Vida Estudantil

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Vida Estudantil episodes

  • Babel – série usepackage – CL 11
    Você começou a usar LaTeX, mas não sabe como passar algumas expressões para o português? Mesmo você escrevendo tudo na sua língua, os nomes das Figuras insistem em aparecer como "Figure" no pdf? Nesse episódio ensino como traduzir completamente todas as expressões do seu texto para a língua da sua preferência usando o pacote babel. E ainda apresentamos os pacotes fontenc e inputenc.
    10 min
  • Lista de tarefas no TeXStudio – CL 10
    Chegamos ao episódio 10 do Café com LaTeX e agora podemos afirmar que você já sabe o básico para começar a usar o LaTeX (não? Então dá uma olhada nessa lista com os episódios já publicados do Café com LaTeX e qualquer dúvida é só deixar um comentário  ;-)).
    A partir desse episódio, passaremos a compartilhar dicas, truques e sugestões que podem ajudar sua experiência usando tanto o LaTeX quanto nosso editor favorito, o TeXStudio.
    E hoje o assunto é lista de tarefas no TeXStudio.
    Era uma vez…
    Um projeto de fim de curso, dissertação de mestrado ou um artigo. Suponha que você esteja editando um documento importante com mais de 100 páginas e você apresenta esse documento a seu professor ou orientador. Nessa reunião, seu orientador indica uma série de modificações que você deve fazer e você não tem um lugar apropriado para escrever essas modificações. Claro que isso tudo poderia ser escrito no próprio texto, mas você correria o risco de esquecer alguma coisa que poderia aparecer no seu documento final.
    Outra opção é usar aplicativos de anotações, que criam outros arquivos que devem ser consultados e nem sempre são práticos para criar e excluir novos itens. Além, da possibilidade de você esquecer o local onde esses arquivos foram salvos, fazendo você perder um tempo precioso que poderia ser melhor gasto na elaboração do seu trabalho.
    Que tal se, ao invés dessas opções, existisse uma forma prática de se adicionar uma lista de tarefas ao próprio TeXStudio, associada ao seu documento atual, que não apareça no resultado final em pdf e que, de quebra, tenha algum tipo de referência cruzada? Conheça a lista de tarefas do TeXStudio.
    Onde a lista de tarefas fica?
    Antes de mais nada, note que na lateral esquerda do TeXStudio a organização atual do seu documento é exibida, permitindo que você possa navegar com facilidade entre todos os capítulos, seções e subseções do seu trabalho. Nesse mesmo local, antes da organização do documento em si é onde sua lista de tarefas será exibida. Para ficar mais claro, mostramos um exemplo a seguir.

    Como adicionar e remover itens?
    Para adicionar (e criar a lista quando adicionar o primeiro item) basta escrever %todo em qualquer linha. Ao fazer isso, esse item é adicionado à estrutura do seu documento (que fica à esquerda), junto com toda a organização do texto como capítulos e seções. Quer adicionar outro item? Basta escrever %todo em outro lugar do seu texto que esse item é automaticamente adicionado.
    O mais interessante dessa ferramenta é que todos os itens de sua lista de tarefas são indexados de acordo com a posição onde foram escritos, ou seja, ao clicar em algum item na área de organização do texto, o TeXStudio vai posicionar o cursor do mouse no texto onde esse item foi escrito. Isso permite que você organiza uma lista de tarefas não apenas genérica, mas com cada item associado à posição onde deve ser usado.
    Quer acompanhar melhor?
    Então se liga na versão em vídeo que preparamos para esse podcast. Se for bem aceito, quem sabe não passamos a fazer apenas a versão em vídeo?

    Depois de assistir, comente o que achou do episódio 😉

    Apresentação
    Felipe Cabral
    @felipecabralVE
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    7 min
  • Equipe Solar Brasil – VE 27
    A equipe
    A Equipe Solar Brasil é formada por alunos e professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), está organizada no Polo Náutico da UFRJ e compete anualmente no Desafio Solar Brasil. O objetivo da equipe é produzir um protótipo de embarcação que seja impulsionada exclusivamente usando energia solar.
    A construção de uma embarcação como essa envolve uma série de desafios como design no casco, controle e automação da embarcação, gestão de energia, conversão de energia, eletrônica, entre outras competências. Assim, a equipe possui um caráter multidisciplinar invejável, sendo uma ótima oportunidade para especialização de alunos de engenharia.

