USP Especiais - USP

USP Especiais - USP

Download on the App Store

USP Especiais - USP episodes

  • USP Especiais #56: A poética de Tom Jobim – Parte 3
    Neste programa, escute a natureza em Tom Jobim. Um aspecto que sempre esteve presente na sua obra, ao lado do sorriso e do amor. Inicialmente, como inspiração e vivência de um jovem num Rio de Janeiro paradisíaco e pouco urbano. Um Brasil menos populoso, menos cinza e mais verde.
    A sua obra, que falava das coisas do coração, com o passar do tempo foi se tornando uma poética também ecológica e engajada. A positividade de suas músicas também esteve a favor do índio, da mata, dos bichos. A favor da vida.
    Tom Jobim conhecia como poucos a floresta, a Mata Atlântica, os nomes dos bichos, dos pássaros; conhecia os nomes das árvores, a história das matas.
    Conhecer Tom Jobim é saber o quanto a natureza é presente em sua obra. Assim como Villa-Lobos, a floresta canta nas suas músicas, está escrita nas suas letras, reverbera um eco de consciência cada vez mais necessário.
    Aproveite o som da floresta jobiniana!
    ________________________________________________________________
    Créditos do programa
    Apresentação, roteiro e montagem: Eduardo de Oliveira
    Revisão: Gustavo Xavier
    59 min
  • USP Especiais #55: A poética de Tom Jobim – Parte 2
    Tom Jobim não acreditou que estava recebendo uma ligação de Frank Sinatra para gravar um álbum com ele. Mas era. Garota de Ipanema levou Tom à consagração. No mesmo período de estadia nos Estados Unidos, ele compôs alguns álbuns aclamados pela crítica e pelos jazzistas – Wave, Tide e Stone Flower -, músicas, em sua maioria, feitas no quarto do hotel onde estava hospedado esperando as gravações com Sinatra.
    Matita Perê e Urubu foram produções independentes de Tom Jobim, gravadas como ele queria, e de valor estético inigualável. Aqui reverberam as florestas do Brasil pelas vias de Villa-Lobos, Guimarães Rosa... Também aparecem Pixinguinha e Radamés Gnattali, paisagens de um Brasil mais urbano, das serestas e do choro.
    Tom Jobim, aqui, já é compositor para o mundo, de um Brasil dos grandes mestres.
    Aproveite!
    ________________________________________________________________
    Créditos do programa
    Apresentação, roteiro e montagem: Eduardo de Oliveira
    Voz adicional: Raquel Novaes
    Revisão: Gustavo Xavier
    1 hr
  • USP Especiais #55: A poética de Tom Jobim – Parte 2
    Tom Jobim não acreditou que estava recebendo uma ligação de Frank Sinatra para gravar um álbum com ele. Mas era. Garota de Ipanema levou Tom à consagração. No mesmo período de estadia nos Estados Unidos, ele compôs alguns álbuns aclamados pela crítica e pelos jazzistas – Wave, Tide e Stone Flower -, músicas, em sua maioria, feitas no quarto do hotel onde estava hospedado esperando as gravações com Sinatra.
    Matita Perê e Urubu foram produções independentes de Tom Jobim, gravadas como ele queria, e de valor estético inigualável. Aqui reverberam as florestas do Brasil pelas vias de Villa-Lobos, Guimarães Rosa… Também aparecem Pixinguinha e Radamés Gnattali, paisagens de um Brasil mais urbano, das serestas e do choro.
    Tom Jobim, aqui, já é compositor para o mundo, de um Brasil dos grandes mestres.
    Aproveite!
    ________________________________________________________________
    Créditos do programa
    Apresentação, roteiro e montagem: Eduardo de Oliveira
    Voz adicional: Raquel Novaes
    Revisão: Gustavo Xavier
    1 hr
  • USP Especiais #54: A poética de Tom Jobim – Parte 1
    Tom Jobim despertou para a música num piano da família. A partir de então, iniciou sua viagem rumo à construção de uma criação poética intimamente atrelada à visão positiva sobre a vida, a natureza, as pessoas e as coisas.
    Tom era um ser iluminado, como descreveu sua irmã, Helena Jobim. E essa luz ainda se irradia no mundo com muita força. E por quê? O que há de especial em suas composições? São essas respostas que o programa tem a tímida pretensão de tangenciar. Saber o que Tom viu de modo tão especial e diferente e que, muitas vezes, não conseguimos ver.
    A profundidade literária das letras, as referências musicais clássicas e da música popular brasileira, tudo está contido, por exemplo, na sua primeira música, Imagina, com letra posterior de Chico Buarque; na peça Orfeu da Conceição, feita com Vinicius de Moraes; em Chega de Saudade, impactando renomados nomes da música brasileira; em Brasília – Sinfonia da Alvorada, um monumento sinfônico com texto de Vinicius, encomendado por Juscelino Kubitschek. E muitas outras.
    Seu prestígio como um dos maiores compositores do século 20 não é por acaso. Tom era mesmo iluminado.
    Aproveite!
    ________________________________________________________________
    Créditos do programa
    Apresentação, roteiro e montagem: Eduardo de Oliveira
    Revisão: Gustavo Xavier
    55 min
  • USP Especiais #53: Sonora: músicas e feminismos
