Medimos nosso valor pelas coisas que fazemos ou pela imagem que construímos de nós mesmos. Parece ser necessário conseguirmos uma enormidade de coisas essenciais para que nos vejamos como pessoas de valor: um bom emprego, uma família boa, saúde em dia, bons relacionamentos, bom casamento, filhos em boas escolas, dinheiro para viajar, status nas redes sociais, religião legal, etc. Tudo é usado para medir nosso valor perante nós mesmos e diante dos outros. Porém, nosso valor não carece de pré-requisitos, de caixas pré-fabricadas ou mesmo da opinião alheia. Você é digno de amor e acolhimento independente de qualquer “se”, “quando” ou “como”. Seu valor está no que Ele vê.
Nesse primeiro episódio, você vai ver que conhecimento e compreensão de nós mesmos, de quem somos, são vitais para nossa existência, mas são insuficientes. É preciso ir além de nos conhecermos e de nos compreendermos. É preciso nos amarmos. O amor-próprio permite sermos quem somos e caminhar na direção de uma vida plena. É um jornadear constante, numa direção certa, mas sem necessidade de correr para um destino final. Essa vida plena baseada no amor é processo e não ponto de chegada.