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USP Especiais - USP episodes

  • USP Especiais #61: Quem é esse tal de queer?
    Você conhece esse tal de queer? Não? Eu acho que sim. Queer é basicamente tudo aquilo que é diferente do que se considera normal. Tudo aquilo que é estranho, curioso, esquisito e errado é queer. Queer é a letra Q da sigla LGBTQIA+. E você conhece o queer porque ele sempre foi parte da sociedade, e, mesmo que sua existência tenha sido negligenciada por algum tempo, todos se lembram de pelo menos um queer que habitou a música, a televisão ou o cinema.
    No mês de junho, mês do orgulho e da diversidade LGBTQIA+, o programa apresenta um recorte pessoal, sob o olhar de Thaís Barbosa, aluna do Curso Superior do Audiovisual da ECA USP, sobre o queer na música brasileira e mundial.
    Passando por Caetano Veloso, Milton Nascimento, Cássia Eller, Cazuza, Freddie Mercury e muitos outros até os dias atuais, relembramos o quanto a manifestação queer, tanto artística quanto temática, esteve presente em grandes sucessos da música que marcaram gerações.
    E, para além de relembrar, afirmar que toda diversidade é válida e merece ser respeitada. O queer sempre esteve por aí e sempre continuará.
    Vem com a gente cantar, relembrar e celebrar o queer e toda a diversidade que existe neste mundo!
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    Créditos do programa
    Roteiro, apresentação, edição e montagem: Thaís Monteiro Barbosa, aluna do Curso Superior do Audiovisual da ECA-USP.
    Supervisão e orientação: Eduardo Vicente, professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA-USP.
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    Músicas:
    Chico Buarque – Bárbara (Calabar – O Elogio da Traição, 1973). Composição: Chico Buarque/Ruy Guerra;
    Lulu Santos – Toda Forma de Amor (Toda Forma de Amor, 1988);
    Milton Nascimento – Paula e Bebeto (Minas, 1975). Composição: Milton Nascimento/Caetano Veloso;
    Rita Lee – De Pés no Chão (Atrás do Porto Tem Uma Cidade, 1974);
    Cássia Eller – Rubens (Cássia Eller, 1990). Composição: Mário Manga;
    Caetano Veloso – Menino do Rio (Cinema Transcendental, 1979);
    Secos e Molhados – O Vira (Secos e Molhados, 1973). Composição: Luhli/João Ricardo;
    Carlinhos Brown – A Namorada (Alfagamabetizado, 1996);
    Mamonas Assassinas – Robocop Gay (Mamonas Assassinas, 1995). Composição: Dinho/Júlio Rasec;
    Cazuza – Codinome Beija-Flor (Cazuza, 1985). Composição: Ezequiel Neves/Cazuza/Reinaldo Arias;
    Queen – I Want to Break Free (1984);
    Lady Gaga – Born This Way (Born This Way, 2011);
    Katy Perry – I Kissed a Girl (One of the Boys, 2008);
    58 min
  • USP Especiais #60: "Cortina de fumaça", por Nelson Sargento
    Nelson Sargento nasceu em 1924 e viveu parte de sua infância no morro do Salgueiro. Nessa época, sua mãe trabalhava como empregada doméstica para uma família de portugueses e só o levava  ao morro nos fins de semana. Além de compositor, Nelson Sargento era cantor, pesquisador da música popular brasileira, artista plástico, ator e escritor. Sua trajetória na música, na literatura e nas artes são suficientes para vários carnavais.
    O programa apresenta um repertório com alguns sambas consagrados do homenageado e também diversas canções de outros compositores com a temática do tabaco.
    Este episódio traz mais uma divertida homenagem ao sambista, falecido no Rio de Janeiro, no dia 27 de maio de 2021, aos 96 anos, que, com mais de 400 músicas compostas, ajudou a imortalizar esse importante estilo da nossa música: o samba.
    Divirta-se mais uma vez!
