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Zine Negócios episodes

  • Programa Zine Negócios 93: Instituto Amargen

    Dois adolescentes e o sonho de transformar a vida de pessoas em situação de vulnerabilidade social. Foi com este desejo que nasceu o embrião do Instituto Amargen, há 12 anos. Hoje, a ONG é estruturada, profissionalizada e tem impacto real em Juiz de Fora.

    Alexandre Silveira recebeu Livia Silveira e Raphael Leonello, fundadores do Instituto Amargen, no 3º episódio da 8ª temporada do Programa Zine Negócios. O episódio foi um bate-papo profundo, humano e necessário com bastidores, dilemas, decisões difíceis e aprendizados de quem escolheu o empreendedorismo social como missão de vida.

    A história do Instituto Amargen começa antes mesmo de existir um nome. Livia e Raphael se conheceram muito jovens, ainda adolescentes, atuando em ações sociais em comunidades periféricas de Juiz de Fora. O que parecia “apenas” voluntariado logo se mostrou algo maior: um propósito que insistia em ficar.

    O nome Amargen carrega mais significado do que parece. Ele nasce da ideia de amar pessoas que vivem à margem — da sociedade, das oportunidades e, muitas vezes, da própria esperança.

    “Eu não queria simplesmente prosperar sozinha. Eu queria carregar outras pessoas comigo.” — Livia Silveira.

    Durante a conversa, os fundadores explicam como a organização deixou de ser apenas um projeto informal para se tornar um instituto estruturado, com CNPJ, processos internos, programas contínuos e parcerias estratégicas.

    Um dos insights mais interessantes do episódio é a importância do marketing no terceiro setor. A resistência inicial em divulgar ações deu lugar a uma compreensão clara: comunicar bem não é vaidade, é ferramenta de impacto. Foi a partir deste ponto que o Instituto Amargen conseguiu ampliar doações, engajar voluntários e alcançar resultados muito maiores.

    Como a maioria das organizações sociais, o Instituto Amargen enfrentou na pandemia um enorme desafio — e, ao mesmo tempo, um período de grande atuação.

    O Instituto Amargen se manteve presente nas comunidades, atuando no combate à insegurança alimentar e apoiando famílias em situação crítica. A mobilização ultrapassou as expectativas, alcançando vários bairros de Juiz de Fora, consolidando a ONG como referência local.

    Esse período também trouxe reflexões profundas: vale a pena seguir? Dá para viver do empreendedorismo social? Existe sustentabilidade financeira nesse modelo?

    “A pandemia escancarou o nosso papel. A gente teve medo, mas decidiu que não podia deixar as pessoas na mão.” — Raphael Leonello.

    “Chega um momento em que só apagar incêndio não transforma a realidade. A gente precisava de continuidade, estratégia e estrutura.” — Livia Silveira.

    Em um dos momentos mais fortes da conversa, Livia e Raphael falam sobre algo pouco discutido: o peso emocional do trabalho social.

    Transformar vidas não é como entregar um produto ou concluir uma obra, é lidar diariamente com histórias duras, frustrações, limites e decisões que nem sempre têm final feliz. Neste contexto, captação de recursos, credibilidade, saúde emocional e inteligência emocional aparecem como alguns dos maiores desafios do empreendedor social no Brasil hoje.

    “É preciso ter calma. A gente vira um para-raios de problemas, histórias e dores que muitas vezes são invisíveis para o resto da sociedade.” Raphael Leonello.

    O empreendedorismo social conecta negócios, propósito e impacto social de forma prática e transformadora. Este episódio mostrou, dentre outras coisas, que profissionalizar o social é possível — e necessário.


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    55 min
  • Programa Zine Negócios 92: Gtcon Brasil Contabilidade

    Empreender no Brasil nunca foi uma tarefa simples. Entre impostos, burocracias e decisões que impactam o caixa, muitos empresários acabam caminhando no escuro — e pagando caro por isso. Foi exatamente este cenário que deu o tom do 2º episódio da 8ª temporada do Programa Zine Negócios.

