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USP Especiais - USP episodes

  • USP Especiais #69: Reflexões musicais com Fernanda Aoki Navarro - Parte 1
    Fernanda Aoki Navarro é uma compositora brasileira radicada nos Estados Unidos desde 2011. Atualmente, ela é professora assistente de composição musical na Arizona State University onde leciona composição, cursos de arte sonora, instalações, música eletrônica e projetos colaborativos.
    Nesta primeira parte da entrevista, a compositora fala um pouco sobre sua trajetória musical e traz reflexões acerca de assuntos que tocam sua experiência como musicista. Temas como liberdade, arte, tecnologia, pós-música, tolerância, rótulos, acessibilidade tecnológica, música eletrônica e eletroacústica permeiam todo o programa que é acompanhado por uma trilha sonora instigante e diversificada.
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    Créditos do programa
    Apresentação, roteiro e montagem: Raquel Novaes
    Locução: Eduardo de Oliveira
    Revisão: Gustavo Xavier
    1 hr
  • USP Especiais #68: Duda Beat - A rainha da sofrência pop
    A cantora pernambucana Duda Beat lançou seu segundo álbum, Te Amo Lá Fora, no início de 2021, três anos depois de Sinto Muito, seu disco de estreia. Os dois álbuns apresentam não só a diversidade de influências e sonoridades que simbolizam Duda Beat, mas a temática preferida dela: o amor.
    Batizada de “rainha da sofrência pop” após o primeiro álbum, no qual as letras tratavam do sofrimento amoroso, Duda Beat mostra que o amor pode ter formas nem sempre tão tristes em seu segundo lançamento.
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    Créditos do programa
    Roteiro, edição e montagem: Yasmin Caetano e Guilherme Weffort, alunos do curso superior de Audiovisual da ECA-USP.
    Apresentação: Yasmin Caetano.
    Supervisão e orientação: Eduardo Vicente, professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA-USP.
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    Músicas
    Duda Beat – Bédi Beat (Eduarda Bittencourt Simões/Tomás Tróia);
    Duda Beat – Bixinho (Eduarda Bittencourt Simões/Tomás Tróia);
    Duda Beat – Bolo de Rolo  (Eduarda Bittencourt Simões/Tomás Tróia);
    Duda Beat – Pro Mundo Ouvir  (Eduarda Bittencourt Simões/Tomás Tróia);
    Duda Beat – Meu Pisêro (Eduarda Bittencourt Simões/Lux Ferreira/Tomás Tróia);
    Duda Beat feat. Cila do Coco – Tu e Eu (Cila do Coco/Eduarda Bittencourt Simões/Gabriel Bittencourt / Lux Ferreira / Tomás Tróia);
    Duda Beat feat. Trevo – Nem Um Pouquinho (Eduarda Bittencourt Simões/Lux Ferreira / Tomás Tróia e Trevo);
    Duda Beat – GAME (Eduarda Bittencourt Simões/Lux Ferreira/Tomás Tróia);
    Duda Beat – 50 Meninas (Eduarda Bittencourt Simões/Lux Ferreira/Tomás Tróia);
    Duda Beat –  Tocar Você (Eduarda Bittencourt Simões/Lux Ferreira/Tomás Tróia);
    Kali Uchis – //aguardiente y limón %ᵕ‿‿ᵕ% (Rogét Chahayed/Kali Uchis/Mark Anthony Spears/Ricky Reed);
    Rihanna – Love on the Brain (Alexander Angel/Fred Ball/Robyn Fenty);
    Beyonce – Hold Up (Composição: A Melo-X/Antonio Randolph/Beyoncé/Brian Chase/DeAndre Way/Doc Pomus/Emile Haynie/Ezra Koenig/Joshua Tillman/K/Karen Orzolek/Kelvin Mcconnell/Mort Schuman/Nick Zinner/Sean Rhoden P/Thomas Wesley Pentz/Uzoechi Emenike);
    Marília Mendonça – Amante Não Tem Lar (Juliano Tchula/Marília Mendonça);
    Barões da Pisadinha – Recairei (Jimmy Luzzo / Lucianno Lima / Shylton Fernandes / Thiago Rossi);
    Cila do Coco – Lá Vem Ela Chorando (Cila do Coco);
    Cila do Coco – Coração de Papel (Cila do Coco);
    Nação Zumbi – Maracatu Atômico (Nelson Jacobina/Henrique George Mautner).
