Vida Estudantil

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Vida Estudantil episodes

  • A estrutura do estado brasileiro – VE 9
    Aprenda sobre a estrutura do estado brasileiro, como é dividido e seu funcionamento. Bônus: o processo de impeachment.
    Links comentados no programa e outros interessantes
    Quantos são e de que forma é definido o número de deputados – Câmara dos deputados;
    Justiça Eleitoral: composição, competências e funções – TSE;
    Como funciona a eleição de deputados federais e estaduais – Senado Federal;
    Como é eleito um deputado? – Carta Capital;
    Entenda como funciona a estrutura do estado brasileiro – Portal Brasil;
    Entenda o funcionamento da estrutura do estado brasileiro – Portal Brasil;
    Governo federal é formado por ministérios, secretarias e órgãos especiais – Portal Brasil;
    Entenda o processo de impeachment – G1 (Infográfico);
    Impeachment: todas as etapas do processo no Congresso – Nexo (Infográfico);
    Impeachment: tudo o que é preciso saber sobre o processo – Nexo;

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    35 min
  • Nikola Tesla – Grandes nomes da ciência – VE 8
    Você já ouviu falar no Tesla, a unidade de medida de intensidade de fluxo magnético? E na bobina de Tesla? No VECast de hoje vamos abordar a vida e a obra de Nikola Tesla.
    Nikola Tesla
    * 10/07/1856 – + 07/01/1943
    Principais projetos

    * Corrente alternada
    * Alta tensão
    * Alta frequência
    * Experimentos com potência elétrica

    Principais contribuições

    * Motor de indução
    * Campo magnético rotacional
    * Bobina de Tesla
    * Veículo controlado remotamente (Rádio)

    Links e referências
    Uma mente ligada à corrente – SuperInteressante
    Nikola Tesla – Wikipédia
    Nikola Tesla – Wikipedia (Inglês)
    10 verdades inconvenientes sobre Nikola Tesla – hypescience
    7 curiosidade que você talvez desconheça sobre Nikola Tesla – Mega curioso
    Guerra das correntes – Engenharia Elétrica – UFBA
    O empreendedor Edison ou o visionário Tesla? – Instituto Ciência hoje

    Vencedores do último enigma de matemática
    Gustavo
    Solução do desafio: Para a= b = x, a equação se torna x!^2 = 2x! cujo resultado é x = 2.
    Para a diferente de b, não há solução. Considere a! = n . Portanto, substituindo na equação temos que b! = n /(n-1). Para a = 0 e a =1, a fração é inexistente. E para todo $a \in mathbb(N): a > 1$ n é sempre par, logo n -1 é ímpar. Sendo assim, a fração não pode ser um número inteiro, finalizando a prova.
    Felipe
    Dividindo os dois lados por a! vemos que b>= a (como todo fatorial é inteiro, b!/a! não pode ser decimal). Divindo os dois lados por b!, vemos por outro lado que a>=b. Dividindo os dois lados por a!b!, chegamos na expressão 1 = 1/b! + 1/a!. Então concluimos que a = b =2.
    Antonio
    Segue o link com a resolução do problema proposto: https://goo.gl/z9TM1n
    Wesley
    só tomar a=b=2
    Acesse Enigma de Matemática 2 para conferir nosso último desafio de matemática.
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    18 min
  • A melhor idade para ir para a escola – VE 7
    Qual é a melhor idade para colocar seu filho na escola? Como deve ser feito o período de adaptação? Qual é o papel da brincadeira na formação da criança? Isso e muito mais no VECast 7.

    Se você é pai ou mãe, já passou ou vai passar pelo momento de colocar seu filho(a) na escola. Essa fase pode ser assustadora e confusa para muitos pais, familiares e para as crianças. Nesse episódio nós voltamos a entrevistar a professora doutora em psicologia da UFRJ, Beatriz Sancovschi, sobre a melhor idade para se colocar os filhos na escola e temas relacionados.
    Ainda que você não seja pai ou mãe, mande para seus amigos. Essas informações podem ajudar pais e mães nesse momento tão marcante.