    Alexandre Silveira e Danilo Martins receberam a Nayra Del Duca, CEO da Gtcon Brasil Contabilidade. O papo foi muito além de guias, impostos e números frios, Nayra contou sobre sua jornada empreendedora e abordou temas importantes numa conversa prática e provocadora.

    Nayra cresceu dentro de um escritório contábil e teve que exercer sua liderança muito cedo. Hoje, é CEO da Gtcon Brasil Contabilidade, que vive um momento de expansão nacional e internacional, e faz muitas palestras Brasil e mundo afora.

    Logo no início da conversa, Nayra deixa claro um ponto que muda completamente o jogo:
    o contador pode levantar ou quebrar um negócio.

    Segundo ela, a maior parte dos empresários ainda escolhe a contabilidade da mesma forma que escolhe um item obrigatório — pelo preço ou pela indicação mais conveniente. Porém, uma decisão errada no enquadramento tributário pode custar 12 meses inteiros de prejuízo, sem chance de correção no meio do caminho.

    E aqui vem um dado que chama atenção: cerca de 95% das empresas brasileiras pagam mais imposto do que deveriam. Não por fraude, mas por falta de estratégia, informação e orientação correta. Nayra define o sistema tributário brasileiro como um “manicômio tributário”: caótico, complexo e cheio de armadilhas.

    Diante deste contexto, um bom contador consegue aproveitar as oportunidades legais que a maioria dos empresários desconhece. Ela explica, de forma didática, como muitos negócios deixam dinheiro na mesa todos os meses por não entenderem conceitos básicos como:

    - Enquadramento correto de atividade (CNAE);
    - Regimes especiais de tributação;
    - Impostos monofásicos;
    - Recuperação de créditos pagos indevidamente.

    “Quando eu emito uma guia mais fácil, eu posso estar demitindo um pai de família que eu nem conheço. Quando eu faço uma análise mais técnica e entrego uma guia mais barata, eu posso estar admitindo alguém que precisa de emprego.” — Nayra Del Duca.

    O ponto central não é “burlar o sistema”, mas conhecer as regras do jogo para pagar o que é justo.

    Outro ponto alto do bate-papo foi a expansão da Gtcon Brasil Contabilidade. Muito antes da pandemia, a empresa já operava de forma digital, atendendo clientes em diversos estados. Quando o mercado foi forçado a se adaptar, a estrutura já estava pronta. Neste período, o crescimento foi acelerado e o reconhecimento nacional veio, impulsionado pelas redes sociais.

    Ao perceber que não conseguiria atender todos os empresários apenas com a contabilidade tradicional, Nayra deu um passo além: criou cursos, mentorias e conteúdos voltados para o empresário e hoje é uma das principais vozes da contabilidade estratégica no Brasil. Para ela, o empresário não precisa virar contador, mas precisa entender o suficiente para fazer as perguntas certas.

    “O empresário precisa de alguém que faça ele dormir tranquilo, sabendo que está fazendo certo e pagando menos imposto dentro da lei.” — Nayra Del Duca.

    Se você é empreendedor, gestor ou está pensando em abrir um negócio, esse papo é praticamente obrigatório. E se você acredita que contabilidade é só uma obrigação mensal… talvez esteja na hora de rever esse conceito.

    Contador não é despesa. É investimento.De Juiz de Fora para o Brasil — e para o mundo.


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    53 min
  • Programa Zine Negócios 91: Liderança feminina nos eventos em com Thais Lima

    Abrimos a 8ª temporada do Programa Zine Negócios com o primeiro episódio de 2026. Alexandre Silveira conversou com Thais Lima, diretora do Juiz de Fora Convention & Visitors Bureau e produtora da Vila Brasil Turismo, Eventos & Buffet. Para iniciar o ano, o assunto foi turismo de negócios e eventos em Juiz de Fora, passando por economia, fortalecimento de redes empresariais e cenários estadual e nacional.

