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Vida Estudantil episodes

  • Como instalar uma distribuição e editor – CL 2
    Antes de qualquer coisa é necessário realizar a instalação de uma distribuição LaTeX. A seguir apresento as mais comuns para Windows, Mac e Linux.
    Nota da Edição
    Atenção a todos. Notamos que o link fornecido pela USP para o download do MikTeX ESTÁ FORA DO AR!!! Não sabemos o porquê ainda, então usem qualquer outro link exceto o da USP por enquanto. Retiraremos esse aviso assim que soubermos que tudo voltou ao normal.
    Distribuição
    Para windows
    A distribuição mais comum para Windows (que também é a que eu uso) é o MikTeX. Para instalar, basta ir ao site, clicar na aba Download e escolher a opção que preferir. Aqui é importante saber se seu windows é 32 ou 64 bits. Caso não saiba, escolha a opção de 32 bits.
    Os downloads disponíveis são (como é possível notar na imagem a seguir):

    * Basic MikTeX installer
    * MikTeX Net installer
    * MikTeX setup utility
    * MikTeX portable

    Eu aconselho que você baixe a versão básica (basic MikTeX installer) ou a completa (MikTeX Net installer), como é possível ver na imagem anterior. A diferença entre as duas é que a versão básica instala apenas o “núcleo” do MikTeX sendo que, qualquer pacote extra que o usuário precisar será baixado e instalado à medida que ele usar pela primeira vez. Essa versão é aconselhada para usuários que possuem pouco espaço em disco e querem uma instalação do LaTeX mais enxuta e que têm facilidade de conexão com a internet, já que assim podem sempre baixar os pacotes que forem necessários na primeira vez que usá-los.
    Particularmente, eu aconselho a instalação completa do MikTeX utilizando o MikTeX Net installer. O processo para a instalação completa do MikTeX é um pouco mais complicada do que a básica, mas você acabará com a versão completa do ambiente LaTeX, o que diminui as chances de não conseguir usar um determinado pacote por não estar com internet disponível. Outro detalhe é que já tive relatos de pessoas que não conseguiam baixar os pacotes que faltavam para o MikTeX por conta de algum problema com o Firewall do windows. Nenhum desses problemas ocorrem instalando-se a versão completa que ocupa cerca de 1,5Gb.
    Processo de instalação
    O processo de instalação da versão básica é simples, sendo exatamente igual ao processo de instalação de qualquer outro programa. Já a versão completa, é necessário abrir o instalador duas vezes. A primeira tem o objetivo de baixar e escolher uma pasta para armazenar os arquivos necessários. Uma vez baixado todos os arquivos, é necessário abrir o instalador novamente e indicar a pasta onde os arquivos foram baixados. Em seguida, o MikTeX será instalado.
    O passo a passo para a instalação do MikTeX completo pode ser visto a seguir.
    Passo 1 – Abra o instalador e aceite as condições de uso para continuar
    Passo 2 – Baixar o MikTeX
    Agora é possível escolher baixar ou instalar o MikTeX. Escolha a opção de baixar e clique em avançar.
    Passo 3 – Escolha o tipo de download que deve ser feito
    Escolha qual versão do MikTeX você deseja instalar. Meu conselho é a instalação completa, que ocupa mais espaço em disco. Se preferir, pode escolher a versão básica para economizar espaço em disco e baixar pacotes adicionais conforme for precisando deles. Após escolher uma opção, clique em Avançar.
    Passo 4 – Escolha de onde você deseja baixar
    Nesse passo, é necessário escolher de qual servidor você deseja baixar o MikTeX. Meu conselho é que você escolha o servidor que estiver mais próximo de onde você estiver acessando a internet. Uma vez escolhido o servidor, o botão Avançar será habilitado e você poderá prosseguir com a instalação.
    ATENÇÃO: A última vez que conferimos o servidor da USP estava fora do ar.
    Passo 5 – Escolha o local do seu computador onde os arquivos devem ser salvos
    9 min
  • Top 10 aplicativos android para estudantes – VE 17
    Top 10 aplicativos que podem ajudar você a tirar um proveito maior de seus estudos.
    Antes de mais nada, saiba que quem estuda é você
    Tenha sempre em mente que quem deve estudar é você, e não seu tablet ou smartphone. Não é a quantidade de ferramentas ou fontes bibliográficas que fazem um aluno se destacar em relação aos demais. Isso vem com muita luta e esforço, usando as ferramentas a seu favor e assimilando o conhecimento contido em seu material de estudo. Ainda assim, esse pacote de aplicativos que separamos pode tornar sua vida mais fácil e fazer as horas de estudo renderem mais de alguma forma.
    10. Agenda