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    27 min
  • Bullying – VE 6
    O que é Bullying? Como ele pode ser identificado? Até que ponto brincadeiras se tornam Bullying? Aqui, no VECast!
    Se você tem alguma sugestão de como melhorar o programa, envie seu comentário para [email protected]. Se você tem um comentário interessante sobre esse, ou programas anteriores do VECast, mande-nos um arquivo de voz de até 1 minuto. Quem sabe você não participa do próximo VECast?
    Vamos à pauta!
    A lei 13.185
    Na última sexta-feira, dia 06 de novembro de 2015, foi sancionada a lei 13.185 que institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática.
    A entrevista
    Entrevistamos a Professora Doutora de psicologia da UFRJ Beatriz Sancovschi. A professora também participa do Núcleo de Cognição e Coletivos (NUCC/UFRJ).

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    29 min
  • 6 dicas para se preparar para falar em público – VE 5
    Ressuscitamos o post sobre as 6 dicas para falar em público para servir de pauta para o VECast episódio 5. Confira!

    Falar em público certamente não é uma tarefa fácil. Não conheço ninguém que não fique nervoso ou ansioso antes de começar um discurso. Ainda assim, realizar apresentações não precisa ser uma tortura. Confira a seguir nossas dicas para você se preparar para esse desafio que com certeza terá que superar em sua vida acadêmica ou profissional.
    1. Treine!
    Tudo fica mais fácil quando temos a oportunidade de praticar antes. Você já imaginou passar pela prova prática para tirar carteira de motorista sem nunca ter feito auto-escola na vida? Teríamos pouquíssimos motoristas se essa fosse a metodologia. Sempre que praticamos uma atividade estamos treinando nosso corpo para fazê-la de forma mais automática. Nós nos beneficiamos dessa característica o tempo inteiro! O ato de dirigir é um exemplo: os bons motoristas não pensam antes de tomar diversas decisões, essa atividade é automática, assim como você não pensa em todos os movimentos que precisa fazer para caminhar e, talvez se começar a pensar, vai ter mais dificuldade de realizar a mesma atividade.
    Para melhorar suas apresentações e discursos a mesma regra continua valendo. Treine sua apresentação e continue treinando até que você se sinta confiante em relação a todo o conteúdo da apresentação.
    2. Apresente para alguém de confiança
    Quer testar seu nível de conhecimento sobre o assunto que vai apresentar? Faça uma apresentação para alguém de confiança que, se possível, não conheça absolutamente nada sobre o que você vai falar. Pode ser um(a) namorado(a), seus pais, avós ou amigos íntimos. Ao tentar abordar um assunto muito técnico, específico, ou simplesmente algo que você não tenha tanta segurança para alguém completamente ignorante sobre o conteúdo, você terá muito mais noção sobre seu próprio nível de conhecimento. Isso ocorre porque a tentativa de explicar um conteúdo para alguém que nunca nem ouviu falar sobre, exige uma exemplificação clara e simples, além de analogias para facilitar o entendimento, o que faz com que o apresentador teste seu entendimento de forma mais profunda e contundente.
    3. Acabe com sua vergonha
    Viveeeeer, e não ter a vergonha de ser feliz… Encare sua vergonha de forma racional e metódica. Afinal, por que você está com vergonha de falar em público? Se você vai realizar uma apresentação é porque, provavelmente, você domina o assunto que vai apresentar, então por que ter vergonha? Se é uma peça de teatro, ou um discurso, pessoas estão dispostas a gastar o tempo delas para ouvir você falar! Isso sem contar eventos pagos! Então, se você é o especialista, comporte-se como um. Apresente seu conteúdo da melhor maneira possível e coloque-se disponível para conversar após sua apresentação. Assim, possíveis dúvidas e questionamentos poderão ser feitos após a apresentação e não irão interromper seu raciocínio.
    4. Venda-se
    Parece forte demais, mas toda vez que você fala em público, você está, na verdade se vendendo. Vender-se, nesse contexto, tem a ver com a sua imagem, e não no sentido pejorativo. Se você vai apresentar um determinado conteúdo e quer passar confiança, suas roupas e postura já começaram a sua apresentação antes mesmo da sua boca começar a funcionar. E é só uma questão de técnica! Claro que existem pessoas que são vendedores natos, mas, no geral, todos podem desenvolver técnicas de venda que podem ajudar você a ser um profissional melhor. Algumas das mais simples são:
    4.1. Não se entregue
    Quando você vai realizar uma apresentação, é óbvio que você vai ficar nervoso e ansioso antes e durante a sua exposição. A dica aqui é não deixar esse nervosismo tão óbvio. Então não se entregue! Eu já vi o que seriam excelentes palestras serem destruídas porque o apresentador começou o assunto pedindo desculpas pelo nervosismo, sendo que nenhum participante havia notado o ner...
    14 min
  • A guerra na Síria e a crise de refugiados – VE 4
    A guerra na Síria e a crise de refugiados. Como tudo começou? Acompanhe como a Primavera Árabe evoluiu até atingir a Síria e assolar o país com uma guerra civil culminando na atual crise de refugiados.

