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Neste 128º episódio, conversei com o advogado e Presidente da JP, Francisco Camacho. Neste episódio, começamos, inevitavelmente, por falar sobre a mais recente crise política, sobre as implicações que pode ter no futuro do governo, sobre a nova fase da relação do eixo Belém - São Bento e sobre o discurso do Presidente da República. De seguida, conversamos sobre o futuro eleitoral do CDS, sobre a importância das próximas eleições europeias, em 2024, e também das autárquicas de 2025. Falamos, também, sobre o futuro da alternativa de direita ao PS, sobre o que diferencia o CDS dos 3 grandes partidos do seu espaço político e sobre como deve ser preparada essa alternativa antes da eleições. Conversamos, ainda, sobre a necessidade de descentralização do país e como o CDS defende essa descentralização sem regionalização. Falamos, também, sobre o ensino básico em Portugal, sobre o cheque ensino e sobre a autonomia das escolas. No fim, conversamos sobre a importância do elevador social para a manutenção de uma democracia saudável. Foi uma conversa sobre o CDS e sobre a política portuguesa que gostei muito de gravar e, por isso, espero que gostem!
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Site: https://anchor.fm/jose-paulo-soares
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Nestes dias, festejamos os 49 anos desde o dia 25 de abril de 1974. Há dias que marcam a história e este é certamente um deles. Para mim, alguém nascido 30 anos depois, em abril de 2004, esta data reveste-se de um simbolismo muito especial, algo que não consigo apagar do pensamento, o sabor da liberdade.
Nos últimos dois anos, trouxe nesta data personalidades relevantes no desenrolar das ações históricas que culminaram na nossa democracia e na liberdade para hoje vos apresentar este projeto. Por isso, este ano decidi conversar com aqueles que vão marcar o futuro do país, perguntar-lhes o que para eles significa abril e as conquistas aí conseguidas. Assim nasceu esta minissérie de episódios – Jovens de Abril.
Em 6 episódios, consideravelmente mais curtos que o normal, conversei com jovens entre os 23 e os 27 anos de idade dos seis partidos mais votados em Portugal, nas últimas eleições legislativas. Todos nós já nascemos em liberdade, não sabemos o que foi o período pré-25 de abril, aliás como cerca de metade dos portugueses. É essa uma dificuldade que a nossa democracia terá de enfrentar?
No fundo, o mote foi como podemos, 49 anos depois, valorizar o 25 de abril, o seu significado e simbolismo, sem esquecer que a liberdade nunca estará garantida, vive de conquistas diárias e constantes. Para além disto, nesta iniciativa Jovens de Abril, há três rubricas finais para nos fazer refletir sobre estes quase 50 anos volvidos desde o fim da ditadura: o que mudou, que momentos ficaram e quem nos marcou.
O sexto e último convidado desta minissérie Jovens de Abril, de A conversar é que a gente se entende, é o jurista, mestrando em Direito Internacional Público e Europeu, deputado na Assembleia Municipal de Vila Real e comentador na TSF, André Abraão. Assim, sem mais demoras deixo-vos com o André Abraão.
Os 3 números mais relevantes para perceber o que era e o que é Portugal 49 anos depois:
1. Alunos matriculados segundo grau de ensino e sexo:
2. Taxa de Pobreza:
3. Taxa de Mortalidade Infantil:
Os 3 momentos mais importantes dos 49 anos de democracia:
As 3 personalidades mais marcantes do pós-25 de abril:
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Nestes dias, festejamos os 49 anos desde o dia 25 de abril de 1974. Há dias que marcam a história e este é certamente um deles. Para mim, alguém nascido 30 anos depois, em abril de 2004, esta data reveste-se de um simbolismo muito especial, algo que não consigo apagar do pensamento, o sabor da liberdade.
Nos últimos dois anos, trouxe nesta data personalidades relevantes no desenrolar das ações históricas que culminaram na nossa democracia e na liberdade para hoje vos apresentar este projeto. Por isso, este ano decidi conversar com aqueles que vão marcar o futuro do país, perguntar-lhes o que para eles significa abril e as conquistas aí conseguidas. Assim nasceu esta minissérie de episódios – Jovens de Abril.
Em 6 episódios, consideravelmente mais curtos que o normal, conversei com jovens entre os 23 e os 27 anos de idade dos seis partidos mais votados em Portugal, nas últimas eleições legislativas. Todos nós já nascemos em liberdade, não sabemos o que foi o período pré-25 de abril, aliás como cerca de metade dos portugueses. É essa uma dificuldade que a nossa democracia terá de enfrentar?