    No bate-papo, Thais explica de forma clara o papel do Convention & Visitors Bureau como uma associação empresarial que representa o setor de turismo e eventos de Juiz de Fora e região. Hotéis, empresas de transporte, restaurantes, produtoras, espaços de eventos e diversos outros players fazem parte desse “guarda-chuva” estratégico. O objetivo comum é atrair eventos, gerar fluxo de visitantes e movimentar a economia local.

    Thais, atualmente, é diretora do Juiz de Fora Convention & Visitors Bureau e divide o desafio que esta liderança traz. Ela destaca que o trabalho no Convention é voluntário, exige tempo, energia e visão coletiva.

    "Liderar uma entidade é liderar líderes. Isso exige preparo, escuta e estratégia.” — Thais Lima.

    Ocupando o cargo de diretora do Juiz de Fora Convention & Visitors Bureau, Thais não minimiza os desafios, mas também, afirma que é um trabalho que agrega muito no que diz respeito a diversos aspectos:

    • Construção de credibilidade;
    • Liderança de pares e empresários experientes;
    • Tomada de decisões em cenários de crise (como a pandemia);
    • Importância das redes de relacionamento.

    Todos os aprendizados que o Convention & Visitors Bureau proporciona à Thais, contribuem no seu trabalho à frente da Vila Brasil, produtora de eventos que hoje assina projetos grandes e com propósito social.

    Falando em propósito, um dos festivais produzidos pela Vila Brasil é o Harmoniza, que reúne entretenimento, cultura, gastronomia e música, valorizando produtores rurais e a economia criativa.

    Esse trecho do programa é especialmente interessante para quem empreende, produz eventos ou busca entender como negócios podem gerar impacto real na comunidade, conectando marcas, pessoas e causas.

    Um dos pontos mais interessantes do episódio é como os eventos são apresentados não apenas como ações pontuais, mas como ferramentas de desenvolvimento econômico e territorial.

    Thais compartilha bastidores da construção do GESTUR – Fórum de Gestão de Turismo de Negócios e Eventos, que colocou Juiz de Fora no centro das discussões do setor, atraindo profissionais, gestores públicos e especialistas de várias regiões do Brasil — e até mesmo do exterior.

    “Evento não é só entretenimento. Evento gera negócio, emprego, fluxo de pessoas e desenvolvimento econômico.” — Thais Lima.

    Sobre isso, Thais expôs vários pontos de eventos bem sucedidos que contribuem para a economia local, como: aumento de ocupação hoteleira; procura por bares, restaurantes e outros serviços; boas oportunidades para produtores locais e fortalecimento da imagem da cidade como destino.


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    1 hr 2 min
  • Programa Zine Negócios 90 - DEV Lançamentos

    Chegamos ao último episódio do Programa Zine Negócios em 2025. No 24º episódio da 7ª temporada, Alexandre Silveira recebe Diogo Souza Gomes, Victor Souza Gomes e Hugo D'Agosto para um bate papo sobre o DEV Lançamentos. Eles explicam como o DEV surgiu, quais problemas ele resolve e porque esse modelo tem impactado não só construtoras, mas todo o ecossistema imobiliário da cidade.

    O DEV chega como uma resposta direta às dores do mercado imobiliário: construtoras que sabiam construir muito bem, mas não tinham estrutura — nem cultura — para cuidar de branding, marketing, relacionamento com corretores e gestão comercial ao longo de todo o ciclo do empreendimento. O DEV, que nasceu dentro da Souza Gomes Imóveis, tem uma proposta clara: atuar como um parceiro estratégico das construtoras, assumindo desde a concepção do produto até a venda final.

    “Toda vez que nasce um braço novo de uma empresa, ele nasce para resolver um problema real. O DEV foi exatamente isso: uma solução que o mercado estava pedindo.” — Victor Souza Gomes.