    O último lugar da nossa lista é ocupado pela mais simples agenda. Independente do seu smartphone ser android, muito provavelmente ele veio equipado com um aplicativo de agenda e, se não veio, certamente você encontrará um na sua loja de aplicativos. E por que indicamos um app que certamente você já deve ter instalado no seu dispositivo? Para incentivá-lo a usá-lo! Sua agenda pode ser uma ferramenta poderosa para organizar horário de aulas (junto com o local delas), provas, trabalhos e qualquer outro compromisso, podendo ainda programar lembretes para não perder o horário de nada.
    Além disso tudo, dependendo da agenda utilizada, ela pode ter uma integração bacana com vários serviços digitais como e-mail, documentos e serviços de armazenamento na nuvem. E ainda tem um bônus, você pode compartilhar seus compromissos com contatos selecionados, facilitando e muito qualquer reunião que você precise participar ou organizar. Então tome proveito de tudo que sua agenda pode te proporcionar.
    9. Google Classroom
    Outro aplicativo que pode ajudar muito a vida tanto de alunos quanto de professores é o Google Classroom. Basicamente, trata-se de um aplicativo que permite a organização de salas de aula virtuais, onde o professor tem um canal de comunicação direta com os alunos inscritos em sua aula. O ambiente permite que o professor crie tarefas, colocando prazos. Cada tarefa pode ter sua nota, permitindo que o professor consulte o desempenho de toda a turma a partir de uma planilha que exibe o resultado de todos os alunos.
    Parece um app fantástico, por que ele está na nona posição? Porque ele faz parte da suíte de aplicativos do Google apps para educação e, portanto, está disponível para alunos e professores que estiverem vinculados a uma instituição de ensino que tenha um acordo para usufruir do G apps. Isso faz com que seu uso seja muito limitado e por isso deixamos ele em nono lugar. Ainda assim, fizemos questão de colocar o Google classroom na lista por conhecer vários professores (e alunos) que poderiam usufruir dos benefícios dessa ferramenta e não usam porque não conhecem.
    8. Trello
    Abrindo a oitava posição está o Trello. O trello é um aplicativo feito para gerenciar projetos, principalmente cooperativos. No app, você pode criar listas de cartões, sendo que cada cartão pode ser uma etapa que precisa ser concluída de algum projeto.
    O trello assumiu a oitava posição por, mesmo tendo um foco claro, ser bem versátil. Se for bem configurado, você pode usá-lo para atribuir responsabilidades para cada integrante de uma equipe ou para aquele trabalho em grupo da faculdade. Tudo fica documentado no Trello, permitindo que cada membro possa acompanhar a evolução do projeto, sabendo quem começou a fazer o quê, quando começou e ainda quando terminou. Se você costuma ter que enfrentar projetos em equipe, ou trabalhos em grupo, vale a pena conferir o trello. Ele tem uma versão gratuita e uma versão paga, mas a versão gratuita é muito funcional e dá pra se virar ...
    41 min
  • O que é TeX (e seus amigos)? – CL 1
    Afinal, o que é TeX? Nesse episódio piloto do Café com LaTeX, eu apresento o que é  TeX e outros programas relacionados, como o LaTeX, e como começar a usá-los para produzir documentos com qualidade profissional.
    Antes de continuar, é importante dizer que boa parte das informações compartilhadas aqui são traduções dos recursos disponibilizados pela Comprehensive TeX Archive Network (CTAN).
    O que é TeX?
    e outros programas relacionados, como o são sistemas criados para realizar a tipografia (arte e processo de composição na criação de textos) de documentos criados em computador. Esses programas são muito conhecidos pela facilidade e habilidade em criar artigos matemáticos e científicos ou outros documentos de difícil tipografia, como textos muito longos e documentos escritos em mais de uma língua. Você pode se questionar, qual é a dificuldade de se produzir textos escritos em mais de uma língua? Ora, pense que no português nós temos acentuações, separação de sílabas e cedilha que não existem na língua inglesa. Agora, imagine a dificuldade de, usando o mesmo computador, e o mesmo teclado,  produzir textos com diferentes línguas que usam diferentes sinais de acentuação. Sem ao menos uma catalogação dos símbolos a serem usados, essa seria uma tarefa no mínimo complicada.
    O objetivo de sistemas baseados em é criar textos da mais alta qualidade tipográfica. Essa qualidade é fundamental para trabalhos de alta complexidade em que o entendimento do conteúdo depende muito da clareza de sua apresentação. Além disso tudo,  é software livre, podendo ser instalado em (quase) qualquer computador usado atualmente.
    Se você ainda não se convenceu, saiba que os sistemas se tornaram tão vantajosos que hoje eles são a ferramenta de comunicação padrão nas ciências. Como exemplo, várias sociedades profissionais, como a Sociedade Americana de Matemática (American Mathematical Society), adotaram o como formato preferido. Além disso, várias áreas acadêmicas, como as humanidades e ciências sociais usam o largamente.

