
Sign up to save your podcasts
Or


" E ele o tomou, e o levou à sua mãe; e esteve sobre os seus joelhos até ao meio-dia, e morreu. E subiu ela, e o deitou sobre a cama do homem de Deus; e fechou a porta, e saiu."( 2 Re 4:20-21)
A oração é uma arma de guerra. Ela é capaz de bloquear as obras do inferno. Especificamente ao meio-dia, a Palavra nos traz vários contextos de ataques intensos causados pelo inferno para destruir, e ao mesmo tempo, contextos de vitórias sobrenaturais alcançadas devido a um clamor levantado para neutralizar. Foi assim com o filho da sunamita. Ela faz um quarto para o profeta e Eliseu a abençoa. Um ano depois, a mulher que até então não podia gerar, tinha em seus braços um filho como fruto da promessa. Tendo o menino crescido, ele adoece, e estando nos joelhos de sua mãe até ao meio-dia ele vem a falecer. Ela deita o menino na cama do profeta e apenas confia. Eu imagino que ela pensava: se Deus falou que até as trevas resplandece como a luz, como o sol do meio-dia, assim será na minha vida. Ainda que eu esteja nas trevas da morte irá brilhar o Sol da Vida. Irá brotar o " haja luz" sobre minha descendência. O que o Pai me deu não irá morrer. A sunamita deixa o menino e vai ao Profeta. Ela vai aquele que carregava a Presença. O ataque das trevas estava intenso, mas o clamor começou a subir. Ao meio-dia, ainda que satanás tome posse daquilo que Deus te deu, pelo poder do clamor você resgatará teu projeto outra vez. Em Genesis 18, Abraão sai para orar ao meio-dia e o Senhor lhe responde: " Porventura, há algo impossível para Mim?" A mortandade pode assolar ao meio-dia, mas neutralize as forças do inferno com o poder da oração. Enquanto teu clamor sobe, tua promessa nasce. Enquanto teu clamor sobe, o que é teu revive. Enquanto o clamor sobe, as trevas recuam e o teu destino profético é estabelecido. O clamor do meio-dia é uma chave para avançar contra as trevas e atrair para a minha história as promessas de uma vida abundante. Independente do que teus olhos enxergarem, se mova, vá ao lugar da Presença e clame. Pelo poder do teu clamor, você verá reviver os sonhos que o céu te entregou.
"O que ouvimos e aprendemos, o que nossos pais nos contaram. Não os esconderemos dos nossos filhos; contaremos à próxima geração os louváveis feitos do Senhor, o seu poder e as maravilhas que fez." ( Sl 78:1-3)
Uma geração passa e outra se levanta, mas entre elas é necessário uma continuidade. Continuidade de propósito, continuidade de fidelidade aos valores, continuidade de permanência. A conexão entre geração da maturidade e a geração da força precisa ser fundamentada. Na reconstrução do templo, por exemplo, o profeta Ageu é levantado com 80 anos juntamente com Zacarias de 17. Duas gerações que caminharam juntas por um propósito. O mais forte servindo ao mais fraco e o mais experiente servindo ao aprendiz, de forma que a soma dessas gerações resultava em conselho e avanço, estabilidade e criatividade. Aqueles que queimaram primeiro viveram um tempo de manifestação intensa, mas agora é a vez da sua geração construir algo. O que meus pais contaram a respeito dos milagres precisa continuar em mim. O que eles viveram em verdade precisa ser preservado pelo meu sim. Hoje, eu preciso ser a lenha, a matéria prima que irá queimar para manter a chama do Espírito acesa sobre a minha descendência Eu preciso ser aquela que irá para o fogo e como meus pais, não desistiram de se gastar até serem consumidos. Os profetas do passado foram a geração do altar. Nós somos a geração da lenha. Altar e lenha atraem oferta, e na continuidade do propósito virão as respostas do céu, e estas testemunharão que o Deus de nossos pais continua sendo o mesmo ontem, hoje e eternamente. Construir um legado é lutar para que uma geração que é desejada pelo inferno permaneça debaixo da essência do Espírito. Seja lenha e se esforce para que da sua estrutura nasça a geração do fogo, uma geração pronta para viver com intensidade o governo do Espírito.