    A competição
    O Desafio Solar Brasil é uma competição do tipo rali, onde as embarcações percorrem grandes distâncias em mar, rios ou lagoas. As embarcações são propelidas exclusivamente por motores elétricos que devem ser alimentados utilizando-se energia solar que é captada por painés solares, convertida em energia elétrica e armazenada em bancos de baterias.

    A entrevista
    Nesse episódio, entrevistamos os seguintes membros da equipe:

    * Dayane – Vice-capitã
    * Felipe Tadeu – Membro da área de elétrica
    * Felipe Marques – Membro da área de marketing

    Como entro em contato com a equipe?
    Você encontra a Equipe Solar Brasil nos seguintes endereços:

    * Site: http://esolarbrasil.com.br/en/
    * Facebook: https://www.facebook.com/EquipeSolarBrasil/


    Participantes desse episódio
    Felipe Cabral
    @felipecabralVE
    Juliano Ramaldes
    @Hamaldes
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    News Theme 1 de Audionautix está licenciada sob uma licença Creative Commons Attribution (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Artista: http://audionautix.com/
    58 min
  • Equipe Minerva Rockets – VE 26
    A equipe
    A Equipe Minerva Rockets é a equipe de foguetemodelismo e espaço modelismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).  Para competir, a Minerva Rockets precisa se dedicar ao projeto e construção de foguetes que devem cumprir certos requisitos de parâmetros de projetos, segurança e até elaborar uma documentação técnica. E não para por aí!
    Não só de competições vive o homem.
    A equipe carrega consigo a ideia da popularização e desenvolvimento de pesquisas relacionadas ao desenvolvimento aeroespacial no Brasil. A Minerva Rockets vem reunindo amantes dessa promissora indústria aeroespacial, sobretudo universitários dos mais diversos cursos, informando e capacitando esses alunos através de palestras, minicursos e visitas técnicas, isto é, construindo e consolidando conhecimento.
    A Equipe Minerva Rockets visa a participação nas seguintes competições: Competição Brasileira Universitária de Foguetes (COBRUF), Festival de Minifoguetes de Curitiba e Intercollegiate Rocket Engineering Competition (IREC). Tratam-se de competições bem exigentes e que possuem como principal objetivo o desenvolvimento de pesquisa e tecnologias na área aeroespacial.
    Como posso entrar em contato com a Minerva Rockets ?
    Você encontra a Equipe Minerva Rockets nas principais redes sociais. Para facilitar a sua vida segue abaixo todos os links que você precisa para saber um pouco mais sobre a equipe:

    * Facebook: Minerva Rockets UFRJ
    * Twitter: @MinervaRockets
    * Site: Minerva Rockets
    * Instagram: @minervarockets

    Processo seletivo em andamento…

    Isso aí, pessoal! A Equipe Minerva Rockets está iniciando mais um processo seletivo. Então se você tem “brilho nos olhos” e é apaixonado por tudo que se relaciona com pesquisas aeroespaciais, quer ver e fazer acontecer, não deixe de se inscrever e quem sabe participar desse ambiente inovador, colaborativo e promissor que a Equipe Minerva Rockets oferece.
    Inscreva-se aqui!

    Participantes desse episódio
    Juliano Ramaldes
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    59 min
  • Como empilhar equações – CL 9
    Sempre quis empilhar equações e não sabia como? Alguma vez precisou escrever uma série de equações e apenas rotular algumas delas sem deixar um espaçamento enorme entre cada uma? Se você respondeu sim para alguma dessas perguntas, o episódio de hoje é para você 😉 .
    O pacote amsmath
    Como quase tudo no LaTeX, precisamos de um pacote para poder usar o comando que veremos em seguida. Nesse caso, não apenas para esse exemplo, usamos o pacote amsmath que permite o uso de diversos comandos ligados à matemática. Como sempre, os pacotes são chamados usando \usepackage{amsmath}.
    O ambiente align
    O ambiente align é usado para fazer um empilhamento de equações com a possibilidade de se determinar qual ponto de cada equação deve ser considerado para alinhamento. Como todo ambiente, o align deve ser iniciado e fechado com os comandos \begin{align} e \end{align}. A seguir colocamos algumas equações empilhadas usando o align e como elas ficam no pdf.
    [code language=”latex”]Equação de raio unitário e com centro em $(0,0)$:
    \begin{align*}
    x^2 + y^2 &= 1 \\
    y &= \sqrt{1 – x^2}.
    \end{align*}[/code]

