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Tecnologias estão extrapolando, há tempos, a visão de fazer mais, mais rápido, mais barato. Estamos chegando a um nível de sofisticação onde as máquinas conseguem, sob muitas perspectivas, serem criativas. Mais do que automação, precisão para escala e escopo, estamos no limiar da “criatividade cibernética”.
No mundo dos negócios, já é consciência para muitas empresas que tecnologia é competência fundamental. Entretanto, é preciso ir além. A discussão sobre tecnologia precisa ter lugar na alta gestão, sobretudo conselhos e presidências. O disruptivo, que até outro dia era exceção, está se convertendo em regra.
O ritmo da mudança, percebido por todos, nunca foi tão intenso. Novidades tecnológicas surgem todos os dias e tem ficado cada vez mais difícil identificar o que é presente e o que é futuro.
Entendemos que há três vetores determinantes sustentando esse fenômeno. As ditas organizações exponenciais são, essencialmente, aquelas que conseguiram desenvolver modelos de negócio vinculados a esses fatores.
Em nossas consultorias, não é raro encontrar executivos, afirmando: “Não somos uma empresa de tecnologia!”. Geralmente, essa afirmação surge em discussões sobre investimentos ou quando processos estão sendo revisados e ajustados. Trata-se de uma afirmação ingênua e perigosa.
Qualquer atividade, em qualquer organização, de qualquer ramo ou segmento, demanda, em maior ou menor escala, a utilização de sistemas de informação. Logo, excelência tecnológica, mesmo para empresas onde a receita não seja proveniente dela, é uma característica fundamental.
Grandes organizações, frequentemente, discutem sobre comprar software ou “desenvolver em casa” para suportar o negócio. Não raro, assumem grosseiramente que “comprar pronto” sempre custa mais barato e tem compensações mais do que suficientes para a menor flexibilidade e agilidade. Outras vezes, assumem tendência quase compulsiva de exercer controle impedindo qualquer coisa desenvolvida por terceiros. Ambos os comportamentos causam prejuízos importantes que, muitas vezes, demoram para serem percebidos.
Uma nova posição executiva tem ganhado espaço nas organizações, principalmente em empresas de tecnologia. Trata-se do CPO (Chief Product Officer), também conhecido como Head de produtos.
Será que sua empresa precisa de alguém nessa posição?
O que faz um CTO? O que faz um CIO?
Em muitas organizações, os títulos de CIO e CTO são utilizados de maneira "desleixada" e, com frequência, são considerados intercambiáveis. Isso acontece por causa da falta de entendimento das responsabilidades, do que e quem estes executivos gerenciam. Vamos resolver essa confusão?
Quase sempre, quando alguém fala de inovação, fala sobre tecnologia. Entretanto, as grandes transformações estão ocorrendo por causa de novos modelos de negócio.
Fenômenos de desagregação, desintermediação e desacoplamento tem viabilizado novas e poderosas alternativas de relacionamento entre quem produz e quem consome. Tecnologia é, sim, fundamental. Entretanto, não é o mais importante.
Tecnologia é tão importante e "metas artificiais", como prazo e escopo, fazem cada vez menos sentido.
Toda atividade relevante nas empresas é suportada, direta ou indiretamente, por software. Software bem feito e bem ajustado é fundamental.
Para construir software bom, cada vez mais empresas mantêm departamentos inteiros de "tecnologia". Entretanto, falham em obter os melhores resultados por um erro básico de condução: segregam objetivos para times de "negócio" e de "tecnologia"
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