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Nesta edição, o #Provoca recebe a velejadora Tamara Klink. Em uma conversa intensa e ao mesmo tempo descontraída, a jovem brasileira que cruzou o Oceano Atlântico sozinha participa da edição com "provocações" sobre suas experiências em alto mar, sua relação com o pai e com a escrita.
Com 24 anos, a filha do navegador e escritor brasileiro Amyr Klink cruzou o Oceano Atlântico sozinha a bordo do “Sardinha” e, assim como o pai, tem histórias boas para contar. Durante a edição, Tas lhe pergunta quais as semelhanças entre o mar e seu pai. Tamara explica que, por muito, aprendeu as coisas sozinha. Ela conta sobre os ensinamentos do pai e das vezes em que buscava conselhos sobre a navegação e recebia um silêncio no lugar de instruções. “Ele estava sempre assim, um pouco me empurrando a ir atrás das minhas próprias respostas e a aprender a fazer minhas próprias perguntas, e foi muito frustrante no começo porque eu sentia que ele tinha as respostas pra me dar e não me dava, mas ao mesmo tempo isso me deu uma autonomia que eu ia precisar usar depois”, pontua Tamara.
By TV Cultura4.8
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Nesta edição, o #Provoca recebe a velejadora Tamara Klink. Em uma conversa intensa e ao mesmo tempo descontraída, a jovem brasileira que cruzou o Oceano Atlântico sozinha participa da edição com "provocações" sobre suas experiências em alto mar, sua relação com o pai e com a escrita.
Com 24 anos, a filha do navegador e escritor brasileiro Amyr Klink cruzou o Oceano Atlântico sozinha a bordo do “Sardinha” e, assim como o pai, tem histórias boas para contar. Durante a edição, Tas lhe pergunta quais as semelhanças entre o mar e seu pai. Tamara explica que, por muito, aprendeu as coisas sozinha. Ela conta sobre os ensinamentos do pai e das vezes em que buscava conselhos sobre a navegação e recebia um silêncio no lugar de instruções. “Ele estava sempre assim, um pouco me empurrando a ir atrás das minhas próprias respostas e a aprender a fazer minhas próprias perguntas, e foi muito frustrante no começo porque eu sentia que ele tinha as respostas pra me dar e não me dava, mas ao mesmo tempo isso me deu uma autonomia que eu ia precisar usar depois”, pontua Tamara.

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