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Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), cerca de 40% de todas as ocupações do mundo vão ficar expostas aos efeitos da inteligência artificial (IA). No cenário nacional, um levantamento da Page Interim, unidade de negócio do PageGroup especializada em recrutamento, seleção e administração de profissionais terceirizados e temporários, mostra que três a cada quatro profissionais brasileiros acreditam que a IA vai substituir os empregos.
Outros dados, desta vez da edição de 2024 da Pesquisa Game Brasil (PGB), mostraram que mais da metade dos 3.340 respondentes - 58% - disseram acreditar que o uso da inteligência artificial vai substituir empregos e acentuar desigualdades. Por outro lado, um número ainda maior de pessoas (67,8%) acredita que a IA pode melhorar o trabalho e tornar as pessoas mais criativas e produtivas.
Quais são as áreas mais afetadas pela IA? Há setores que não serão impactados? Como se adaptar a essa tecnologia? Para refletir sobre o assunto, o episódio do Dois Pontos desta semana recebeu Adriano Mussa, reitor e diretor de Inteligência Artificial da Saint Paul, e Priscilla Tavares, doutora em Economia pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EESP).
O episódio tem a apresentação da colunista do Estadão, Roseann Kennedy, e participação do editor de Link, Bruno Romani.
Produção
Carla Menezes
Everton Oliveira
Edição
Júlia Pereira
Gravado no estúdio U360
See omnystudio.com/listener for privacy information.
By EstadãoSegundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), cerca de 40% de todas as ocupações do mundo vão ficar expostas aos efeitos da inteligência artificial (IA). No cenário nacional, um levantamento da Page Interim, unidade de negócio do PageGroup especializada em recrutamento, seleção e administração de profissionais terceirizados e temporários, mostra que três a cada quatro profissionais brasileiros acreditam que a IA vai substituir os empregos.
Outros dados, desta vez da edição de 2024 da Pesquisa Game Brasil (PGB), mostraram que mais da metade dos 3.340 respondentes - 58% - disseram acreditar que o uso da inteligência artificial vai substituir empregos e acentuar desigualdades. Por outro lado, um número ainda maior de pessoas (67,8%) acredita que a IA pode melhorar o trabalho e tornar as pessoas mais criativas e produtivas.
Quais são as áreas mais afetadas pela IA? Há setores que não serão impactados? Como se adaptar a essa tecnologia? Para refletir sobre o assunto, o episódio do Dois Pontos desta semana recebeu Adriano Mussa, reitor e diretor de Inteligência Artificial da Saint Paul, e Priscilla Tavares, doutora em Economia pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EESP).
O episódio tem a apresentação da colunista do Estadão, Roseann Kennedy, e participação do editor de Link, Bruno Romani.
Produção
Carla Menezes
Everton Oliveira
Edição
Júlia Pereira
Gravado no estúdio U360
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