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Dizem que a esperança é a última que morre, mas realmente precisamos esperar que tudo chegue ao extremo para falar sobre ela? Em tempos nos quais ainda lidamos com um vírus que levou muitas vidas, problemáticas políticas e a proliferação de certos discursos de ódio, falar sobre esperança talvez seja mais relevante do que você pensa. Neste episódio, conversamos não apenas sobre a importância desse conceito, mas também sobre o que é essa esperança e como a cultura pop nos passa isso através das produções midiáticas. Venha escutar e pergunte a si mesmo: o que é a sua esperança?
O Superman, um dos mais influentes super-heróis da cultura pop, esteve em alta nos últimos tempos por diferentes motivos, e um deles já foi centro de um dos episódios anteriores. Outro é o fato da DC Comics ter anunciado uma mudança em seu lema. O "estilo de vida americano" da frase do personagem foi deixado de lado, mas será que isso já não deveria ter acontecido bem antes? Como um fenômeno de grande influência, o dito estilo de vida americano moldou, por muito tempo, a imagem ideal do que era ser uma pessoa bem-sucedida e admirável. Nos tempos atuais, no entanto, essa figura padronizada parece não fazer mais sentido. Hoje, estaremos conversando sobre como a mídia vendeu uma imagem irreal do que é ter sucesso devido a esse conceito e como a sociedade, ao longo de anos, foi guiada por esse discurso.
Recentemente, a DC Comics revelou uma nova abordagem com um dos seus personagens, Jon Kent, filho do Superman. Até pouco tempo retratado como uma criança, Jon está tendo a sua vida amorosa desenvolvida, pela primeira vez, e como um sujeito bissexual. A partir daí, diversas manifestações na internet surgiram, entre elas como que atacam diretamente a condição do personagem enquanto bissexual. Para muitos, o progressismo nas histórias em quadrinhos e na cultura pop em geral, seria meramente uma forma de vender através de pautas sociais. No entanto, isso é mesmo uma verdade? Agendas sociais e ficção não estuda se cruzar? Quais os impactos reais de representações ficcionais de elementos que, quer os mais aceitem aceitem ou não, existem em nossa sociedade? E o mais importante: você está preparado para o fato de que, independente de suas crenças, o mundo ao seu redor não para mudar? Esta é uma conversa em duas partes e te convido a conhecer melhor a dinâmica de narrativas progressistas na cultura pop e o que elas implicam em nossas vidas.
Recentemente, a DC Comics revelou uma nova abordagem com um dos seus personagens, Jon Kent, filho do Superman. Até pouco tempo retratado como uma criança, Jon está tendo a sua vida amorosa desenvolvida, pela primeira vez, e como um sujeito bissexual. A partir daí, diversas manifestações na internet surgiram, entre elas as que atacam diretamente a condição do personagem enquanto bissexual. Para muitos, o progressismo nas histórias em quadrinhos e na cultura pop em geral, seria meramente uma forma de vender através de pautas sociais. No entanto, isso é mesmo uma verdade? Agendas sociais e ficção não deveriam se cruzar? Quais os reais impactos de representações ficcionais de elementos que, quer os mais críticos aceitem ou não, existem em nossa sociedade? E o mais importante: você está preparado para o fato de que, independente de suas crenças, o mundo ao seu redor não para de mudar? Esta é uma conversa em duas partes e te convido a conhecer melhor a dinâmica de narrativas progressistas na cultura pop e o que elas implicam em nossas vidas.
Hoje, a personagem-inspiração do Wondernautas completa seus 80 anos. Ao longo dessas décadas, muitos assuntos e debates surgiram e não podemos negar que alcançamos alguns avanços. Da mesma maneira, o programa tentou passar por tópicos relevantes no ponto em que cultura pop e sociedade se encontram. Este episódio inaugura uma temporada que será mais curta, resgatando um pouco de cada um dos elementos discutidos em capítulos anteriores para não apenas exaltar o marco dos 80 anos da Mulher-Maravilha, como também para interligar todas essas temáticas. Como poderíamos lutar por uma justiça que não dá espaço para todas as vozes ou que nega protagonismo para determinados sujeitos? É possível estar integrado à sociedade sem assumir um lado entre aqueles que buscam a verdade e aqueles que oprimem outras pessoas?