    A rede colaborativa Sonora: músicas e feminismos surgiu em 2015 a partir da necessidade de trazer visibilidade e possibilitar o diálogo sobre o trabalho artístico das mulheres. A Sonora reúne artistas e pesquisadoras interessadas em manifestações feministas no contexto das artes e tem como propostas a criação e ocupação de espaços, a realização de pesquisas e debates, e está envolvida em atividades musicais e sonoras de diversas vertentes.
    O programa traz entrevista com as integrantes da Sonora Eliana Monteiro da Silva (pianista) e Flora Gurfinkel (guitarrista). Durante a conversa, elas falaram sobre suas trajetórias musicais, a criação, as atividades e o propósito da rede Sonora, bem como suas percepções acerca da condição e lugar das mulheres nas artes.
    O episódio apresenta uma trilha sonora plural, com música erudita, popular e experimental. Um dos destaques é a música feita em homenagem à violonista Mayara Amaral (vítima de feminicídio em 2017) e também uma composição inspirada em cartas do Tarô.
    Imperdível!
    __________________________________________________________
    Créditos do programa
    Roteiro: Raquel Novaes e Eduardo de Oliveira
    Locução e montagem: Eduardo de Oliveira
    Apresentação: Raquel Novaes
    Revisão: Gustavo Xavier
    1 hr
  • USP Especiais #52: Renato Russo e a legião de ideias
    A linguagem direta e, ao mesmo tempo, sofisticada de Renato Russo cativa um público cada vez maior e faz da Legião Urbana quase uma religião. Ao mesmo tempo, a profundidade de sua poesia e da sua música, às vezes, é encoberta pelo poder que a banda teve e tem de arrebanhar multidões.
    Em seu início, a banda brasiliense viveu o período da ditadura militar, o que transparece de forma flagrante nas letras, no jeito de fazer música, nas situações vividas e nas apresentações. Por outro lado, suas canções também carregam um lirismo que flerta com a literatura, e a temática do amor sublime percorre toda a produção.
    Lendo a realidade ao seu redor com muita sensibilidade, Renato Russo trata de nossa história, nossa política e nossa sociedade. Ele nos dirigiu seus pensamentos mais íntimos de modo direto. Cabe a nós, agora, refletir Que país é esse?, quem são os Pais e Filhos, os Índios, o Faroeste Caboclo de um país insensível aos seus...
    “Eu só fui sentir as letras do meu filho depois que ele foi embora...” (Maria do Carmo Manfredini, mãe de Renato Russo)
    Acompanhe!
    _________________________________________________________________
    Créditos do programa
    Apresentação, roteiro e montagem: Eduardo de Oliveira
    Voz adicional: Raquel Novaes
    Revisão: Gustavo Xavier
    1 hr
  • USP Especiais #52: Renato Russo e a legião de ideias
    A linguagem direta e, ao mesmo tempo, sofisticada de Renato Russo cativa um público cada vez maior e faz da Legião Urbana quase uma religião. Ao mesmo tempo, a profundidade de sua poesia e da sua música, às vezes, é encoberta pelo poder que a banda teve e tem de arrebanhar multidões.
    Em seu início, a banda brasiliense viveu o período da ditadura militar, o que transparece de forma flagrante nas letras, no jeito de fazer música, nas situações vividas e nas apresentações. Por outro lado, suas canções também carregam um lirismo que flerta com a literatura, e a temática do amor sublime percorre toda a produção.
    Lendo a realidade ao seu redor com muita sensibilidade, Renato Russo trata de nossa história, nossa política e nossa sociedade. Ele nos dirigiu seus pensamentos mais íntimos de modo direto. Cabe a nós, agora, refletir Que país é esse?, quem são os Pais e Filhos, os Índios, o Faroeste Caboclo de um país insensível aos seus…
    “Eu só fui sentir as letras do meu filho depois que ele foi embora…” (Maria do Carmo Manfredini, mãe de Renato Russo)
    Acompanhe!
    _________________________________________________________________
    Créditos do programa
    Apresentação, roteiro e montagem: Eduardo de Oliveira
    Voz adicional: Raquel Novaes
    Revisão: Gustavo Xavier
    1 hr
  • USP Especiais #51: O funk e o maculelê – Parte 2
    Neste programa, continuamos observando o desenvolvimento do funk. Desta vez, passando por São Paulo, que reteve as influências americanas integrantes das raízes do funk, assumindo um viés estético diferente do Rio de Janeiro.
    Percebemos como a batida desse estilo musical se desprendeu do estrangeiro e tornou-se nacional com as influências afro-brasileiras nas batidas.
    Por fim, olhamos para a célula rítmica em seu lugar de origem, no Recôncavo Baiano, entendendo a história e a criatividade de seu desenvolvimento, com depoimentos de antropólogos e historiadores, e ainda Caetano Veloso!
    Conheça esses brasis!
    ___________________________________________________________________
    Créditos do programa
    Apresentação, roteiro e montagem: Eduardo de Oliveira
    Locução: Raquel Novaes
    Revisão: Gustavo Xavier
    1 hr

About USP Especiais - USP

From the publisher's feed

Temas diversos no amplo campo da cultura, tratados em profundidade e a partir de seus sons. Entrevistas, documentários, reportagens, séries e ficções, estão presentes para abordar não apenas assuntos…