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    Créditos do programa
    Apresentação, roteiro e montagem: Raquel Novaes
    Locução: Felipe Silotto
    Revisão: Gustavo Xavier
    Publicação original da crônica no site da Piauí: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/cortina-de-fumaca/
    58 min
  • USP Especiais #59: “O cachorro”, por Nelson Sargento
    Nelson Sargento, nome artístico de Nelson Mattos, recebeu esse apelido por sua breve passagem pelo Exército. O sambista nasceu em 1924 e viveu parte de sua infância no morro do Salgueiro. Nessa época, sua mãe trabalhava como empregada doméstica para uma família de portugueses e só o levava ao morro nos fins de semana. Além de compositor, Nelson Sargento era cantor, pesquisador da música popular brasileira, artista plástico, ator e escritor. Sua trajetória na música, na literatura e nas artes são suficientes para vários carnavais.
    Por quase 40 anos, trabalhou como operário da construção civil, mesmo assim escreveu livros, poesias, pintou centenas de quadros, participou de filmes e, com mais de 400 músicas compostas, ajudou a imortalizar esse importante estilo da nossa música: o samba.
    O programa é uma divertida homenagem ao sambista, falecido no Rio de Janeiro no dia 27 de maio de 2021, aos 96 anos.
    Divirta-se!
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    Créditos do programa
    Apresentação, roteiro e montagem: Raquel Novaes
    Locução: Eduardo de Oliveira
    Revisão: Gustavo Xavier
    Publicação original da crônica, no site da Piauí: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/o-cachorro/
    56 min
  • USP Especiais #59: “O cachorro”, por Nelson Sargento
    Nelson Sargento, nome artístico de Nelson Mattos, recebeu esse apelido por sua breve passagem pelo Exército. O sambista nasceu em 1924 e viveu parte de sua infância no morro do Salgueiro. Nessa época, sua mãe trabalhava como empregada doméstica para uma família de portugueses e só o levava ao morro nos fins de semana. Além de compositor, Nelson Sargento era cantor, pesquisador da música popular brasileira, artista plástico, ator e escritor. Sua trajetória na música, na literatura e nas artes são suficientes para vários carnavais.
    Por quase 40 anos, trabalhou como operário da construção civil, mesmo assim escreveu livros, poesias, pintou centenas de quadros, participou de filmes e, com mais de 400 músicas compostas, ajudou a imortalizar esse importante estilo da nossa música: o samba.
    O programa é uma divertida homenagem ao sambista, falecido no Rio de Janeiro no dia 27 de maio de 2021, aos 96 anos.
    Divirta-se!
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    Créditos do programa
    Apresentação, roteiro e montagem: Raquel Novaes
    Locução: Eduardo de Oliveira
    Revisão: Gustavo Xavier
    Publicação original da crônica, no site da Piauí: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/o-cachorro/
    56 min
  • USP Especiais #58: Groselha filosófica sobre trabalho
    Em uma terça-feira de maio resolvemos homenagear o mês dos trabalhadores. Combinamos uma ligação pela internet, juntamos músicas, ideias e nos encontramos. Uma temática cheia de recortes e problemáticas mas que, aqui, foi explorada a partir de uma roda de conversa com diversos momentos de escuta musical. Eduardo de Oliveira, Felipe Silotto, Gustavo Xavier, Raquel Novaes e Thales Figueiredo vestiram a voz com histórias – essas que todos temos – relacionadas ao trabalho e as colocaram na mesa para fomentar a conversa.
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    Créditos do programa
    Apresentação: Eduardo de Oliveira, Felipe Silotto, Gustavo Xavier, Raquel Novaes e Thales Figueiredo
    Edição e Montagem: Felipe Silotto
    Locução: Felipe Silotto
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    Créditos dos áudios
    Quinteto Armorial – Entremeio Para Rabeca e Percussão (Quinteto Armorial, 1978).
    Tim Maia – Sossego (Tim Maia Disco Club, 1978).
    Chico Buarque – Roda Viva (Chico Buarque de Hollanda – Vol 3, 1968).
    John Lennon – Working Class Hero (John Lennon/Plastic Ono Band, 1970).
    Tião Carreiro e Pardinho – Minha Vida (Tião Carreiro & Pardinho). Comp.: Carreirinho e Vieira. Int.: Tião Carreiro e Pardinho.
    Tim Maia sobre trabalho (54min) no Programa Ensaio, de 1997.