    55 min
  • USP Especiais #67: Nordeste novo - O cenário da nova música nordestina
    A música nordestina é marcada por uma pluralidade e diversidade de ritmos que, atualmente, vão do forró eletrônico ao bregafunk. É justamente por essa inovação e constante experimentação que a música nordestina vem conquistando cada vez mais o público brasileiro. Por isso, no programa de hoje, vamos explorar um pouco desse universo tão diverso e contagiante.
    Em junho (mês de gravação do programa), comemoramos o São João. E que momento melhor para celebrar a música nordestina do que em seu maior feriado? O programa conta com o olhar pessoal de dois nordestinos, Wesley Silva e Sara Ellen; e também de dois admiradores, Alex Brito e Rafaela de Oliveira; todos alunos do Audiovisual da ECA USP.
    No programa, você encontra artistas que já estão na boca do povo, como Barões da Pisadinha, e aqueles que achamos que merecem sua atenção, como é o caso de ÀTTØØXXÁ e Getúlio Abelha, que estão ganhando cada vez mais destaque no cenário musical.
    Junte-se a nós nessa jornada de celebração e descobertas da música que vem do Nordeste! __________________________________________________________________
    Créditos do programa
    Roteiro, apresentação, edição e montagem: Alex Brito, Rafaela de Oliveira, Sara Ellen e Wesley Silva, alunos do curso superior do Audiovisual da ECA-USP.
    Supervisão e orientação: Eduardo Vicente, professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA-USP.
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    Músicas
    Zé Vaqueiro – Letícia – Composta por: Duguinho do Acordeon, Jota Reis, Samir Trindade e Saymon Marques
    Tarcísio do Acordeon – Meia Noite (Você tem meu WhatsApp) – Composta por: Valtér Danadão, Zé Malhada
    Getúlio Abelha – Sinal Fechado – Composta por: Anoo Bhagavan, Getúlio Cavalcante Leite Filho, Heloise Barreto Sá, Niclas Von der Burq
    Os Barões da Pisadinha – Tá Rocheda – Composta por: Caio Sanfoneiro, Felipe Amorim, Taciana Gomes, Vitinho Sanfoneiro
    Biu do Piseiro, Pabllo Vittar, Weber – Clima Quente – Composta por: Arthur Marques Maffalda, Pabllo Vittar, Pablo Bispo, Rodrigo Gorky, Weber, Zebu.
    Banda A Favorita – Só da Tu – Composta por: Elvis Pires
    Luísa e os Alquimistas – Calor no Rio – Composta por: Doralyce
    Mc Loma e As Gêmeas Lacração – Treme Treme – Composta por: Paloma
    Dadá Boladão, OIK, Tati Zaqui – Surtada (Remix Brega Funk) – Composta por: Jhonatan Ramos dos Santos, Piero Fuentes Rivera
    A Travestis – Murro na Costela – Composta por: A Dama, Tertuliana Lustosa
    Àttooxxá, Nêssa, Yan Cloud, Zamba – Aquele Swing – Composta por:  Chibatinha, Nêssa, OZ, Rafa Dias, Raoni, Yan Cloud, Zamba
    55 min
  • USP Especiais #66: Groselha Filosófica - Plágios
    Neste Groselha Filosófica, trazemos uma discussão sobre o que poderíamos chamar  – mesmo que com algumas reticências… – de plágio.
    Surpreenda-se com algumas relações inimagináveis, com coincidências que seriam improváveis e impensáveis se não tivéssemos a prova da escuta. Temos as músicas brasileiras, supostamente copiadas pelos “gringos” e, para além da música, a cópia de ideias…
    Black Sabbath e Vanusa, Jorge Ben e Rod Stewart, Anitta e Tom Jobim, Johann Sebastian Bach em vários desdobramentos, entre muitos outros exemplos, apresentam trânsitos surpreendentes de criação.