    Na prática, qual é a principal diferença entre sistemas TeX e outros processadores de texto?
    A forma como o funciona é o que garante a ele a maior flexibilidade e qualidade na produção de textos complexos. Para deixar isso claro, vamos comparar como os usuários de sistemas diferentes, o de um processador de texto comum, como Word, e o usuário de um sistema , iniciariam um capítulo novo, chamado de “Capítulo 2: Fundamentos” em seus respectivos documentos. O usuário de Word provavelmente teclaria o Enter duas vezes, em seguida escreveria “Capítulo 2: Fundamentos”, então iria selecionar esse texto com o mouse e escolher uma opção de formatação que fosse mais adequada. Caso essa opção não exista, o usuário teria que mudar o tamanho da fonte, colocar o texto em negrito, talvez mudar a fonte para deixar mais destacada, entre outras possíveis opções de formatação, teclaria mais duas vezes o Enter para então começar a escrever o conteúdo do capítulo. O usuário do simplesmente escreveria “\chapter{Fundamentos}” e em seguida daria início ao conteúdo do capítulo. Eu sei que existem formas de tentar automatizar programas como o Word. O problema é: o usuário comum sabe realizar essa automação com facilidade?
    A facilidade do é possível porque, diferente de outros processadores de texto, o separa a produção de documentos em etapas. Processadores de texto comuns são usualmente referidos como WYSIWYG, que é um acrônimo em inglês que corresponde a “What you see is what you get” (o que você vê é o que você tem, tradução livre), o que descreve o processo de produção de textos em que o usuário deve não apenas digitar o conteúdo, mas também formatá-lo da forma como ele deve ser impresso ou aparecer na tela ao final do processo. Sistemas separam a entrada de conteúdo da formatação.
    14 min
  • Passei no vestibular, e agora? – VE 16
    Conheça todas as atividades “complementares” ou paralelas que as universidades oferecem ao longo dos cursos de graduação.
    Hoje conversamos sobre as principais atividades possíveis de se participar ao longo da graduação. Algumas delas oferecem bolsas para os participantes. Além dessas atividades, existem outros recursos que os alunos podem se inscrever caso se encontrem em uma situação de vulnerabilidade econômica. Conheça todas essas possibilidades no episódio de hoje do VECast, começando por uma breve descrição e aviso acerca da graduação.
    Graduação
    Antes de mais nada, é importante avisar que a carga horária dos cursos de graduação é consideravelmente extensa. Alguns cursos chegam a ser em horário integral. Assim, é importante dedicar tempo para as disciplinas cursadas a cada semestre, para que a faculdade não se torne uma enorme bola de neve que nunca termina. Dessa forma, é importante saber julgar o melhor momento para começar uma atividade paralela ao curso de graduação. De nada adianta você começar uma iniciação científica (IC) e, por falta de disciplina, acabar reprovando algumas matérias para manter o trabalho de IC.
    Aqui no VECast, já abordamos assuntos relacionados à organização dos estudos e indicamos os seguintes episódios complementares a esse:

    * 7 dicas para aumentar a produtividade dos seus estudos – VE 1
    * 6 dicas para se preparar para falar em público – VE 5
    * Procrastinar é viver – VE 12