DIREÇÃO E PRESENÇA
"Os sacerdotes não conseguiam entrar no templo do Senhor, porque a glória do Senhor o enchia." ( 2 Cr 7:2)
O Deus que nós servimos sempre foi Deus Emanuel. Um Deus que sempre desejou estar perto, estar próximo. No passado, a presença do Senhor se manifestava de várias formas, entre elas, como uma coluna de nuvem que acompanhava e protegia o povo. Quando a nuvem se movimentava ela estabelecia um tempo de avanço, de continuidade, de conquista. Com o passar do tempo, a nuvem que permanecia sobre o povo começou a se mover também sobre o tabernáculo até a construção do templo de Salomão. Nesse dia, uma nova canção foi liberada, e a nuvem que até então estava sobre o templo desceu e encheu completamente todo ambiente ao ponto dos sacerdotes não conseguirem ficar de pé. Essa nuvem continua apontando o caminho para sua vida. Ela continua dizendo que é tempo de se mover para conquistar, que é tempo de continuar para possuir, mas essa Presença não deseja apenas te dar direção. Ela deseja te possuir por dentro, te preencher completamente, envolver o teu espírito ao ponto da sua humanidade não permanecer de pé. Ao ponto, daquilo que é físico não resistir mais ao governo do Espírito e o sobrenatural estar ativo. A nuvem deseja descer e ocupar o espaço da eternidade que você carrega. Eu amo a direção da nuvem, mas é a glória, é a Presença do céu dentro de mim que confirma a essência do Deus Emanuel. Um Deus que desde a eternidade, nunca desistiu de se mover sobre mim, em mim e por mim. Apontar o caminho me protege, mas preencher o meu espírito me fundamenta.
" Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vestis-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado." ( Ag 1:6)
Reconstruir sempre será um processo complexo. Exige determinação e paixão para levantar de novo o que se quebrou. O povo de Israel havia lançado os alicerces do templo. Estavam decididos em restaurar o lugar da Presença, mas após o término da fundação eles simplesmente paralisaram. A obra do templo ficou estacionada e durante dezesseis anos ninguém mais se importou com a sua reconstrução. Nesse contexto, Ageu, um profeta de oitenta anos se levanta para liberar palavras proféticas sobre o povo. Eles comiam, mas não se saciavam. Vestiam, mas não se contentavam. Bebiam, mas não se fartavam. A causa da insatisfação não era a falta de alimentos, mas a falta do propósito em relação ao Reino. Eles poderiam ter tudo que desejavam, mas a falta do templo, a falta das celebrações solenes, a mortificação do propósito gerava no coração do povo um vazio que o natural não supria. A satisfação de estar na casa do Pai, de frutificar, de servir a noiva não se comparava a questões apenas físicas. Os alicerces que haviam sido lançados já estavam juntando limo, tamanho era a indiferença da nação de Israel em relação ao templo. Mas uma palavra profética foi liberada, e o que estava parado começou a se movimentar. O que estava esquecido começou a ser reativado e a volta do propósito trouxe plenitude outra vez. Nada que você faça ou compre pode substituir a alegria de ser um reconstrutor do Reino. Uma colheita abundante não se dá pelos frutos, mas pela satisfação de se cumprir o propósito. Sobreviventes são agentes de reconstrução, então reconstrua o que foi quebrado e a satisfação do propósito será a cura para as necessidades do teu espírito.
RETORNANDO A JERUSALÉM
" Este Esdras veio da Babilônia. Ele era um escriba que conhecia muito a Lei de Moisés dada pelo Senhor, o Deus de Israel. O rei lhe concedera tudo o que ele tinha pedido, pois a mão do Senhor, o seu Deus, estava sobre ele." ( Ed 7:6)
Esdras era um escriba. Era um homem responsável por ensinar e redigir a Lei do Deus dos céus em verdade. O escriba tinha essa função, de escrever com exatidão os mandamentos e os feitos do Senhor. Esdras estava na Babilônia, mas ele se levanta desse ambiente e decide reavivar o dom que havia nele. Ele decide se mover para Jerusalém e se dedicar ao ensino da Lei e da Palavra. Quando ele decide dedicar-se ao Reino e a gastar-se pelo propósito, a Bíblia diz que a boa mão do seu Deus passa a estar sobre ele. Quando decidimos manifestar a cruz e nos levantar, a mão de Deus começa a exercer seu governo sobre nós e nos reposiciona. Nos tira de sistemas de influências e nos conecta a uma ativação para o cumprimento do propósito. O posicionamento de Esdras ativou as autoridades do Reino. Acionou o coração do rei e este liberou ouro, prata e recursos para o envio. Quando nos movemos debaixo da mão do Senhor e decidimos reconstruir altares, o coração do Rei promove todos os recursos que precisamos. A decisão de Esdras em retornar ao propósito contagiou aquela geração e qualquer israelita que desejasse voltar a Jerusalém poderia fazê-lo. Quem carrega a Palavra atrai uma geração ao lugar das promessas. Atrai uma geração ao lugar da Presença e conecta adoradores ao lugar de santidade. Ter a Palavra na Babilônia sem a manifestação da verdade não provoca transformação, mas retornar a Jerusalém transforma destinos. Decida retornar ao seu propósito. Retorne a Jerusalém e a manifestação do seu testemunho será a Verdade lida por esta geração.
" Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, o qual é a salvação da minha face, e o meu Deus." (Sl 42:11)
Em todo instante existe um olhar que me constrange, um olhar que aquieta a minha alma e coloca em ordem as tempestades do meu espírito. O Pai me vê, me sonda, me conhece e sabe dos caminhos extremos do meu coração. Não existe lugar para onde eu possa fugir. No caos Ele é comigo, na tempestade Ele nunca me deixa, na escuridão Ele me guia e se eu afundar Ele me busca. Então, porque se abate a minha alma? Porque fica perturbada? Se meus cabelos são contados diariamente, então o Deus que me vê se importa com os detalhes que me cercam. Quando a minha alma é atingida por essa verdade então estou pronta para ser reconstruída. João viu esses olhos. Ele viu o olhar Daquele que não descansa, nunca dorme e pôde descrever que eles são como chamas de fogo. São tochas incendiadas. Amor incandescente que nunca se apaga. Brasa que fumega incansavelmente . O cuidado do Pai testifica do meu valor e o fogo dos seus olhos autenticam a marca do seu amor. Porque então ficar abatida oh minha alma? Porque se perturbar dentro de mim? Espera por Ele. Confie no fogo de seus olhos e viva o que Ele enxergou ao teu respeito antes que houvesse dia
" Vão agora e atravessem o ribeiro do Arnom. Vejam que eu entreguei em suas mãos Seom o amorreu, rei de Hesbom, e a terra dele. Comecem a ocupação, entrem em guerra contra ele." ( Dt 2:24)
Há uma verdade e um poder sobrenatural contido nas promessas e no comando que o céu libera. Com a Palavra vem o poder, a capacitação, o tempo de movimentação. O céu aponta a direção e esse é o "start" de Deus para o tempo de avançar, derribar, destruir e conquistar. O céu determina e a igreja avança. O céu determina e a igreja conquista. O céu determina e a igreja destrói. Destrói cadeias, legados e atmosferas de opressão. O Senhor havia dado um comando ao povo. Era necessário atravessar o Rio Arnom, destruir Seom, ocupar o território e guerrear até que o veredicto do céu fosse atraído a Terra. Comecem a ocupação, comecem a movimentação, comecem a mover os reis e a tomar do inimigo a terra que te foi dada como herança. Entrem em guerra. É chegado o tempo da ocupação, o tempo da posse, o tempo do domínio. Atravesse o Rio Arnom, o " rio de correnteza", o " rio que corre rápido". Tem correnteza? Atravessa. Tem inimigo? Destrona. Tem território? Possua. Quando você ocupar o que o céu determinou, tuas fronteiras serão aumentadas e o teu Deus será conhecido pela bravura das tuas mãos. Por isso, marche, lute, ocupe e seja a realidade da voz de Deus manifesta aqui na Terra. O seu avanço testifica o poder da Palavra liberada e a tua ocupação determina o governo de um Deus absoluto.
A EVIDÊNCIA DA PRESENÇA
" Enviou-os ao Senhor para perguntarem: “És tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro?” (Lc 7:19 NVI)
Os discípulos de João foram a Jesus para perguntar se de fato ele era o Messias. Jesus responde falando do poder da sua natureza manifesta. Os milagres seguiriam àqueles que cressem e Jesus estava tentando dizer aos discípulos que o tempo do milagre era chegado se eles confiassem naquele que o Pai havia enviado. Se eles acessassem essa verdade pela fé eles viveriam as manifestações sobrenaturais do Reino. No antigo testamento a Terra prometida era comparada ao Reino de Deus. O acesso ao Reino e a Terra prometida sempre terá como chave a fé ativa na Palavra que o Pai liberou. Josué teve em sua liderança a primeira geração de pessoas que recebeu a promessa, mas não entraram na Terra por conta de uma fé morta. Quando você questiona a evidência da Presença a promessa não se estabelece em sua vida. Para a chegada do Reino é preciso crer na promessa, crer Naquele que prometeu. Crer Naquele que tem manifestado sua bondade diariamente através dos milagres. João estava preso, estava numa cela, e talvez a prisão o tenha levado a duvidar que Jesus seria o Messias. Ele mesmo havia dito que Jesus era o Cordeiro que tirava o pecado do mundo, mas agora, uma cela faz com que seu coração duvide da essência do Cristo. A dúvida não opera na esfera do milagre. Assim como o povo duvidou que seria possível conquistar Canaã, vencer os gigantes e tocar na promessa, a igreja, representada pelos discípulos de João, também não experimentariam os milagres por conta da dúvida. Não duvide de quem te prometeu. A Palavra já foi liberada e o Reino é tomado por uma fé ativa na natureza de quem prometeu. Em Mateus 4:4 Jesus disse que nem só de pão viveria o homem, mas de toda a Palavra que saísse da boca de Deus. Se você está vivo é porque Ele falou. Se tudo sobre você prospera é porque Ele também falou. Não é o pão que te sustenta, mas sim a Palavra dita por Ele que te mantém de pé desde o princípio. O meu milagre está vinculado a minha fé ativa ao que prometeu. É preciso crer na essência do Messias para que meus pés toquem a terra prometida e o Reino seja estabelecido sobre a minha descendência. Quem acessa o milagre é você, quem toca a terra é você, quem atrai o Reino é você. Se as evidências da Presença estão em sua vida, o que Ele falou irá se cumprir. Se mova pela Palavra e não pela presença do pão a sua mesa.