No fundo, o mote foi como podemos, 49 anos depois, valorizar o 25 de abril, o seu significado e simbolismo, sem esquecer que a liberdade nunca estará garantida, vive de conquistas diárias e constantes. Para além disto, nesta iniciativa Jovens de Abril, há três rubricas finais para nos fazer refletir sobre estes quase 50 anos volvidos desde o fim da ditadura: o que mudou, que momentos ficaram e quem nos marcou.
O quinto convidado desta minissérie Jovens de Abril, de A conversar é que a gente se entende, é o profissional de comunicação e marketing, fundador da plataforma "Agora, mais do que nunca" e militante do PSD, Gaspar Macedo. Assim, sem mais demoras deixo-vos com o Gaspar Macedo.
Os 3 números mais relevantes para perceber o que era e o que é Portugal 49 anos depois:
Os 3 momentos mais importantes dos 49 anos de democracia:
As 3 personalidades mais marcantes do pós-25 de abril:
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Nestes dias, festejamos os 49 anos desde o dia 25 de abril de 1974. Há dias que marcam a história e este é certamente um deles. Para mim, alguém nascido 30 anos depois, em abril de 2004, esta data reveste-se de um simbolismo muito especial, algo que não consigo apagar do pensamento, o sabor da liberdade.
Nos últimos dois anos, trouxe nesta data personalidades relevantes no desenrolar das ações históricas que culminaram na nossa democracia e na liberdade para hoje vos apresentar este projeto. Por isso, este ano decidi conversar com aqueles que vão marcar o futuro do país, perguntar-lhes o que para eles significa abril e as conquistas aí conseguidas. Assim nasceu esta minissérie de episódios – Jovens de Abril.
Em 6 episódios, consideravelmente mais curtos que o normal, conversei com jovens entre os 23 e os 27 anos de idade dos seis partidos mais votados em Portugal, nas últimas eleições legislativas. Todos nós já nascemos em liberdade, não sabemos o que foi o período pré-25 de abril, aliás como cerca de metade dos portugueses. É essa uma dificuldade que a nossa democracia terá de enfrentar?
No fundo, o mote foi como podemos, 49 anos depois, valorizar o 25 de abril, o seu significado e simbolismo, sem esquecer que a liberdade nunca estará garantida, vive de conquistas diárias e constantes. Para além disto, nesta iniciativa Jovens de Abril, há três rubricas finais para nos fazer refletir sobre estes quase 50 anos volvidos desde o fim da ditadura: o que mudou, que momentos ficaram e quem nos marcou.
A quarta convidada desta minissérie Jovens de Abril, de A conversar é que a gente se entende, é a deputada, mestranda em Ciência Política e Relações Internacionais e Coordenadora da Juventude do Chega, Rita Matias. Assim, sem mais demoras deixo-vos com a Rita Matias.
Os 3 números mais relevantes para perceber o que era e o que é Portugal 49 anos depois:
1. Dívida Pública;
2. Natalidade;
3. PIB:
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Nestes dias, festejamos os 49 anos desde o dia 25 de abril de 1974. Há dias que marcam a história e este é certamente um deles. Para mim, alguém nascido 30 anos depois, em abril de 2004, esta data reveste-se de um simbolismo muito especial, algo que não consigo apagar do pensamento, o sabor da liberdade.
Nos últimos dois anos, trouxe nesta data personalidades relevantes no desenrolar das ações históricas que culminaram na nossa democracia e na liberdade para hoje vos apresentar este projeto. Por isso, este ano decidi conversar com aqueles que vão marcar o futuro do país, perguntar-lhes o que para eles significa abril e as conquistas aí conseguidas. Assim nasceu esta minissérie de episódios – Jovens de Abril.
Em 6 episódios, consideravelmente mais curtos que o normal, conversei com jovens entre os 23 e os 27 anos de idade dos seis partidos mais votados em Portugal, nas últimas eleições legislativas. Todos nós já nascemos em liberdade, não sabemos o que foi o período pré-25 de abril, aliás como cerca de metade dos portugueses. É essa uma dificuldade que a nossa democracia terá de enfrentar?
