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Os três filhos da PUC Guilherme de Almeida, Pedro Chrismann e Danilo Almeida recebem Gisele Cittadino, professora da PUC-Rio, para discutir a ideia do momento: a criação de uma nova constituição para o Brasil. Essa proposta é ruim ou péssima? Quem realmente teve essa ideia originalmente? Este episódio trata dessas perguntas e de outros dilemas deste ano que preferíamos ter pulado. Nele, Gisele fala sobre efervescência política, história constitucional brasileira e democracia numa realidade social como a nossa. Discutimos o texto do Bruce Ackerman "O Brasil precisa de nova Constituição" e a resposta do Thomas Bustamante e colegas "Why replacing the Brazilian Constitution is not a good idea: a response to professor Bruce Ackerman", além da apresentação da Gisele ao livro "Nós, o povo soberano: fundamentos do direito constitucional".
Andre Bogossian (FGV-Rio) troca uma ideia com Pedro Chrismann (IBMEC-Rio), Guilherme de Almeida (FGV-Rio) e Danilo Almeida (FGV-Rio) sobre de onde vem a legitimidade do guarda de trânsito para aplicar multas, ainda mais quando essa multa é endereçada a um seleto grupo de brasileiros na Virginia, EUA. Junto com suas referências culturais obscuras, o convidado da vez compartilha suas reflexões sobre o papel do povo na determinação de qual é o direito vigente. E os oficiais, qual é sua importância nessa tarefa? Quais oficiais importam na definição da regra de reconhecimento? Quem será o árbitro da revolução brasileira? O texto que (não) lemos desta vez foi o artigo de Matthew Adler chamado “Popular Constitutionalism and the Rule of Recognition: Whose Practices Ground U.S. Law?”
Valeu a pena esperar uma semaninha a mais para ouvir Pedro Chrismann (IBMEC-RJ), Guilherme de Almeida (FGV-RJ) e Danilo Almeida (FGV-RJ) receberem Lucas Petroni (CEBRAP) para discutir o socialismo de forma analítica. A conversa é pautada por dois textos de Gerald A. Cohen: "Reflexões sobre o marxismo analítico" e o belo livro "Por que não socialismo?", traduzido por Lucas. Para além da aula de filosofia política do nosso convidado, o episódio conta ainda com Guilherme desabafando sobre as dificuldades de ser um analítico de esquerda, Danilo rebelando-se contra seu patrão e Pedro deixando claro não ser o melhor parceiro de acampamento.
Pedro Chrismann (IBMEC-RJ), Guilherme Almeida (FGV-RJ) e Danilo Almeida (FURG) finalmente enfrentam a questão do momento: qual é a sensação de ser um país? Para explorar os mistérios da consciência, os três embarcam numa viagem interestelar entre zumbis filosóficos, polvos (“pólvos”?) desmontáveis e mamutes-formigueiros, guiados por Eric Schwitzgebel, autor de “If materialism is true, the United States is probably conscious”. Neste episódio, a posição materialista sobre a mente é posta à prova através de uma bateria de cenários bizarros. Por fim, Pedro manda um grande dane-se para os “louquismos” metafísicos de Guilherme, enquanto Danilo bota a mão na consciência e repensa sua história evolutiva.
Danilo Almeida (FURG), Guilherme de Almeida (FGV-RJ) e Pedro Chrismann (IBMEC-RJ) refletem sobre a real eficácia do altruísmo efetivo, dos sermões dos veganos e das aulas de Filosofia Moral. Será que o ensino de Ética impacta nas ações dos indivíduos? Nesse episódio, a discussão é guiada pelo artigo "Do ethics classes influence student behavior? Case study: Teaching the ethics of eating meat" de Schwitzgebel, Cokelet e Singer e o episódio "Larry Temkin on the obligations to the needy" do excelente podcast "Philosophy Bites". Relatos emotivos, revelações sobre o passado, experiências de vida e todos os elementos de um bom programa de auditório estão presentes nesse episódio.
Nesse episódio, Guilherme de Almeida (FGV-Rio), Pedro Chrismann (IBMEC-Rio) e Danilo Almeida (FURG) recebem Lucas Miotto Lopes (Universidade de Maastricht) para conversar sobre a importância das ciências sociais para a Filosofia do Direito. O texto da vez é o capítulo "Social Science and the Philosophy of Law" por Frederick Schauer, presente na coletânea "Cambridge Companion to the Philosophy of Law". Entre propriedades essenciais, fatos contingentes e mundos possíveis, os autores conversam sobre o o papel do filósofo do Direito e a distinção entre a análise metafísica e conceitual. Para além da densidade teórica, Danilo e Lucas discutem a possibilidade de um mundo alternativo em que Sócrates, o filósofo, é um chinelo. Pedro sofre com a uberização da Filosofia do Direito e Guilherme descobre seu "Bolsonaro" acadêmico.
MEC é a sigla utilizada por William Macskill e Toby Ord para se referir a "Maximized Expected Choice-Worthiness", no artigo "Why Maximize Expected Choice-Worthiness?". Nesse episódio, Guilherme de Almeida (FGV-RJ), Danilo Almeida (FURG) e Pedro Chrismann (IBMEC-RJ) discutem como decidir diante de uma situação de incerteza normativa. Guilherme pensa em trocar de sobrenome com a futura esposa e Pedro devassa o jardim das aflições de Danilo, que ainda tenta uma vaga no MEC (o da Educação mesmo) com o padrinho da Virgínia. Os três concordam não haver dúvida normativa sobre o "altruísmo eficaz" de Peter Singer, aniversariante do dia (06/07).
É moralmente permissível matar policiais? Guilherme de Almeida (FGV-RJ), Danilo Almeida (FURG) e Pedro Chrismann (IBMEC-RJ) discordam em muitas coisas, mas concordam que o artigo "When May we Kill Government Agents? In Defense of Moral Parity" de Jason Brennan é um baita clickbait acadêmico.
No segundo episódio, Danilo Almeida (FURG), Guilherme de Almeida (FGV-RJ) e Pedro Chrismann (IBMEC-RJ) produzem fake news, discutem pós-verdade e conversam sobre o artigo "Knowledge, adequacy, and approximate truth" de Wesley Buckwalter e John Turri. Será que conhecimento é realmente crença verdadeira e justificada? Quem liga?
No primeiro episódio do podcast, Pedro Chrismann (IBMEC-RJ), Danilo Almeida (FURG) e Guilherme Almeida (FGV-RJ) discutem o artigo "Rationalization is Rational" de Fiery Cushman, Criacionismo, Direito, Gastronomia e explicam por que passar pano é racional.
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