    E o que seria um plágio? O que estes compositores fizeram foi plágio? Acompanhe essa conversa muito original (será?).
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    Créditos do programa
    Participação e Roteiro: Gustavo Xavier, Thales Figueiredo, Raquel Novaes, Eduardo de Oliveira e Felipe Silotto.
    Montagem: Eduardo de Oliveira
    Supervisão: Gustavo Xavier
    59 min
  • USP Especiais #65: Punk - O começo do fim do mundo
    O punk, como movimento anglo-americano, foi uma reação ao sistema político e social vigente nos anos 1970 e 1980. Além disso, marcou o descontentamento em relação às bandas de rock progressivo e os hippies, pois julgava que suas mensagens já não criavam qualquer identidade entre os jovens.
    No Brasil não foi diferente. Apesar da dificuldade de acesso aos materiais das bandas e do que estava acontecendo “lá fora”, em São Paulo surge um movimento muito particular de reação ao sistema, sobretudo ao político, na vigência da ditadura militar.
    O ápice do movimento punk se dá em São Paulo com um show no Sesc Pompeia, em 1982, chamado O Começo do Fim do Mundo. Icônico e ao mesmo tempo iconoclasta, é um excelente documento histórico de movimento social. Lá estiveram todos os conflitos entre as gangues da capital e do ABC, o embate contra a polícia e, ainda, a estética anarquista presente no punk.
    “Punk não é moda, punk é movimento… Moda fica pra burguês, cara da sociedade…” (Pyskóze)
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    Créditos do programa
    Apresentação, roteiro e montagem: Eduardo de Oliveira
    Supervisão: Gustavo Xavier
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    Referências sobre o punk em alguns documentários, filmes e álbuns:
    Botinada – A Origem do Punk no Brasil. Dirigido por Gastão Moreira, 2006
    Ariel- Sempre pelas ruas. Produzido por Ailton Lucena e Marcelo Appezzato, 2016.
    O Começo do Fim do Mundo – show de 1982 no Sesc Pompeia
    O Começo do Fim do Mundo – relançamento de 2017
    Sid and Nancy
    1 hr
  • USP Especiais #64: Carolina Maria de Jesus - uma voz contra a invisibilidade social
    Carolina Maria de Jesus foi uma das figuras importantes da literatura brasileira. Apesar disso, durante um tempo, sua obra quase foi esquecida. Mulher negra, que teve filhos solteira, sofreu preconceitos e passou fome mas que, mesmo assim, realizou seu sonho de ser escritora publicada e sair da favela do Canindé. Além de escritora, foi cantora e compositora. Neste USP Especiais, você conhecerá a história de Carolina e poderá perceber a importância de sua voz para expor as desigualdades sociais e o preconceito na sociedade brasileira através do seu livro e de seu álbum de samba intitulados Quarto de Despejo.
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    Créditos do programa
    Pesquisa e roteiro: Ingrid Dias, Larissa Cordovil e Rubens Brito
    Apresentação: Inrid Dias e Rubens Brito
    Montagem e edição: Ingrid Dias
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    Lista de músicas
    Moamba – Carolina Maria de Jesus (Quarto de Despejo, 1961)
    Malandro – Carolina Maria de Jesus (Quarto de Despejo, 1961)
    Granfina – Carolina Maria de Jesus (Quarto de Despejo, 1961)
    Acende o Fogo – Carolina Maria de Jesus (Quarto de Despejo, 1961)
    A Maria Veio – Carolina Maria de Jesus (Quarto de Despejo, 1961)
    Vedete da Favela – Carolina Maria de Jesus (Quarto de Despejo, 1961)
    O pobre e o rico – Carolina Maria de Jesus (Quarto de Despejo, 1961)
    Ra re ri ro rua – Carolina Maria de Jesus (Quarto de Despejo, 1961)
    Pinguço – Carolina Maria de Jesus (Quarto de Despejo, 1961)
    Quem assim me vê cantando – Carolina Maria de Jesus (Quarto de Despejo, 1961)
    Boa esperança – Emicida (Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa, 2015)
    Reflexo FT. BK – MC Cabelinho (Ainda, 2020)
    Não Precisa Ser Amélia – Bia Ferreira (Igreja Lesbiteriana, Um Chamado, 2019)
    Carolina – A Cinderela Negra do Canindé – Escola de Samba Colorado do Brás (Sambas de Enredo, Grupo Especial e de Acesso, Liga SP, 2021). Composição: André Machado.
