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Hoje, vamos mergulhar em uma das tipologias mais presentes e controversas da nossa paisagem. Mais do que meros espaços de varejo, essas estruturas são verdadeiros microuniversos que refletem e moldam a cultura de consumo, a vida social e a própria estrutura das cidades. Sua arquitetura é um campo fascinante de estudo, combinando eficiência logística, psicologia do consumidor e uma busca constante por criar experiências que vão além da simples compra.
Vamos conversar sobre como o design desses complexos evoluiu de galerias simples para megaestruturas multifuncionais, e como eles se tornaram pontos focais de lazer, alimentação e convívio, inclusive em regiões com escassez de espaços públicos ou em climas extremos. Hoje, nada mais conveniente do que conversar sobre um dos protagonistas neste período de festas que é a arquitetura dos shopping centers.
Participam: Bruno Sarmento é arquiteto urbanista pela UFJF, tem MBA em Gestão Empresarial pela FGV-RJ (2004). É sócio do escritório Lourenço | Sarmento Arquitetos e professor do Centro Universitário Uniacademia. Tem experiência no desenvolvimento e coordenação de projetos de arquitetura e urbanismo e ênfase no estudo de história e teoria da arquitetura contemporânea.
Vinícius Novais é Engenheiro Eletricista pela UFJF e tem Pós graduação em Gestão de Negócios pela PUC Minas. Trabalha há 17 anos no mercado de shoppings, na área de operações e suas subáreas como manutenção e gestão. É Sócio Diretor da Vérice, dando consultoria e soluções em engenharia para Shoppings Centers e outros empreendimentos.
Bom cast!
Olá, gente! No Arquicast 264, abrimos uma caixa de Pandora da nossa profissão. Inspirados pela série de artigos do arquiteto e escritor Edwin Heathcote para a revista Dezeen, discutimos os 12 grandes problemas que a arquitetura enfrenta hoje. Do ensino acadêmico à desvalorização no mercado de trabalho, passando pela nossa desconexão com o público geral: será que esses problemas globais também refletem a realidade brasileira? E, mais importante, como podemos mudar esse cenário? Para esse debate necessário, recebemos:
Mariana Guedes: Arquiteta (UFJF), mestre pela UFV, pós-graduanda em gestão pública pelo IPPUR/UFRJ e gerente de planos e projetos na Prefeitura de Juiz de Fora.
Dani Pelegrini: Arquiteta e urbanista (UFJF), especialista em Design de Interiores (SENAI CETIQT) e fundadora da Casa Criativa Design, focada em projetos de interiores online.
Dê o play e venha refletir com a gente! Link do artigo!
Hoje vamos falar mais uma vez sobre Inteligência Artificial, desta vez para saber como ela tem ajudado no dia a dia dos escritórios e empresas de arquitetura. Esta nova realidade já está remodelando a forma como os escritórios operam nas diferentes fases de projeto e até mesmo nos trabalhos burocráticos. Ela pode ser uma espécie de co-piloto para processar dados, gerar alternativas e otimizar processos a uma velocidade impensável a alguns anos atrás. Mas, o que isso significa no nosso campo profissional? Será que as habilidades tradicionais ficaram obsoletas? E o que os escritórios, desde os menores até grandes empresas precisam dominar para se manterem relevantes? É isso que queremos discutir por aqui.
Participam:
Mariana Grunschy é arquiteta, diretora criativa e referência na aplicação da Inteligência Artificial à Arquitetura e Design. Em 2022, lançou o Método ARQUI.IA, iniciativa pioneira no Brasil, onde ensina arquitetos a utilizarem IA para trabalhar de forma mais rápida, estratégica e criativa em todas as etapas de projeto e gestão de escritório. Entre seus alunos estão alguns dos arquitetos mais importantes do país, como Maurício Arruda, Mariana Maran, Carlos Carvalho, Nildo José, entre outros.
Ernani Gomes é arquiteto e urbanista pelo CES/JF. É arquiteto e coordenador no escritório Lourenço Sarmento Arquitetos.
No episódio de hoje falamos de um tema crucial para transformar projetos em realidade palpável. Para o arquiteto, a gestão do canteiro de obras não é apenas uma tarefa administrativa, mas sim garantir que a qualidade, o design e as especificações técnicas pensadas na prancheta sejam executadas dentro do prazo e do orçamento. E esse desafio passa pela capacidade de antecipar problemas, otimizar recursos e coordenar equipes de funções muito diferentes. Mas quais são as habilidades inerentes à gestão? Quais as preocupações necessárias em todo processo da construção da edificação? E como controlar o orçamento, tão necessário em uma produção tão onerosa? Bom cast!
Hoje resolvemos trazer um assunto bastante controverso na prática profissional dos arquitetos e designers de interiores. A “Reserva Técnica”, conhecida pela abreviação “RT” é uma prática conhecida no meio, onde o arquiteto recebe uma comissão dos lojistas pela indicação e venda de mercadoria por essa loja a seu cliente. Apesar dessa explicação objetiva, existe toda uma complexidade sobre como isso é feito, além de outras iniciativas semelhantes, como os clubes de relacionamento, que premiam os profissionais de outras maneiras através de critérios comerciais. Várias entidades da nossa profissão são contrárias à prática, já que ela fere a ética profissional. Mas, segundo pesquisa feita em 2022, 62% dos arquitetos ouvidos já receberam reserva técnica, provando que isso é uma prática comum na profissão. O que fazer com essa realidade? Por que a proibição ética não basta? E quais as consequências da prática no mercado em que trabalhamos?