    Note que, usando o comando align com asterisco *, as equações não são numeradas e, portanto, não faz sentido rotulá-las. Sem usar o asterisco, todas as equações são numeradas, como é o caso do exemplo a seguir:
    [code language=”latex”]
    Equação de raio unitário e com centro em $(0,0)$:
    \begin{align*}
    x^2 + y^2 &= 1 \\
    y &= \sqrt{1 – x^2}.
    \end{align*}
    [/code]

    Caso você queira que nem todas as equações sejam numeradas, é possível adicionar o comando \nonumber na mesma linha das equações que não serão numeradas, como é ilustradio a seguir.
    [code language=”latex”]
    Equação de raio unitário e com centro em $(0,0)$:
    \begin{align}
    x^2 + y^2 &= 1 \nonumber\\
    y &= \sqrt{1 – x^2}.
    [/code]

    A mesma regra vale para as referências cruzadas, basta rotular as equações que você desejar referenciar depois.

    Apresentação
    Felipe Cabral
    @felipecabralVE
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    Crédito da música de fundo
    Artist: Dhalius,
    Track: “CoffeSong”,
    Website: shrecords.wordpress.com,
    5 min
  • Equipe Icarus – VE 25
    A equipe

    A Equipe Icarus UFRJ é equipe da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que tem como objetivo competir anualmente na Fórmula SAE Brasil, na modalidade combustão e vivenciar esse clima empresarial ainda dentro da universidade. A Icarus UFRJ é uma das cinco equipes de fórmula SAE mais antigas do país, tendo sido fundada em 2004, ano em que também participou da primeira competição.
    A competição Fórmula SAE Brasil consiste em um evento que tem três dias de duração em que os carros passam por provas estáticas e dinâmicas e são avaliados também a performance do projeto na pista, custos e até uma apresentação de marketing.
     A competição Fórmula SAE realizada entre equipes universitárias de todo país, consiste no projeto e construção de um veículo tipo “Fórmula” com chassis monoposto e motor de até 610cc. São avaliados o projeto, e no protótipo a alta performance em aceleração, frenagem, dirigibilidade e conforto do piloto. Os estudantes estabelecem compromisso entre custo e desempenho, além de desenvolver um projeto confiável e de fácil manutenção, colocando em prática todos os ensinamentos adquiridos nas escolas de engenharia.
    Como posso entrar em contato com a Icarus UFRJ ?
    É nas principais redes sociais que você pode entrar em contato com a Icarus UFRJ e acompanhar o trabalho que eles desenvolvem:

    * Facebook: Equipe Ícarus UFRJ de Formula SAE
    * Twitter: @IcarusUFRJ
    * Youtube: Equipe Icarus UFRJ de FSAE
    * Site: Equipe Icarus UFRJ
    * Instagram: @icarusufrj

    Atenção, Galera!!
    Está rolando o crowdfunding  da Icarus UFRJ, então se você quer ajudar a equipe e fazer parte dessa trajetória colaborando para que eles possam desenvolver esses incríveis projetos de engenharia saiba como clicando em  Equipe Icarus UFRJ de Formula SAE .

    Participantes desse episódio
    Felipe Cabral
    @felipecabralVE
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    1 hr 2 min
  • Referências bibliográficas em LaTeX – CL 8

    No programa de hoje apresento como escrever suas referências bibliográficas em LaTeX.
     
    Antes de começar
    Na maioria dos trabalhos como artigos, relatórios, projetos de graduação, dissertações de mestrado e teses de doutorado, não faz sentido ter uma seção ou capítulo de referências bibliográficas sem que essas referências tenham sido citadas no texto. Esse episódio inteiro está baseado nessa linha de raciocínio: uma referência bibliográfica não tem sentido se não for citada no texto.
     