    Logo no início da conversa, Diogo esclarece que DEV não é a sigla de "Diogo e Victor", como muitos pensam. DEV resume a essência do negócio: desenvolvimento, estratégia e venda.

    A Souza Gomes já tinha tomado frente de alguns lançamentos auxiliando as construtoras, mas até então, havia exclusividade nas vendas. Romper com este modelo de exclusividade e criar uma marca independente exigiu coragem, transparência e gerou ainda mais credibilidade. A equipe transformou uma solução interna em um negócio escalável.

    Neste contexto, a entrada do Hugo no projeto foi estratégica e muito agregadora. Ele, que foi corretor da Souza Gomes durante 9 anos, agora, é coordenador do DEV e se relaciona com todas as imobiliárias, inclusive, de fora da cidade. Hugo não vende mais, sua função é ser um elo entre os empreendimentos e as imobiliárias, treinando e capacitando os corretores.

    Tudo isso, para um mercado mais colaborativo, com oportunidades distribuídas e lançamentos mais eficientes. O DEV oferece materiais organizados, conteúdos em vários formatos e suporte constante, permitindo que o corretor foque no que faz de melhor: vender e se relacionar com o cliente.

    O escopo de trabalho do DEV não se limita em apenas coordenar vendas, o time atua em toda a cadeia:
    - Desenvolvimento do produto imobiliário;
    - Criação de nome, conceito e identidade visual do empreendimento;
    - Produção de materiais como book, imagens 3D, vídeos e conteúdos digitais;
    - Estratégias de marketing online e offline;
    - Coordenação de vendas, contratos, aprovação de crédito e recebimentos iniciais.

    "O DEV não vende móveis. O DEV não faz incorporação. O DEV não faz construtora. O DEV é a retaguarda. O DEV é a pessoa que vai cuidar da união entre incorporador, construtor e mercado." — Diogo Souza Gomes.

    O episódio também revela como o DEV vai além do lançamento tradicional. Eventos como o ConstruDay, por exemplo, surgem como estratégias para reacender o interesse por empreendimentos que já passaram da fase de novidade. Ao levar corretores, parceiros e público para dentro da obra — com experiência, conteúdo e networking — o DEV cria novos motivos para falar do produto, mantendo o empreendimento vivo no mercado.

    Assista ao episódio completo no YouTube do Zine Negócios e entenda mais sobre o DEV, modelo que negócios que vem inovando os lançamentos imobiliários de Juiz de Fora.

    Amadurecimento do DEV LançamentosMuito além da venda: um modelo completo de lançamento imobiliário

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    1 hr 4 min
  • Programa Zine Negócios 89 - APOGEU 25 anos

    No 23º episódio da 7ª temporada do Programa Zine Negócios, Alexandre Silveira recebeu Makerley Arimatéia e Ricardo Nunes, sócios da Rede de Ensino APOGEU, para um papo que começou como uma retrospectiva desta história de sucesso — e rapidamente se transformou numa aula sobre educação, cultura organizacional e visão de futuro.


    Logo no início da conversa, foi levantado um dado que, sozinho, já valeria o episódio inteiro: O Colégio APOGEU foi o número 1 do Brasil na redação do ENEM 2024, motivo de orgulho para toda a equipe pedagógica. A média em redação dos alunos do 3º ano do Ensino Médio de uma das unidades do APOGEU foi 931,9 pontos. O resultado referente à média da prova do Enem como um todo, também é impressionante — O Colégio APOGEU é 1º lugar em Juiz de Fora, 7º em Minas Gerais e figura no top 50 do Brasil. Fazendo um recorte com escolas do mesmo porte do APOGEU, a posição é 23ª no Brasil.

    Makerley, sócio fundador da Rede de Ensino APOGEU, relembra o início do projeto e conta que a educação não era o plano original, sua vontade era empreender em Juiz de Fora. A educação surgiu como oportunidade e virou propósito.