    Se você tem alguma sugestão de como melhorar o programa, envie seu comentário para [email protected]. Se você tem um comentário interessante sobre esse, ou programas anteriores do VECast, mande-nos um arquivo de voz de até 1 minuto. Quem sabe você não participa do próximo VECast?
    Vamos à pauta!
    Contexto Histórico
    Assistimos nos dias de hoje uma das maiores crises mundiais em que milhões de sírios tentam chegar a um país na Europa a procura de segurança e condições dignas para viver. Essas pessoas fogem dos horrores de uma guerra civil, causada por um regime ditatorial extremamente violento, e de grupos radicais islâmicos que acreditam que causar o terror seja a forma mais eficiente de alcançar o poder. Os cidadãos sírios estão sendo massacrados em seu país natal, enquanto que o mundo, atônito, assiste a incrível fuga em massa de milhões de pessoas, e os países poderosos nada fazem para acabar com a brutalidade que massacra e tortura milhares de crianças e pessoas inocentes.
    Para entender melhor como tudo começou, é preciso entender o que é chamado de Primavera Árabe e conhecer como o regime ditatorial se estabeleceu na Síria. Primeiro vamos abordar a Primavera Árabe.
    Primavera Árabe
    A Primavera Árabe é o nome dado a uma onda de protestos que começou em 2010 em diversos países do norte da África e Oriente Médio. Tudo começou em 17 de dezembro de 2010 na Tunísia, quando Mohamed Bouazizi, um jovem vendedor de rua de 26 anos, ateou fogo em seu próprio corpo ao ter suas mercadorias confiscadas pelo governo e negado o seu direito de vender nas ruas. O jovem tunisiano ajudava sua mãe e irmã com o dinheiro das frutas e verduras que vendia e teve sua mercadoria confiscada por não querer pagar propina aos policiais. Esse ato foi o estopim para revolta dos cidadãos tunisianos que já estavam descontentes com a corrupção no governo, o alto custo de vida e o alto nível de desemprego do país. A revolução na Tunísia ficou conhecida como a Revolução de Jasmim e terminou com a saída do Presidente Zine El Abidine Ben Ali após 24 anos de governo.
    O exemplo da Tunísia desencadeou nos países vizinhos um efeito avalanche de protestos e manifestações. O povo acordou, de fato, tendo esperança de uma vida melhor e sem a opressão que viviam há décadas. Após a Tunísia, manifestações foram vistas em diversos países como Argélia, Jordânia, Omã, Egito, Iêmen, Bahrain, Líbia e Síria. Em muitos desses países houve grandes protestos e luta armada, sendo a guerra civil na Síria uma das mais terríveis e violentas.
    Para entender melhor a violência na Síria de hoje, é preciso entender como a família al-Assad entrou no poder e governa a Síria desde 1971.
    Histórico do regime governamental na Síria
