A porcentagem de quilombolas em condições precárias ou sem acesso a saneamento básico é alarmante, atingindo 78,93%. Isso equivale a 357.068 residências particulares permanentes, nas quais residem 1.047.779 habitantes quilombolas. Em contraste, apenas 27,28% dos lares da população geral do Brasil estão nesta situação, o que representa uma diferença de 51,65% em relação aos domicílios quilombolas.