    Além disso, você pode conferir a carga horária mínima de cada curso de graduação neste relatório desenvolvido para o ministério da educação (aguardando homologação).
    Iniciação Científica
    A Iniciação Científica consiste em uma modalidade de pesquisa acadêmica, científica e tecnológica para alunos da graduação. A ideia é apresentar aos alunos da graduação a cultura científica, ensinando-os a pesquisar, estimulando a criatividade, e tornando-os alunos críticos e inovadores. Na IC, o aluno desenvolve um projeto científico sob a supervisão de um orientador qualificado (um professor da universidade), adquirindo um bom conhecimento em uma área de pesquisa específica, o que o ajuda a descobrir se possui vocação para a pesquisa científica.
    Os alunos podem participar da IC como bolsistas ou voluntários. As bolsas são financiadas por instituições de fomento à pesquisa, como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em nível federal e as Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs), em nível estadual. No caso de cursos de licenciatura, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) oferece bolsas para o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) com o objetivo de aperfeiçoar e valorizar a formação de professores para a educação básica.
    Grupos PET
    O Programa de Educação Tutorial (PET) é composto por um grupo de estudantes que desenvolvem atividades sob a tutoria de um docente responsável com o objetivo de melhorar os cursos de graduação. O PET oferece bolsas equivalentes às de IC e conta com um número máximo de 12 alunos bolsista, podendo contar também com alunos voluntários. O PET se baseia em três pilares: Ensino, Pesquisa e Extensão.
    Equipes de competição
    Muitas vezes o conteúdo dado pelas universidades é bem teórico. Isso ocorre porque em geral, bons profissionais dominam a teoria relacionada ao trabalho que é desenvolvido por eles. Se por um lado uma teoria sólida é essencial, por outro pode ser desmotivante não saber onde ou como ...
    29 min
  • O ENEM – VE 15
    Neste episódio: Finalmente falamos sobre o ENEM! Como é realizada a prova, pra que ela serve? Como calcular sua nota final. Isso e muito mais no Vida Estudantil episódio 15.
    A prova
    O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) foi criado em 1998 e consiste em uma prova elaborada pelo Ministério da Educação (MEC), cujo objetivo inicial era avaliar o desempenho dos estudantes de escolas públicas e particulares que concluíram o ensino médio em todo o país. O objetivo é utilizar o resultado do exame para auxiliar o MEC na elaboração de políticas públicas para a melhoria do ensino brasileiro através dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN).
    Histórico
    Em 1998 foi aplicada a primeira prova. 157,2 mil alunos se inscreveram e, desses, 115,6 mil participaram de acordo com o IBGE. A prova consiste de 63 questões de caráter multidisciplinar e uma redação. Esse modelo foi mantido até o ano de 2008. A cada ano o número de alunos participantes aumentou até que, em 2004 o MEC instituiu o Programa Universidade para Todos (ProUni). O ProUni concede bolsas de estudo integrais e parciais de 50% em instituições particulares, usando a nota do ENEM como um dos critérios para a concessão de bolsas.
    Em 2009, tanto a prova como a utilização dos seus resultados sofreram grandes modificações. A prova passou a ser composta por 180 questões e uma redação e também passou a servir como certificação de conclusão do ensino médio em cursos de Educação de Jovens e Adultos (EJA), substituindo o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja). Em 2010 quando a plataforma do Sistema de Seleção Unificada veio ao ar, o exame começou a ser utilizado como forma de seleção parcial ou total para o ingresso em algumas instituições de ensino superior.
    Já em 2011, foi criado o programa Ciências Sem Fronteiras (CSF), em que o principal objetivo era o de proporcionar a experiência de parte da formação acadêmica em instituições de excelência de outros países e do qual era tido como principal requisito ter atingido um total de 600 pontos no ENEM
    Nesse processo o exame foi se popularizando e o modelo de prova se consolidando. Com isso o número de inscritos vêm quebrando recordes a cada edição, chegando a atingir aproximadamente 9,5 milhões de inscritos em 2014 e, nessa última edição, ENEM 2016, houve um registro de cerca de 9,2 milhões de candidatos.
    Formato da Prova
    De 1998, quando ocorreu a primeira edição do exame, até 2008 a prova era composta por 63 questões objetivas de caráter interdisciplinar e uma proposta de redação, tinha uma duração total de 5 horas e era aplicada em um único dia. Em 2009 o exame passou a consistir em uma prova de 180 questões e uma proposta de redação. As 180 questões são divididas em 4 grandes áreas: Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias, Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias. Lembrando que a escolha da língua estrangeira é feita no ato de inscrição. Cada área consiste de 45 questões, atribuindo uma nota ao aluno. No total, o exame é constituído de 5 notas, uma para cada área e uma nota de 0 a 1000 dada para a redação do aluno.
    Conteúdo das Provas
    Cada grande área compreende o conteúdo de uma ou mais disciplinas que são obrigatórias durante a formação básica, a divisão das 180 questões é dada da seguinte forma:

