação entre a queda da inflação e as transferências de renda tem favorecido o poder de compra dos consumidores, que estão mais satisfeitos com o nível de consumo e mais dispostos a consumir nos próximos meses, o que naturalmente impulsiona a confiança do varejo nacional”
    57 min
  • Episódio 56. A VALORIZAÇÃO E O RECONHECIMENTO PELO TRABALHO DE UMA MULHER INFLUENCIADORA!
    O meio digital cresce e alcança cada vez mais as pessoas, marcas e empresas. Os digitais influencers desempenham a tarefa de levar ideias, marcas, produtos e serviços para o público. Eles veêm inovando e se inserindo em todos os seguimentos. Exemplo disso são os que foram cobri a copa, outros para rock in rio, e muitos outros eventos de modas, de mercado e propaganda. Hoje trouxemos a Naftaly para falar um pouco desse universo, vem com a gente?
    1 hr 1 min
  • Episódio 55. RÁDIO É LOCAL DE FALA, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO DE MULHER SIM!
    Ao se estudar os vinte primeiros anos do Rádio (1923 a 1943), a impressão que se tem é que, à primeira vista apenas os homens povoavam esse universo. Contudo, ao pesquisarmos um pouco mais esse período, percebemos que as mulheres tiveram uma participação significativa, sim. As mulheres do velho rádio eram cantoras, radioatrizes e locutoras. Comandavam programas, falavam de suas dificuldades com seriedade. Conheciam o papel que desempenhavam na vida de suas ouvintes, numa época em que a submissão era total e o mundo da mulher girava apenas em torno do lar. Maria Beatriz Roquette-Pinto no estúdio da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro:
    primeira radialista brasileira da história
    Hoje já vemos mulheres narrando jogos, apresentando programas, criando, dirigindo. Mas sabemos que isso tudo vem sendo construído.
    A evolução da programação radiofônica feminina tem sido frequentemente associada ao movimento feminista. No final da década de 1940 e na década de 1950.
    Esses primeiros exemplos podem não ter se identificado como “feministas”, embora claramente o fossem de várias maneiras. O Dia Mundial do Rádio de 2014 celebrou as mulheres no rádio e o empoderamento feminino, mas também observou que a igualdade de gênero continuava sendo um desafio nos meios de comunicação.
    58 min
  • Episódio 54. AS RELAÇÕES RACIAIS, RACISMO E AS POLITICAS PÚBLICAS NO CENÁRIO ATUAL.
    A sociedade brasileira convive histórica e estruturalmente com o racismo, que perpassa as relações sociais e inscreve no país uma forma particular de convivência entre desiguais.
    Como ideologia que diferencia e hierarquiza os indivíduos em função de sua aparência, o racismo molda uma sociedade que se assenta na existência e naturalização da desigualdade e dela faz uma base especifica de apoio e funcionamento. Sob a ideologia racista, a existência da pobreza e da miséria e, mais grave, sua persistência, não se impõe como um problema social. Ao contrário, apresenta-se normalizada, parte da paisagem social.
    Afinal, em uma sociedade de indivíduos intrinsecamente distintos, o racismo opera, legitima e engessa uma hierarquia social, operando uma escala de valores onde se torna aceitável e mesmo justificável que os elementos tidos como superiores devessem alçar posições sociais privilegiadas enquanto que aos demais, reafirmados ou naturalizados em sua condição de inferioridade, restariam os lugares subalternos. O racismo transforma diversidade em desigualdade. E ao longo dos séculos, a sociedade brasileira se estruturou a partir da desigualdade. Nossa modernidade se galga, em grande parte, na presença de desigualdades extremas, sociais e raciais.
    Viabilizamos a possibilidade de vida profissional para a mulher da classe média não na partilha igualitária do trabalho doméstico, mas na ampla disseminação da figura subalterna da empregada doméstica. A oferta ilimitada de serviços pessoais os mais diversos por parte de uma camada pobre e negra é parte integrante da vida nacional. Tudo isso compõe um projeto de país que surfa a modernidade sem que essa altere suas estruturas sociais, injustas e desiguais. Essa convivência de situações sociais estruturalmente dessemelhantes ainda que não antagônicas deita raízes, evidentemente, no nosso passado escravista. Sua continuidade desenvolveu uma trajetória particularmente perversa, do ponto de vista da construção da nação. Um país desigual e que se mantem imune a maiores mudanças sociais que venham a alterar esse quadro.