Participam:
Roberto Spina é arquiteto e professor pela FAU Mackenzie em 1986, com estudos desenvolvidos no programa de pós-graduação da FAU-USP. Foi professor na UMC, Belas Artes e Escola Panamericana. É Coordenador da CT-AI (Comissão Temporária de Arquitetura de Interiores) e Coordenador Adjunto da CEP (Comissão de Exercício Profissional) do CAU-SP. É titular do escritório Roberto Spina Arquitetos Associados.
Adriano Pita é arquiteto urbanista pela Universidade de Guarulhos, com MBA especialização pela FGV. Foi diretor do IAB-SP nas gestões 1998/1999 e 2000/2001, Conselheiro do CAU/SP na gestão 2024/2026. É titular do escritório Adriano Pita Arquitetura, desenvolvendo projetos no Brasil e no exterior.
Dani Pelegrini é arquiteta e urbanista formada pela UFJF, com pós graduação em Design de Interiores pelo SENAI CETIQT. À frente da Casa Criativa Design, transforma histórias em espaços afetivos, com projetos de interiores online para todos os cantos do Brasil.
Hoje conversamos sobre um dos prêmios mais relevantes da arquitetura do cenário nacional, que está em sua segunda edição. Organizado pela Revista Projeto, publicação das mais relevantes do país no campo da arquitetura, urbanismo e design, a premiação busca dar reconhecimento à produção anual brasileira publicadas pela Projeto, através de um júri especializado e independente, elegendo os melhores projetos em cada categoria e, por fim, premiando um trabalho escolhido como Projeto do Ano!
Participam (1) Fernando Mungioli é Jornalista e Publicitário pela PUC/SP, está desde 1999 na Arco Editorial, responsável pela Revista Projeto e hoje lidera a equipe como publisher e único sócio da editora. (2) Evelise Grunow é arquiteta e urbanista pela Mackenzie, trabalha como jornalista na área de arquitetura desde 2001 onde ingressou na equipe da Revista Projeto Design. É editora executiva da Projeto desde 2012, além de ser consultora de concursos como o Opera Prima e Urban 21. Bom cast!
Olá pessoal! Chegamos, a pedido, com mais um episódio de Histórias no Arquicast! Nele, chamamos alguns amigos e pessoas que já passaram por aqui para contar algumas histórias engraçadas, curiosas ou de perrengues que cada um viveu e, quem sabe, dar algumas risadas com elas. Temos um cliente que nunca mais apareceu, um “manda nudes” inusitado, perrengues inacreditáveis em viagem e um incidente em um bordel. Dá o play e se divirta com a gente!
No episódio de hoje vamos explorar um componente essencial da arquitetura que, muitas vezes, passa despercebido até o momento em que é realmente necessário: os sistemas de guarda-corpos e corrimãos. Mais do que simples elementos de proteção, eles cumprem um papel fundamental na segurança, acessibilidade e orientação de quem ocupa os espaços — seja em uma escada, sacada, mezanino ou passarela. Mas, para além da função técnica, esses sistemas também podem ser protagonistas no projeto, com soluções que vão do minimalismo ao impacto escultórico que podem trazer ao projeto. Afinal, pensar em guarda-corpos e corrimãos é pensar em segurança com estética, em acessibilidade com inteligência de projeto — e isso diz muito sobre a qualidade da arquitetura que produzimos.
Participam:
Juliano Mendonça é Arquiteto e Urbanista formado pela Universidade Cruzeiro do Sul e pós-graduado pela FAAP; tem experiência na área técnica comercial voltada ao atendimento de profissionais e setor da construção civil a mais de 20 anos. Desde 2021 é consultor de Sistemas de Guarda Corpos e Balaustradas na Q-railing Brasil, e responsável pela tratativa dedicada aos colegas arquitetos no processo de especificação técnica junto aos projetos em criação.
Fernando Afonso é arquiteto urbanista formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Mackenzie/SP, tem experiência em mais de 10 anos em mercado imobiliário e é senior project designer do escritório Perkins & Will.
É comum a gente ouvir que nunca houve uma diferença tão grande de hábitos e costumes entre mais velhos e mais jovens. Os relatos costumam descrever a “Geração Z” como problemática, já que é uma geração mais desafiadora e inquieta, dentre outras coisas. Será que essa diferença se reflete na nossa profissão, revelando os conflitos que outras profissões também possuem? Será que os mais velhos não estão sendo saudosistas e estão com dificuldade de se adaptar aos novos tempos? Ou é verdade que os jovens profissionais estão com dificuldade com a vida adulta e profissional do nosso meio? Essas e outras perguntas vamos colocar em pauta, no episódio que marca nosso nono ano de existência! Bom cast!
Oi gente! Esse é o Arquicast nº 254, voltamos a discutir o impacto da Inteligência Artificial no mundo da arquitetura e urbanismo. Desta vez, queremos discutir como ela vem afetando como nós aprendemos e ensinamos num ambiente complexo e desafiador que é o nosso. Será que os processos de aprendizado vem mudando? Como os alunos têm usado essa ferramenta? E quanto aos professores? Serão adeptos dessa nova tecnologia? E quais os impactos no ambiente das faculdades e pós graduações? Bom cast!
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