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Em entrevista a Milton Alves, no Notícias da Cidade desta quinta-feira (7), o diretor-presidente da Fundação de Desenvolvimento Social de Tubarão, Deka May, fala da situação dos moradores de rua na cidade. Nos últimos dias, ouvintes da Rádio Cidade têm relatado aumento da circulação destas pessoas na região central do município. “O atendimento que o município faz é modelo para outras cidades”, afirma. Deka argumenta que o município atua fortemente para dar apoio a esses cidadãos, mas muitos escolhem estar nas ruas e a população tem dificuldade para entender esta situação.
“Temos uma casa aqui que atende essas pessoas, se elas quiserem dormir, se alimentar, tomar banho, atendimento de saúde, elas têm tudo que elas precisam”, destaca. Ele também completa dizendo que aquelas que desejam sair das ruas recebem todo o suporte necessário. Deka menciona que durante a pandemia a pasta ajudou muitas pessoas em situação de rua a retornarem para suas cidades de origem, com recursos do município.
O diretor-presidente relata que a Fundação vai dialogar com entidades e grupos que ajudam esses cidadãos com alimentação, por exemplo, para alinhar ações conjuntas. “Muitas vezes acham que estão fazendo um trabalho para ajudar, mas não é para ajudar. Tem quentinha que é usada para troca de pedra”, declara. Muitos tubaronenses também reclamam que muitas dessas pessoas em situação de rua acabam criando confusões e brigas, como os grupos que ficam nas localidades da rodoviária velha. Deka afirma que neste casos a pasta não pode agir, pois não tem poder de polícia, mas os órgãos de segurança pública podem ser acionados pelos moradores.
Pode parecer improvável, mas a atividade musical para pessoas surdas é possível. Um professor de Jaguaruna tem provado essa possibilidade com o projeto de musicalização para surdos. Roberto Vargas criou um método inédito que ensina surdos a tocarem instrumentos de percussão junto com músicos ouvintes.
"No nosso país já existe musicalização para surdos? Sim, porém o surdo só tocava sozinho ou com outros surdos. Não tinha nenhum material acadêmico que dissesse que isso era possível ou um método de regência que a gente pudesse fazer com que isso acontecesse. Então eu busquei juntar três técnicas, que foi a regência espelhada, em que eu me baseei e fiz a adaptação para atender as necessidades dos surdos, a partitura mais a vibração", explica.
Segundo Roberto, o material foi elaborado junto com uma professora de Libras e fizeram adaptações em partituras, regências e usam as vibrações dos instrumentos para ensinar a técnica. "É um material inovador para inserir crianças surdas para tocar ao lado de um músico ouvinte. O projeto está de braços abertos para a comunidade surda da região para participarem das aulas", diz o professor.
Além das aulas de música, o projeto também oferece aulas em diferentes modalidades esportivas como futebol masculino e feminino, jiu-jitsu, psicopedagogia, voz e violão, zumba e judô.
Em entrevista a Marcus Vinícius, no Jornal da Rádio Cidade - Edição das 13h desta quarta-feira (6), o vereador de Laguna Kleber Roberto Lopes, conhecido como Kleber da Kek, destaca que essa situação é preocupante e diz que os vereadores estão trabalhando para que o processo de sondagem ocorra corretamente. “Como todos os documentos que temos, estamos vendo que a balsa está atrapalhando a sondagem para que o projeto não saia”, afirma. O vereador diz que a situação também foi passada para a polícia e Guarda Municipal, além da Capitania dos Portos. “A Marinha pediu 90 dias mas não dá para esperar, em 90 dias este projeto já tem que estar em licitação e só falta a sondagem”, destaca.