    1 hr 2 min
  • Episódio 53. Enxergando possibilidades, saindo da zona de conforto!
    “Elas [as meninas] não podem olhar para a ciência e achar que é um mundo masculino porque só tem homem, e brancos. A ciência é andrógina e branca, a matriz eurocêntrica. Isso foi o que nos moveu”, afirma. Professora Simone da USP
    “A partir da década de 20, as mulheres vão dando pontapés nas portas das universidades para entrar, porque não pense que entraram facilmente. Nossas bisavós lutaram por isso”, afirmou.
    Professora de Educação Física da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), Bruna Carolini de Bona afirma que o problema se espelha na opressão do dia a dia: como nas brincadeiras, nas seletividades e atividades. TUDO É PARA TODOS.
    “Basicamente, a escola não se descola da sociedade, refletindo as mesmas exclusões e preconceitos que a mulher enfrenta em relações cotidiana.” Fazendo com que essa vivência seja ainda mais fortalecimento dentro da escola, limitando a capacidade de cada criança.”
    1 hr
  • Episódio 52. A educação como meio de transformação social.
    “Como a educação muda o mundo. A educação é uma arma poderosa. Através dela, um cidadão se torna mais crítico, tem mais oportunidades de emprego e melhoria na sua própria qualidade de vida. A importância de aprender para si mesmo é compartilhar os conhecimentos com os outros.
    A Educação é vista como ato de conhecimento e transformação social, tendo um certo cunho político. O resultado da desse tipo de educação é observado quando o sujeito pode situar-se bem no contexto de interesse.
    A Educação é um direito fundamental que ajuda não só no desenvolvimento de um país, mas também de cada indivíduo. Sua importância vai além do aumento da renda individual ou das chances de se obter um emprego. Por meio da Educação, garantimos nosso desenvolvimento social, econômico e cultural.
    A importância da Lei de Diretrizes e Bases da Educação como forma de garantir o direito a toda população de ter acesso à educação gratuita e de qualidade, para valorizar os profissionais da educação, estabelecer o dever da União, do Estado e dos Municípios com a educação pública. Trata também da formação do professor, que deve atender aos requisitos mínimos exigidos para exercer a atividade docente.
    Quanto mais as pessoas estudarem, mais oportunidades terão no mercado de trabalho. Uma pessoa que concluiu uma pós- graduação tem 422% mais chances de conseguir um emprego do que quem não se alfabetizou. Quem estuda também ganha mais: o salário de um pós-graduado é 544% maior do que aquele recebido pelos analfabetos (FGV).
    Se todos os estudantes em países de renda baixa deixassem a escola sabendo ler, 71 milhões de pessoas poderiam sair da pobreza. Cada ano extra de escolaridade aumenta a renda individual em 10%”
    1 hr 2 min
  • Episódio 51. Outubro Rosa! Já cuidou de você hoje?
    “O câncer de mama ocorre a partir de uma multiplicação incontrolável de células anormais, resultantes de alterações genéticas, que podem ser hereditárias ou adquiridas. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, mas a maioria se desenvolve de maneira favorável quando diagnosticados e tratados com tempo adequado. No Brasil, estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam que cerca de 66.000 mulheres desenvolverão esse tipo de câncer a cada ano entre 2020 e 2022.
    Criado no início da década de 90, nos Estados Unidos, o movimento Outubro Rosa surgiu para despertar na população a atenção para a importância do diagnóstico precoce, do controle do câncer de mama e das medidas protetivas contra a doença, que é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma.
    Outubro Rosa salva vidas, porque dar conhecimento, empodera as mulheres. Elas têm conhecimento do direito e cobram. Nós mulheres lutamos por empoderamento, e conhecimento é poder! E é isto que o Outubro Rosa está fazendo aqui: empoderando as mulheres brasileiras, fazendo-as saber que existem leis que dão o direito a elas de não morrerem de morte evitável se houver o diagnóstico precoce e o tratamento precoce.”
    58 min

About Sopodesermulher_

From the publisher's feed

Olá, meninas e meninos, garotas e mulheres. Esse é um encontro semanal de debate e empatia com a missão de empoderar mulheres. Produzido por Roana Sousa , Larissa Máximo, Nara Lima e Gabriela…