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No SciCast dessa semana conversamos a respeito do Guia Alimentar da População Brasileira, um dos instrumentos legais que norteiam toda a política de combate à fome, segurança alimentar e nutrição em diversas fases da vida. O Guia foi desenvolvido no Brasil, mas já ganhou repercussão internacional, com novos estudos utilizando métricas e classificações dele para definir os novos espaços e sistemas alimentares atuais. Ainda aqui, iremos trabalhar com a ideia de ultraprocessados, e entender toda a polêmica por trás dessa classificação.
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Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Emanuelle Salustiano, Ruan Santos, Lênin Machado e Yasmin Pussente
Citação ABNT: Scicast #682: Ultraprocessados e a classificação Nova. Locução: Tarik Fernandes, Emanuelle Salustiano, Ruan Santos, Lênin Machado e Yasmin Pussente. [S.l.] Portal Deviante, 16/03/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-682
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[1]: PERES, João; POMAR, Marcos Hemerson. Em documento para a Coca dos EUA, consultoria lista Guia Alimentar do Brasil como problema. Portal O Joio e o Trigo, 01 set. 2021. Disponível em: . Acesso em 15 out. 2025.
[2]: BRASIL. Ministério da Saúde. Guia alimentar para a população brasileira: promovendo a alimentação saudável. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 2ª ed. 158p.
[3]: Thomas, Geo & Kalla, Adarsh & Kumar, Ashok. (2018). Food matrix: A new tool to enhance nutritional quality of food. 7. 1011-1014.
[4]: MENEZES, Sônia Souza Mendonça. Comida de ontem, comida de hoje. O que mudou na alimentação das comunidades tradicionais sertanejas?. OLAM: Ciência & Tecnologia, v. 13, n. 2, 2013.
[5]: BRONOSKI, Bruna. Títulos e empréstimos do HSBC ameaçam quebradeiras de coco babaçu no Matopiba. Portal O Joio e o Trigo, 01 set. 2025. Disponível em:. Acesso em 17 out. 2025.
[6]: RIBEIRO, Adrieli Santos et al. Banco de dados didático para explorar e difundir a classificação nova de alimentos: parte 2-ingredientes culinários processados. Trabalho técnico do curso de Nutrição pela Universidade Federal de Grande Dourados, 1. ed, 17.p. 2018.
[7]: TULLEKEN, Chris van. Gente ultraprocessada: por que comemos coisas que não são comida, e por que não conseguimos parar de comê-las. Tradução de Laura Teixeira Motta. São Paulo: Elefante, 2024.
[8]: REDAÇÃO. Por que chamamos ultraprocessados de produtos, e não de alimentos. Portal O Joio e o Trigo, 28 ago. 2023. Disponível aqui: , acesso em 23 out. 2025.
[9]: PROENÇA, Mauro. Novo capítulo na saga dos ultraprocessados. Portal Questão de Ciência, 16 jun. 2025. Disponível aqui: . Acesso em 29 out. 2025.
[10]: MONTEIRO, C. A. et al. A new classification of foods based on the extent and purpose of their processing. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 26, n. 11, p. 2039–2049, 2010.
[11]: MONTEIRO, C. A. et al. The UN Decade of Nutrition, the NOVA food classification and the trouble with ultra-processing. Public Health Nutrition, v. 21, n. 1, p. 5–17, 2017.
[12]: MONTEIRO, C. A. et al. Ultra-processed foods: what they are and how to identify them. Public Health Nutrition, v. 22, n. 5, p. 936–941, 2019.
[13]: ASENSI, M. T. et al. Low-grade inflammation and ultra-processed foods consumption: a review. Nutrients, v. 15, n. 6, p. 1546, 2023
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By Portal Deviante4.8
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[1]: PERES, João; POMAR, Marcos Hemerson. Em documento para a Coca dos EUA, consultoria lista Guia Alimentar do Brasil como problema. Portal O Joio e o Trigo, 01 set. 2021. Disponível em: . Acesso em 15 out. 2025.
[2]: BRASIL. Ministério da Saúde. Guia alimentar para a população brasileira: promovendo a alimentação saudável. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 2ª ed. 158p.
[3]: Thomas, Geo & Kalla, Adarsh & Kumar, Ashok. (2018). Food matrix: A new tool to enhance nutritional quality of food. 7. 1011-1014.
[4]: MENEZES, Sônia Souza Mendonça. Comida de ontem, comida de hoje. O que mudou na alimentação das comunidades tradicionais sertanejas?. OLAM: Ciência & Tecnologia, v. 13, n. 2, 2013.
[5]: BRONOSKI, Bruna. Títulos e empréstimos do HSBC ameaçam quebradeiras de coco babaçu no Matopiba. Portal O Joio e o Trigo, 01 set. 2025. Disponível em:. Acesso em 17 out. 2025.
[6]: RIBEIRO, Adrieli Santos et al. Banco de dados didático para explorar e difundir a classificação nova de alimentos: parte 2-ingredientes culinários processados. Trabalho técnico do curso de Nutrição pela Universidade Federal de Grande Dourados, 1. ed, 17.p. 2018.
[7]: TULLEKEN, Chris van. Gente ultraprocessada: por que comemos coisas que não são comida, e por que não conseguimos parar de comê-las. Tradução de Laura Teixeira Motta. São Paulo: Elefante, 2024.
[8]: REDAÇÃO. Por que chamamos ultraprocessados de produtos, e não de alimentos. Portal O Joio e o Trigo, 28 ago. 2023. Disponível aqui: , acesso em 23 out. 2025.
[9]: PROENÇA, Mauro. Novo capítulo na saga dos ultraprocessados. Portal Questão de Ciência, 16 jun. 2025. Disponível aqui: . Acesso em 29 out. 2025.
[10]: MONTEIRO, C. A. et al. A new classification of foods based on the extent and purpose of their processing. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 26, n. 11, p. 2039–2049, 2010.
[11]: MONTEIRO, C. A. et al. The UN Decade of Nutrition, the NOVA food classification and the trouble with ultra-processing. Public Health Nutrition, v. 21, n. 1, p. 5–17, 2017.
[12]: MONTEIRO, C. A. et al. Ultra-processed foods: what they are and how to identify them. Public Health Nutrition, v. 22, n. 5, p. 936–941, 2019.
[13]: ASENSI, M. T. et al. Low-grade inflammation and ultra-processed foods consumption: a review. Nutrients, v. 15, n. 6, p. 1546, 2023
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