A cooperativa Sicredi Sul SC reuniu associados do sul catarinense, de Imbituba a Passo de Torres, na sua Assembleia Digital 2022 e apresentou os resultados financeiros referentes ao ano de 2021 e antecipou alguns projetos para 2022. Em entrevista a Milton Alves, no Notícias da Cidade desta quarta-feira (6), o diretor-executivo da Sicredi Sul SC, Erli Silveira Lima, destaca que no ano passado a cooperativa teve um desempenho muito positivo. “Superamos as expectativas em praticamente em todos os nossos objetivos financeiros e sociais, conseguimos alavancar nossa base de associados em 16%”, comemora
Erli também menciona os trabalhos sociais que a Sicredi faz. “Ano passado foram mais de R$ 450 mil em projetos sociais, de cunho cultural, esportivo. Foram mais de 80 projetos atendidos e este ano as inscrições já estão abertas. Já está separado e já está autorizado em torno de R$ 600 mil. A intenção é que neste ano o número de projetos sociais seja maior”, conta.
Em entrevista a Milton Alves, no Notícias da Cidade desta quarta-feira (6), o vereador de Tubarão Thiago Zaboti fala da sua mudança de partido. Agora ele sai do PSL para o partido Democracia Cristã, com o intuito de ser pré-candidato a deputado estadual. “Percebi a falta de representante da cidade para deputado estadual. É um partido pequeno, no qual os candidatos estão no mesmo patamar, com chance de chegar. De acordo com o cálculo que fizemos, até com 17 mil votos pode ser colocado um deputado na Alesc”, conta.
Alunos da Unisul protestaram novamente nesta terça-feira (5) pedindo a volta do ensino presencial de maneira integral. Uma outra manifestação com a mesma motivação aconteceu ainda no início do mês de março. Em entrevista a Matheus Aguiar, no Jornal da Rádio Cidade desta terça-feira (5), o presidente do Diretório Central Estudantil (DCE), Pedro Henrique Almeida, destaca que este é o segundo protesto nacional, considerando que a nima é uma empresa nacional e tem diversos pólos espalhados pelo Brasil. “Este descaso que está acontecendo aqui, está acontecendo em outras universidades do grupo”, completa.
Henrique diz que a nima alega que a pandemia apenas acelerou este processo de mudança para o ensino híbrido que já aconteceria de toda forma. “Pagamos um ensino presencial e recebemos um ensino praticamente a distância, semipresencial”, aponta. Ele conta que o alunos têm aulas presenciais apenas duas vezes na semana e o restante são virtuais. “Eles dizem que é 40% de forma remota, porém é bem mais”, pontua. Além de continuar pagando o valor de aulas presenciais em um ensino híbrido, o presidente do DCE ressalta que houve um aumento de 11,5% nas mensalidades. “É uma das universidades mais caras do estado e oferece um ensino precarizado”, declara.
No quadro Entre Elas desta semana, a sexóloga Gabriela Dias comenta sobre a relação entre masturbação e pornografia e o que o excesso deste ato pode causar. “Tudo que nos tira do nosso equilíbrio é um problema. Se estou deixando de fazer algo para fazer, como trabalhar, é um problema. Sobre a masturbação e a pornografia, tem vários estudos que falam sobre a impotência sexual, principalmente masculina. Uma coisa é fazer algo para estimular, outra coisa é ter que fazer várias vezes ao dia para te satisfazer”, afirma.
Gabriela diz que muitas pessoas justificam a prática frequente da masturbação com a baixa frequência sexual, ela destaca que este assunto deve ser debatido entre o casal. A sexóloga também alerta os malefícios que a masturbação excessiva pode causar. “Faz com que os homens, aqueles que não conseguem ter um equilíbrio, acabam desenvolvendo ejaculação precoce”, explica.
O Conselho da Cidade aprovou em audiência pública, na última semana, uma resolução que prevê a distância de 25 metros de Áreas de Preservação Permanente (APP) no Rio Tubarão a partir das margens no trecho entre as pontes Manoel Alves dos Santos (Morrotes) e Orlando Francalacci (ponte do quartel). Agora, esse movimento será encaminhado na forma de Projeto de Lei à Câmara de Vereadores. Em entrevista a Milton Alves, no Notícias da Cidade desta terça-feira (5), o atual vice-presidente do Conselho da Cidade, Rodrigo Althoff, avalia a medida como excelente e destaca que não criará problemas para as construções da região da beira rio. “A Área de Preservação Permanente já foi impactada pela ação do ser humano há mais de um século”, destaca.