    Diferente da maioria das escolas, que começam com a educação infantil e, aos poucos, inserem os ensinos fundamental e médio, o APOGEU fez diferente. O colégio começou com cursos preparatórios para vestibular e concursos militares e, ao longo dos anos, implementou o ensino médio, ensino fundamental e educação infantil. Foi um movimento ousado, como relembram Makerley e Ricardo, que se orgulham do projeto educacional construído ao longo de 25 anos, com consistência e excelência.


    Outro ponto de destaque do episódio foi a criação do APOGEU Global School, que, em pouco tempo, já conquistou Juiz de Fora. A proposta pedagógica é de uma escola bilíngue, integral e com estrutura moderna. O sucesso foi tão grande que a escola encerrou o primeiro ano com 700 alunos, sendo que a previsão era de 500. Em breve, será inaugurada a unidade Cidade Alta, que promete elevar ainda mais o padrão da educação na região.


    Ao longo de mais de duas décadas de uma formação de excelência, o sucesso dos ex-alunos chamou a atenção da diretoria, que teve a ideia de fazer uma espécie de Galeria de Honra. O projeto resgata histórias inspiradoras de diversos ex-alunos espalhados pelo mundo. Tem juíza federal, engenheiro na Google, perito criminal, major da força aérea, médicos e tantos outros profissionais incríveis. A galeria está exposta no Independência Shopping e mostra que a educação, realmente, transforma vidas e, claro, valoriza e celebra a história desses ex-alunos, que fazem parte da trajetória do APOGEU.


    O APOGEU, que já referência nacional, embarcou para o Paraná em um programa piloto do estado, que une a gestão pública e a expertise privada para transformar a rotina de escolas estaduais. Makerley e Ricardo não escondem o desafio do projeto, mas também, se orgulham dos resultados: A frequência dos alunos foi para 89, praticamente não tem aulas vaga, foram feitas mais de 4.000 intervenções de infraestrutura e a satisfação da comunidade escolar está acima de 86%. Hoje, o APOGEU já lidera 16 escolas e quase 13 mil alunos no Paraná.


    Confira o episódio completo e confira os insights e histórias inspiradoras sobre educação e gestão.


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    1 hr 2 min
  • Programa Zine Negócios 88 - Vendas por Vendedores

    No 22º episódio da 7ª temporada do Programa Zine Negócios, Alexandre Silveira contou com o reforço do Matheus Fassini, que, inclusive, sugeriu o tema do episódio: vendas. A dupla recebeu Fernando Alves, vendedor da Delta Fiat e top 1 do Brasil na marca, e Fábio Coelho, referência em vendas da Souza Gomes Imóveis.

    O bate-papo foi incrível, cheio de reflexões sobre o ofício de vendedor e dicas valiosas para quem quer seguir ou começar na área — foi uma verdadeira masterclass, com aprendizados compartilhados, "perrengues" e boas histórias.

    Fernando, que é advogado por formação, chegou a atuar na área, mas conta que se encantou mesmo pela área comercial. Fábio trabalhou em loja, telemarketing, abriu seu próprio negócio até que o mercado imobiliário entrou em sua vida e mudou o rumo de sua carreira profissional. Os dois têm como lema o "relacionamento" para criar conexões e, depois, gerar venda. Aliás, este assunto permeia todo o episódio através de frases como:

    “Se você não gosta de gente, não vá para vendas.” — Fernando Alves

    “A venda não é sobre o que é importante para você. É sobre o que é importante para a outra pessoa.” — Fábio Coelho

    Um ponto interessante é que ambos os profissionais lidam com sonhos — da casa e do carro próprios. Fábio traz uma visão sensível e diz que o maior desafio não é mostrar plantas, metragem ou valorização dos imóveis, mas sim, gerenciar expectativas. Para ele, "vender é servir" e explica que muitas vezes o cliente chega com uma ideia pronta, mas não necessariamente com o que precisa. Entender essa diferença exige escuta ativa, calma e honestidade.