    * 45 questões relacionadas às Ciências da Natureza e suas Tecnologias (Biologia, Física e Química);
    * 45 questões relacionadas às Ciências Humanas e suas Tecnologias (História,
    50 min
  • Prêmio Nobel – VE 14
    Como funciona o prêmio Nobel? Quantos prêmios Nobel existem? Algum brasileiro já ganhou um prêmio Nobel? Quais foram os vencedores do prêmio Nobel em 2016? Isso e muito mais nesse episódio. Dá o play aí e não perca!
    O prêmio Nobel foi fruto dos últimos desejos de Alfred Nobel. No dia 27 de novembro de 1895 Nobel criou a última versão do seu testamento no qual determinava a criação de uma instituição que distribuiria prêmios anuais a pessoas que se destacassem em cinco áreas no ano anterior. Hoje, existem seis prêmios Nobel nas seguintes áreas:

    * Medicina ou fisiologia;
    * Química;
    * Física;
    * Literatura;
    * Paz;
    * Economia;

    Mais informações, basta acompanhar o episódio.


    Participantes desse episódio
    Felipe Cabral
    @felipecabralVE
    Juliano Ramaldes
    @Hamaldes
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    Crédito das músicas de fundo
    Music by Kevin MacLeod (incompetech.com) licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0 – http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/
    43 min
  • Eventos Acadêmicos
    Entenda como funcionam os eventos científicos, sobretudo os congressos acadêmicos. O que fazer para participar? Como se inscrever? Quais as formas mais comuns de apresentação de projetos? E como esses eventos podem contribuir para sua formação?
    Eventos acadêmicos – resumo do episódio
    Eventos científicos e acadêmicos são eventos cuja a ideia principal é divulgar pesquisa e congregar pesquisadores que desenvolvem trabalhos em áreas relacionadas. São eventos promovidos por unidades de ensino, sociedades e afins. Dentre os mais comuns podemos citar: encontros, congressos, feiras, jornadas, simpósios e fóruns.
    1. O que são eventos acadêmicos
    São quaisquer tipos de eventos organizados para ou pela comunidade acadêmica. Esses eventos podem ser encontros, palestras, congressos, simpósios, exposições, jornadas, entre outros. Nesse episódio focamos nossa atenção em congressos brasileiros.
    1.1. Palestras
    Normalmente são organizadas por grupos estudantis, em que especialistas são chamados para palestrar sobre um tema de grande importância, ou apresentar e motivar o uso da engenharia na forma prática.
    1.2. Encontros
    Nos encontros é possível ter palestras, mesas redondas e outros tipos de atividade. Normalmente são organizados em uma determinada semana do período letivo, sendo voltada para os alunos da instituição em que é organizado. Os encontros permitem, entre outras coisas, uma integração maior entre os alunos do curso onde é organizado, permitindo a troca de experiências não apenas com os palestrantes convidados.
    1.3. Jornadas de iniciação científica
    Jornadas de Iniciação Científica, em geral, ocorrem durante uma semana, envolvendo todas ou quase todas as áreas de ensino da instituição. Nesse evento, alunos de graduação apresentam os resultados obtidos durante a iniciação científica. As apresentações podem ser do tipo oral ou interativa/poster. Por envolver boa parte dos alunos, as jornadas de iniciação científica são ótimas oportunidades para conhecer outras áreas de conhecimento, os demais alunos dos cursos e descobrir a área em que os professores atuam.
    2. Como participar desses eventos
    Para participar de congressos os interessados devem se inscrever no evento e pagar uma taxa de inscrição que varia de acordo com o congresso e com a modalidade de inscrição. As modalidades mais comuns são as de estudante e as de profissionais, sendo que a inscrição como estudante possibilita o acesso a todos os trabalhos que serão expostos, minicursos, palestras, mesa-redonda e afins. Porém, inscritos na modalidade Estudante só têm direito à publicação de artigo nos anais do congresso se ao menos um dos autores estiver realizado a inscrição profissional.
    Outra forma de participar seria colaborando na organização do evento, mesmo quando organizados por sociedades, os eventos acadêmicos estão vinculados a uma instituição de ensino. A instituição que sedia o evento conta com a colaboração de voluntários, geralmente alunos dos cursos das áreas relacionadas, e essa é uma ótima oportunidade para desenvolver habilidades pessoais e de gestão, bem como ter acesso ao conteúdo e contato com pesquisadores das mais diversas áreas.
    3. Por que é importante participar de eventos acadêmicos?
    Eventos acadêmicos atraem pesquisadores e trabalhadores da indústria, o que traz oportunidades para alunos e profissionais. Para profissionais a participação é interessante para se manter atualizado em relação às principais pesquisas que estão sendo desenvolvidas na área de atuação. Além disso, existe a possibilidade de tornar seu trabalho e sua área de pesquisa mais relevantes, dado que esses eventos permitem exposição do seu trabalho que, sendo bem feito, pode atrair a atenção dos principais pesquisadores da área. Já os alunos têm a oportunidade de assistir apresentações de trabalhos de alto nível, desenvolvido pelos principais pesquisadores,
    49 min
  • Procrastinar é viver
    Descubra o que é e o que não é procrastinar. Verifique se você é um procrastinador profissional e ouça nossas 10 dicas para evitar a procrastinação e tirar o melhor do seu trabalho ou estudos.
    O que é? Procrastinar significa adiar um afazer, prorrogar uma ação, deixar de realizar determinadas tarefas que são importantes, mas que de alguma forma não são agradáveis, prazerosas ou difíceis de serem realizadas.
    Confira a seguir os links comentados no programa e outros materiais interessantes sobre procrastinação.
    Sabia mais sobre o assunto
    Procrastinação: o hábito diário de adiar a própria vida – Jornal Nexo;
    Como lutar contra o hábito primitivo de procrastinar – Revista Exame;
    Procrastinar turbina sua criatividade – Super Interessante;
    Depois eu faço: conheça os procrastinadores – Super Interessante;
    Estudo descobre truque simples para vencer a procrastinação – Super Interessante;
    Como lidar com a procrastinação e ser mais proativo – Revista Exame;