    Como citar
    O comando usado para referenciar alguma citação é o \cite{}. O nome da citação deve ser colocado entre as {}. Como no caso de qualquer ambiente float, esse nome é uma referência cruzada, um nome interno dado pelo autor do arquivo para chamar a citação. Um bom sistema de nomes internos para citações é o nome do primeiro autor do trabalho seguido pelo ano, por exemplo, nome:ano, que ao ser citado ficaria como:



    \cite{nome:ano}



    Se for necessário citar mais de um trabalho em um mesmo ponto do texto, basta separar os trabalhos por vírgulas dentro do comando \cite. Como exemplo, pode-se citar três trabalhos juntos:



    \cite{nome1:ano1,nome2:ano2,nome3:ano3}



     
    O estilo
    Para que o LaTeX rode adequadamente sua bibliografia, é necessário indicar o estilo da sua bibliografia. Isso é feito utilizando-se o comando \bibliographystyle{estilo}, em que, no lugar de “estilo” você deve inserir o estilo da sua bibliografia.
    Boa parte dos estilos que você irá usar já foram instalados junto com a sua distribuição (MikTeX, TeXLive, etc). Esse estilo define como uma referência deve aparecer no texto e como a lista de referências deve ser criada. Dos estilos que já vêm instalados com a sua distribuição, os mais comuns são:

    * plain
    * unsrt
    * alpha
    * abbrv
    * ieeetr

    Cada estilo terá um efeito diferente em suas citações. Por exemplo, usando o estilo plain, suas citações serão organizadas em ordem alfabética pelo nome do primeiro autor do trabalho. Isso acontece ao longo do texto e na lista de bibliografias.
    Já o estilo ieeetr numera suas referências de acordo com a ordem em que são citadas no texto (o que particularmente acho que faz mais sentido, deixando a leitura mais agradável). O estilo altera outros detalhes também, que podem ser conferidos nas páginas sobre os estilos.
     
    O banco de referências
    Uma boa prática para usar referências bibliográficas em LaTeX é criar sua própria biblioteca de referências. Isso é feito criando-se um arquivo .bib, que normalmente chamo de bibliografia.bib. Esse arquivo pode ser criado e editado com o TeXStudio sem problemas, bastando apenas salvar o arquivo como um arquivo bib (vá em “salvar como” e escolha um nome para o arquivo terminando em .bib, por exemplo bibliografia.bib).
     
    Se você tiver seu banco de referências como um arquivo bib, que será chamado de bibliografia.bib neste post, basta deixar esse arquivo na mesma pasta em que você estiver trabalhando (onde seu arquivo .tex principal está). Com isso, onde você quiser que a bibliografia seja impressa em seu pdf basta usar o comando \bibliography{bibliografia}. Ao fazer isso e compilar seu documento, o LaTeX vai varrer o texto à procura de todas as referências que você citou, vai numerá-las, criar uma lista e apresentar essa lista onde você usou o comando bibliography.
     
    E como você organiza seu banco de dados de bibliografias, ou seu arquivo bib? Existe um padrão que deve ser seguido, com campos obrigatórios e opcionais. Dentre esses, é interessante ter um sistema de nomes para inserir como referências internas de suas bibliografias, ou seja, é o nome pelo qual você chamará suas referências internamente no LaTeX (o famoso sistema de referências cruzadas do LaTeX).
    16 min
  • Equipe UFRJ Nautilus – VE 24
    Dentre nossos objetivos, queremos nos tornar exemplo e impactar de maneira positiva a indústria brasileira.
    A equipe
    A UFRJ Nautilus é a equipe de competição da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que se dedica a projetos de automação naval e submarina. O projeto surgiu dentro do departamento de Engenharia Naval da Escola Politécnica é orientado pelo Professor Cláudio Baraúna e foi idealizado pelo atual capitão Lucas Armand.
    É uma equipe multidisciplinar composta por alunos de várias engenharias e que teve  como primeiro desafio participar da RoboSub que é uma competição internacional que ocorre anualmente em San Diego, Califórnia, e tem como objetivo desafiar estudantes de Engenharia a realizar missões de reconhecimento, movimentação e interação em ambiente subaquático, além de estreitar laços entre jovens engenheiros e organizações responsáveis pelo desenvolvimento de tecnologia voltada aos AUVs.
    Para participar da RoboSub a equipe construiu um Autonomous Underwater Vehicle (AUV) que é uma pequena embarcação submersível, programada para ser capaz de executar uma missão de forma completamente autônoma, sem qualquer tipo de conexão oriunda da superfície.
    Como posso entrar em contato com a UFRJ Nautilus?
    É nas principais redes sociais que você pode entrar em contato com a UFRJ Nautilus e acompanhar o excelente trabalho desenvolvido por eles:

    * Facebook: UFRJ Nautilus
    * Twitter: @UFRJ_Nautilus
    * Youtube: Nautilus Poli UFRJ
    * Site: UFRJ Nautilus


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    39 min
  • Como escrever tabelas em LaTeX – CL 7
    Está com dúvidas sobre como escrever tabelas em LaTeX? Dê o play e siga o post!
    Estrutura da Tabela
    Para ilustrar como escrever tabelas em LaTeX, vamos utilizar uma tabela que costumo usar em um exemplo de relatório para alunos da universidade.
    [code language=”latex”]
    \begin{table}
    \centering
    \begin{small}
    \caption{Legenda da Tabela: tabela que resume o critério de correção do relatório.} \label{Tabela1}
    \begin{tabular}{cc}
    \hline
    Critério               & Pontuação\\
    \hline
    Introdução              & $2,00$ \\
    Fundamentos teóricos    & $1,50$ \\
    Metodologia             & $1,50$ \\
    Resultados/Discussão    & $3,00$ \\
    Conclusão              & $2,00$ \\
    Total                  & $10,00$ \\
    Total Experimento      & $0,7 \times 10 = 7,00$ \\
    \hline
    \end{tabular}
    \end{small}
    \end{table}
    [/code]
    No TeXStudio, com uma indentação adequada, fica assim:

    O que produz:

    Como fizemos no episódio sobre figuras (que você pode conferir aqui), vamos revisar o significado de cada comando para se colocar uma tabela em LaTeX.
    Ambiente Table
    O ambiente table serve para fazer com que sua tabela seja encarada como um ambiente float pelo LaTeX, da mesma forma que acontece com as figuras. Assim, o LaTeX organizará a tabela da melhor forma possível no seu documento.
    Claro que esse processo pode não ser perfeito e você tenha que usar as opções para definir o lugar desejado em que a tabela deve ser impressa. Caso não queira que a tabela seja encarada como um ambiente float, basta começá-la diretamente pelo ambiente tabular (nesse caso o LaTeX imprimirá a tabela onde ela for escrita mesmo).
    Ambiente Tabular
    Esse ambiente é utilizado para a criação de tabelas complexas, permitindo bastante flexibilidade e personalização com comandos simples, sendo sua criação relativamente fácil.
    Ao lado do comando \begin{tabular}, é necessário informar o alinhamento dos elementos que serão escritos na tabela (alinhamento à esquerda, centralizado ou à direita) caso se deseje alinhar todos os elementos de uma coluna de forma igual. No nosso exemplo, note que usamos o comando \begin{tabular}{cc}, o que quer dizer que o alinhamento de todos os elementos da primeira e segunda colunas deve ser centralizado. Se eu quiser que a primeira coluna seja alinhada à esquerda (left) e a segunda alinhada à direita (right), usaríamos o comando \begin{tabular}{lr}.
    No mesmo lugar reservado ao alinhamento é possível determinar se a tabela deve ter alguma linha vertical para separar as colunas, o que é feito usando-se | no lugar onde a coluna deve aparecer. No nosso exemplo, suponha que seja necessário duas linhas verticais: uma no centro entre as duas colunas e uma à direita da segunda coluna, o comando tabular seria escrito da seguinte forma: \begin{tabular}{c|c|} e o resultado seria:

    O comando usado para inserir linhas horizontais é o \hline e sua utilização é bem simples: basta escrever esse comando onde a linha horizontal desejada deve ser escrita.
    Ok, sabemos como alinhar os elementos da tabela e como criar separadores horizontais e verticais, mas como preencher a tabela? Simples, basta separar os itens por coluna usando um & e pular linha com \\
    O número de colunas é definido já no alinhamento, quando chamamos o comando tabular e a quantidade de linhas é definida de acordo com a necessidade, sendo adicionadas automaticamente.
    Ao terminar sua tabela, basta “finalizar” os comandos abertos com \end{tabular} e \end{table}. Lembrando que, assim como no caso das figuras, a legenda da tabela deve ser adicionada com o comando \caption. O sistema de referências cruzadas para tabelas também é o mesmo para as figuras,
    12 min

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