"Contudo, Senhor, tu és o nosso Pai. Nós somos o barro; tu és o oleiro. Todos nós somos obra das tuas mãos. ( Is 64:8)
As mãos do Criador são perfeitas em seu propósito. Por elas eu fui construída e tecida conforme o seu projeto. Cada sistema, cada ligamento, cada órgão foi manuseado por Ele. A inspiração do coração do Pai foi tomando forma e seu sopro me fez nascer. Como um vaso, que nas mãos do Oleiro vai se formando lentamente, assim o Pai foi esculpindo a sua imagem em mim. Por dentro e por fora, as mãos do Criador foi estabelecendo uma uniformidade em minha essência. Um vaso para cumprir o seu propósito não basta ser de barro, ele precisa apresentar também uma estrutura uniforme, única e funcional para ser exatamente o que o Oleiro imaginou. Quanto mais a roda gira na olaria, menos imperfeições são vistas na construção. Quanto mais moldado, mais perfeito o vaso vai se tornando. No processo, as mãos do oleiro percorrem toda minha essência. Elas entram dentro de mim, e seus movimentos vão transformando minha estrutura em uma textura menos áspera, menos agressiva. Quanto mais pressão as mãos do Oleiro produzirem dentro do vaso, mais profundo e mais espaço para depósito o vaso vai recebendo. E o Senhor ministrava ao meu coração:
"Quando minhas mãos entram em movimento o que o olho não viu é impresso no vaso. O que o ouvido não ouviu é revelado a ele. O que não subiu ao coração do homem é depositado e confiado dentro de todo aquele que permite ser construído por Mim". Um vaso, O Oleiro, a essência e o propósito. Esse é o ciclo que liga a criatura ao seu Criador e reconecta minha identidade ao destino projetado por Ele. Assim como um filho carrega em si as impressões do seu pai, assim é o vaso que permite em sua construção as digitais do seu Criador. Não basta ser barro, é preciso permitir que o Oleiro desenhe com suas mãos a essência do seu Espírito e a doçura do seu caráter em mim.
"Que as palavras da minha boca e a meditação do meu coração sejam agradáveis a ti, Senhor, minha rocha e meu redentor!" (Sl 19:14 NVT)
Eu sei que os anjos te adoram. Eu sei que toda horda celestial aclama ao teu nome. Mas mesmo em meio a tantas vozes, que seja o som do meu coração aquele que te toque. Que sejam as melodias dos meus lábios que agitem o teu Espírito. Que seja a verdade impressa em minhas mãos levantadas que te façam conhecido e que a permanência do meu espírito seja a atração dos teus olhos. Eu quero ser a trombeta que anuncia ao teu povo o tempo de avançar. A trombeta que traz entendimento em seus alaridos para o tempo de se humilhar. O som que declara a tua vinda, a melodia que entroniza tua arca e o eco que profetiza os teus feitos . Eu quero ser essa voz, esse som, essa manifestação. Que meus olhos nunca te percam e que a visão do teu trono seja o alvo que me move em arrependimento. Ser uma voz é responder ao "eis-me aqui". É permitir que o teu Espírito seja em mim o que Ele sonhou desde o princípio. Que Ele fale por mim segundo o seu propósito. Uma voz marca um tempo. Ela se torna inconfundível pelo que reproduz. Nela se estabelece uma mensagem e sua ativação aponta destino. Esse é o som que meu espírito deseja produzir; manifestar Aquele que é o Verbo em todos os tempos. Que a mensagem da cruz, o Verbo de Deus, seja a inspiração da minha adoração e o desejo da tua presença a melodia do meu espírito. Como o alarido das trombetas que anunciarão a volta do meu Rei, assim será o propósito das minhas palavras; elas carregarão a Tua verdade e profetizarão o propósito da tua volta. Que todas as palavras da minha boca sejam como sementes de poder. Que sejam como um som excelente pela verdade do teu Espírito em mim e pela essência do meu amor a cruz.
From the publisher's feed