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“Falam em democracia e um montão de coisa, mas quando alguém tem opinião diferente é atacado pelas próprias pessoas que falam em democracia”, disse Neymar em seu Twitter ao defender seu posicionamento relacionado ao atual presidente. A questão é: você realmente sabe do que se trata a democracia e até onde a sua liberdade lhe permite ir? No universo dos super-heróis, o conceito da política sempre esteve presente e as histórias eventualmente apresentam o perigo constante de discursos de ódio. Porém, nem todos parecem compreender o peso dessas mensagens. Neste episódio, proponho a reflexão sobre um artigo de opinião de minha autoria, no qual relaciono vilões dos quadrinhos a figuras da vida real que conquistam seu espaço com discursos violentos e problemáticos. O que podemos aprender com tramas assim? Seriam essas e outras obras culturais mero entretenimento ou uma forma de advertir as pessoas de um perigo fascista? O que a ficção nos ensina sobre discursos de ódio e liberdade de expressão na vida real? E como a mídia nacional contribuiu para que chegássemos ao ponto em que estamos da atual política brasileira? Venha ouvir e descobrir!
Leia o texto na íntegra: https://maiconlimasenju.wixsite.com/wondernautas/post/o-que-os-super-her%C3%B3is-nos-ensinam-sobre-pol%C3%ADtica-e-discursos-de-%C3%B3dio
Você conhece a si mesmo verdadeiramente ou apenas tenta reproduzir aquilo que disseram que deveria ser? Os produtos culturais que consumimos são representações reais da diversidade humana ou são vazios, estereotipados e eventualmente ofensivos? Como podemos lutar por um mundo que seja para todos e que respeite todas as nossas diferenças? Neste episódio, seguimos a linha de raciocínio do tema anterior para discutir diversidade, neurodiversidade e inclusão sob a perspectiva da política. A base: o filme Mommy e um relatório de uma palestra da acadêmica Darcy Mitiko Mori Hanashiro. O conceito de “diversidade” considera as pessoas diferentes, pertencentes aos chamados grupos minoritários. “Inclusão” é a prática, quando deixamos de pensar somente no teórico. Para além da representatividade na cultura pop, precisamos refletir sobre os aspectos práticos do combate às desigualdades e valorizar as experiências pessoais como as do entrevistado para este tema. Para saber sobre tudo isso, venha ouvir este episódio!
Convidado: @arrobahenritado, Twitter.
Confira a palestra de Darcy Hanashiro, no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=zxK6T85C9Bo&t=2991s
Você é daquelas pessoas que acredita que discutir política não é tão importante ou que ignorar o tema não te afeta? E se eu te disser que, enquanto vivermos em sociedade, esse assunto estará atravessando todas as áreas da nossa vida? Durante a palestra da abertura institucional da IV Jornada Internacional da Diversidade e Inclusão: Dialogando com o Mundo do Trabalho, a acadêmica Darcy Mitiko Mori Hanashiro trouxe informações sobre a desigualdade e os caminhos para combatê-la. Neste episódio, busco levantar algumas das minhas percepções enquanto participante da palestra e me baseio em uma publicação do site Politize para discutir as relações entre desigualdade, mídia e política. Em um cenário político pautado em desinformação, intolerância e discursos de ódio, escolher não se manifestar é permitir que os poderosos continuem massacrando todos aqueles que são prejudicados por um sistema tão desigual. Por fim, conto com a contribuição de um entrevistado diagnosticado com TDAH para que possamos compreender os efeitos da desigualdade na vida das pessoas. Através deste tema, ofereço a você informação para que reflita sobre suas escolhas eleitorais, suas relações com o diferente e sobre o futuro que estamos construindo. Venha ouvir!
Convidado: @arrobahenritado, Twitter.
Confira a palestra de Darcy Hanashiro, no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=zxK6T85C9Bo&t=2991s
"Pense, fale, compre, beba. Leia, vote, não se esqueça. Use, seja, ouça, diga. Tenha, more, gaste, viva". Em uma de suas canções mais marcantes, a cantora Pitty falava sobre algo que ainda é atual. Sempre tentei encontrar um sentido em minha existência, mas sinto como se o sistema em que vivemos estivesse constantemente tentando nos manter na programação desejada. Conversas recentes com pessoas em minha vida me levaram a buscar postar o AmaQUEzona deste mês mais cedo. Afinal, a dúvida não parece ser apenas minha: estamos vivendo de verdade ou dançando conforme a "música da normalidade" que construíram para nós? Venha ouvir 15 minutos de viagem, desabafo, reflexão e questionamento com uma pitada de sons caninos recorrentes nas minhas madrugadas.
Vivemos em um país que pouco sabe sobre suas origens e menos ainda sobre as questões indígenas na atualidade. Muitos de nós cresceram com referências midiáticas deturpadas, nas quais intérpretes brancos são escalados para personagens indígenas ou com estereótipos ofensivos disfarçados de músicas inocentes. Nas produções culturais atuais como a série Cidade Invisível e as histórias da heroína Yara Flor, os idealizadores continuam cometendo os mesmos equívocos e permanecem representando pessoas reais de uma maneira problemática. Por que isso ocorre? Neste programa, dois indígenas de diferentes vivências e regiões nos ajudam a entender o quão nociva é a falsa representação midiática dessas pessoas. Convido você a revisitar seus próprios conceitos e a entender um pouco mais sobre uma parte da população brasileira que quase nunca recebe atenção. Precisamos romper as correntes de uma educação pautada pela visão colonizadora do europeu em busca da verdade daqueles que já foram tão oprimidos. Venha ouvir!