    Ainda falando sobre relacionamento, Fernando divide uma prática adotada há muitos anos: ele salva o nome dos clientes com detalhes importantes. Ex: João, esposa Ana, filho Matheus. Ao ligar ou receber uma ligação do cliente, pergunta sobre os familiares e estreita ainda mais os laços, reforçando a importância de um pós-venda de qualidade.

    Fernando foi eleito o melhor vendedor da Fiat no Brasil e atribui seu sucesso profissional ao cuidado e atenção com os clientes. Segundo ele, é importante saber ler o cliente, conectar e criar confiança, fazendo com que ele não só volte e compre de novo em outro momento, mas também, indique para amigos e familiares. Outro ponto que contribui para sua carreira é o trabalho duro. Ele brinca que quanto mais cedo acorda e menos tira hora de almoço, mais sorte ele tem.

    O programa tinha uma meta: extrair cinco dicas práticas ao longo da conversa. Fassini desafiou, logo no início, Fernando e Fábio, mas o que ninguém imaginada é que ao longo da conversa, surgiriam muito mais que cinco dicas, todas de ouro.

    Se você trabalha com vendas, liderança, marketing, este episódio está imperdível. Relacionamento, técnicas de pós-venda, posicionamento nas redes sociais, consistência, erros que agregaram, diferenciais no atendimento, livros importantes... Eles entregaram tudo e muito mais!


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    1 hr 6 min
  • Programa Zine Negócios 87 - Empresas de Juiz de Fora com atuação nacional

    Alexandre Silveira e Danilo Martins receberam dois grandes empresários de Juiz de Fora no 21º episódio da 7ª temporada do Programa Zine Negócios. Os convidados da vez foram Lucas Rezende, CEO da Guiando, e Marcel Corrêa Ribeiro, cofundador do Mais Controle.

    Antes de dar spoilers dos assuntos abordados no no bate-papo, vamos falar dos dois empreendimentos. A Guiando é uma tecnologia inteligente para telecom e gestão financeira que cuida de tudo das empresas parceiras — da contratação à coleta de faturas, auditoria, extração de dados fiscais, distribuição de custos e integração com sistemas de pagamento.

    Já o Mais Controle, é um software para construção civil que auxilia em todas as etapas do seu serviço — antes, durante e depois da obra — com orçamentos, propostas comerciais, cronograma físico-financeiro, curva ABC de insumos e composições, compras, medição de obras e contratos, controle de estoque, cronograma de Gantt, BI - análise de dados, relatórios e gráficos, resultados financeiros, relatório IDC e muito mais.

    O que estas empresas, de setores diferentes, têm em comum? Nasceram em Juiz de Fora e estão conquistando clientes gigantes pelo Brasil afora, provando que inovação e visão de futuro não têm CEP.

    O primeiro grande cliente da Guiando foi a ArcelorMittal, em Juiz de Fora. Com o tempo, a empresa expandiu sua atuação para mais clientes de peso, como O Boticário, Stone, Azul e até marcas internacionais. Lucas conta que o segredo da expansão está em relacionamento e visão de longo prazo.

    “Desde o início, a gente não pensava só na usina de Juiz de Fora, mas em desenvolver uma solução que pudesse atender qualquer grupo do Brasil” - Lucas Rezende, Guiando

    A história do Mais Controle é igualmente interessante e surgiu para solucionar um problema vivido pelos sócios. Eles eram donos de uma empresa de manutenção predial e prestavam serviços de reformas de fachadas, pinturas internas e externas e perceberam a dificuldade de controlar orçamentos e cronogramas com planilhas manuais. Foi aí que surgiu a ideia do software de gestão de obras, voltado para pequenas e médias construtoras. Hoje, a empresa soma mais de 3 mil clientes em todo o Brasil.

    "Vivendo na pele ali os desafios de uma pequena empresa da construção civil, que surgiu a ideia, na verdade, a necessidade da gente buscar por um sistema no mercado que pudesse nos atender pra gente poder ganhar um pouco mais de escala" - Marcel Corrêa Ribeiro, Mais Controle

    Durante o bate-papo, alguns pontos se destacaram: clareza do perfil ideal de cliente (ICP), mentalidade de expansão, relacionamentos corporativos, presença em eventos estratégicos, marketing digital, conteúdo de valor e muito mais.