O vice-presidente conta que a decisão foi tomada após cerca de cinco meses de estudos do Conselho e de um diagnóstico socioambiental, contratado pela prefeitura para analisar o município como um todo. Ele destaca que foram 120 pessoas na audiência, apenas uma abstenção e o restante se posicionou favorável. “Vamos adequar a legislação municipal, porque a lei federal acabou tratando o Brasil inteiro com a mesma regra (de construções a 100 metros de distância de rios e lagos)”, comenta.
Rodrigo ainda relata que esta medida foi possível após o Congresso Nacional decidir, no fim do ano passado, que os municípios podem legislar em APPs de regiões urbanas consolidadas. Ele detalha que os casarios da rua Lauro Muller e outras seis edificações, que ficam a menos de 25 metros do rio, têm direito adquirido de permanecer ali pois já estão desde antes da década de 60. “Tem direito de permanecer e reformar, mas ampliar ou construir para cima não pode”, esclarece.
Nos últimos dias uma polêmica tem envolvido a construção da Ponte do Pontal, que já tem uma empresa contratada pelo Estado fazendo o projeto, e a empresa administradora da balsa que faz a travessia de veículos. A denúncia é de que a balsa teria colidido propositalmente a plataforma de sondagem para a nova ponte. Em entrevista a Matheus Aguiar, no Jornal da Rádio Cidade desta segunda-feira (4), o secretário adjunto de Infraestrutura do Estado, Alexandre Martins, afirma que a polêmica surgiu após as providências que a pasta tomou. “Quem tem autoridade para investigar o caso é a Capitania dos Portos de Laguna, por isso foi aberta uma reclamação e comunicado ao comandante geral da Marinha em Florianópolis”, conta.
O secretário adjunto relata que a primeira reclamação foi de que a balsa de travessia estava passando muito perto, fora do quadrante de segurança que foi feito na de sondagem. “E com a força da água jogada pela balsa de travessia, acabou fazendo com que a balsa de sondagem se desnivelasse e quebrasse as camisas de sondagem. Já teve um grande prejuízo para a empresa que está fazendo a sondagem”, detalha. Ele afirma que agora o órgão responsável investiga a situação. “Se foi intencional ou não, quem vai dizer isso é a Capitania. Estamos tratando o assunto da maneira que deve ser tratada, colocando as autoridades responsáveis pela segurança e navegação”, declara.
Atraso na sondagem
Alexandre relata que a empresa que faz a sondagem já tinha sido notificada duas vezes, antes do carnaval, pelos atrasos neste serviço. “O projeto está bem encaminhado, porém precisamos da finalização da sondagem para fazer o estrutural e fazer a finalização do orçamento dessa obra”, destaca.
De acordo com o secretário adjunto, uma característica nesta ponte é que a sondagem precisa ser feita dentro da água, ao longo de todo o percurso onde vão ser construídos os pilares da ponte. “Somos obrigados a colocar a balsa exatamente no local dos pilares”, completa.
De acordo com pescadores, as obras do enrocamento da Barra do Camacho, em Jaguaruna, seguem sem iniciar. Ainda no início do mês de março, o grupo realizou uma manifestação contra a situação. A dragagem está acontecendo, mas o enrocamento ainda depende de licenças ambientais, pendentes desde o início de janeiro. Em entrevista a Marcus Vinícius, no Jornal da Rádio Cidade - Edição das 13h desta segunda-feira (4), um dos pescadores da Barra, Mário César Martins, destaca a dificuldade de comunicação com o município. “Não temos notícia nenhuma sobre as licenças”, conta.
Mário afirma que os pescadores do Camacho têm se reunido com os de Laguna para pedir uma audiência pública na Câmara de Vereadores de Jaguaruna para tentar ter uma posição sobre o assunto. “O desassoreamento não ajudou em nada. Os pescadores continuam na mesma dificuldade e cada vez pior, com as contas chegando e não tem pescado”, lamenta. Ele acredita que se a situação continuar, muitos vão desistir da atividade. “Tenho certeza que se a Barra não abrir até junho ou julho, provavelmente o pescador vai desistir do lugar de pesca, muitos já estão correndo pois não dá mais”, aponta.
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