    Em 1971, após um golpe de estado Hafez al-Assad toma o poder na Síria e torna-se presidente. O governo de al-Assad é conhecido pelo forte controle do Estado e brutal repressão aos seus opositores. Em 1973, uma nova Constituição foi promulgada, garantindo a liderança do Partido Baath de Hassez al-Assad e concedendo poderes absolutos ao Presidente em todas as áreas. Paralelamente às forças de segurança do governo, o regime criou milícias pró-regime em todas as cidades: civis armados comprometidos com o combate a todas as formas de oposição ao governo de Assad. A intervenção do Estado em todos os níveis, juntamente com as políticas de repressão, garantiram a Hafez al-Assad a sua manutenção no poder. A violência do governo de al-Assad conheceu o seu ponto mais alto no conhecido massacre de Hama, em 1982, no qual, na sequência de uma revolta liderada pela Irmandade Muçulmana,
    39 min
  • Trote é crime? – VE 3
    Trote universitário é crime? Em caso de violência, quem deve ser responsabilizado? Há formas saudáveis de integrar novos alunos às universidades?
    No VECast de hoje falamos sobre o polêmico trote universitário. Será que essa prática é crime? Se não, é de todo ruim? Confira o episódio de hoje com uma entrevista exclusiva com a presidente do Centro Acadêmico de Engenharia (CAEng) da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
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    Vamos à pauta!
    O que é o trote: estabelecendo a terminologia
    Neste VECast, definimos como trote estudantil, ou simplesmente trote, um conjunto de atividades realizadas com estudantes recém-ingressantes, chamados de calouros, em uma instituição de ensino. Essas atividades são organizadas e realizadas, geralmente, por alunos mais antigos, chamados de veteranos. Embora muito comum em instituições de ensino superior, a atividade também é praticada no nível médio. Assim, podemos traçar o histórico dessa atividade.
    Histórico do trote
    O trote é basicamente tão antigo quanto as universidades, tendo seu início na Europa, na época da Idade Média. Nessa época, era comum retirar e queimar as roupas dos calouros e raspar seus cabelos, com a justificativa de evitar a propagação de doenças. Mesmo nessa época, as universidades tentavam coibir os excessos, que já eram comuns.
    Em Portugal, os primeiros episódios de trotes que se tem registro remontam o século XVIII na Universidade de Coimbra. O trote chega no Brasil importado por jovens que cumpriram seu processo educativo em Portugal. A prática é continuada até que, em 1831, ocorre a primeira morte em decorrência da atividade: um estudante da faculdade de direito de Olinda, Recife. Estamos acostumados a ver as autoridades do Brasil tomando providências somente quando algo sério, como a morte de um cidadão, ocorre devido a uma atividade realizada sem controle. No caso do trote, uma morte não foi suficiente.
    Nos últimos 35 anos, quatro casos de trotes violentos que resultaram em morte foram registrados no Brasil. Além desses, existem diversos relatos de casos absurdos que, mesmo não resultando em morte, seriam passíveis de punição civil ou criminal. A seguir, listamos alguns desses casos, com base nesse artigo da wikipédia, e nesse artigo da advogada Alessandra Strazzi:

    1980 – Universidade de Mogi das Cruzes (SP): Carlos Alberto de Souza, de 20 anos, calouro do curso de jornalismo, morreu de traumatismo cranioencefálico resultante de agressões praticadas por estudantes veteranos.
    1990 – Fundação de Ensino Superior de Rio Verde (GO): George Mattos, 23 anos, calouro do curso de direito, morreu de parada cardíaca enquanto tentava fugir de veteranos.
    1999 – Universidade de São Paulo (USP): Edison Tsung Chi Hsueh, calouro do curso de medicina, morreu afogado após ser obrigado a entrar em uma piscina sem saber nadar durante um trote.
    2009 – Faculdade Anhanguera (SP): Bruno César Ferreira, 21 anos, calouro do curso de veterinária, entrou em coma alcoólico após ser obrigado a consumir bebidas, o estudante também foi obrigado a rolar em uma lona com animais mortos e fezes em decomposição.
    2009 – Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (RJ): Vitor Vicente de Macedo Silva, 22 anos,
    50 min
  • Formação: engenheiro – VE 2
    Engenheiros: como estudantes se tornam um? O que comem? Como vivem? Onde se escondem? Hoje, no VECast!

    No VECast de hoje confira como você pode se tornar um engenheiro, como é o curso de engenharia (em termos gerais), quais são as habilitações existentes no Brasil, quais especializações podem ser feitas após o curso, como é o trabalho do engenheiro, onde esse profissional pode atuar, quais são as diferentes carreiras? Isso e muito mais!
    Certamente não vamos cobrir absolutamente todos os aspectos da profissão de engenharia, então pode esperar por continuações! E se você tiver mais assuntos que esquecemos de cobrir nesse VECast, mande-nos um e-mail para [email protected], ou comente aqui no roteiro do episódio. Você pode mandar arquivos de voz (com menos de um minuto) sobre o assunto ou ainda nos cobrando sobre novos aspectos. Quem sabe você não participa do próximo VECast?
    Chega de papo-furado e vamos lá!
    O curso de engenharia
    Como toda profissão que exige formação superior, para se tornar engenheiro é necessário se formar em um curso universitário de engenharia (dã!). Os cursos de engenharia, em geral, podem ser divididos em dois estágios: básico, também chamado de ciclo básico, e profissional, também chamado de ciclo profissional.
    O ciclo básico é composto de matérias fundamentais e gerais que usualmente são dadas a todas as habilitações de engenharia. Os famosos cálculos e físicas entram nessa categoria. Essa parte do curso tem duração média de dois anos.
    O ciclo profissional em geral se inicia no terceiro ano de curso e se estende até o último ano. Nesse período, as disciplinas oferecidas ao aluno são direcionadas para a habilitação escolhida. Por exemplo, um aluno cursando engenharia elétrica começa a ter aulas específicas de eletromagnetismo, máquinas elétricas e sistemas de potência a partir do terceiro ano de curso.
    Além disso, no fim do curso, o aluno pode escolher determinadas disciplinas mais específicas, de acordo com a área de atuação desejada no mercado de trabalho. Essa orientação depende muito do aluno e suas aspirações como futuro profissional da área. Existem meios que podem ajudar o aluno a ir orientando sua vida acadêmica, como iniciação científica e estágio.
    Estágio e Iniciação científica
    Estágio obrigatório
    O estágio, no curso de engenharia, é uma atividade obrigatória para a formação do profissional. Isso traz uma carga de ansiedade, uma vez que ser contratado, ainda que como estagiário, nem sempre é uma tarefa fácil. Como qualquer vaga de trabalho, para se preencher uma vaga de estágio é preciso passar por um processo seletivo, que difere de empresa para empresa e de estágio para estágio.
    Une-se a isso uma dificuldade extra: os estágios são oferecidos com a carga horária de 20 a 30 horas semanais, o que, por dia, descontando finais de semana, representa uma dedicação de 4 a 6 horas diárias. O estudante que, antes de ser estagiário, já não conseguia administrar bem os estudos, possivelmente vai acumular algumas reprovações no boletim. Para evitar esse cenário, o conselho é manter seu foco e fazer do estudo seu estilo de vida desde antes de se entrar na universidade. Assim, mesmo tendo menos tempo para estudar, as chances de reprovação ou perda de rendimento caem drasticamente. E se você quiser mais dicas sobre como fazer seu estudo render mais, ouça o último episódio do VECast em vidaestudantil.com/vecast1.
    E qual é a melhor época para o estudante de engenharia procurar um estágio? Essa pergunta é muito complicada, então não vou dar uma resposta fechada, mas vamos analisar um pouco alguns pontos de vista para te ajudar a tomar essa decisão. Dependendo da vaga de estágio, algumas disciplinas podem ser fundamentais para exercer essa função e,
    43 min
  • 7 dicas para aumentar a produtividade dos seus estudos – VE 1
    Você tem a sensação que senta para estudar e não consegue? Passa dias “estudando” e no final descobre que não aprendeu nada? Confira as nossas dicas no episódio piloto do VECast para fazer seu estudo render!


