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Você já passou por situações nas quais menosprezaram questões mentais suas como ansiedade ou depressão? Já se sentiu inferior ou inadequado justamente porque as pessoas inferiorizaram a sua patologia de natureza mental? Quem sabe, teve vergonha de admitir que faz uso de medicamento ou acompanhamento psicológico para se manter estável? Segundo o site Medicina S/A, uma pesquisa aponta que 90% dos 2000 brasileiros entrevistados pensam que doenças mentais precisam ser levadas mais a sério. Na prática, percebemos que nossa sociedade ainda subvaloriza questões da mente e parte disso é reproduzido pela mídia. Filmes como “Precisamos Falar Sobre o Kevin”, animações como “Encanto” ou até mesmo novelas como “A Força do Querer” são exemplos de abordagens bem avaliadas por alguns a respeito dessas questões. Porém, o que acontece quando essas obras tratam da saúde mental de maneira leviana? A cultura pop é responsável por uma má educação sobre a mente humana e seus dilemas ou a ficção está somente reproduzindo equívocos enraizados em nossa sociedade? E como podemos aprender a cuidar da nossa saúde e da de quem amamos? Venha ouvir este episódio para descobrir!
Convidada: @beatriz__saboia , Instagram
Junho é o Mês do Orgulho LGBTQIAP+, mas o que isso significa na prática? Embora a teoria diga que todos possuímos direitos iguais, a realidade se mostra diferente quando a sociedade discute sobre um herói que "se tornou gay", vilãs que se tornaram um casal e outras polêmicas envolvendo sexualidade nas produções culturais. Como aparato social formador de opinião, a mídia como um todo possui grande responsabilidade nas ideias relacionadas a pessoas fora do padrão cis-heteronormativo. Para este episódio, proponho uma discussão e reflexão a partir de um artigo de opinião de minha autoria sobre as relações entre identidade de gênero, sexualidade e cultura pop. O mais importante para a missão, no entanto, talvez seja ceder espaço para que diferentes pessoas exponham suas vivências particulares e suas percepções sobre o significado de orgulho neste cenário. Você abre espaço em sua vida para ouvir vozes diferentes da sua? Já parou para pensar na diversidade identitária e sexual que define o ser humano, assim como nas inúmeras contribuições para todas as partes quando o diálogo acontece? Este é um episódio é um ato de luta pelos direitos de ser e viver, assim como um tributo à nossa multiplicidade enquanto seres sociais e culturais. Relatos inspiradores esperam por você!
Leia o texto na íntegra: https://maiconlimasenju.wixsite.com/wondernautas/post/eu-me-torno-ou-eu-sou-sexualidade-identidade-de-g%C3%AAnero-e-cultura-pop
Como discutido no episódio anterior, vivemos em uma sociedade que dá grande protagonismo ao imagético e ao audiovisual. A ficção, por sua vez, exalta as características dos personagens que sempre estão bem-sucedidos, preparados e nunca são surpreendidos. A questão é: isso é possível de ser aplicado na realidade? O quanto somos capazes de nos preparar para imprevistos, problemas e surpresas em nossas vidas? Em uma era que promove tantas imagens do que seriam ideais de vida, de beleza, de corpo e de sucesso, estamos nos preparando de maneira saudável para o futuro ou sendo vítimas de nossa própria paranoia e ansiedade? Neste episódio, proponho uma reflexão sobre o arquétipo do indivíduo constantemente desconfiado, típico do herói Batman e de outros personagens similares da cultura pop. É um convite para que você questione suas próprias certezas sobre si mesmo e sobre aqueles ao seu redor. Um ponto de partida para que possa descobrir se, no fim das contas, não é o seu medo do fracasso o que impede o seu sucesso.
Leia o artigo de opinião na íntegra: https://maiconlimasenju.wixsite.com/wondernautas/post/estar-preparado-para-o-pior-é-sempre-o-caminho-ideal
Segundo uma matéria da BBC News Brasil, o fato de lermos cada vez mais em telas e a prática cada vez mais corriqueira de somente “passar os olhos” em múltiplos textos e postagens online podem estar dilapidando a capacidade humana de compreender argumentos complexos, de analisar criticamente e até de desenvolver empatia por pontos de vista diferentes. Tudo isso viria a ter o potencial de impactar a nossa performance individual no mercado de trabalho, nossas decisões políticas e as interações da vida em sociedade. No entanto, foi uma polêmica recente envolvendo a série Stranger Things, nas redes sociais, é que me levou a buscar falar sobre isso. Será que estamos vivendo em uma era de hiperprotagonismo audiovisual? Estamos fadados a um consumo de entretenimento e informação cada vez mais superficial ou existem outras perspectivas nessa história? Para saber, escute este episódio do Wondernautas!
Confira o artigo de opinião na íntegra: https://maiconlimasenju.wixsite.com/wondernautas/post/stranger-things-redes-sociais-e-h%C3%A1bitos-digitais
A magia é vista, por muitos, como um elemento meramente ficcional presente na cultura pop. Para outros, trata-se de feitos sobrenaturais muito distantes da realidade de “pessoas comuns”. Ainda que você não saiba, na verdade, a magia está ao nosso redor e em práticas bem diferentes das grandes explosões mágicas de “Doutor Estranho 2” ou dos feitiços assombrosos de Zatanna Zatara nos quadrinhos. Através de uma conversa com alguém que está inserido na bruxaria da vida real, venho propor neste episódio um mergulho nas diferenças e semelhanças entre a magia da ficção e da realidade. Como essas representações impactam pessoas reais? A cultura pop é responsável por induzir indivíduos leigos ao uso equivocado do “desconhecido”? Ou chegou o momento de você assumir a responsabilidade por seus próprios atos sem culpar determinadas crenças e práticas? Venha ouvir este programa e conhecer a verdade por trás das palavras encantadas e varinhas de condão.