    53 min
  • USP Especiais #63: Judô
    Ambientado com músicas e sonoridades da cultura japonesa, o programa conta a trajetória do criador do judô, sensei Jigoro Kano, os fundamentos que regem esta arte marcial nipônica e como o esporte se difundiu, ganhou notoriedade e se tornou a modalidade que mais trouxe medalhas para o Brasil em Olimpíadas.
    Ao longo do episódio, vamos conhecer o pensamento filosófico por trás do judô e como Jigoro Kano, aos 22 anos de idade e com um profundo estudo sobre as técnicas de combate militar corpo a corpo do Japão feudal, conhecida como jujutsu, fundou a Kodokan – uma escola para o ensino de judô – cujo significado literal é: o lugar onde se ensina o caminho, sendo o caminho a representação da vida.
    Com uma trilha sonora de canções japonesas, o programa traz a essência do judô: uso eficiente da energia (seiryoku-zenyo) e prosperidade mútua (jita-kyoei). Além dos benefícios físicos, o desenvolvimento intelectual, moral e emocional também são aspectos fundamentais para a formação do judoca.
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    Créditos do programa
    Apresentação, roteiro e montagem: Raquel Novaes
    Locução: Felipe Silotto
    Voz adicional: André Oliveira Sawakuchi
    Revisão: Gustavo Xavier
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    Referências:
    Uchida, R. & Motta, R. 2014. Uruwashi – O Espírito do Judô – Volume 1. Editora Évora, São Paulo, 288 págs.
    Kano, J. 1932. The Contribution of Jiudo to Education. The Journal of Health and Physical Education 3-9, 37-58.
    CBJ, disponível em . Acesso em: 20 de julho de 2021.
    Kodokan Judo Institute, disponível em . Acesso em: 25 de julho de 2021.
    Trecho da entrevista com o coordenador nacional de Katas da Confederação Brasileira de Judô, Rioiti Uchida, disponível em . Acesso em: 20 de julho de 2021.
    58 min
  • USP Especiais #62: Cadência campesina
    Campo e cidade se entrelaçam há tantos séculos que várias criações artísticas tratam dessa relação. No Brasil, as canções revelam diversos ângulos das experiências do povo. E aqui, neste USP Especiais, é o campo que dá o tom. A dor da partida para o meio urbano, a saudade de casa, a esperança da volta, as metáforas políticas a partir dos personagens rurais, a resistência sertaneja contra a migração iminente e as idealizações urbanas que buscam, no campo, o resgate dos sonhos e das utopias.
    Acompanhe esse programa com cheiro de mato e longos caminhos.
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    Créditos do programa
    Pesquisa, roteiro, apresentação e montagem: Gustavo Xavier
    Voz interpretando Simone Weil: Raquel Novaes
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    Trechos de Simone Weil retirados dos textos O enraizamento e O desenraizamento operário, presentes no livro A condição operária e outros estudos sobre opressão, organizado por Ecléa Bosi, Editora Paz e Terra.