    Ed Motta – Vamos dançar (Ed Motta & Conexão Japeri, 1988). Comp.: Ed Motta e Rafael Cardoso.
    Tim Maia – Um dia chego lá (Tim Maia, 1971).
    Caetano Veloso – Beleza Pura (Cinema Transcendental, 1979).
    Bill Conti – Gonna Fly Now (Rocky: Original Motion Picture Score, 1976).
    Chico Buarque – Construção (Construção, 1971).
    Secos & Molhados – O Patrão Nosso de Cada Dia (Secos & Molhados, 1973). Comp.: João Ricardo.
    Cantos de trabalho – Cacau – narração Ferreira Gullar – áudio extraídos do documentário de Leon Hirszman gravado em 1975-76, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=DHJl7HOx-9o.
    Cia. Cabelo de Maria – O Cabo da Vassoura Cai (Cantos de Trabalho, 2007). Comp.: Música tradicional (Coco de Roda de Arapiraca – AL). Int.: Cia. Cabelo de Maria/Nelson Vicente Rosa /Destaladeiras de Fumo de Arapiraca /André Magalhães/Damião Araújo de França.
    Monica Salmaso – Bom Dia (Caipira, 2017). Comp.: Gilberto Gil/Nana Caymmi. Int.: Monica Salmaso/Nailor Proveta/Toninho Ferragutti/Teco Cardoso/Neymar Dias.
    Atahualpa Yupanqui – Luna Tucumana (1957).
    Atahualpa Yupanqui – Duerme Negrito (1963). Comp.: Música tradicional da fronteira da Colômbia com a Venezuela. Int.: Atahualpa Yupanqui.
    1 hr
  • USP Especiais #57: Feminismo
    De acordo com a filósofa e professora Márcia Tiburi, “o feminismo é um projeto filosófico que visa a mudar o mundo. Ele relê a história a contrapelo, analisa a história pelo espelho retrovisor, buscando a tradição das mulheres, esquecidas e oprimidas, como uma história que tem algo a nos ensinar. Neste sentido, se pode dizer que o feminismo é a filosofia que tem como base um impulso ético e um efeito político”.
    Falar sobre feminismo pode provocar certo desconforto e muitas dúvidas. Isso porque trata-se de um tema superamplo e, muitas vezes, mesmo que fale o óbvio para algumas pessoas, para outras pode soar como um conceito complicado e facilmente distorcido em sua essência.
    Será que o feminismo é o oposto de machismo? Será que é um movimento contra os homens? Procurando responder estas questões, o programa traz a narrativa de uma mulher e seu percurso em busca de entendimento e mais clareza sobre a história, os conceitos e assuntos que envolvem o feminismo, à luz de filósofas e pensadoras, bem como canções com melodias e letras tradutoras dos sentimentos e emoções das mulheres.
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    Créditos do programa
    Apresentação, roteiro e montagem: Raquel Novaes
    Revisão: Gustavo Xavier
    59 min
  • USP Especiais #56: A poética de Tom Jobim – Parte 3
    Neste programa, escute a natureza em Tom Jobim. Um aspecto que sempre esteve presente na sua obra, ao lado do sorriso e do amor. Inicialmente, como inspiração e vivência de um jovem num Rio de Janeiro paradisíaco e pouco urbano. Um Brasil menos populoso, menos cinza e mais verde.
    A sua obra, que falava das coisas do coração, com o passar do tempo foi se tornando uma poética também ecológica e engajada. A positividade de suas músicas também esteve a favor do índio, da mata, dos bichos. A favor da vida.
    Tom Jobim conhecia como poucos a floresta, a Mata Atlântica, os nomes dos bichos, dos pássaros; conhecia os nomes das árvores, a história das matas.
    Conhecer Tom Jobim é saber o quanto a natureza é presente em sua obra. Assim como Villa-Lobos, a floresta canta nas suas músicas, está escrita nas suas letras, reverbera um eco de consciência cada vez mais necessário.
    Aproveite o som da floresta jobiniana!
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    Créditos do programa
    Apresentação, roteiro e montagem: Eduardo de Oliveira
    Revisão: Gustavo Xavier
    59 min

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