Nesta episódio, conversamos sobre o que esse tão falado, mas às vezes, tão pouco compreendido sentimento representa. Embora possa soar belo e inspirador para alguns, o amor também é uma forma de imposição social e uma mercadoria valiosa para um sistema midiático que sempre lucra com a romantização. Existem muitas formas de amor verdadeiro, mas parece existir também uma carência disso nos espaços que falam sobre amor. Além de tudo: o que é, de fato, amar? E o que estamos aprendendo sobre isso com as produções culturais?
Precisamos pensar sobre a importância da arte para a sociedade e o cinema é um dos meios de comunicação mais populares e influentes de todos os tempos. Existem motivos para isso e devemos falar sobre eles para que possamos entender a própria estrutura social. Entenda, neste episódio, porque o cinema é muito mais do que entretenimento e como ele se relaciona com outros meios artísticos. Um episódio especial que vai atravessar os mais vastos mundos cinematográficos para te revelar mais do que imagina.
Produção e Gravação: Maicon Epifânio
Locução: Arthur Knight (Youtube), Maicon Epifânio
Edição: Hian Grylls e Alexandre Morato
Gabriel (DC Comics Amino)
No dia 10 de maio, o produtor deste programa que vos fala completa 24 anos, mas isso eventualmente tomou outras simbologias quando, uma segunda vez, a data se passa em isolamento. Em uma edição especial com alguém que faz aniversário nesse mesmo dia, conversamos sobre nossos sonhos, mas também da importância de sonhar e do valor desses objetivos para a vida de cada um dos seres humanos por aí. Como a arte se conecta com nossos sonhos e como a sociedade como um todo apoia ou sabota nossos desejos? E acima de tudo: é possível viver de verdade sem sonhar?
Produção e Gravação: Maicon Epifânio
Locução: Aquiles Yan de Oliveira, Maicon Epifânio
Edição: Alexandre Morato
Imagem: Gabriel (DC Comics Amino)
Como já vimos em episódios anteriores, entretenimento revela muito mais sobre as pessoas do que muitos pensam. Nos jogos, a situação não é diferente e alguns problemas da sociedade são refletidos neles. A questão do assédio e outras problemáticas ligadas a isso são presentes nos games até os dias de hoje. Onde está a raíz desses dilemas? Como lidar com situações de assédio e importunação dentro e fora dos jogos? Esse mercado pode superar essa falha? Falaremos sobre tudo isso neste episódio!
Produção e Gravação: Maicon Epifânio
Locução: Maicon Epifânio, Wallace (DC Comics Amino), Camila (Instagram)
Edição: Alexandre Morato
Imagem: Gabriel (DC Comics Amino)
Existe aquele ditado que fala que “beleza está nos olhos de quem vê”, mas e quando quem está vendo é uma sociedade inteira? Há gerações, a mídia determina quais são os padrões de beleza e comportamento “socialmente adequados” e diversas pessoas foram pressionadas para se encaixarem nesses conceitos. Existem incontáveis malefícios originados pela imposição desses padrões e, neste episódio, estaremos discutindo cada um desses aspectos. Precisamos ter olhos atentos para identificar a exclusão que esses conceitos causam e todos os efeitos negativos sofridos pelas vidas que eram, são e serão negligenciadas pela padronização vendida pela mídia e pela sociedade.
Produção e Gravação: Maicon Epifânio
Locução: Maicon Epifânio, Fernanda Bertollini, Moisés Marquardt
Edição: Alexandre Morato
Imagem: Gabriel (DC Comics Amino)
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