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    33 min
  • (i)Mobilidade Urbana
    O que é mobilidade urbana e por que ela é importante? Descubra quanto tempo, em média, um paulista gasta por ano no trânsito, conheça a ciclovia que não aguenta uma ressaca e reflita sobre os diferentes modais de transporte urbano.
    No episódio de hoje, Felipe e Juliano conversam sobre a imobilidade urbana das grandes cidades brasileiras. Para saber mais sobre o assunto, dê uma conferida nos links a seguir.
    Sabia mais sobre o assunto
    Política Nacional de Mobilidade Urbana – Lei nº 12.587;
    7 caminhos para a mobilidade urbana – Revista Galileu;
    Qualidade do ar – Ministério do meio ambiente;
    O papel chave do setor de transportes para a qualidade do ar nas cidades – WRI Brasil;
    Mobilidade e acessibilidade desafiam cidades – Mobilize Brasil;
    Entrevista do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, para o programa Pânico da rádio jovem pan – Canal Pânico Jovem Pan (Youtube);
    Recomendações
    Cities: Skyline – Steam


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    30 min
  • Internet justa
    O que diz a Lei N°12.965, aprovada no dia 23 de abril de 2014? Na verdade, que lei é essa? Como ela afetou a forma como se usa a internet no Brasil? E, finalmente, qual sua relação com a recente polêmica da possibilidade de um fim para a internet banda larga fixa ilimitada?
    No episódio de hoje falamos sobre o Marco Civil que representa uma conquista enorme para a liberdade de expressão e estabelece direitos e deveres ao usuário final da internet. Começamos com um breve histórico da internet no Brasil e no final, como bônus, falamos da relação paradoxal entre o Marco Civil e o limite de consumo de internet na banda larga fixa.
    Saiba mais sobre o assunto
    Lei nº 12965 – Marco Civil da Internet;
    Sugestão popular quer proibir corte de acesso à internet quando usuário esgota franquia – Agência Senado;
    Quais os efeitos da reação da Anatel ao limite da internet fixa – Jornal Nexo;
    Presidente da Anatel usa jogos online em defesa do limite de internet – Jovem Nerd;
    Anatel suspende mudanças na banda larga fixa e exige mais transparência para acompanhamento da franquia – Anatel;
    Vivo coloca limite mensal de consumo de internet na banda larga fixa – Tecnoblog (Nessa matéria, são exibidos os planos de franquia que seriam colocados em prática);
    Anatel suspende franquias na internet fixa por tempo indeterminado para analisá-las – Gizmodo Brasil

    Série de artigos do Gizmodo Brasil sobre o tema:
    A franquia na internet fixa dos EUA mostra os problemas que teremos no Brasil;
    Por que somos contra as franquias no serviço de banda larga fixa;
    A controvérsia das franquias na internet fixa nos EUA tem boas lições para o Brasil;
    Dilma quer regulamentar Marco Civil e proibir franquias na internet fixa;


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    55 min

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