    O episódio está repleto de insights sobre gestão, inovação, mentalidade empreendedora e expansão de negócios regionais. Tudo isso, contado de forma leve e inspiradora.

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    1 hr 7 min
  • Programa Zine Negócios 86 - Bom Brasileiro

    O 20º episódio da 7ª temporada do Programa Zine Negócios tem cheiro de café fresco e pão quentinho. Alexandre Silveira recebeu Cintia Vidal e Helio Zechini, casal à frente da padaria artesanal Bom Brasileiro. O bate-papo foi leve, descontraído e passou por temas como empreendedorismo, propósito, maternidade/paternidade, vida pessoal x vida profissional, desafios do início do negócio e spoiler do que vem por aí.

    A trajetória da Bom Brasileiro é marcada por criatividade e coragem. Tudo começou em 2012, quando Cintia, recém-formada em gastronomia, começou a fazer pães artesanais na casa da mãe, inicialmente, para família e amigos. Aos poucos, o negócio evoluiu, a variedade dos produtos aumentou e ela começou a participar com frequência de eventos apresentando seus produtos. Foi em um desses eventos, inclusive, em que Cintia e Helio se conheceram e uniram forças no trabalho e na vida. Helio trabalhava com varejo e vendas há muitos anos e ajudou a transformar um pequeno empreendimento artesanal em uma marca de referência na cidade.

    O primeiro ponto comercial surgiu simples, decorado com caixotes de feira, mas carregado de propósito. A famosa loja da Brás Bernardino, inaugurada em 2015, consolidou o nome da marca e virou um ponto querido pelos juiz-foranos. Com o passar dos anos, vieram novas unidades, cada uma com uma identidade única, mas com o mesmo DNA artesanal: ingredientes naturais, fermentação de verdade e aquele atendimento de quem faz tudo com as próprias mãos. Sobre a priorização dos ingredientes, inclusive, Helio reforça:

    “O que eu mais me orgulho é que uma criança alfabetizada de 8 anos pega qualquer rótulo nosso e ela sabe exatamente o que ela tá comendo. Ela sabe o que que é farinha, ela sabe o que que é leite, ela sabe o que que é ovo.”

    Cintia e Helio se mostram extremamente apaixonados pelo negócio e, apesar de terem uma equipe muito qualificada e de confiança, contam que a Bom Brasileiro tem a essência baseada na família e na construção conjunta. Helio diz, satisfeito, que Olívia, a filha do casal, colou pedrinhas no lago da unidade da Rua Marechal Deodoro. “É tudo muito a gente, não só pelo prazer de fazer, mas porque gostamos de estar juntos e de participar do processo.”

    Na conversa, relembraram, também, sobre o momento desafiador que foi a aposta no delivery para passarem pela pandemia. Cintia e Helio contam, com emoção, que o segredo da sobrevivência foi a fé, o trabalho em equipe e a fidelidade dos clientes. A Bom Brasileiro passou pela pandemia sem demitir nenhum funcionário.

    O episódio vai além do empreendedorismo. O casal fala sobre a história da marca, mas também dividem reflexões sobre vida pessoal e familiar.


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    58 min
  • Programa Zine Negócios 85 - BNI (Business Network International)

    Muito se fala em criar conexões e fazer networking, mas para se colocar em ambientes que proporcionem o aumento da rede de contatos e gere bons negócios ainda é um desafio para muitos empresários. Este foi o tema central do 19º episódio da 7ª temporada do Programa Zine Negócios, que contou com a presença da Juliana Ramos, Diretora Executiva do BNI na região da Zona da Mata e Campo das Vertentes.