Convidado: @wagnerquintaoalm, Instagram
Em tempos nos quais o ator Chris Hemsworth aparece sem roupas no trailer do próximo filme do super-herói Thor, voltamos aos debates sobre a sexualização de homens e mulheres na cultura pop. Além desse “fenômeno” de destaque sexualizado de corpos masculinos ser recente, há outros fatores relacionados a isso, como as construções do que é ser belo e atraente. Homens e mulheres sofrem o mesmo tipo de sexualização? Quando um homem é sexualizado, como suas outras características são afetadas? E quais corpos são considerados bonitos e desejáveis o suficiente para que uma figura masculina seja sexualizada? Para todas essas reflexões, proponho neste episódio um resgate de uma reportagem que aborda a construção de um personagem da DC Comics como o único símbolo sexual legitimado pela própria empresa. Como ele se diferencia dos demais super-heróis? O que o torna distinto das mulheres sexualizadas? E como todas essas questões afetam as nossas percepções da realidade no que diz respeito ao ideal do “corpo bonito” e do que é ser homem ou mulher? Escute sobre isso e muito mais neste novo episódio de Wondernautas!
Confira a reportagem na íntegra: https://maiconlimasenju.wixsite.com/wondernautas/post/por-que-asa-noturna-como-o-her%C3%B3i-mais-sexy-dos-quadrinhos
Vingadores: Guerra Infinita foi um grande sucesso cinematográfico lançado em 2018, mas poucos sabem que uma das mais fortes inspirações para a construção desse filme está em uma história em quadrinhos publicada no início dos anos 90. Considerado como uma lenda, George Pérez esteve envolvido na composição artística de Desafio Infinito, a história que inspirou o filme dos Vingadores, mas também contribuiu com outros memoráveis projetos. O quadrinista compôs muito do que é reconhecido como a era de ouro dos Novos Titãs, assim como escreveu e desenhou para uma fase extremamente importante da Mulher-Maravilha. O maior ato do artista, no entanto, talvez tenha sido seu grande talento em trabalhar com questões como suícido, vício em drogas, violência contra a mulher, a predileção do homem pela guerra, intolerância religiosa e preservação ambiental dentro de um gênero que, muitas vezes, era visto como pouco produtivo para discussões mais sérias. Sem dúvidas, seu trabalho impactou a cultura pop como um todo e ensinou muitos outros que vieram depois dele a compor tramas conscientes e comprometidas com mais do que apenas lucro e entretenimento. Ouça este episódio e conheça um pouco do legado e exemplo do grande homem que nos deixou em 6 de maio de 2022.
Convidado: @beast.boy.mutano, Instagram
A super-heroína mais conhecida de todos os tempos é um símbolo para muitas e muitos há décadas. Para este podcast, não é diferente. Hoje, com base em uma reportagem de maio de 2020 sobre a simbologia e impacto na vida real da Mulher-Maravilha, apresento a você ouvinte uma reflexão sobre o potencial de figuras fictícias para a discussão de temas relevantes para o mundo em que vivemos. Personagens ficcionais são meros entretenimentos ou métodos capazes de transmitir mensagens e transformar vidas? A cultura pop pode servir ao combate do machismo, homofobia, intolerância religiosa e outras questões abordadas por histórias dessa super-heroína? E nós, enquanto consumidores e potenciais reprodutores dessas mensagens, podemos fazer uso desses símbolos para transformar aos outros e a nós mesmos? Venha descobrir aqui, ouvindo o primeiro episódio de uma nova fase do Wondernautas!
Leia a reportagem na íntegra: https://maiconlimasenju.wixsite.com/wondernautas/post/mulher-maravilha-uma-forma-de-se-fazer-justi%C3%A7a-%C3%A0s-mulheres
Você já pensou como seria se, quando olhasse para a TV, para o cinema e para os espaços sociais que frequenta, não encontrasse ninguém semelhante? Na vida real, essa já foi e talvez ainda seja a vivência de muitas pessoas. Falar sobre isso não é apenas tocar na questão de representatividade, mas também sobre imposições de papéis sociais de gênero, identidades e o efeito da cultura em todas essas questões. Para o início desta temporada, uma conversa sobre as experiências da convidada no que diz respeito a ser uma pessoa trans e sobre todos esses tópicos que acabam se cruzando quando falamos do assunto. Venha ouvir!
Fazer esse questionamento pode parecer bobo à primeira vista, mas conhecer a si mesmo é uma tarefa mais difícil para todos nós do que se imagina. A sociedade está, de fato, nos ensinando a nos conhecermos ou nos levando a construir falsas imagens sobre identidade? Neste episódio, falamos sobre o autoconhecimento e a importância do mesmo para nossas vidas. Já parou para pensar se você sabe quem, de fato, você é? E se por acaso tudo o que acreditou fazer parte da sua identidade até então, na verdade, ilusão? Estaria preparado para conhecer a sua legítima essência?
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