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    Trechos audiovisuais
    – Documentário Migrantes
    Direção: Beto Novaes, Francisco Alves e Cleisson Vidal/Ano: 2007
    – Série de reportagens Vida na roça
    Reportagem de Ricardo Lima e Erb Aguiar/TV Sudoeste – Rede Bahia – Rede Globo
    – Reportagem especial Migração
    TV Cultura
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    Músicas
    – No Ceará não tem disso não/Composição: Guio de Morais/Interpretação: Luiz Gonzaga
    – Lamento sertanejo/Composição: Dominguinhos; Gilberto Gil/Interpretação: Gilberto Gil
    – Último Pau-de-Arara/Composição: Venâncio; Corumba; J. Guimarães/Interpretação: Fagner
    – Curvas do rio/Composição: Elomar/Interpretação: Xangai
    – Triste partida (trechos)/Composição e interpretação: Patativa do Assaré
    – Asa Branca/Composição: Luiz Gonzaga; Humberto Teixeira/Interpretação: Luiz Gonzaga
    – Retirante/Composição e interpretação: Gilberto Gil
    – Triste berrante/Composição: Adauto Santos/Interpretação: Adauto Santos e Solange Maria
    – Saudade da minha terra/Composição: Goiá; Belmonte/Interpretação: Belmonte e Amaraí
    – Fogão de lenha/Composição: Maurício Duboc; Carlos Colla; Xororó/Interpretação: Rolando Boldrin
    – Casinha branca/Composição: Gilson; Joran/Interpretação: Gilson
    – Juvenar/Composição: André Abujamra; Carneiro Sândalo/Interpretação: Karnak
    1 hr
  • USP Especiais #61: Quem é esse tal de queer?
    Você conhece esse tal de queer? Não? Eu acho que sim. Queer é basicamente tudo aquilo que é diferente do que se considera normal. Tudo aquilo que é estranho, curioso, esquisito e errado é queer. Queer é a letra Q da sigla LGBTQIA+. E você conhece o queer porque ele sempre foi parte da sociedade, e, mesmo que sua existência tenha sido negligenciada por algum tempo, todos se lembram de pelo menos um queer que habitou a música, a televisão ou o cinema.
    No mês de junho, mês do orgulho e da diversidade LGBTQIA+, o programa apresenta um recorte pessoal, sob o olhar de Thaís Barbosa, aluna do Curso Superior do Audiovisual da ECA USP, sobre o queer na música brasileira e mundial.
    Passando por Caetano Veloso, Milton Nascimento, Cássia Eller, Cazuza, Freddie Mercury e muitos outros até os dias atuais, relembramos o quanto a manifestação queer, tanto artística quanto temática, esteve presente em grandes sucessos da música que marcaram gerações.
    E, para além de relembrar, afirmar que toda diversidade é válida e merece ser respeitada. O queer sempre esteve por aí e sempre continuará.
    Vem com a gente cantar, relembrar e celebrar o queer e toda a diversidade que existe neste mundo!
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    Créditos do programa
    Roteiro, apresentação, edição e montagem: Thaís Monteiro Barbosa, aluna do Curso Superior do Audiovisual da ECA-USP.
    Supervisão e orientação: Eduardo Vicente, professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA-USP.
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    Músicas:
    Chico Buarque - Bárbara (Calabar - O Elogio da Traição, 1973). Composição: Chico Buarque/Ruy Guerra;
    Lulu Santos - Toda Forma de Amor (Toda Forma de Amor, 1988);
    Milton Nascimento - Paula e Bebeto (Minas, 1975). Composição: Milton Nascimento/Caetano Veloso;
    Rita Lee - De Pés no Chão (Atrás do Porto Tem Uma Cidade, 1974);
    Cássia Eller - Rubens (Cássia Eller, 1990). Composição: Mário Manga;
    Caetano Veloso - Menino do Rio (Cinema Transcendental, 1979);
    Secos e Molhados - O Vira (Secos e Molhados, 1973). Composição: Luhli/João Ricardo;
    Carlinhos Brown - A Namorada (Alfagamabetizado, 1996);
    Mamonas Assassinas - Robocop Gay (Mamonas Assassinas, 1995). Composição: Dinho/Júlio Rasec;
    Cazuza - Codinome Beija-Flor (Cazuza, 1985). Composição: Ezequiel Neves/Cazuza/Reinaldo Arias;
    Queen - I Want to Break Free (1984);
    Lady Gaga - Born This Way (Born This Way, 2011);
    Katy Perry - I Kissed a Girl (One of the Boys, 2008);
    58 min

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