Os quadrinhos sempre foram um meio de leitura acessível a todos, do tipo que era possível adquirir com troco da merenda escolar. Os anos passam e tudo muda, inclusive a economia, e não seria diferente com os saudosos quadrinhos, esses valores afetariam eles também.
Tendo em vista essa acessibilidade, os quadrinhos sempre foram alvos certos das crianças e dos adultos que mantiveram esse hábito, é um estímulo à leitura.
Mas, infelizmente, não são apenas as questões econômicas que levaram ao aumento dos gibis, a força do capitalismo, como uma grande onda, vem tomando conta de tudo, tornando hábitos antes de fácil acesso, agora elitizados. Hoje, faz parte de um certo status, velado, não falado, mas que sabemos que está lá. E se você faz parte dele, faz parte de meio privilegiado. Com esse “status” uma onda de Omnibus, coleções de luxo e quadrinhos de luxo, capa dura, que fizeram com que não mais os quadrinhos fossem tão acessíveis a todos assim. O que fazer quando nem a mensal de banca tem mais um valor de mercado que todos podem comprar?
Existe uma forma de combater esse sistema?
As Editoras, principalmente as independentes, também sofrem com os altos valores e constante aumento dos insumos, mas ainda, sim, muitas conseguem manter uma margem acessível para os leitores. Como identificar quando os valores altos fazem parte de problemas econômicos ou são apenas editoras querendo lucrar?
Você mudou seu estilo de leitura para se adequar ao aumento dos valores? Desistiu de alguma coleção?
Carlos, Monique, Rafa, Everton e Beto e o Convidado Jefferson apresentam suas perspectivas sobre assunto, e discutindo sobre qual a melhor leitura e quais a mais decepcionante, sempre com bom humor,
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