    O Business Network International (BNI) é a maior organização de networking profissional do mundo, no mercado há 40 anos. Ao todo, são mais de 350 mil empresários integrados que movimentam mais de 26 bilhões de dólares por ano em 77 países. Recentemente, o BNI completou 4 anos em Juiz de Fora, abrangendo toda a região da Zona da Mata e Campo das Vertentes.


    Juliana explica que “o BNI é um programa de marketing de referências. Ele ajuda empresários a crescerem seus negócios através de um sistema estruturado e profissional de networking baseado em confiança e reciprocidade”. Para se ter uma ideia, só nos últimos 12 meses, o BNI Zona da Mata movimentou mais de 50 milhões de reais em negócios entre seus membros.


    As reuniões semanais do BNI seguem uma metodologia padronizada no mundo todo e focam em três pilares: visibilidade, credibilidade e rentabilidade. Além da conexão local, os membros têm acesso a uma plataforma global, onde podem se conectar com empresários do mundo todo. Há casos de negócios fechados entre Juiz de Fora e países como Portugal, Estados Unidos e Nova Zelândia, por exemplo. Sobre a aplicação do marketing de referência, Juliana Ramos deixou um conselho para os empresários:


    “Não importa o tamanho da sua empresa, e sim o tamanho da sua mentalidade. Construa relacionamentos com propósito, seja confiável e contribua com o crescimento dos outros. O retorno vem naturalmente.”


    Ao longo do bate-papo com Alexandre Silveira e Danilo Martins, Juliana contou sobre a origem do BNI, na Califórnia, com o visionário empresário Ivan Misner. Contou também como foi a chegada da organização em Minas Gerais e, ainda, como ela sempre viu Juiz de Fora como uma cidade em potencial.


    Confira o episódio completo.

    57 min
  • Programa Zine Negócios 84 - HD Embalagens

    Você já parou para pensar no poder que uma embalagem tem? Foi essa reflexão que guiou o bate-papo do 18º episódio da 7ª temporada do Programa Zine Negócios. Alexandre Silveira recebeu Glória Quina, empresária à frente da HD Embalagens, para uma conversa com boas histórias, desafios do empreendedorismo local e ideias que transformam papel em conexões.


    Com quase 20 anos de mercado, a HD Embalagens se consolidou como referência em Juiz de Fora e região quando o assunto é soluções criativas e sustentáveis para o universo das embalagens. Por trás das caixas personalizadas, sacolas estilizadas e marmitas ecológicas, existe uma história familiar que mistura coragem, legado e muita determinação.


    Glória cresceu observando o pai, Heraldo, atuar como representante comercial. Desde os 14 anos, aprendeu na prática o que significava gerir um negócio até que aos 20 anos, decidiu empreender e, junto do irmão, deu os primeiros passos da HD. Começaram pequenos, mas a visão era clara: oferecer mais do que uma embalagem, entregar solução e valor agregado.


    Durante o episódio, Glória compartilhou vários cases marcantes, como de um restaurante, que trocou o isopor por sacolas personalizadas. Teve também a sacola gigante que virou atração no centro da cidade. Sem contar a virada estratégica na pandemia, quando a HD já estava pronta para substituir o isopor por marmitas de papel homologadas pela Anvisa.


    Entre um insight e outro, ficou claro que a HD não é apenas uma fábrica: é um ecossistema de criatividade com raízes profundas em Juiz de Fora, entre familiares e amigos. 


    Glória também falou sobre liderança feminina, gestão familiar e a pressão constante por resultados, relembrou as visitas negadas e a persistência para conquistar grandes contas, como a do restaurante Coco Bambu. Segundo Glória, cada entrega é uma experiência que conecta cliente, produto e propósito e ainda completou: "não tem receita de bolo. Tem amor, responsabilidade e muito arroz com feijão bem feito". 


    Descubra como a HD Embalagens tem transformado o mercado local com design, sustentabilidade e uma boa dose de ousadia. Assista ao episódio completo no YouTube e saiba mais sobre a história da HD Embalagens e da Glória Quina.

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    52 min

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