No fundo, o mote foi como podemos, 49 anos depois, valorizar o 25 de abril, o seu significado e simbolismo, sem esquecer que a liberdade nunca estará garantida, vive de conquistas diárias e constantes. Para além disto, nesta iniciativa Jovens de Abril, há três rubricas finais para nos fazer refletir sobre estes quase 50 anos volvidos desde o fim da ditadura: o que mudou, que momentos ficaram e quem nos marcou.
O terceiro convidado desta minissérie Jovens de Abril, de A conversar é que a gente se entende, é o consultor, mestre em Engenharia e Gestão Industrial e Vogal da Comissão Executiva da IL, Pedro Schuller. Assim, sem mais demoras deixo-vos com o Pedro Schuller.
Os 3 números mais relevantes para perceber o que era e o que é Portugal 49 anos depois:
1. Descentralizar:
2. Desestatizar:
3. Desenvolver:
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Nestes dias, festejamos os 49 anos desde o dia 25 de abril de 1974. Há dias que marcam a história e este é certamente um deles. Para mim, alguém nascido 30 anos depois, em abril de 2004, esta data reveste-se de um simbolismo muito especial, algo que não consigo apagar do pensamento, o sabor da liberdade.
Nos últimos dois anos, trouxe nesta data personalidades relevantes no desenrolar das ações históricas que culminaram na nossa democracia e na liberdade para hoje vos apresentar este projeto. Por isso, este ano decidi conversar com aqueles que vão marcar o futuro do país, perguntar-lhes o que para eles significa abril e as conquistas aí conseguidas. Assim nasceu esta minissérie de episódios – Jovens de Abril.
Em 6 episódios, consideravelmente mais curtos que o normal, conversei com jovens entre os 23 e os 27 anos de idade dos seis partidos mais votados em Portugal, nas últimas eleições legislativas. Todos nós já nascemos em liberdade, não sabemos o que foi o período pré-25 de abril, aliás como cerca de metade dos portugueses. É essa uma dificuldade que a nossa democracia terá de enfrentar?
No fundo, o mote foi como podemos, 49 anos depois, valorizar o 25 de abril, o seu significado e simbolismo, sem esquecer que a liberdade nunca estará garantida, vive de conquistas diárias e constantes. Para além disto, nesta iniciativa Jovens de Abril, há três rubricas finais para nos fazer refletir sobre estes quase 50 anos volvidos desde o fim da ditadura: o que mudou, que momentos ficaram e quem nos marcou.
A segunda convidada desta minissérie Jovens de Abril, de A conversar é que a gente se entende, é a doutoranda em antropologia e deputada do BE na AMLisboa, Leonor Rosas. Assim, sem mais demoras deixo-vos com a Leonor Rosas.
Os 3 números mais relevantes para perceber o que era e o que é Portugal 49 anos depois:
1. Taxa de analfabetismo:
2. Mortalidade Infantil e Saúde Materna:
3. Participação nas eleições:
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Nestes dias, festejamos os 49 anos desde o dia 25 de abril de 1974. Há dias que marcam a história e este é certamente um deles. Para mim, alguém nascido 30 anos depois, em abril de 2004, esta data reveste-se de um simbolismo muito especial, algo que não consigo apagar do pensamento, o sabor da liberdade.
Nos últimos dois anos, trouxe nesta data personalidades relevantes no desenrolar das ações históricas que culminaram na nossa democracia e na liberdade para hoje vos apresentar este projeto. Por isso, este ano decidi conversar com aqueles que vão marcar o futuro do país, perguntar-lhes o que para eles significa abril e as conquistas aí conseguidas. Assim nasceu esta minissérie de episódios – Jovens de Abril.
Em 6 episódios, consideravelmente mais curtos que o normal, conversei com jovens entre os 23 e os 27 anos de idade dos seis partidos mais votados em Portugal, nas últimas eleições legislativas. Todos nós já nascemos em liberdade, não sabemos o que foi o período pré-25 de abril, aliás como cerca de metade dos portugueses. É essa uma dificuldade que a nossa democracia terá de enfrentar?
No fundo, o mote foi como podemos, 49 anos depois, valorizar o 25 de abril, o seu significado e simbolismo, sem esquecer que a liberdade nunca estará garantida, vive de conquistas diárias e constantes. Para além disto, nesta iniciativa Jovens de Abril, há três rubricas finais para nos fazer refletir sobre estes quase 50 anos volvidos desde o fim da ditadura: o que mudou, que momentos ficaram e quem nos marcou.
