Sopodesermulher_

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By Só pode ser MULHERSociety & CulturePersonal Journals
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Sopodesermulher_ episodes

  • Episódio 19. A importância da inteligência emocional para o nosso crescimento pessoal e profissional
    Inteligência emocional é a capacidade que um indivíduo tem de compreender e gerenciar as próprias emoções e também de aprender a lidar com as emoções e sentimentos das pessoas a sua volta, com o objetivo de alcançar resultados positivos, não só na vida pessoal, como também na profissional.
    Saber gerir as próprias emoções é muito importante para qualquer profissional, pois assim este saberá o que realmente está sentindo, será capaz de entender o significado de cada emoção e como elas podem afetar o seu desempenho e também o dos outros. Além disso, o desenvolvimento da inteligência emocional facilitará a percepção, por parte de qualquer tipo de indivíduo, do comportamento de cada pessoa com as quais ele trabalha e também com as quais se relaciona de uma maneira geral. Por isso convidamos vocês a mergulhar e escutar de cabeça aberta a conversa de hoje. Que conta com a participação de Irlla Vanessa.
    1 hr
  • Episódio 18. O adoecimento mental das mulheres em decorrência da alta cobrança social.
    Desde sempre a mulher possui multiplicidade de papéis na sociedade. Nesse sentido, a mulher pode ser mãe, trabalhar fora de casa, cuidar da casa, entre outras atividades que tornam a sua rotina bastante cheia. Assim, muitas vezes, ela se esquece do principal: os cuidados com a própria saúde.
    Como se não bastasse as inúmeras funções desempenhadas, a mulher ainda é frequentemente submetida a diversos fatores estressores, sejam psicológicos, sejam físicos, como o medo da violência e do abuso, o que prejudica a manutenção de sua estabilidade mental.
    Dessa forma, mesmo que o ambiente externo ao redor da mulher esteja organizado e bem cuidado, o ambiente interno pode estar em processo de adoecimento. Problemas psicológicos, ansiedade, depressão, distúrbios alimentares e transtornos associados ao ciclo reprodutivo são alguns exemplos disso. Por isso convidamos vocês a mergulhar e escutar de cabeça aberta a conversa de hoje. Que conta com a participação de DUDA LIMA.
    58 min
  • Episódio 17. Janeiro Branco e a importância de consciência da saúde mental.
    O Janeiro Branco é uma iniciativa popular criada e orientada por psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e outros profissionais da saúde com um grande e nobre objetivo: criar consciência de que é necessário cuidar da mente, da saúde mental, mais precisamente.
    Segundo dados da OMS, até 2030 a depressão será uma das principais causas de doenças no mundo. Isso é extremamente significativo visto que transtornos mentais que incluem condições comuns, como a depressão e ansiedade, aquelas agravadas por abuso de álcool e outras substâncias, além distúrbios graves e incapacitantes, como esquizofrenia e transtorno bipolar, poderão ser cada vez mais presentes na população.
    O intuito da campanha do janeiro branco é oferecer alternativas para diminuir o impacto negativo de transtornos mentais que, em alguns casos, podem ser imperceptíveis, mas que com o passar do tempo podem se transformar em verdadeiras fontes de mal-estar, tormento, isolamento e até problemas físicos de saúde.
    A mente ainda é um grande mistério para a ciência, a subjetividade humana é com certeza um segredo íntimo que permeia a individualidade, a identidade, a formação da personalidade de cada pessoa e tudo aquilo que foi aprendido, absorvido e incorporado em todas as fases da vida, especialmente na infância e adolescência, ecoa para toda a vida e influencia diretamente em como o indivíduo irá encarar a vida e o seus desafios diários. Por isso convidamos vocês a mergulhar e escutar de cabeça aberta a conversa de hoje. Que conta com a participação de GISELI ALVES.
    57 min
  • Episódio 16. Os planos para 2022 e os mecanismos para enfrentar as adversidades do ano.
    A questão de gênero ainda é um fator que dificulta os planos das mulheres. Percebemos que as mulheres estudam mais – inclusive elas já são maioria no ensino superior -, mas muitas pesquisas revelam diferenças entre homens e mulheres. Sabemos que muitos empregadores ainda têm resistência para contratar mulheres. Mas, se elas estudam mais e estão mais capacitadas, por que não contratá-las?
    As causas apontadas para uma ainda baixa participação feminina de maneira geral (no Brasil e no mundo) são muitas: culturais, preconceito de segunda geração, características da personalidade feminina e sua forma de perceber o mundo, diferença de estilo entre gêneros, falta de investimento em networking e de um mentor, dificuldade de conciliar vida pessoal e profissional (casamento e filhos no momento de maior velocidade da carreira), e outros aspectos. Por isso convidamos vocês a mergulhar e escutar de cabeça aberta a conversa de hoje. Que conta com a participação de EUGÊNIA GREGÓRIO!
    1 hr
  • Episódio 14. Uma gota de sangue pode salvar vidas!