Convidados:
@oyniin_surui, Instagram. @japupram_parkateje, Instagram.
Vivemos em um sistema capitalista que nos diz constantemente como devemos produzir, planejar, viver e colaborar com a sociedade. A questão é que nem todas as pessoas se encaixam nos padrões de vida ou trabalho considerados "normais" para um indivíduo. O que acontece quando o seu cérebro simplesmente não funciona como o das outras pessoas? Como você pode ser parte de uma estrutura que não tem o encaixe para o seu jeito de ser e existir? Hoje, durante 16 minutinhos, estarei falando sobre o TDAH e como cheguei à conclusão de que possuo essa condição caracterizada por "sintomas" de má distribuição da atenção, hiperatividade e impulsividade. Se você não é neurodivergente, talvez conheça alguém que seja e pode ser justamente a "luz" para que essa pessoa compreenda a si mesma e busque a ajuda adequada. Espero que um pouco da minha própria história possa colaborar para que outros não tenham a mesma dificuldade encontrando a resposta por um caminho tão tortuoso. Venha ouvir!
“Nos primeiros seis meses deste ano, de 42 mil vagas de liderança abertas em empresas privadas, apenas 23,7% foram ocupadas por homens e mulheres negros. O restante foi ocupado por brancos, outras etnias ou que não declararam cor", afirmou Lucas Gomes, diretor de Ensino Superior do Quero Bolsa em entrevista para uma matéria da Agência Brasil. Segundo a publicação de novembro de 2020, um estudo contabiliza que, em 2017, 22,9% de pessoas brancas com mais de 25 anos tinham curso superior completo. Essa proporção com pessoas negras era de 9,3%. Agora considere que a maior parte dos brasileiros é de negros e pardos: onde essas mulheres e homens estão? Neste episódio, discutimos não apenas a importância da representatividade, mas do acesso aos espaços de poder. Para além de personagens negros relevantes na ficção, devemos lutar por pessoas não-brancas reais ocupando funções que quase nunca lhe são dadas. E qual a importância da mídia e de figuras ficcionais como as heroínas Núbia e Vixen nesse processo? Venha descobrir!
Convidada: @elizianesilvaoliveira , Instagram
A polaridade entre o bem e o mal está presente em diversas culturas, desde tempos antigos. O Cristianismo, por outro lado, trouxe para a humanidade uma noção mais fechada de bondade e maldade. Embora os textos bíblicos não necessariamente associem beleza à bondade e a falta dela ao mal, as pessoas tomaram para si suas próprias interpretações. Por isso, representações midiáticas de figuras como Jesus Cristo ou a crença das pessoas em uma “aparência de assassino” são exemplos do quanto nós, enquanto sociedade, tentamos nos enganar. Será que o bem e o mal são tão simples de se identificar? Existem pessoas completamente boas ou más como diversos personagens unidimensionais da ficção? De onde vem o mal que desencadeia massacres em escolas ou assassinatos em série? Existem forças invisíveis deturpando nossa sociedade ou é da própria condição humana uma existência de luz e sombras? E por acaso você está enfrentando as consequências de suas ações ou sempre culpando algo para fugir de suas responsabilidades? Para este tema, conto com a participação da equipe da Evan Peters Brasil e o uso de uma perspectiva com a série American Horror Story. Venha ouvir e faça parte da conversa você também!
Encontre Beatriz, Diandra, Isa e Natália no @EvanPetersBR_ (Twitter) ou no @brevanpeters (Instagram)
O primeiro AmaQUEzona deste podcast chegou para te contar, em 15 minutos, tudo de essencial que precisa saber sobre o Wondernautas! Esse devaneio sonoro do podcaster que vos fala começou em tempos de quarentena, mas foi tomando outros rumos com o passar do tempo. Venha entender um pouco sobre minha missão com este trabalho e os valores que o norteiam. E desta vez, o convidado “não-convidado” foi um felino querendo fazer parte da zona. Faça como o gato Apolo e bora pra essa viagem você também!
Você consegue imaginar sua vida sem a presença das redes sociais, sem o fácil acesso a séries ou sem o conteúdo do YouTube durante suas refeições? É um fato que a vida do ser humano se transformou com a internet e com todas as ferramentas que surgiram graças a ela. Contudo, é irreal acreditar que todos podem utilizá-la da mesma maneira. Como as pessoas que não possuem tanto acesso a esse recurso se inserem em um mundo tão digitalizado? Como a internet, sem que você percebesse, modificou o processo de socialização dos indivíduos? Há malefícios em tudo isso que podem estar afetando a nossa qualidade de vida? Quando falamos da internet e sua influência nos hábitos sociais dos tempos atuais, tocamos em diversos tópicos que precisam ser levantados. Convido você para fazer parte desta conversa!
Convidado: caiocesar.cc , site
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