O primeiro convidado desta minissérie Jovens de Abril, de A conversar é que a gente se entende, é o licenciado em ciência política e militante do PCP, Daniel Ferreira. Assim, sem mais demoras deixo-vos com o Daniel Ferreira.
Os 3 números mais relevantes para perceber o que era e o que é Portugal 49 anos depois:
1. Acesso a eletricidade e duche/banho nas habitações familiares:
2. Número de professores em Portugal:
3. Habitantes por cada médico:
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Neste 121º episódio, conversei com a estudante do Mestrado em Ciências do Consumo e Nutrição e Presidente da FAP, Ana Gabriela Cabilhas. Neste episódio, começamos por falar sobre o acesso ao ensino superior e sobre as alterações mais recentes, seja no cálculo da média de acesso, seja nos exames a fazer. De seguida, conversamos sobre a importância dos exames como fim de ciclo e como elemento igualador da avaliação. Falamos, também, sobre a desigualdade de acesso ao ensino superior, seja nos entraves a montante, seja nos existentes a jusante da entrada, o que pode levar ao abandono escolar. Conversamos, ainda, sobre as propinas, sobre se faz sentido continuar o caminho da sua diminuição e sobre o modelo de empréstimos pelo Estado. Falamos, também, sobre a questão da habitação universitária, visto que os maiores custos associados ao ensino superior são mesmo os de alojamento para os estudantes deslocados, sobre soluções para aumentar a oferta e para ajudar estes estudantes. No fim, conversamos sobre a importância do elevador social para a manutenção de uma democracia saudável. Foi uma conversa sobre o ensino superior que gostei muito de gravar e, por isso, espero que gostem!
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Neste 120º episódio, conversei com o ex-jornalista, consultor de políticas anticorrupção e Vice-Presidente da Frente Cívica, João Paulo Batalha. Neste episódio, começamos por falar sobre a necessidade de transposição das indicações do Conselho da Europa e da lei europeia para a legislação portuguesa de combate à corrupção. De seguida, conversamos sobre o conceito de prescrição dos crimes, sobre que sentido faz a sua existência e sobre onde se deve traçar o início da sua contagem. Falamos, também, sobre as fugas ao segredo de justiça e como evitar julgamentos na praça pública, visto que devemos presumir a inocência dos suspeitos ou arguidos até que se prove em contrário. Conversamos, ainda, sobre o processo instrutório e sobre se faz sentido a existência, hoje, da instrução, até pelo comportamento natural de os juízes agirem como se estivessem a decidir uma sentença final. Falamos, também, sobre as garantias, mas principalmente, dos privilégios que são dados aos mais ricos pela natureza dos recursos e das custas, o que aliado às prescrições, pode fazer de algumas faixas da população quase inimputáveis. No fim, conversamos sobre como legislar sobre o enriquecimento ilícito sem inverter o ónus da prova e com isso o principio da inocência. Foi uma conversa sobre corrupção e sobre o sistema penal português que adorei gravar e, por isso, espero que gostem!
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Neste 119º episódio, conversei com o médico, ex-vereador na CMCascais, vereador sem pelouro na CMSintra, deputado e Vice-Presidente da bancada parlamentar do PSD, Ricardo Baptista Leite. Neste episódio, começamos por falar sobre a preponderância dos seguros de saúde na sociedade portuguesa e sobre a confiança que os portugueses depositam no SNS. De seguida, conversamos sobre alimentação, sobre como é mais acessível comer mal e que incentivos podem ser dados para inverter esta realidade. Falamos, também, sobre que alterações de governança devem ser aplicadas ao SNS e que impacto teriam na saúde das populações. Conversamos, ainda, sobre a nova Direção Executiva do SNS e sobre como este pode melhorar com parcerias com os privados. Falamos, também, sobre como o modelo atual de saúde potencia desigualdades incríveis no acesso a boa qualidade de vida. Conversamos, ainda, sobre a contestação dos profissionais da saúde, dos altos níveis de emigração nesta área e sobre se faz sentido a obrigatoriedade de trabalhar no SNS x anos (como na Força Aérea). No fim, conversamos sobre os maiores desafios potenciados pelo envelhecimento demográfico e sobre os crescentes problemas relacionados com a saúde mental dos mais jovens. Foi uma conversa sobre saúde que adorei gravar e, por isso, espero que gostem!
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