    E você sabia que hoje é o dia internacional do podcast? É isso aí, o VECast está estreando no international podcast day!
    Neste episódio: apresentação do VECast e 7 dicas para aumentar a produtividade dos seus estudos. Confira:
    1. Cuide da sua saúde
    Ao estudar, você precisa de concentração e não há ladrão de concentração maior do que desconforto no corpo. O problema é que a maioria das pessoas não se preocupa com a sua saúde regularmente e isso tem um preço, muitas vezes na hora dos estudos. E aí é um tal de remédio pra isso, remédio praquilo, tudo para tentar aproveitar ao máximo um curto intervalo de tempo. As horas de estudo não precisam ser tão difíceis se você mantiver hábitos saudáveis.
    2. Alimente-se e hidrate-se
    Todo ser humano precisa se alimentar, mas nem sempre é possível preparar a própria refeição. E quando a gente se enrola e cisma de estudar de véspera, aí é que o bicho pega! Nessa situação, a alimentação saudável deixa de ser prioridade e é comum apelar para fast food ou passar o dia estudando e comendo petiscos e biscoitos. Como na dica número 1, essa rotina tem seu preço e pode causar uma série de problemas para o seu corpo. Portanto, uma alimentação balanceada, garante bons períodos de estudo sem abrir mão de uma vida saudável. Além disso, é importante permanecer hidratado! Beber água é muito importante. Seu corpo usa a água disponível para praticamente todos os processos metabólicos, então beba muita água e mantenha-se hidratado.
    3. Pratique esportes ou faça exercícios físicos regularmente
    Antes de mais nada, procure um médico antes de começar a praticar esportes. Praticar esportes ou alguma atividade física é uma necessidade do corpo humano. Geralmente, quando nos preparamos para alguma prova, o exercício físico é deixado de lado, o corpo sente e aquelas quatro horas que você reservou quase não rendem nada. Quando não praticamos nenhuma atividade física, a tendência natural é se sentir cansado ao longo do dia, com péssimo humor e, se além disso, passamos o dia confinados com a cara nos livros, esse hábito pode levar até a um quadro depressivo. Então estude sim, mas procure praticar alguma atividade, pelos menos 3 vezes por semana.
    4. Levanta-te e anda
    Estudos recentes indicam que ficar muito tempo sentado ao longo do dia pode provocar diversos problemas de saúde. Para amenizar isso, é necessário que, pelo menos a cada hora de estudo, você se levante e dê uma volta pelos cômodos. Você pode programar um pequeno despertador para te lembrar de fazer isso de hora em hora. Você também pode aproveitar esses intervalos para beber água e se reidratar.
    5. Faça do estudo seu estilo de vida
    Estudar deve fazer parte da sua rotina. Independente do seu objetivo, você deve estudar para alcançá-lo todos os dias. O estudo deve se tornar um hábito. Para ilustrar essa dica, vamos pensar um pouco no ENEM, o exame nacional do ensino médio. De forma geral, o estudante que almeja uma carreira que exige ensino superior, se prepara, praticamente desde que nasce, até os 17, 18 anos para o ENEM. Não sei se ficou claro, então vou repetir: são praticamente 15 anos de estudos se preparando para apenas uma prova! Será que é possível absorver todo esse volume de conhecimento somente na semana anterior à aplicação do ENEM? O bom senso diz que não, certamente. Claro que você pode conhecer alguém que fez isso e passou ou você mesmo pode ter passado dessa forma, mas em geral, essa atitude não é a mais recomendada. O motivo? Bom, se você já não está acostumado a estudar por 6, 8 horas diárias, dificilmente vai conseguir manter esse ritmo na semana anterior à prova, fora que,
    26 min

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