    O diabetes mellitus é uma doença na qual o organismo não produz uma quantidade suficiente de insulina ou não responde normalmente à insulina, fazendo com que o nível de açúcar (glicose) no sangue fique excepcionalmente elevado. O diabetes mellitus é uma doença em que a quantidade de açúcar no sangue está elevada. Os médicos frequentemente utilizam o nome completo diabetes mellitus ao invés de apenas diabetes, para distinguir esta doença do diabetes insipidus. O diabetes insipidus é uma doença relativamente rara que não afeta o valor da glicemia; porém, assim como no diabetes mellitus, também provoca o aumento da micção. Por isso convidamos vocês a mergulhar e escutar de cabeça aberta a conversa de hoje. Que conta com a participação de Virlene Viana.
    57 min
  • Episódio 13. As dificuldades da mulher no meio artístico!
    Não é nenhum segredo que vivemos em uma sociedade machista, onde os homens costumam sair privilegiados de qualquer situação. Se duvida disso, basta checar os rumos da história. As provas vão desde a conquista do direito de votar até a batalha por reconhecimento em diferentes áreas. De fato, muita coisa foi conquistada, mas falta muito (mesmo) para dizermos que é um mundo justo.
    O mundo da música é um ótimo (ou, nesse caso, péssimo) exemplo de como essa discrepância entre gêneros ainda existe e é assombrosa. Pode ser no backstage ou muitas vezes até mesmo nos palcos. É raro vermos um processo musical inteiro, da composição à divulgação, passando pelos procedimentos de estúdio, feito inteiramente por mulheres. Um estudo, feito em 2019 pela USC Annenberg Inclusion Initiative, levou em conta o recorte de cerca de 700 hits de sucesso lançados entre 2012 e 2018 para ilustrar essa diferença entre gêneros. Do total, de acordo com o levantamento, 21,7% dos artistas eram mulheres. A coisa piora quando adentramos mais no processo de criação. Apenas 12,3% entre todos os nomes creditados pelas composições eram mulheres. Já em relação ao total de produtores, o número é ainda menor: 2,1%. Por isso convidamos vocês a mergulhar e escutar de cabeça aberta a conversa de hoje. Que conta com a participação de Theska Lima.
    53 min
  • Episódio 12. As expectativas e tendências do mercado local para as festas de final do ano.
    A cada ano que passa, as mulheres conquistam novos papéis na sociedade e caminham rumo ao protagonismo em diversos mercados de atuação. E no empreendedorismo não é diferente. Hoje, o Brasil é o sétimo país com o maior número de mulheres empreendedoras. O dado é de um levantamento da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizado com 49 nações. Ao todo, são mais de 24 milhões de brasileiras tocando negócios próprios, gerando empregos e movimentando a economia. Embora os números mostrem uma maior participação feminina no universo empreendedor - resultado de mais oportunidades para elas -, ainda há um longo caminho a ser percorrido para que as mulheres tenham o seu potencial valorizado. A mesma pesquisa organizada pela GEM, feita com base em dados de 2018, revelou que as mulheres empreendedoras estudam 16% a mais do que os homens: enquanto eles dedicam, em média, 8,5 anos à formação, elas investem 9,9 anos de suas vidas. Em contrapartida, elas ganham menos: o rendimento médio mensal das empresárias é 22% menor. Por isso convidamos vocês a mergulhar e escutar de cabeça aberta a conversa de hoje. Que conta com a participação de Luciene Freitas.
    58 min
  • Episódio 11. A importância da força feminina na sala de aula durante a pandemia.
    Sabemos de toda a dificuldade que os profissionais da educação tiveram que passar durante a pandemia. Vídeo aulas, atividades, retorno das atividades, saúde mental e atraso no desenvolvimento dos alunos. Sendo mulher então temos uma dificuldade maior, seja o machismo, seja a rotina, seja o transporte ou até mesmo o preconceito por escolher determinadas áreas profissionais.
    Sabendo que todo esse processo foi puxado, mas no fim tá dando certo, convidamos uma professora muito esforçada quando se trata de ensinar e compartilhar sobre a língua portuguesa.
    58 min
  • Episódio 10. Entre pincéis e mamadeiras. A jornada de uma mãe de duas.
    Uma pesquisa realizada pelo IBGE em 2017 mostra que, em média, as mulheres brasileiras dedicavam o dobro do tempo dos homens a afazeres domésticos e cuidados de pessoas: 20,9 horas por semana gastas por elas, contra 10,8 horas por semana gastas por eles. Mais recentemente, uma pesquisa global da Ipsos com a ONU Mulheres aponta que a pandemia aumentou o abismo na divisão de tarefas não remuneradas no Brasil e nos outros 16 países pesquisados. As mulheres são e sempre foram as principais responsáveis pelo trabalho exaustivo e invisível de cuidar da casa e dos filhos. Por essa razão, juntamente com o medo e o estresse causados pela pandemia, elas estão sendo as mais afetadas quando se trata de saúde mental. Por isso convidamos vocês a mergulhar e escutar de cabeça aberta a conversa de hoje. Que conta com a participação de Bia Bezerra.
    58 min

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